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Escondido na Netflix

ESCONDIDO NA NETFLIX | Kung-Fusão

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-Que tal assistir a um filme de kung fu?
Talvez você diga: não, é muito sério…
Retruco dizendo: é engraçado à beça!
-Jack Chan, cansei, você responde.
-Não, não, é bem cartunesco, eu insisto.
-Kung fu Panda já assisti! Diz você.
-Mas não é desenho.
-Que raios de filme é esse? Você enfim pergunta.
Respondo: Kung-fusão!

Pense num filme diferentemente surtado, ele é uma mistureba danada que tinha tudo pra dar errado, mas ficou excelente!
Ele tem elementos de matrix, uma vila estilo Chaves com uma dona de um cortiço que faz lembrar a dona Florinda, gângster, perseguição a la coiote e papa-léguas, efeitos especiais comicamente exagerados, porém bem feitos, e muita, mas muita pancadaria

E tudo isso se alinhou formando um filme que é difícil de se esquecer depois.

O filme se passa por volta da década 30 ou 40, e conta a história de um mané metido a sabichão (interpretado por Stephen Chow, que também assina o roteiro, a produção, a direção e a trilha sonora) que, para melhorar de vida, quer entrar na principal gang da China naquela época, a “gang dos machados”.
E enquanto isso, os moradores da cidade, onde tudo se passa, sofrem com as opressões impostas pelas gangs, principalmente a dos machado.

E durante essa jornada de tornar-se um dos machados, nosso protagonista descobre que existe uma pequena vila que consegue resistir às investidas das gangues e é justamente nessa vila que Chow quer provar seu valor e ser recrutado.

No entanto, o que ele não contava é que a vila é um reduto de mestres lendários do kung fu.

O elenco é carismático, e se diverte, as atuações são competentes e dão conta de tal inusitada tarefa de equilibrar humor pastelão com artes marciais milenares.
E é tudo bem criativo e divertido!

As sequências de luta foram coreografadas pelo veterano Woo-ping Yuen (O Tigre e o Dragão, trilogia Matrix, Kill Bill Vol. 1 e Vol. 2). O figurino é bom, a trilha sonora é excelente, e o roteiro é simples e competente.

Imagino o sucesso que “Kung-fusão” teria feito de houvesse sido gravado no mercado americano.
É um filme divertido de se ver, e mais ainda divertido ainda de se recomendar.

Kung-Fusão está “escondido na Netflix”, mas assista logo hein, pois quase que diariamente a Netflix recolhe filmes de seu rico catálogo.
E não se esqueça de deixar seus comentários e suas indicações e até semana que vem.

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Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes. Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater). Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas HATEANDO! Demorei, mas eu vi! Escondido na Netflix

Escondido na Netflix

ESCONDIDO NA NETFLIX | Newness – A metamorfose do romance contemporâneo!

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Newness (Foto: Reprodução)

O amor está diferente, o romance entre casais homo ou hetero não são mais simplistas e cheio de aventuras de conto fadas, tudo agora é real e abrange toques viscerais nos relacionamentos atuais. Eu já citei essa “metamorfose ambulante” nos relacionamentos ao citar as melhores séries de romance com comédia da atualidade (para ver a lista, clique aqui).

Tudo isso no começo pode parecer loucura para você que adora o amor tradicional e claro que você terá um choque de realidade e irá perceber que esse amor bobo que era retratado nos cinemas não é real. O romance atual é mais sincero e vai te mostrar por situações que você já passou, então parabéns, você faz parte dessa louca transformação nos relacionamentos amorosos.

Newness seque essa linha de tudo doido e diferente, dois jovens navegam em uma cultura de conexão social baseada em mídia e começam um relacionamento que força limites emocionais e físicos. Com toques de filmagem indie, o posicionamento da câmera do diretor Drake Doremus (diretor do famoso romance Loucamente Apaixonados) poderá parecer irritante com certa tremedeira e pouca estabilização em tomadas perfeitas, entretanto, o roteiro totalmente envolvente de Ben York Jones faz com que a gente acabe se acostumando com as representações imperfeitas do casal composto por Nicholas Hoult e Laia Costa, pois “o segredo está nos detalhes” dessa louca jornada do romance moderno.

Em ambos os protagonistas fica a estrutura mais elogiada do filme, a química romântica de altos e baixos é extremamente bem trabalhada, o espectador se sente envolvido com as incertezas, com os segredos, com as loucuras e com os desejos sexuais de um dos casais mais bem trabalhados e loucos da sétima arte.

A única coisa que o filme peca é na sua longa duração e também na forçada de envolver um protagonista experiente no meio do casal. Mesmo assim o filme é extremamente interessante, poligamia, relacionamento aberto, intriga e ciúmes são combinados em um mix totalmente insano.

A história ameaça vagarosamente seguir uma linha desafiadora entre a dualidade das relações amorosas, a intensidade e a necessidade de não ter rotina mostra com clareza que atualmente fugimos dessa rotina, mas no fundo ficamos sem saber o que queremos realmente.

No fim queremos uma rotina diferente do que conhecemos, do que vimos com nossos pais e com a sociedade, o final é sublime ao explicar isso para o casal protagonista, “o amor são duas pessoas que não desistem uma da outra.”

O filme destaca que é preciso ter coragem para amar alguém neste romance excitante, autêntico e contemporâneo que é uma boa pedida para quem deseja debater monogamia e relacionamentos abertos, vale a pena conferir essa produção que está “Escondida na Netflix” para tentar entender o romance contemporâneo e toda essa “metamorfose ambulante” que está passando, realmente, o nosso poeta da antiguidade Raul Seixas tinha razão e já sabia desse futuro com a letra da sua famosa música que casa de forma sublime com este filme.

OBS: Procure assistir ao filme a noite, ele possui algumas cenas calientes, é um romance contemporâneo, então já sabe! Mas fique tranquilo que as cenas não são como iguais a LoveNinfomaníaca ou Azul é a Cor Mais Quente.

Nota para o filme: 4 / 5

Resumo:

Newness explora a metamorfose do romance contemporâneo com um casal que vive um relacionamento aberto. O filme fala de forma serena sobre amor e da construção de um relacionamento maduro. A importância do diálogo nos relacionamentos e de não deixar questões pendentes que possam virar fantasmas assombrando os futuros relacionamentos são o grande destaque no roteiro desta película, uma grande obra.

Ficha técnica:

Onde assistir: Netflix
Direção: Drake Doremus
Roteiro: Ben York Jones
Elenco: Nicholas Hoult, Laia Costa, Danny Huston, Courtney Eaton.
Censura: 16 anos.
Nacionalidade e lançamento: USA, 2017.

Trailer:

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ESCONDIDO NA NETFLIX | Scarface (1983) – 35 anos de um clássico memorável!

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(Foto – Cena do remake de Scarface (1983) com Al Pacino fazendo o protagonista Tony Montana – Scarface ©/ Universal Pictures ©)

Uma boa refilmagem é aquela que consegue atualizar e acrescentar elementos à uma ideia já apresentada anteriormente de forma para enriquecê-la e torná-la mais palatável ao mundo moderno, mas sem jamais trair a essência da obra original. Talvez um dos exemplos mais palpáveis de bom remake seja o clássico de 1983“Scarface”, comandado pelo diretor Brian de Palma e estrelado por Al Pacino, em um dos papéis mais brilhantes de sua carreira. Sendo uma refilmagem do filme de gângster da década de 30, esse remake atualiza e intensifica aquilo que já havia sido apresentado no filme original, aprimorando a sua mensagem e transformando a refilmagem em um dos maiores clássicos da história do cinema.

E quais são os limites para um homem conseguir o que quer? Na década de 80, o criminoso cubano Tony Montana (Al Pacino) é exilado e vai para Miami onde, após não muito tempo, passa a trabalhar para o chefão das drogas local. Entretanto, a ambição desmedida de Montana combinada com uma terrível paranoia, logo vai garantindo para ele uma escalada natural no mundo do crime, transformando ele próprio no chefão absoluto das drogas. Assim, a trama se torna um orgânico estudo de personagem onde se analisa, através do cenário do submundo do crime, a ganância do homem moderno.

Ao invés do glamour da máfia ou mesmo de algo mais urbano e divertido, com piadas e conversas corriqueiras, que tenta gerar algum tipo de empatia ou admiração do expectador, temos aqui algo extremamente incômodo e visceral. Um verdadeiro tour-de-force de Al Pacino, vemos toda a ganância, falta de escrúpulos e, resumidamente, a ausência de qualquer tipo de sentimento positivo em Tony Montana, numa trajetória de ascensão e (vertiginosa) queda, marcada pela solidão.

(Foto – Divulgação do remake Scarface (1983) / Scarface ©/ Universal Pictures ©)

A trilha sonora deste filme é um divisor de opiniões, pois não conseguiu agradar todo o público. Apesar de cumprir o seu papel de forma geral, o destaque fica com a canção ‘Push It To The Limit’ do compositor e músico Paul Engemann, enquanto a música é executada, Tony está em cena alcançando a sua ascensão.

A atuação de Al Pacino é o grande chamariz do longa, transborda e domina talento com carisma. Sotaque perfeito, com um olhar desconfiado e provocador, acrescentando oscilações repentinas no tom de voz. Contendo diálogos inteligentes, mostrando a degradação humana forjada pela ambição de poder e voltado para expor o desenvolvimento psicológico do protagonista.

Os elementos técnicos são bem utilizados como angulação inferior ou superior com a câmera procurando sempre o centro, movimentos giratórios leves, e o foco nas expressões faciais dos personagens fazem da fotografia um banho de atmosfera. As cenas dinâmicas unidas a um figurino bem oitentista e o clima praiano de Miami tornam a obra o cúmulo do estilo.

(Foto – Cena do remake de Scarface (1983) com destaque para Al Pacino e Michelle Pfeiffer – Scarface ©/ Universal Pictures ©)

Scarface é um filme memorável. O roteiro de Oliver Stone funciona e é alinhado com a excelente direção de Brian de Palma. Al Pacino destrói mais uma vez, representando a inconformidade humana exibindo a grandeza de perceber a dor e nos faz lembrar que é o mundo do próprio homem que o deforma moralmente.

Nota para o filme: 4,5 / 5


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ESCONDIDO NA NETFLIX | Uma Caminhada na Floresta

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Uma Caminhada na Floresta é a nossa dica de hoje no Escondido na Netflix.

O filme é agradável como uma leve caminhada numa manhã ensolarada. Com um Robert Redford extremamente divertido, diferente dos habituais trabalhos desse grande astro e escrita por Rick Curb e Bill Holderman com base na obra literária de Bill Bryson, sendo dirigida por Ken Kwapis.

Um filme despretensioso, que até beira algumas grandes reflexões como amizade, idade e superação mas apenas caminha brevemente sobre tais assuntos e se concentra mais em imprevistos e na quebra do cotidiano, vamos a sinopse.

Bill Bryson (Robert Redford) retorna aos EUA após passar duas décadas na Inglaterra, já em idade avançada ele decide se reconectar com sua terra natal fazendo uma caminhada. Mas não uma simples caminhada, mas percorrer a Trilha dos Apalaches, que vai da Georgia até o Maine (3.408 quilômetros de comprimento), e que passa por 14 estados dos EUA.

Catherine (Emma Thompson) sua esposa, é contra a ideia desde o início, mas falha em convencê-lo a desistir, então impõe uma condição: levar um amigo. É uma inteligente jogada dela pois nenhum dos seus poucos amigos se dispõe a ingressar em tal longa jornada. Mas eis que ressurge um antigo amigo, o incorrigível Stephen Katz (Nick Nolte), que é daquelas pessoas meio chatas que descartamos ao longo da vida, mas ele é o único que topa acompanhá-lo nessa insana caminhada.

O filme teve um difícil e longo parto, a produção encarou uma longa jornada até a obra ser realizada. A história do livro A Walk in the Woods de 1998, foi a escolhida para reunir novamente Robert Redford e Paul Newman, mas devido a alguns contratempos e principalmente a condição de saúde de Newman, o projeto foi ficando engavetado, até que em 2008 o ator veio a falecer. Alguns anos depois, decidiram resgatar o projeto, agora com Nick Nolte no lugar do Paul Newman, com a aprovação de Redford.

E foi um grande acerto, a dupla Redford/Nolte é perfeita. É o excelente “choque dos opostos“, mas muito bem interpretado por essas duas grandes lendas de Hollywood. E o fator idade aperfeiçoa todas os diálogos (que são excelentes) e situações do filme. 

Já de cara quando o personagem do Nolte chega para a caminhada, mancando, e dizendo que tem um joelho de titânio e o outro tem um probleminha, e que precisa comer de hora em hora para não ter convulsões, você não sabe se ri disso ou da cara que o Redford faz, é de rachar de rir.

Alguns coadjuvantes são adicionados pontualmente ao longo da trilha, e enriquecem ainda mais os contratempos dessa afiada e afinada dupla. Um dos melhores momentos é quando se deparam com ursos e somos agraciados com o seguinte diálogo:

Bryson: “Se eles vierem para o nosso lado, finja-se de morto.”

Katz: – “Se eles vieram para o nosso lado, nós estaremos mortos.”

Bryson: – “Aqui diz para a gente intimidar os ursos! 
(Folheando um guia de sobrevivência em trilhas)

Katz: – “Intimidar os ursos?! Mas eles são ursos!!! 

Uma Caminhada na Floresta é a nossa dica imperdível de hoje, mas não se esqueça, a Netflix adiciona e remove conteúdo de seu catálogo diariamente, então não vacile e vá conferir logo, mais essa nossa dica do Escondido na Netflix.

Nota para o filme: 3.5 / 5

 


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