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HATEANDO | The Flash!

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Todos nós temos um lado crítico, um lado chato e, às vezes, até insuportável. E a gente se controla por bom senso, tenta olhar por outros ângulos, buscando melhorar nossa opinião sobre assuntos e pessoas em geral.

Mas recebi da Nerdtrip a carta branca pra soltar este monstro de dentro de mim, mas só nesta coluna.

Então tá, sejam bem-vindos ao “HATEANDO“!

Hoje eu quero achincalhar uma série em que tudo é rápido:

O protagonista é rápido, a maioria dos vilões são mais rápidos que ele, a trama você manja rápido, e mais rápido ainda você percebe:

The Flash é uma droga de série!

Na minha concepção, sempre achei que o Flash deveria ser um herói quase imbatível. Nada poderia nunca surpreendê-lo. Fico revoltado sempre que eu vejo ele tomar um soco, pelo amor de Deus! É um absurdo!

Ele se desvia de bala, mas é surpreendido e toma socos…

Nesta série, ele ainda conta com o apoio de toda uma equipe que parece que saiu do seriado “Malhação”, tem até um cara chamado “Cisco” (é de encher os olhos de lágrima mesmo).

E é impressionante o tanto de gente que sabe a identidade secreta (kkk) dele.

Quando fui assistir o primeiro episódio, fui com a expectativa alta, sempre gostei do Flash, mas tá louco, aconteceu tudo no primeiro episódio!

Sua origem, sua adaptação aos poderes, nome, uniforme, equipe, interesse amoroso, já rolou até um crossover! Que pressa é essa?!

Acho que não acreditaram na série e já jogaram tudo o que tinha logo de cara.

Outra coisa que me incomoda nessa série, o uniforme…

Que tosco cara.

Parece couro!

É a versão Flash do Village People?

O cara quando corre deve ficar todo “assado”, que dó.

Pior que ele, só um outro velocista da série que corre de calça jeans e com uma “cuia” na cabeça.

E quanta referência à fotografia: Flash, Zoom, só falta agora aparecer um inimigo chamado “Selfie”.

E cada temporada são 23 episódios, é muita coisa e sempre a mesma coisa: apareceu um corredor novo, mais rápido e o Flash “corre” atrás de descobrir quem é, e já fizeram isso 3 vezes!!!

E os discursos motivacionais?! Que chato isso! Toda luta alguém tem que fazer um discursinho pra ele e termina dizendo: Corre Barry! É muito piegas.

Minha torcida é para que Flash fique cada vez mais rápido e acabe logo.

Se você concorda, deixa aí nos comentários, mas se você discorda e quer me xingar, deixa aí nos comentários também.

Agora, deixa eu correr que outro dia tem mais.

Fuuuuuuuiii!!!!

Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes. Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater). Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas HATEANDO! Demorei, mas eu vi! Escondido na Netflix

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HATEANDO | Vende-se Esta Casa – O guincho de porco da Netflix

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Diz-se que do porco se aproveita tudo, exceto o guincho. Pois a Netflix tem o seu próprio guincho de porco!  Vende-se esta casa é um filme todo errado de cujo qual não conseguimos compreender como o dinheiro que poderia ter financiado obras de qualidade foi investido aqui.

Uma premissa inicial que se perde à medida que o filme avança. história do jovem que sonha em participar das Olimpíadas, vê o pai ser assassinado e precisa se mudar com sua família para uma casa nas montanhas, pertencente à sua tia, que está à venda e recebe visitantes todo final de semana. Até que “forças estranhas” (como diz a sinopse do filme na Netflix) atuam para perturbar a vida de todos

O argumento que parece batido, mas que funcionaria em um filme de terror, é desperdiçado em uma obra que se perde em sua pretensão e falta de rumo.

O jovem Logan (Dylan Minnette de 13 Reason Why) que viu o pai morrer em um acidente, começa do nada a ter visões  com o mesmo. Porém estas não levam a lugar nenhum e servem apenas como uma demonstração da falta de rumo dos roteiristas.

O temperamento do jovem também sofre uma mudança brusca e sem lógica, e seu conflito com a mãe (Piercey Dalton) surge totalmente do nada, culminando com a frase “queria que você tivesse morrido no lugar dele” dita totalmente sem função na história. Em partes, as antipatias pelo personagem surgem do total descompasso da atuação de Minnette, que consegue segurar as pontas no excelente O homem nas sombras, mas aqui apresenta uma performance fraca e pouco convincente.

Seguindo pelo caminho sem volta dos clichês ainda temos a vizinha maluca que surge do nada, que que em momento algum faz a história andar ou tem algum sentido na trama.

Outro personagem que poderia ter alguma função e é desperdiçado é o jovem Chris (Sharif Atkins) que após uma paquera com a personagem de Dalton, assume uma postura suspeita, só para ser descartado posteriormente, novamente sem nenhuma função narrativa na história.

Quando a trama resolve andar, não sabe para onde ir. Quando é apresentado o vilão, que surge com o batido close nos pés. Os roteiristas parecem não saber se a trama é um filme sobrenatural, pois continuam insistindo nas visões de Logan apenas para criar sustos falsos, ou se é um slasher movie,pois o assassino sem rosto começa a perseguir mãe e filho e passa a tortura-los sem nenhuma razão aparente.

Quando o filme termina, o desfecho é o mais preguiçoso possível. E a sensação que fica é a de que você perdeu 94 minutos do seu tempo que não terá de volta!

 

NOTA: 

 

 

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HATEANDO | Os piores filmes em 2017!

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Após um ano com muitas estreias nos cinemas, finalmente chegou o momento de fazermos aquela boa reflexão do que foi bom e o que foi uma enorme perda de tempo na frente das telonas. Muitos filmes foram tentativas de se iniciar uma franquia de sucesso e outros tentaram dar continuidade para algumas histórias que merecem ser lembradas somente no passado.

Por conta disso, nós do Nerdtrip resolvemos destacar aqueles filmes que foram perda de tempo, horas e horas de conteúdo sem nexo e de baíxissima qualidade que merecem ser hateados!

Confiram a lista com os piores filmes deste ano que já terminou:

15- “TRANSFORMERS: O ÚLTIMO CAVALEIRO”

Chega né Michael Bay? Filme horrível! Amarrações grotescas com a história, personagens sem sentido que não contribuem em nada para o enredo e tudo muito, mas muito clichê, desde o passo a passo dos vilões e heróis até o casalzinho ridiculamente forçado.

14- “A TORRE NEGRA”

Péssima adaptação dos livros de Stephen King. O filme é uma enxurrada de clichês, e só aproveitou os personagens do livro, porque a história é completamente diferente e claro bem fraca.

13- “BONECO DE NEVE” 

Um dos piores filmes da carreira de Fassbender. Fraco, estúpido e lento. As cenas são mal gravadas e confusas, não existe uma harmonia cronológica e a tentativa de organizar isso falhou no produto final.

12- “O CHAMADO 3”

Um filme que dá sono no meio e utiliza métodos e clichês para causar susto. De terror não teve praticamente nada! Foi o pior filme da trilogia e um dos piores do gênero de terror em 2017.

11- “COMO SE TORNAR O PIOR ALUNO DA ESCOLA”

Péssimo, tem horas que você consegue dar risadas mas no geral o filme explora momentos de vergonha alheia que acaba se tornando em um produto fraco.

10- “OS GUARDIÕES”

O que podia ser algo novo vindo de outro lugar na verdade se tornou numa bomba. Com um roteiro doido e efeitos vergonhosos, nem todo o dinheiro gasto com um urso com metralhadora salvou.

9- “MAX STEEL”

Péssimo e cheio de clichês. É tão ruim que ninguém lembra que ele foi lançado em janeiro de 2017.

8- “BRIGHT”

O filme não tem nada a ver com nada. Totalmente desconexo e um roteiro que não explorou o que podia. As piadinhas do Will Smith atuando no mesmo papel de sempre. Lamentável.

7- “RESIDENT EVIL 6”

O que era pra ser um filme épico para fechar com chave de ouro uma franquia de altos e baixos acabou repetindo os velhos erros. Horrível!

6- “50 TONS MAIS ESCUROS”

Na teoria é muitas cenas de amor e com muita ousadia, já na prática… A continuação continua com os mesmos erros do primeiro filme.Horrível!

5- “PICA-PAU”

Se para alguns o personagem é chato, nesta adaptação sem graça ele exagera. Pra completar, temos a modelo e atriz brasileira tentando atuar.

4- “DEATH NOTE”

Um dos filmes mais aguardados na Netflix, se tornou também um dos mais odiados! Péssima adaptação, descaracterizou bem os famosos personagens.

3- “A NOIVA”

Filme sem criatividade, tem que ter coração forte para assistir até o fim. Não pelo terror, mas sim por ser ruim mesmo.

2- “EMOJI: O FILME”

Péssimo e sem noção. Os roteiristas exageram nas cafonices aqui!

1- “INTERNET: O FILME”

Horrível, intragável e sem graça. Parece um vídeo caseiro com Youtubers!

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HATEANDO | Alice Através do Espelho

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Salve, salve viajantes nerds! Para essa  nova edição, escolhi um filme mais recente, com apenas um ano de idade, mas cujo fracasso já está consolidado na contabilidade dos estúdios “Disney”: “Alice Através do Espelho”.

Baseado no livro homônimo do escritor britânico “Lewis Carroll”, o longa, assim como o livro, é a continuação de outra obra de Carroll: “Alice no País das Maravilhas”, também filmado pela Disney em 2010. Tanto o primeiro longa quanto o primeiro livro, são infinitamente superiores à suas sequências, o que talvez explique o prejuízo retumbante do filme em questão.

“Alice através do espelho” custou 170 milhões de dólares sem contar os gastos posteriores com publicidade para seu lançamento. Quando estreou em junho do ano passado, foi impiedosamente massacrado por “X-Men Apocalipse”, dos estúdios “Fox”, lançado na mesma época. Apesar disso, ambos os filmes foram detonados pela crítica especializada.

O primeiro grande erro no caso de “Alice através do espelho”, em minha opinião, foi a troca do diretor Tim Burton que dirigira o filme anterior por James Bobin. Obviamente que o inexperiente diretor que iniciou sua carreira nos cinemas com “The Muppets” em 2011, não estava á altura para tocar esse projeto. Burton, que nesse longa preferiu ficar apenas como produtor, era o homem certo que poderia ter feito dessa sequência um filme tão grandioso quanto o primeiro.

Sacha Baron Cohen, acertada escolha para o personagem “Tempo”.

Mesmo a acertada escolha do ator Sacha Baron Cohen para interpretar o personagem “Tempo”, o retorno de Johnny Depp e Helena Bonham Carter como os engraçadíssimos personagens “Chapeleiro  Louco” e “Rainha de Copas” e os efeitos visuais de primeira qualidade salvaram o filme do péssimo roteiro.

Em tempos de politicamente correto, o envolvimento de Depp em um caso de violência doméstica envolvendo a também atriz e ex-esposa do ator Amber Heard, que estampava as manchetes na época, também pode ter prejudicado a bilheteria do filme.

Pessoalmente, até gostei do filme apesar de concordar que o mesmo é infinitamente inferior ao primeiro, mas não é o tipo de longa que tenho vontade de assistir mais vezes. Uma vez bastou. Não tenho pretensão de voltar a ele, a não ser talvez, em uma longínqua e sonolenta reprise na TV, daquelas que ajudam a combater a insônia…

Nota para o filme: 2,5/5

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