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Demorei, mas eu vi!

DEMOREI, MAS EU VI! | Alien: Covenant, quando o vilão toma a cena

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Olhe com atenção…

Atenção crianças, esse post não será para menores. O que é a natureza do mal? O que se entende ou subentende como mal? Cortando a cena e falando na seriedade, o mal não é pra amadores. E quando um fera como Ridley Scott resolve dar a sua versão, usando sua maior criação pra contar a história, é bom dar ouvidos ao velho matreiro.

Alien: Covenant (Scott Free/20th Century Fox, 2017) é um grande exemplo de que muitas vezes, boas intenções e o inferno andam de mãos dadas. Após os eventos de Prometheus (2012), a jornada iniciada pelo milionário Peter Weyland que acabou com toda a tripulação (jogada de paraquedas em uma realidade grande demais para reles seres humanos terem entendimento) e se reinicia 11 anos depois para mais uma missão tripulada (a nave Covenant, que dá título ao filme). Singrando o espaço em busca de um local remoto conhecido como Origae-6, a tripulação carrega contigo mais de mil embriões humanos para mais uma colonização. Até ai tudo certo, só que como sempre uns imprevistos acontecem.

Após entrarem em uma órbita de um planeta desconhecido, um evento ocorrido na atmosfera atinge a nave, que estava em repouso. Com isso muitas vidas são perdidas, o que faz que os tripulantes aceitem mudar o curso para um planeta desconhecido. Mal sabem eles que este planeta, é o mesmo da missão Prometheus e que o androide conhecido como David, os espera com bastante hospitalidade e com todo o terror que ele escondeu para os humanos.

Vc confiaria nele?

Apesar de ter sido criticado, Alien: Covenant é bem superior a Prometheus, vai direto ao assunto, e suas tramas são fáceis de serem entendidas. Brilha aqui a estrela de Michael Fassbender em uma atuação que se não é brilhante, fica muito próxima disso ao interpretar dois papéis, os androides Walter e David, o último citado é o malvado robô do filme (mesmo que David lembre muito Magneto em algumas cenas, faz parte). Algumas partes são excelentes, como a que David introduz na pobre população do planeta uma espécie de água negra que mata ao mínimo contato (e faz isso declamando poesia) e como ele através de seus estudos, criou a raça xenomórfica de sangue ácido que seria conhecida depois como Aliens.

Uma das melhores cenas do filme

Por esse motivo, não espere nesse filme um final feliz. Não vou contar tudo, mas Scott põe todas as fichas na atuação de Fassbender. É um Alien atípico. Há no fim uma insinuação de heroísmo, mas o que realmente fica é o comando mefistofélico de David que é o responsável por trazer uma ruína para a humanidade e para o universo. Há também uma certa homenagem a Bishop, o androide dos tempos da tenente Allen Ripley, que era interpretado por Lance Henrikssen. David abre um novo pormenor para a série, e demonstra que até o inferno tem seus heróis.

Nota para o filme: 4,5/5

Trailer:

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O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

Demorei, mas eu vi!

HALLOWEEN | Terror sem frescuras, clássico e que traz Michael Myers à ativa!

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A máscara que traz o dna do terror.

Filmes de terror hoje são raros. Bons mesmo é mais raro ainda. O cinema de terror vive de arremedos, como o bom Espíritos, Atividade Paranormal (que vale resenha e é uma ótima série), alguns terror adolescente como Pânico (a série) e alguns novos lançamentos, e o último caso, que são os revival com personagens consagrados com versões atualizadas.

É o caso desse Halloween (Universal, David Gordon Green/John Carpenter, 2018). Aqui Michael Myers, o assassino da máscara de Frankenstein retorna em grande estilo em um filme que é a sequela direta do clássico Halloween – A Noite do Terror de 1978.

Velhas disputas…que nunca morrem.

Eu particularmente sou fã do personagem. Michael é aquele serial raiz, sem motivos e que mata sem nenhuma piedade. Na noite do dia das bruxas o coveiro ronda, e adolescentes e babás (a especialidade dele) não estão seguras.

Nesse revival ao estilo de H20, que teve também o aval do criador John Carpenter na época do terror adolescente, temos uma focagem próxima a de Rob Zombie (que mandou bem com a série), que conta a história de uma equipe de jornalistas que resolvem fazer uma matéria sobre Michael que desde 78 não disse uma palavra, quando foi preso. Em outro ponto temos Laurie Strode (Jamie Lee Curtis, em uma atuação irrepreensível como a mãe dos familiares, que sofre de transtorno de estresse pós-traumático após o trauma de 78. Tudo isso é explicado de forma rápida, porém precisa).

Andi Matichak, a nova princesa do grito.

Tudo ocorre de maneira muito fiel ao clássico. Claro com um toque de modernidade dado pela passagem dos anos, com a participação da família de Laurie. Após um acidente com o ônibus de Myers que o transferiria pra uma prisão final e perpétua, a matança começa com Michael recuperando sua máscara e fazendo o que sabe fazer de melhor. Pra desespero dos adolescentes de Haddontown.

Após muitas mortes, ele acaba por se encontrar com sua nêmesis, que dessa vez estava preparada para o confronto (inclusive armada).  A partir daí se torna uma caçada de gato e rato, com pausas para dilemas clássicos em filmes de horror (como a estranha atração do doutor pelo protagonista, por exemplo).

A rainha…e seu algoz predileto.

Sendo por volta de quase duas horas de tensão, Halloween fica no arroz com feijão bem feito, a adição da música original dá outro gosto a trama, e a relação de horror e respeito entre Michael e Laurie é bem construída até o clímax final, bem composto e que fecha com chave de ouro o filme. Não é a toa que Myers é considerado um símbolo da cultura pop nos EUA. E não me assustaria se mais sequências viessem por aí.

Nota para o filme: 4,5 / 5

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Demorei, mas eu vi!

DEMOREI, MAS EU VI! | Shingeki no Kyojin – Um Anime Brutal

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Imagem de divulgação do anime Shingeki no Kyojin. Copyright © Funimation Productions, LTD. All Rights Reserved Ltd.

Um anime brutal, que foge do tradicional e não liga para sutilezas, que não alisa e que tem gente morrendo de tudo quanto é jeito nas mãos (e pés, bocas e etc..) de gigantes de até 60 metros de altura sedentos por carne humana. Bem, isso é só um fiapo de Shingeki no Kyojin (Attack on Titan), um anime que Demorei, mas eu vi e que agora quero recomendar para vocês.

Shingeki no Kyojin é um anime dirigido por Tetsuro Araki e produzido pelo Wit Studio com a colaboração do estúdio Production I.G, exibida no Japão pela emissora Mainichi Broadcasting System (MBS). Baseado no mangá de Hajime Isayama lançado em 2009 na revista Bessatsu Shonen Magazine da editora Kodansha, e ainda em publicação.

Cena do anime Shingeki no Kyojin. Copyright © Funimation Productions, LTD. All Rights Reserved Ltd.

A humanidade foi atacada por gigantes, e para conseguir sobreviver ela vive detrás de 3 muralhas (Maria, Rose e Sina), que ficam uma atrás da outra, como camadas aonde a população vive e é separada e definida por classes entre elas, num ambiente mesclado entre o medieval e o industrial.

Em meio a tudo isso acompanhamos os adolescentes Eren Jäger, Mikasa Ackerman e Armin ArletEles vivem na primeira cidade que fica atrás da Muralha Maria, a mais externa. Então um dia aparece de repente um Titã Colossal de 60 metros de altura que acaba abrindo uma passagem na muralha para que os outros Titãs menores entrem por ela, e então um massacre se inicia na cidade.

Cena do anime Shingeki no Kyojin. Copyright © Funimation Productions, LTD. All Rights Reserved Ltd.

O anime aqui é angustiante e seco, os traços são competentes e transmitem bem a angústia vivida pela população enquanto é devorada. Os poucos sobreviventes se refugiam na próxima camada das muralhas e alguns deles juram e passam a se preparar para vingar as vítimas dos Titãs.

Não irei estender na sinopse pois o anime é cheio de reviravoltas e de surpresas. Além de um roteiro quase impecável, a arte é de uma qualidade acima da maioria dos animes, mesmo nas cenas mais ágeis e rápidas não há queda na qualidade, e a maneira como a suposta câmera se posiciona é um show à parte.

A trilha sonora é poderosa desde a abertura, que aliás é considerada por muitos a mais marcante e vibrante dos animes. Shingeki no Kyojin não brinca em serviço, um conselho que dou é não escolher um personagem favorito, pois assim como em Game of Thrones quase ninguém é poupado.

Na segunda temporada o ritmo dá uma diminuída, mas a trama cresce e com qualidade, passamos a ser instigados tentando solucionar mistérios e quando os embates retornam temos batalhas memoráveis que colocam o anime entre os melhores já produzidos.

A terceira temporada é prevista para ainda esse ano, enquanto isso a primeira temporada está disponível na Amazon Prime Vídeo, enquanto que na Crunchyroll todos os episódios estão disponíveis.

Demorei, mas eu vi!

E não me arrependi, recomendo muitíssimo Shingeki no Kyojin.

Deixe nos comentários o que você achou desse anime e mande alguns outros que você indica.

Nota para o Anime: 4,5 / 5

 


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Demorei, mas eu vi!

DEMOREI, MAS EU VI! | Outlander: Guia de episódios e resumo – parte VIII (1ª Temporada)

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A primeira temporada da série foi baseada no primeiro livro da série da autora Diana Gabaldon – “Outlander“, em português “Viajante no Tempo”.

“No final da Segunda Guerra Mundial, 1945, a enfermeira Claire Randall reencontra seu amado marido, com quem segue para uma segunda lua de mel na romântica Inverness, situada nas Ilhas Britânicas. Ele é um historiador em busca de um antepassado famoso. Insiste em conhecer um local místico conhecido como Craignadum, um círculo de pedras, no qual testemunha rituais de bruxaria local. Dias depois, quando resolve retornar ao local, ela desmaia e de maneira inexplicável e de repente, volta no tempo para o ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros. Arrastada para o passado por forças desconhecidas Claire enfrenta intrigas e perigos que torna a saudade uma amiga constante, seu coração é partido pela ausência do esposo e os perigos que tem que enfrentar fuguram-se além de suas aparentes habilidades e potenciais. Contudo, ao conhecer melhor Jamie, um jovem highlander, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo ardente pelo escocês. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente para a sua antiga vida?”

Guia de Episódios:

“Existem razões para  muitas pessoas acharem que essa sequencia dos últimos dois episódios da primeira temporada são os melhores vistos até então. Eu particularmente, acredito que apesar das cenas de violência e muito sangue, foram muito bem construídos e nos deixam com o gosto de “quero mais nos lábios” para a próxima temporada.”

Ep 15 – Wentworth Prison (59 Min. 2015 – 16/05/2015): Jamie aguarda sua sentença de morte na prisão de Wentworth, enquanto Claire e os Highlanders procuram um plano de resgate. Quando Jamie é visitado por Black Jack, ele percebe que há um destino pior do que a morte. E sofre seus piores horrores entre aquelas paredes. Ele aceita ser subjugado por Randall para salvar a vida de Claire, mas ela não vai descansar, enquanto não encontrar um meio de tirar de lá o homem que conquistou seu coração de maneira irreversível.

Ep 16 – To Ransom A Man’s Soul (61 Min. – 2015 – 30/05/2015): Um plano desesperado e de sucesso pouco provável consegue libertar Jamie. Muito embora suas feridas físicas nem se comparam à destruição de seu interior. Claire leva seu marido para um mosteiro nas proximidades, e tenta com todos os seus conhecimentos, salvar a mão, a vida e a alma do homem que ama. A mente do homem ainda está sofrendo os efeitos da tortura e ela arriscará tudo para não perder a única chama de esperança e amor que ainda queima. Pois sabe que aquele homem é tudo o que lhe restou naquele passado estranho o hostil.

Curiosidades:

  • A autora Diana Gabaldon fez uma pequena aparição no episódio “The Gathering” (1 temporada, episódio 4), como a personagem Iona McTavish que tem uma breve conversa com Mrs. Fitz enquanto leva a Claire para assistir a cerimônia de juramento ao Clã Mackenzie.
  • O Fort William na série, na realidade, se chama Blackness Castle.
  • Sam Heughan foi o primeiro a ser chamado para fazer parte da série como Jamie Fraser, mesmo o criador Ronald D. Moore pensando que ele seria um dos últimos. Catriona Balfe, como Claire Randall, foi chamada semanas antes de começar a filmar.

Fontes: *https://www.starz.com, *Wikkipédia, * Imagens obtidas na internet

 

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