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Escondido na Netflix

ESCONDIDO NA NETFLIX | A Luta Pela Esperança

Jr Costa

Publicado

em

E hoje no “Escondido na Netflix“, quero indicar o filme:

A Luta pela Esperança.

Esse é um daqueles filmes que inspiram, que motivam e que nos fazem ter esperança ao se identificar na tela com o boxeador James J. Braddock, interpretado por Russell Crowe.

O filme tem a direção de Ron Howard (Uma Mente Brilhante, Apollo 13), e conta também com as atuações de Renée Zellweger e Paul Giamatti em seus melhores dias, sendo até indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante.

O roteiro é de Akiva Goldsman, e conta o drama vivido pelo boxeador James J. Braddock e sua família durante os anos seguintes à Grande depressão (crise econômica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial. É considerada o pior e o mais longo período de recessão econômica do século XX).

E justamente nesse período, Braddock sofre uma sequência de derrotas (nunca por nocaute) e lesões, e acaba sendo afastado das grandes lutas, restando lhe apenas lutas menores e desvalorizadas, o que lhe faz rapidamente viver a falta de dinheiro, até acabar sendo afastado de vez do boxe profissional, e tendo de sobreviver de serviços temporários de baixíssimo pagamento e nem sempre possíveis no cais.

Acabamos sofrendo e vivendo junto os tantos obstáculo e percalços, (um dos mais dramáticos momentos se dá quando ele se humilha quase que pedindo esmola) e admirando o honrado homem, lutador e pai de família representado por James Braddock.

Até que surge a oportunidade de voltar aos ringues para uma última luta, uma despedida, contra o número 2 dos pesos pesados do mundo. E ele entra na luta apenas como um fantasma do grande lutador que um dia já foi, as apostas são apenas para saber em que round ele cairá. Mas… bem, vou deixar pra você conferir.

Os ângulos em que as lutas são filmadas chamam atenção por alternar a visão em primeira pessoa com outros planos mais abertos. Sendo assim nosso envolvimento torna-se maior.

As lutas são bem coreografadas, cada golpe parece bem real, mérito da boa direção, que falha apenas ao retratar de maneira injusta e caricata o lutador campeão mundial “Max Baer“. A família de Max Baer inclusive protestou contra o filme, já que Max na verdade foi uma excelente pessoa. Ron Howard acabou pedindo desculpas publicamente e alegou que retratou Max daquela forma para dar maior dramaticidade ao filme, o que nesse sentido funcionou.

Braddock na época foi apelidado de Cinderella-Man (Homem Cinderella) pelo cronista esportivo Damon Runyon, o que resume bem o conto de fadas real que é a história de Braddock e sua família, que inspirou toda a nação naquele difícil período.

Um homem que ao subir no ringue não lutava apenas contra outro boxeador, mas contra a fome, o frio e a necessidade e como ele mesmo disse:

Luto por leite!

Para interpretar o lutador, Crowe perdeu 23 quilos, submetido a um duro treinamento sob a supervisão de Angelo Dundee, que já foi técnico do Muhamad Ali, Sugar Ray Leonard e até do nosso Maguila.

A Luta Por Esperança está “Escondido na Netflix” e merece ser conferido o mais rápido possível já que quase diariamente títulos são removidos da Netflix.

E não deixe de voltar aqui e comentar o que achou do filme. Então, boa sessão, e até a próxima.

Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes. Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater). Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas HATEANDO! Demorei, mas eu vi! Escondido na Netflix

Escondido na Netflix

ESCONDIDO NA NETFLIX | Hotel Transilvânia 2 – Continuação reforça o respeito e amor as diferenças de gênero!

Igor Ops

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em

Foto – Reprodução

Conhecido pela criação das ótimas animações do canal Cartoon Network como Samurai Jack, Star Wars: Clone Wars e O Laboratório de Dexter, Genndy Tartakovsky caprichou em boas referências na ótima animação Hotel Transilvânia, seu primeiro filme como diretor em uma grande animação. Com o sucesso acertado da animação e pela competência do diretor, a sua continuação não demorou muito para ser lançada.

Nesta sequência, Tartakovsky capricha mais uma vez, com um enredo que tem a moralidade social disputada entre monstros e humanos de como criar o filho do recente casal Mavis e Jonathan que se casam no começo do filme e continuam morando no Hotel, eles ganham um filho chamado Denis que é extremamente meigo e não faz diferença entre o amor e respeito que recebe de todos do Hotel e acaba sendo a grande figura nova que faz está continuação ser repleta de boas risadas em uma qualidade que não perde em nada para a primeira.

Com o passar dos anos, Denis está chegando próximo aos 5 anos de idade que é o limite para as presas de vampiro surgirem e a filha do Drácula acaba pensando melhor criar o seu filho no mundo dos humanos para que seja mais seguro, pois pelo que parece ele não irá se tornar um monstrinho como da linhagem do seu pai. Entretanto, o Conde Drácula  não curte essa ideia do seu netinho querido e amado ser um humano e acaba criando um plano junto com Frankenstein, Lobisomem, Homem Invisível e a Múmia para que Denis cultive a cultura em assustar e aprender a ser um monstro para que assim as suas presas surjam.

Com cada ideia maluca, a partir daí começam as melhores partes do filme com a insistência do Conde Drácula, as cenas são bem divertidas e engraçadas. No final, um inimigo incomum aparece e grandes surpresas acontecem no qual acaba envolvendo todos do Hotel que tem até a participação de Vlad, pai do Conde Drácula e avô de Denis que odeia os humanos e que vai ao hotel para querer conhecer o seu bisneto pra ver se ele é mesmo um monstrinho e vai “tentar” ajudar para que as suas presas apareçam logo.

Hotel Transilvânia 2 acaba sendo mais divertido que o primeiro em alguns aspectos do roteiro que se complementa com uma história boa que acaba sendo envolvente e que nos mostra um lado mais humanizado dos monstros a respeito da socialização com o mundo, é possível ter um “blá,blá,blá” aqui e outro lá, mas a essência de uma animação divertida e que passa uma mensagem positiva sobre o respeito e amor as diferenças de gênero é mostrada de forma sutil e magistral. Vale ressaltar que a boa qualidade continua, se você quer uma aventura divertida e com bom conteúdo, está continuação faz parte do catalogo da gigante de streaming, procure e ache bem “Escondido na Netflix”!

Nota: 3,5 / 5

Trailer:


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Escondido na Netflix

ESCONDIDO NA NETFLIX | O Jogo da Imitação – Benedict Cumberbatch dá um show como o pai da informática!

Igor Ops

Publicado

em

Por trás de toda mente brilhante existem segredos, mas quem liga para esses segredos quando um gênio resolve algo crucial?

(Foto – Reprodução)

 

Na vida todos nós temos segredos, quando as pessoas descobrem eles acabam usando contra a gente para tirar o que temos de melhor ou para nos maltratar. No filme o Jogo da Imitação esse mal é seguido, se passando em um momento importante da história do nosso planeta (em plena 2º Guerra Mundial) e coloca o desacreditado, inseguro, inteligente e brilhante Alan Turing para resolver um dos maiores enigmas da guerra e do mundo, a máquina Enigma que enviava e recebia códigos criptografados dos Nazistas.

O filme se prende no passado de Turing e no presente da guerra, um desafio que o brilhante matemático irá conseguir com o apoio de sua equipe que não confiava nele no começo e ao longo do filme começam a ter mais fé no brilhante Turing, o matemático irá pensar em milhões de ideias para tentar descobrir o código, até ele que consegue quebrar os códigos nazistas de uma forma genial.

O filme em si tem um roteiro fantástico e o brilhantismo de Benedict Cumberbatch em conduzir as cenas são eternamente fantásticas, o ator passo a expressão de solidão, tristeza e inocência de uma pessoa que em si tem um lado eternamente brilhante. Considerado o pai da Ciência da Computação (pai da informática moderna), pois ele foi um dos primeiros a criar um possível computador, Alan Turing  possui uma historia rica e encantadora onde o matemático nos propõe considerar a questão:

“Máquinas podem pensar? ‘Isso deve começar com definições do significado dos termos ‘máquina’ e ‘pensar’ “.

 

Nota para o filme: 4 / 5

 

Sinopse:

Esta biografia de Alan Turing (Benedict Cumberbatch) acompanha sua ascensão no mundo da tecnologia, quando seus conhecimentos inestimáveis em matemática, lógica e ciência da computação contribuíram com as estratégias usadas pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, este homem tinha diversos conflitos com sua própria homossexualidade, buscando soluções de cura, e vindo a cometer suicídio em 1954.

Trailer:


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Escondido na Netflix

ESCONDIDO NA NETFLIX | A Entidade 2

Igor Ops

Publicado

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(Foto – Reprodução)

Filmes de terror são muito comuns hoje em dia com o público adolescente e até com uns saudosistas adultos do gênero. E pra deixar a relação entre espectador e atores bem próxima, algumas estrelas de Hollywood resolvem participar às vezes de um filme mais sombrio.

Em “A Entidade” temos Ethan Hawke (Boyhood, Dia de Treinamento) carregando o filme nas costas, com um bom suspense e ótimos sustos, o primeiro filme teve uma boa recepção que acabou ganhando a sua continuação, A Entidade 2”, que resolve partir afundo no gênero de sustos. Como de costume, a pessoa mais famosa do primeiro filme não retorna para a continuação, mas é lembrada no filme tendo assim uma importância coerente na trama que acompanha uma mãe solteira que esta fugindo com seus filhos, e do outro lado temos o ex-policial que participou do primeiro filme (sendo o protagonista agora) agindo agora por conta própria e investigando casos sobrenaturais que envolvem crianças e mortes em porões de várias casas.

Na história inicial o ex-policial pega o costume de queimar estas casas para que o demônio maligno não tome conta das casas e dos porões e justamente a casa que ele ia queimar está à mãe com seus filhos. A partir daí que começa o envolvimento das crianças com os demônios do porão sombrio no qual é um dos grandes pontos altos do filme.

Com o desenrolar da trama, boas cenas de sustos e uma apresentação de histórias brutais e envolventes que tem um suspense gostoso são jorradas na cara do espectador que acaba nos levando em um desfecho já esperado pelos clichês que envolvem ao longo da trama, como brigas familiares com seus problemas comuns que já são percebidos inicialmente e que são de costumes nos filmes de terror, mas tirando isso, o filme apresenta outros defeitos.

Como algumas desconexões não explicadas do primeiro filme, por mais que continue usando a historia inicial como pano de fundo e abrindo o leque da historia com novos elementos, estes tais elementos ficam confusos nos quais resta até perceber alguns momentos forçados na comédia, algo que fica desnecessário em cima do protagonista que não consegue tapar os erros do filme, pois o personagem não consegue ser convincente para carregar a trama com equilíbrio no qual Ethan Hawke controlou magistralmente no primeiro filme que é infinitamente melhor que a sequência, faltou mais confiança tanto na atuação do ator como no desenvolvimento do personagem que ao termino do filme continua demonstrando ainda ter medo dos demônios e a sua continuação em investigar estes fatos acaba sendo para um “vazio comum” de que é somente acabar com o “velho mal” por uma vez de todas e ele se livrará desta entidade maligna. Infelizmente não é tão simples assim, mas está continuação é boa, destaque para o retorno da atriz Shannyn Sossamon (Coração de Cavaleiro) voltando aos holofotes e também da impecável atuação das crianças que são atacadas pela entidade, aqui o grande ponto do filme que vale com toda certeza ser  assistido. lembrando que ele está “Escondido na Netflix”, assista e claro tome alguns sustos com está boa continuação de terror.

Nota para o filme: 3 / 5

Trailer:

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