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TRIP LISTA | As melhores séries de super-heróis de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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Dando continuidade à série de listas que a equipe Nerdtrip está elegendo nas últimas semanas, chegou a vez das séries de TV baseadas em super heróis das histórias em quadrinhos. Cada membro da equipe Nerdtrip escolheu suas 10 séries favoritas com essa temática, onde a primeira receberia 10 pontos, a segunda 9 pontos, a terceira 8 pontos e assim sucessivamente, até chegarmos à décima que receberia um ponto.

Após votação e apuração, eis que nossa lista ficou definida da seguinte maneira:

10º Luke Cage

Contando com duas temporadas na rede de streaming Netflix, a série Luke Cage traz a história do primeiro herói realmente “étnico” da Marvel. Cage não foi o primeiro herói negro da editora, antes dele já haviam outros como Pantera Negra e Falcão, mas efetivamente foi o primeiro a abordar o preconceito e as dificuldades dos afro-americano em uma grande metrópole dos EUA, no caso Nova Iorque. 

Obviamente que quando adotou a estratégia de abordar super heróis mais urbanos e humanizados em suas séries, a Netflix não podia deixar de incluí-lo na lista. Luke Cage estreou em setembro de 2016 e seguia um ótimo ritmo, porém um erro de roteiro ao retirar do show o vilão Cottonmouth (Mahershala Ali) ainda no meio da história, fez com que a qualidade caísse e a primeira temporada no geral foi apenas razoável.

Contudo, a série retornou para sua segunda temporada em 2018 de forma espetacular. A vilã Mariah Stokes (Alfre Woodard) brilha em toda e qualquer cena que aparece eclipsando inclusive a atuação de Mustafa Shakir que deveria ser o vilão principal denominado Bushmaster. O ator Mike Colter que encarna o herói protagonista é nitidamente limitado, porém está bem melhor que na primeira temporada.

Porém, o que realmente torna Luke Cage fantástica é a ambientação que explora realmente os hábitos e rotinas dos negros no bairro do Harlem. A trilha sonora é impecável trazendo o que há de melhor na música produzida pela comunidade negra, do jazz ao blues, do hip-hop ao funk verdadeiro (esqueça o estilo que os brasileiros costumam chamar de funk) sempre apresentadas por grandes músicos que passam pelo palco do “Harlem Paradise”, o clube noturno de propriedade de Mariah Stokes. A  série valeria a pena só pela música, mas o enredo e as atuações contribuem para que ela figure nessa lista. (Por Jorge Obelix)

9º Lucifer

Baseado nos quadrinhos do selo Vertigo (uma divisão da DC Comics). O personagem participa ativamente da narrativa “Estação das Brumas” de Sandman, do escritor Neil Gaiman, na qual ele deixa a chave do Inferno com Sonho dos Perpétuos. A série é uma produção da Warner Bros. TV, DC Comics e Jerry Bruckheimer Television, e agora também é uma produção original Netflix!

Estrelada por Tom Ellis (da série Rush) estrela no papel-título, que, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno, renuncia o seu trono e abandona o seu reino para ir para a cintilante loucura de Los Angeles, onde ele vai ajudar a polícia local a punir os criminosos.

O elenco conta também com Lauren German (de Chicago Fire) como a detetive de homicídios da LAPD Chloe Dancer, que sente ao mesmo tempo uma enorme repulsa e fascínio por Lucifer. A série com estilo policial conta ainda no elenco de apoio com Lesley-Ann Brandt (de Spartacus) como Maze, um demônio feroz que toma a forma humana de uma mulher e que é a melhor amiga de Lucifer; Kevin Alejandro (de Arrow) como Dan, um detetive de homicídios da LAPD bastante desconfiado de Lucifer; D.B. Woodside (de 24 Horas) como Amenadiel, um anjo enviado para Los Angeles para convencer Lucifer a voltar para o Inferno; e Rachael Harris (de Suits) como Linda, a terapeuta de Lucifer completam o eclético elenco desta incrível série.

Mesmo seguindo os trejeitos de algumas produções atuais, Lucifer consegue se tornar uma produção única e extremamente viciante e encantadora pelo total domínio de cena do ator Tom Ellis como o nosso amado diabinho, se você quer um mix de emoções em uma série totalmente atual e que usa elementos das HQs, Lucifer é pedida certa! (Por Igor Ops

8º Constantine

Matt Ryan pode ser considerado o grande trunfo dessa série. De todos os personagens, seja DC, Marvel, Image, Matt conseguiu o prêmio de ser a melhor personificação de um personagem de quadrinhos em todos os tempos. Se você acha que eu tô exagerando, assista a série.

Constantine esmiuça a vida do mago inglês, trazendo momentos da saudosa revista Vertigo (talvez a melhor coisa que a DC tenha feito na vida) e os melhores textos das feras da pena Warren Ellis (Castlevania) e Garth Ennis (Justiceiro e Preacher).

Porém nem tudo é perfeição. Constantine sofreu um pouco com o baixo orçamento e com a restrição de horário e faixa etária pra passar na TV, mas em termos de conteúdo dos quadrinhos (ora Vertigo ora fase Novos 52, passando pelo ótimo filme com Keanu Reeves) consegue ser fiel quase em 100%. Pra quem gosta de ocultismo, fantasia e humor extremamente negro (eu disse extremamente) é um prato cheio.

Ryan em apenas uma temporada consegue levar para as telas o John que os fãs queriam ver: all trench coat and arrogance. Vale a pena conferir. (por Marcos Roberto Neves)

7º The Flash

Apresentado dentro da segunda temporada de Arrow, Barry Allen ganhou sua própria série em The Flash. A série mostra a história de origem do “Homem Mais Rápido do Mundo”, um detetive que passou boa parte da vida buscando respostas para a misteriosa e aparente sobrenatural morte de sua mãe, e que, depois de ser atingido por um raio e passar nove meses em coma.

Ao vê-se, ele próprio, com superpoderes, Barry resolve continuar com seu dever de proteger sua cidade natal, Central City, mas dessa vez usando os incríveis poderes e também com o apoio da competente equipe de cientistas dos Laboratórios S.T.A.R. (S.T.A.R. Labs), Cisco Ramon (que se torna no herói Vibro durante a série), Caitlin Snow (que se transforma na vilã Nevasca durante a série) e Harrison Wells, que possui uma vida particular cheia de segredos.

Durante os episódios, o Velocista Escarlate precisa derrotar os terríveis vilões que surgiram juntamente com o ganho de seus poderes e ao mesmo tempo resolver os seus problemas pessoais que acabam se misturando muitas vezes com a sua vida dupla. Aclamada por seguir de forma bem fiel as HQs da DC Comics, a série explora viagens no tempo, linhas temporais, mortes e conta com incríveis lutas e efeitos especiais que chegam perto de muitos filmes de Hollywood, com isso, The Flash é uma das séries de heróis mais populares da atualidade e vencedora de muitos prêmios, fazendo com que Barry Allen e o Team Flash fiquem na boca do povo! Run, Barry, Run! (Por Igor Ops

6º Jessica Jones

Nos HQs da Marvel, Jessica Jones sempre foi uma super heroína relegada ao terceiro escalão. Assim mesmo, a rede de streaming Netflix, após ter tido uma ótima recepção com a série Demolidor, resolveu apostar suas fichas na personagem e produzir uma série só dela. Deu muito certo. O show estreou em 2016 e além da brilhante interpretação da belíssima atriz Krysten Ritter como protagonista, ainda contou com o talentoso ator David Tennant interpretando o vilão Kilgrave, um dos melhores que a Marvel já apresentou em live-action, incluindo séries e filmes.

Na segunda temporada, mesmo sem Kilgrave a qualidade foi mantida com uma história que explorou mais o lado humano de Jessica Jones abordando inclusive seus problemas de alcoolismo e suas tendências á auto-destruição. Aliás, o fator psicológico de cada personagem é explorado de forma profunda, trazendo a tona todas as facetas, boas e ruins de cada um deles. Jessica Jones é muito mais que uma simples história de super herói e de ação. Vai muito além disso. É uma série que mergulha de forma dramática e intensa na alma de cada um de seus personagens. (Por Jorge Obelix)

5º Justiceiro

Concebido e criado no longínquo 1974 por Gerry Conway para ser um dos vilões recorrentes do Homem-Aranha, o Justiceiro (Punisher) agradou tanto, que acabou se tornando um querido anti-herói da Marvel Comics, a ponto de, além de ter sua própria revista, ter sido adaptado nada mais nada menos do que três vezes para o cinema: a primeira, em 1989, na pele de Dolph Lundgren; a segunda, vivido por Thomas Jane, em 2004; e, por último, em 2008, interpretado por Ray Stevenson (o Volstagg, dos filmes do Thor).

Todos os filmes tiveram recepção “morna” por parte do público e crítica, o que poderia indicar o fim do atormentado assassino de vilões em versão live-action. Todavia, novamente inserido como coadjuvante/participação especial na série televisiva Demolidor (Marvel’s Daredevil), o Justiceiro, desta vez com o rosto de Jon Bernthal (Em Ritmo de Fuga) – e claramente inspirado na concepção dada ao personagem nos quadrinhos por Frank Miller na década de 1980 e por Garth Ennis, nos anos 2000 – mais uma vez rouba a cena, a ponto de receber uma série própria pelo canal de streaming Netflix, cuja estreia impressionou pelo nível da produção e pela violência gráfica, bem ao estilo dos quadrinhos de Steve Dillon (a cena do massacre dos bandidos na construção no primeiro episódio é antológica!). A crítica reclamou do excesso de episódios, que provocaram certa lentidão em partes do programa e certas “licenças poéticas”, mas, no geral, a série foi um tremendo sucesso, contando com bons vilões e atuações de alto nível, marcando época e dando gosto de “quero mais”! (Por João Nélio)

4º O Fantástico Jaspion

O Fantástico Jaspion é uma série de TV japonesa do gênero tokusatsu da franquia dos metal heroes. A produção estreou no ano de 1985 com um total de 46 episódios e tinha como protagonista principal o talentoso e muito amado pelos brasileiros ator Hikaru Kurosaki como Jaspion.

Graças a TV Manchete ( já instinta ) nós brasileiros tivemos uma infância mais doce por ter o privilégio de assistir a essa icônica produção. Além do gigantesco sucesso que a série fez no nosso país, ainda nos trouxe uma enorme nostalgia para os fãs dessa geração.

O Fantástico Jaspion praticamente abriu portas para o gênero tokusatsu no Brasil e nos mostrou um estilo diferente de herói nas telinhas, por isso merece menção honrosa aqui nessa lista. (por Ritinha Angel)

3º Smallville

Com o sucesso da minissérie “Superman: As Quatro Estações” (Jeph Loeb e Tim Sale) que contava em escala épica os primeiros passos do Jovem que um dia iria se tornar o maior Herói do planeta, a Warner que estava tendo problemas para começar a pré-produção de “Bruce Wayne: A Busca” pois já haviam se iniciado as primeiras conversas para um novo filme do Batman, resolveu mudar de personagem, mas não de premissa.

Em 16 de outubro de 2001 foi ao ar o primeiro episódio de “Smallville”, registrando 8,4 milhões de espectadores, agradando a exigente legião de fãs do Superman e conquistando uma nova, que até então, nem conheciam a história do “Homem do Amanhã”. Todo este sucesso foi por conta do protagonista, Thomas John Patrick Welling, que aos 24 anos se tornou o melhor “Clark Kent” e o segundo melhor Superman de todos os tempos. Com uma interpretação segura, que conseguia aflorar todas as dúvidas relacionadas a adolescência, Welling  transmitiu uma bondade nos olhos impressionante, era humilde, mas ao mesmo tempo forte e corajoso, características imprescindíveis para o Homem de Aço. O amadurecimento do personagem ao longo das cinco primeiras temporadas é gradativo e “verossímil”.

Infelizmente depois da quinta temporada, a série se perdeu e com a saída da dupla criativa Alfred Gough e Miles Millar na oitava temporada, o caldo entornou de vez, culminando no péssimo último episódio, onde a Warner (para variar), decide não mostrar o herói usando seu tradicional uniforme por completo, privando o público de ver Welling totalmente fantasiado. Certamente a maior mancada da Warner de todos os tempos. Tom Welling sem a capa e sem as botas, foi mais “Superman” que quase todos os interpretes do herói, perdendo apenas para a lenda Christopher Reeve. Uma vez eu acreditei que o homem poderia voar, alguns anos depois, Clark me ensinou que sempre devemos ver o lado bom das pessoas e que todos merecem uma segunda chance. Eu decidi acreditar nele também. (Por Don Giovanni)

2º Gotham

Um dos pilares da DC Comics, Batman é sem dúvidas um dos maiores personagens dos quadrinhos de todos os tempos. Sua importância dentro do universo DC é tão grande que mesmo sem possuir super poderes, ele encara de frente personagens que beiram a divindade, vide Batman V Superman. Um dos fatores que tornam o Batman tão aclamado e referenciado por seus fãs é todo o seu universo que reside na fictícia Gotham City.

A série Gotham, que é produzida pela Fox, traz esse universo em uma nova perspectiva. Temos ali todos os elementos que tornaram o Morcego um dos grandes personagens da DC Comics. Sua ampla e incrível galeria de vilões, como o Coringa, brilhantemente interpretado por Cameron Monaghan e o Pinguim, vivido por Robin Lord Taylor. Só que nessa versão de Gotham, conhecemos o jovem Bruce Wayne, antes de vestir sua capa e se tornar o protetor de Gotham.

O “herói”(entre aspas pois ao longo da série vemos que ele se mostra um personagem um tanto quanto dúbio) que temos em Gotham é o detetive Gordon (Ben McKenzie), que acaba de chegar a cidade e ainda não assumiu o cargo de Comissário ao qual estamos acostumados a vê-lo nos quadrinhos e nas diversas adaptações ao cinema já realizadas do Batman. Gotham possui um clima “noir”, onde por vezes sentimos uma ambientação nos anos de 1930 ou 1940, mesclados a tecnologia dos dias atuais, como celulares e computadores. 

Ao longo da série, o nosso jovem Bruce Wayne (David Mazouz) vai trilhando o caminho para se tornar o Batman, recebendo treinamento de seu fiel mordomo e amigo, Alfred (Sean Pertwee). Merece destaque também a versão jovem da Mulher-Gato, ou Selina Kyle interpretada por Camren Bicondova, que por diversas vezes rouba a cena na série. Gotham é uma excelente porta de entrada para o universo do Batman e eu recomendo fortemente a todos os fãs do Batman e fãs de quadrinhos em geral, pois vale muito a pena. (Por William Peloso)

1º Demolidor

Demolidor, o homem sem medo foi a 1ª série da Netflix em parceria com a Marvel onde vimos nada menos que Matt Murdock, um advogado cego junto de seu amigo Foggy Nelson resolvendo problemas da população no bairro de Hell´s Kitchen, trocando trabalho por o que pudessem lhes dar. E a noite um homem de preto lutando contra a criminalidade.

A série se consagrou pelas suas belíssimas cenas de lutas, onde o espectador realmente acredita que o ator as realiza (o ator Charlie Cox fez questão de treinar junto aos dublês para ter mais realismo nas cenas). Já Elden Henson que interpreta Foggy Nelson,  é a melhor coisa da série. Graças a seu carisma, o espectador se diverte demais. E não podemos nos esquecer de Wilson Fisk (Vicent D´Onofrio, o soldado Pille de Fullmetal Jacket), em uma belíssima atuação, desde sua formação no mundo do crime até o momento que se transforma no Rei do Crime. (Por Marquinhos Serafim)

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TRIP LISTA | Os melhores Games de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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Salve, salve tripulantes!! Dessa vez a equipe Nerdtrip se reuniu para votar nos melhores games de todos os tempos! Valendo desde o mais antigo dos Arcades até o mais sofisticado jogo de última geração, cada membro da equipe elegeu seus 10 preferidos e depois através de um sistema de pontuação onde cada primeiro lugar recebeu 10 pontos, cada segundo lugar 9 pontos, cada terceiro lugar 8 pontos e assim sucessivamente, até chegar ao décimo que recebeu um ponto, apuramos o seguinte ranking:

10º – The Elder Scrolls V: Skyrim

The Elder Scrolls já possuia em seu currículo títulos conhecidos como Oblivion e Daggerfall, e com o lançamento de The Elder Scrolls V: Skyrim a reação do público não foi diferente. A obra trouxe inovação para os PC’s da época com uma variedade de missões, NPC’s e Guildas em mundo aberto repleto de conteúdo para ser explorado. Skyrim foi lapidado pouco tempo depois do lançamento de Oblivion (2006), ganhando uma icônica língua ancestral que além de ser transformada em trilha sonora por Jeremy Soule e Adam Adamowicz, teria enorme importância no enredo.

Todo o trabalho executado pela equipe desenvolvedora gerou boas horas de Gameplay e eternizaram a jornada do Dovahkiin nos corações dos jogadores. Vivenciar uma profecia lendária enquanto desfruta de uma trilha sonora inesquecível e um sistema de jogabilidade agradável nunca foi tão bom para os amantes de RPG. Skyrim foi como um prato cheio para quem gosta de explorar os variados tipos de combinações em jogos do mesmo gênero. (por Laryssa Stoller)

Mundo aberto de proporções gigantescas, Batman: Arkham City é, em minha opinião, o melhor da franquia de games Batman Arkham que havia sido iniciada em 2009 com Batman: Arkham Asylum. Lançado em 2011, Arkham City traz quase todos os vilões do Batman em algum momento da história do jogo, desde o mais obscuro, como o Homem-Calendário até os mais clássicos como Coringa e Charada. Para os fãs do “Morcegão” é um prato cheio e suculento. Horas de diversão garantida num cenário sombrio e caótico, digno das melhores histórias de HQ.

A jogabilidade é excelente, e com a prática o gamer consegue sem problemas aprender todos os tipos de golpes e como usar cada apetrecho do arsenal do herói. A história é cativante e cada novo personagem que surge é uma agradável surpresa para os fãs das HQs do personagem. Platinar Batman: Arkham City é uma tarefa dificílima, devido ao número de itens a serem recolhidos e missões secundárias a serem realizadas. Porém não impossível.

Posteriormente já foram lançados mais 3 jogos da franquia: Batman: Arkham Origins (prequel) de 2013, Batman: Arkham Knight de 2015 e Batman: Arkham VR de 2016 para ser jogado com óculos VR. Porém Batman: Arkham City ainda é o melhor da franquia. (por Jorge Obelix)

8º – Chrono Trigger

Criado em 1995, pelo considerado “time dos sonhos”, Chrono Trigger teve seu desenvolvimento nas mãos de grandes lendas como Hinorobu Sakagushi (criador da série Final Fantasy), Akira Toriyama (criador de Dragon Ball), Yuji Horii (criador de Dragon Quest). Produzido pela Square inicialmente apenas para Super Nintendo, esse jogo é considerado por muitos o melhor rpg de todos os tempos devido à sua incrível história com foco em viagens no tempo, sua fabulosa trilha-sonora e a fantástica arte de Akira Toriyama.

O jogo conta a história de Chrono, que durante um festival milenar de seu país, acaba viajando para o passado através de um portal para buscar uma garota que havia acabado de conhecer e que havia sido sugada por esse vortex. A partir daí, na pele de Chrono e diversos personagens que acabam surgindo na história, você vivencia uma enorme aventura que possui 13 finais alternativos. O jogo posteriormente ganhou versão para PlayStation One e Nintendo DS (por Luiz Rocky)

7º – Super Mario World

Lançado no Japão em 1990 com o título de Super Mario 4, este game para plataforma Super Nintendo ganhou o resto do mundo com o título Super Mario World. Estão de volta o encanador Mario, seu irmão Luigi e, pela primeira vez surge o dinossauro Yoshi, que tantas vezes seria sacrificado para salvar a vida dos protagonistas cujo objetivo é (mais clichê impossível) salvar a princesa Peach das garras do vilão Bowser.

Bidimensional, o jogo possui um mapa enorme e é cheio de surpresas e passagens secretas que por sua vez levam a outros mapas menores. Pessoalmente levei meses para percorrer tudo, jogando muitas horas por semana. Ou seja, é garantia de diversão por muito tempo. Sem dúvidas um dos melhores jogos lançados para Super Nintendo. (por Jorge Obelix)

6º – Sonic: The Hedgehog

Você não achou que o ouriço mais famoso dos vídeo games ficaria de fora dessa lista, achou? Sonic The Hedgehog é o jogo mais popular do Mega Driver, o console da era 16-bits da Sega. Lançado em 1991 e produzido pelo Sonic Team, Sonic The Hedgehog é um jogo de plataforma, de deslocação lateral em 2D, em que você controla Sonic, um ouriço que tem supervelocidade e que tem a missão de percorrer 7 cenários e impedir o malvado Dr. Robotnik (chamado de Eggman no Japão).

Dentre os pontos do jogo, temos a maravilhosa trilha-sonora composta por Masato Nakamura, este que conseguiu criar temas que simplesmente grudam na cabeça do jogador, vale sem dúvida mencionar as músicas da Green Hill Zone, Marble Zone e o tema do Robotnik. Até hoje Sonic The Hedgehog continua divertido e desafiador, ainda conseguindo trazer algumas horinhas de diversão dependendo da habilidade do gamer. O jogo serviu para destronar de vez o Alex Kidd, e transformar o ouriço azul no novo mascote para a Sega. (por Luiz Rocky)

5º – Grand Theft Auto (GTA) V

A franquia Grand Theft Auto tornou-se conhecida mundialmente ao oferecer um sistema diferenciado de gameplay fugindo um pouco dos padrões de jogos da época apresentando uma temática mais adulta. Não fosse uma das franquias mais rentáveis de toda a indústria de jogos, a obra criada por  David Jones e Mike Dailly carrega o título de  jogo do gênero ação a alcançar o maior valor em vendas em 24 horas. No sétimo título da ambiciosa franquia a experiência foi ainda mais icônica, contando pela primeira vez com 3 personagens jogáveis em um mundo aberto com infinitas possibilidades e missões muito divertidas, GTA V provou que quem é Rei jamais perde a Majestade, mantendo uma jogabilidade, enredo e gráficos que agradaram imensamente o público que não dispensa uma boa ação e levando o título ”Game of The Year” em inúmeras fontes. (por Laryssa Stoller)

 

 

4º – Grand Theft Auto (GTA): San Andreas

Grand Theft Auto ou GTA para os íntimos é uma franquia de jogos muito popular, principalmente aqui no Brasil onde praticamente 10 entre cada 10 pessoas já jogaram algum jogo da série. O fato é que GTA San Andreas foi certamente um dos jogos mais vendidos da história, um ótimo jogo e uma grande evolução no mundo dos games, uma história não muito forte, mas fácil de entender e com altos “plot-twist”. O game é com certeza um dos melhores jogos da época no consagrado Play Station 2 que fazia você viciar e explorar ele por dias e dias.

Marcado por um mundo aberto, que querendo ou não, continua grande, com personagens marcantes, momentos marcantes, cenas marcantes. Um jogo, marcante até hoje (por isso está neste top 10!). Fez parte da vida de muitos gamers, e deu o início a jogatina de muitos também.

Na época o jogo possuía bons gráficos, com detalhes de danos em carros, a paisagem das praias e do pôr do sol era algo de extrema exuberância que casava com uma história que contava com ótimos personagens e momentos marcantes, como o reinado “temporário” da Groove Street e as incríveis batidas musicais da rádio K-Rose e Los Santos, aqui os jogadores colocavam em estações de rádio que tocavam músicas perfeitas que casavam com o jogo e iam andando sem rumo no mapa, apenas decorando as músicas e fazendo uma leve baderna nas ruas.

Um jogo incrível e de extrema importância no vício gamer de muitos jogadores da nova geração, um game que merece ser prestigiado e lembrado até hoje, pois ele foi o carro-chefe para que deixasse a Rockstar Games com o status de uma poderosa produtora de games atualmente, o que é bem merecido pelo o que ele vem fazendo, um trabalho incrível.  (por Igor Ops)

3º – The Witcher 3: Wild Hunt

Falar desse game é mato. Talvez o mais premiado do nosso tempo juntamente com The Elder Scrolls V – Skyrim, The Witcher 3 é a conclusão de um épico na história dos games.

A verdade é que a história dos games trouxe  gênios do nível de Tolkien e C.S. Lewis das prateleiras para esse universo. Toda a história dos jogos são do universo do escritor polonês Andrej Sapkowski (as vezes amado, as vezes odiado como J.R.R. Martin), sendo claramente uma adaptação do fim dos livros do mestre.

Mas aí entra a coragem de um grande time, hoje unanimidade entre os gamers: a CD Projekt Red  que unindo respeito aos gamers, projeto impecável  e história irrepreensível fizeram de TW3 algo único e febril na história dos jogos.

TW3 pega a verve de seus dois antecessores (The Witcher e The Witcher 2: Assassins of Kings, igualmente brilhantes) e aumenta todas as expectativas no mais alto nível. Inicia trazendo a história de Ciri, a “pupila” de Geralt, filha do imperador implacável de Nilfgaard, Emmyr Var Emreis. Geralt e a treina em Kaer Morhen, fortaleza dos bruxeiros do Clã do Lobo junto com seu tutor e amigo Vesemir.

Após muitos anos e muitas aventuras, o Emmyr chama Geralt a mando da feiticeira Yennefer de Vengerberg, sua grande paixão do passado. A missão seria descobrir o paradeiro de Ciri, que teria se envolvido com um culto de mortos-vivos apocalípticos conhecido como a Caçada Selvagem. A partir daí e depois com a igualmente sexy Triss Merigold, o bardo Dandelion e o sempre amigo Zoltan Chivay, recomeçam as desventuras do bruxão que envolvem fantasia, terror, batalhas, sexo (muito) e um certo lado paternal (que pra mim é melhor que God of War 4).

Tudo que eu disser sobre esse game é grandioso. Mas fica aqui a citação a um game nostálgico, Phantasy Star III: Generations of Doom (do Mega Drive) onde sim, o seu envolvimento amoroso pode decidir os rumos do jogo, isso só pra falar de um dos pontos do espetacular mundo tridimensional criado pelos roteiristas. TW3 é um épico histórico, eloquente como poucos jogos chegarão a ser, e está no topo do Olimpo dos games atuais, sem nenhum desmerecimento, onde poucos games até agora conseguiram ficar. (por Marcos Roberto Neves)

2º – The Last of Us

The Last of Us explora o mesmo cenário pós-apocalíptico de dezenas de outros jogos, mas sua abordagem é totalmente própria. Ele pinta uma visão de um futuro próximo que é frio, sem coração e, em muitos casos, absolutamente mal. Não é um lugar divertido para se estar, e da mesma forma, o jogo não é realmente divertido de se jogar.

The Last of Us é estrelado por Joel, um sobrevivente de meia-idade e grisalho que foge de uma peste fúngica que transforma suas vítimas em monstros homicidas. Joel está vivendo sua vida em uma zona de quarentena protegida militarmente na costa leste dos Estados Unidos. No meio de uma operação de contrabando, ele conhece Ellie, uma garota de 14 anos tentando fazer o seu caminho para o oeste por razões misteriosas. A circunstância os une e ambos partem em uma perigosa viagem através do país.

As melhores partes de The Last of Us são dedicadas a construir esses dois personagens e seu relacionamento um com o outro. O desenvolvimento de Ellie é especialmente poderoso. Embora endurecida pelo mundo em que vive, fala e age como uma adolescente crível. Quando ela fica brava com Joel, sua raiva é aparente fora das cenas – ela visivelmente retrocede e rejeita os comandos de Joel. Outras vezes ela pula, sussurra para si mesma e conversa sobre tópicos aleatórios com os quais você esperaria que uma criança de 14 anos se preocupasse.

O compromisso da desenvolvedora Naughty Dog com esse tom sombrio e deprimente é alternadamente impressionante e frustrante. Apesar de alguns defeitos de mecânica de jogo, como a inteligência artificial de alguns parceiros de Joel e Ellie que fazem o jogador muitas vezes querer deixa-los morrer, The Last of Us tem uma narrativa digna de Oscar que envolve e emociona o jogador do início ao fim do jogo. (por Tiago Cezar)

1º – The Legend of Zelda: Ocarina of Time

O jogo mais fabuloso do Nintendo 64 e da história dos games. O jogo que teve a maior pontuação na história do Metacritic, com avaliação máxima de 99 em 100 pontos, The Legend of Zelda: Ocarina of Time é o nosso primeiríssimo lugar e por suas incríveis façanhas, este jogo merece sim estar no primeiro posto de qualquer lista relacionada a games.

Podem existir algumas pessoas que não gostam desse jogo e essas pessoas foram as que nunca jogaram, porque tipo assim, ele é um jogo perfeito! Ele tem tudo de bom em gráficos, ele tem uma história boa, ele tem uma jogabilidade incrível e ele tem até uma espada super maneira, só isso garante muitos pontos!

Mas falando sério, esse jogo mostra a história bem interessante, onde acompanhamos o nosso querido Link (personagem principal, ele não se chama Zelda catzo!) teve que livrar o mundo das garras do terrível Ganondorf, pois ele está querendo se apossar do triforce, que vai dar um poder inimaginável para qualquer um que botar as mãos nele, seja para o bem ou para o mal. Esse jogo é exuberante e um dos principais diferenciais por exemplo são as músicas, fazendo com que as vendas de Ocarina disparassem depois do lançamento do jogo e muita gente nem sabia e nem sabe o que é Ocarina até hoje (inclusive este redator!).

Brincadeiras à parte, Ocarina é um instrumento musical e é objeto mais cobiçado neste jogo de aventura e RPG em mundo aberto. Até então, nesta época o jogo acabou revolucionando também por não ter muitos jogos em mundo aberto, como temos de montão até agora. Uma curiosidade bastante legal envolvendo a produção de Ocarina of Time é que o jogo quase foi em primeira pessoa, você consegue imaginar isso acontecendo?

Os produtores do game queriam que o Link não aparecesse na tela até que ele entrasse em combate, mas só que eles não aguentaram a pressão, o Link não aparecer seria um tiro no pé, um personagem tão famoso que usa o seu chapeuzinho verde. Com a insistência da Nintendo, a desistência dessa ideia acabou servindo de argumento para que os produtores do game criassem a mecânica do Z target, algo inovador na época e que acabou ajudando bastante na exploração da jogatina. Por inúmeras façanhas, The Legend of Zelda: Ocarina of Time é o maior jogo de todos os tempos e merece ficar um bom tempo neste primeiro posto. (por Igor Ops)

Abaixo, saiba quem são e como votaram nossos redatores do Nerdtrip:

 

Fernanda “Momoko” Dias

22 anos, amante de gatos, animes, dança, admiradora da cultura pop oriental, viciada em Just Dance, cosplayer e aprendiz de gamer.

 

 

1º Nier: Automata
2º Bound
3º Life Is Strange 
4º Kingdom Hearts II
5º Tomb Raider: Legend
6º Just Dance 2019
7º Persona 3
8º GTA V
9º Silent Hill: Shattered Memories
10° Patapon 3

 

“Don” Giovanni Giugni

É o exército de um homem só, por trás da “Casa das Ideias Nerd”. Teve a felicidade de ter como primeiras experiências cinematográficas, filmes do calibre de “Superman” de 1978 e “O Império Contra-ataca”. Destemido desenhista e intrépido apaixonado por “Super-heróis”, vive disfarçado como um pacato Professor de musculação.

 

1º Batman: Arkham City
2º Driver 2
3º Tekken 3
4º Driver
5º Mortal Kombat 2 
6º Cadillacs and Dinosaurs 
7º Crui’n World 
8º Galaga 
9º River Raid 
10° Adventure 

 

Guilherme Lemes

O único podcaster do Brasil com voz de taquara rachada e fã numero 1 de Homem-Formiga! Oficialmente um hater da Dc e amante da Marvel, coleciona desde etiquetas de tênis até grandes figuras de ação. Apaixonado por Guardiões da Galáxia, tendo até uma tatuagem no braço (realmente, um fanboy da Marvel…).

 

1º Medal of Honor: Vanguard
2º Sonic the Hedgehog
3º GTA: San Andreas
4º Streets of Rage
5º Tintin Au Tibet
6º Midnight Club 3: Dub Edition Remix
7º Ratchet and Clank
8º Star Wars: The Force Unleashed
9º Marvel: Ultimate Alliance
10° Diablo 3

 

Hugo “Senhor da Ordem” Francato

RPGista, colecionador de HQs desde 1992, viciado em séries e profundo conhecedor do Universo Marvel (mas gosta da DC também).

 

 

1º Megaman 3
2º Chrono Trigger
3º Super Mario World
4º Battletoads (NES)
5º Contra (NES)
6º FIFA 17
7º Super Metroid (SNES)
8º Spider-Man (PS4)
9º Star Craft
10° X-Wing vs Tie Fighter

 

Igor “Ops” Souza

Professor de Biologia e Educação Física Escolar, amante de praticamente tudo do mundo nerd e lunático pela 7º Arte.

Apresentador do Teekcast, respeita a Marvel mas não tem vergonha de revelar para todos o seu amor platônico pela DC Comics e odeia a briga boba entre marvetes e dcnautas.

 

1º The Legend of Zelda: Ocarina of Time
2º Super Mario 64
3º The Legend of Zelda: Breath of The Wild
4º Pokémon: Fire Red
5º The Legend of Zelda: Majora’s Mask
6º Red Dead Redemption
7º Grand Theft Auto: San Andreas
8º Super Mario Kart
9º Top Gear
10° Sonic The Hedgehog 2

 

João “Neófito” Nélio

Sou um quarentão apaixonado pela cultura pop em geral. Adoro quadrinhos, filmes, séries, bons livros e música de qualidade.
Pai de um lindo casal de filhos e ainda encantado por minha esposa, com quem já vivo há 19 bons anos, trabalho como Oficial de Justiça do TJMG, num país ainda repleto de injustiças.
E creio na educação e na cultura como “salvação” para nossa sociedade!!

1º God Of War 2
2º Street Fighter 2 (original)
3º Star Wars Battlefront
4º Star Wars Battlefront 2
5º Doom
6º Gears of War
7º Assassin’s Creed II
8º Injustice: Gods Among Us
9º The Witcher 3
10° Super Mario World

 

Jorge “Obelix” Cardoso

Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicolas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

 

 

1º – Civilization V
2º – Star Wars Battlefront
3º – Far Cry 4
4º – Batman Arkham City
5º – Donkey Kong Country 3
6º – Super Mario World 
7º – Alex Kidd in Miracle World
8º – Super Street Fighter II
9º – Star Wars Battlefront 2
10° – Age of Empires 3 

 

JR “Mestre Hater” Costa

Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes.  Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater).

Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas “HATEANDO!” “Demorei, mas eu vi!”  e “Escondido na Netflix”.

 

1- Pro Evolution Soccer
2- Black
3- Super Mario World
4- Driver 2
5- Mortal kombat 3 (super Nintendo)
6- Super Mario kart 
7- Space Invaders (Atari)
8- God of war 2
9- Sonic The Hedgehog 2
10- Donkey Kong Country 2

 

Kathe Reis

Adoro filmes de terror e suspense e séries principalmente The Walking Dead.

 

 

 

1º The Last of Us
2º GTA V
3º Batman: Arkham Knight
4º Red Dead Redemption 2
5º The Walking Dead
6º Resident Evil 2
7º Outlast
8º Resident Evil 7: Biohazard
9º GTA: San Andreas
10° Far Cry 4

 

Laryssa Stoller

20 anos, Gamer de carteirinha, viciada em animes & cultura pop oriental, admiradora nata de Cyberpunk, RPG, e o melhor do mundo Nerd.

 

 

1º The Legend Of Zelda: Ocarina Of Time
2º The Witcher 3: Wild Hunt
3º The Elder Scrolls V: Skyrim
4º The Last of Us
5º GTA V
6º Hellblade
7º L.A Noir
8º Outlast
9º Far Cry 3
10° Final Fantasy XV

 

Luiz Rocky

Estudante de Educação Física. Sou apaixonado por cinema, mangás, games, séries e Star Wars.

 

 

 

1º Star Wars: Knights of the Old Republic
2º Sonic The Hedgehog
3º Chrono Trigger
4º Grand Theft Auto: San Andreas
5º The Legend of Zelda: Ocarina of Time
6º Final Fantasy VII
7º Pokemon: Fire Red
8º Top Gear
9º Sonic The Hedgehog 2
10° Alex Kidd in Miracle World

 

Marcos “Contraditório” Roberto Neves

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta.

Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais.
Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

1º The Witcher 3: Wild Hunt
2º The Elder Scrolls V: Skyrim
3º Resident Evil 2
4º Gears of War
5º Sonic: The Hedgehog
6º The Legend of Zelda: Majora’s Mask
7º The Elder Scrolls IV: Oblivion
8º Dead Space
9º Vampire the Mascarade: Bloodlines
10° Red Dead Redemption

 

“Marquinhos” dos Santos Serafim

Gamer maníaco, fã de tokusatsu e dragon ball, e sempre dizendo que nunca haverá filme melhor que Zohan.

 

 

 

1º Red Dead Redemption
2º Bloodborne
3º L.A. Noir
4º Final Fantasy 6
5º Chrono Trigger
6º Splatterhouse
7º Super Mario RPG
8º Final Fantasy Tactics
9º Castlevania: Symphony of The Night
10° Street Fighter 2

 

“Ritinha” Angelim

Baiana, apaixonada por cultura oriental, HQs, seriados de TV, livros, cinema e música. Adora Pizza, pipoca, Hugh Jackman, Wolverine, visitar a Saraiva, shopping, maquiagem e leitura. Amores da vida são filha, marido, família e Netflix.
Cristã e fã do seriado Supernatural, tem o sonho de um dia conhecer os Winchesters e o Japão. Sonha no mundo real e vive na fantasia.

 

1º Devil May Cry
2º Final Fantasy 8
3º Mario Kart 64
4º Star Fox 64
5º Top Gear
6º Metal Gear Solid 3: Snake Eater (PS2)
7º Tomb Raider 4: The Last Revelation (PS one)
8º Bomberman 3 (SNES)
9º Golden Eye 007 (N64)
10° Pac-Man

 

Sammylle Matheus

Amante da sétima arte. Fascinada na relação entre cinema, história e filosofia. Devoradora de quadrinhos, aprecia um bom clássico e combate o crime em Gotham City nas horas vagas.

 

 

1º Doom
2º The Legend of Zelda: Ocarina of Time
3º The Witcher 3
4º The Last of Us
5º Gears of War
6º Half-Life 2
7º Portal 2
8º Castlevania: Symphony of the Night
9º The Elder Scrolls V: Skyrim
10° Final Fantasy VII

 

Tiago Cezar

DCnauta, fã de Star Wars e Star Trek e da melhor banda de rock do mundo, Led Zeppelin claro!

 

 

 

1º The Last of Us
2º Metal Gear Solid (1998)
3º Resident Evil 3
4º GTA V
5º Batman: Arkham Knight
6º Dragon Age: Inquisition
7º Red Dead Redemption 2
8º The Elder Scrolls Online
9º Killer Instinct
10° Halo 4

 

William Peloso

Sou um dos administradores e redator do Nerdtrip. Entusiasta dos games e livros. Meu foco é dividido em diversas áreas, indo desde cinema e séries, até animes e tokusatsus. Assisto filmes e séries repetidamente e sempre me divirto como se estivesse vendo pela primeira vez. Grande fã de Harry Potter e também da Marvel e DC, sem esquecer é claro de Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco.

 

1º Metal Gear Solid (1998)
2º Máfia The City of Lost Heaven
3º Yu-Gi-Oh: Forbidden Memories
4º Super Mario Kart
5º Pokémon: Fire Red 
6º GTA: San Andreas 
7º Batman: Arkham City 
8º Dragon: Age Origins 
9º Street Fighter II: The World Warriors
10° Metal Gear Solid V: The Panthon Pain 

 

A seguir lista completa com os 114 games citados nessa eleição:

1º The Legend of Zelda: Ocarina of Time
2º The Last of Us
3º The Witcher 3: Wild Hunt
4º GTA: San Andreas (2004)
5º GTA V
6º Sonic the Hedgehog
7º Super Mario World (SNES)
8º Chrono Trigger
9º Batman: Arkham City
10º The Elder Scrolls V: Skyrim
11º Metal Gear Solid (1998)
12º Gears of War
13º Pokemon: Fire Red
14º Red Dead Redemption
15º Doom
16º Driver 2
17º Super Mario Kart
18º Batman: Arkham Knight
19º God of War 2
20º Resident Evil 2
21º Street Fighter 2 (versão original)
22º L.A. Noir
23º Top Gear
24º Final Fantasy VII
25º Red Dead Redemption 2
26º The Legend of Zelda: Majora’s Mask
27º Civilization V
28º Devil May Cry
29º Megaman 3
30º Medal of Homor: Vanguard
31º Nier: Automata
32º Pro Evolution Soccer
33º Star Wars: Knights of the Old Republic
34º Far Cry 4
35º Black
36º Bound
37º Final Fantasy VIII
38º Mafia: The City of Lost Heaven
39º Star Wars Battlefront 2
40º Star Wars Battlefront (2015)
41º Bloodborne
42º Super Mario 64
43º Life is Strange
44º Mario Kart 64
45º Resident Evil 3
46º Star Wars: Battlefront (2004)
47º Tekken 3 (1997)
48º The Legend of Zelda: Breath of the Wild
49º Yu-Gi-Oh: Forbidden Memories
50º Outlast
51º Battletoads
52º Driver
53º Final Fantasy VI
54º Kingdom Heart 2
55º Star Fox 64
56º Streets of Rage
57º Contra (NES)
58º Donkey Kong Country 3
59º Lara Croft Tomb Raider: Legend
60º Mortal Kombat 2
61º Mortal Kombat 3
62º The Walking Dead
63º Tintin au Tibet
64º FIFA 17
65º Sonic the Hedgehog 2
66º Alex Kidd in Miracle World
67º Castlevania: Simphony of the Night
68º Cadillacs and Dinosaurs
69º Dragon Age: Inquisition
70º Half-Life 2
71º Hellblade
72º Just Dance 2019
73º Metal Gear Solid Snake Eater
74º Midnight Club 3 Dub Edition Remix
75º Splatter House
76º Assassin’s Creed II
77º Crui’n World
78º Persona 3
79º Portal 2
80º Ratchet and Clank
81º Space Invaders
82º Super Mario RPG
83º Super Metroide
84º The Elder Scrolls IV: Oblivion
85º Tomb Raider 4: The Last Revelation
86º Bomberman 3
87º Dragon Age Origins
88º Galaga (1991)
89º Injustice: Gods Among Us
90º Dead Space
91º Final Fantasy TaCtics
92º Resident Evil 7: Biohazard
93º Spider Man (PS4)
94º Star Wars The Force Unleashed
95º Super Street Fighter II
96º The Elder Scrolls Online
97º Golden Eye 007 (N64)
98º Far Cry 3
99º Killer Instinct
100º Marvel: Ultimate Aliance
101º River Raid
102º Silent Hill: Shattered Memories
103º StarCraft
104º Vampire: The Mascarade Bloodlines
105º Adventure
106º Age of Empires 3
107º Diablo 3
108º Donkey Kong Country 2
109º Final Fantasy XV
110º Halo 4
111º Metal Gear Solid V: The Panthon Pain
112º Pac-Man
113º Patapon 3
114º X-Wing vs Tie Fighter

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TRIP LISTA | Japoneses elegem o ator “mais legal” da era Heisei de Kamen Rider

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Após divulgarmos uma pesquisa realizada no Japão para definir quais os maiores rivais dos animes, que você pode conferir aqui, trazemos agora para o Nerdtrip outra pesquisa realizada por um site japonês, o Yoshi-Toku. Dessa vez, nossos amigos nipônicos escolheram os 10 atores mais legais da era Heisei de Kamen Rider.

Para os desinformados, podemos dividir os heróis Kamen Riders em duas eras, Showa e Heisei. Em geral, os Riders da era Showa são aqueles que tiveram o envolvimento de Shotaro Ishinomori em sua criação, que vai até 1989. Após isso, a “nova geração” de Riders fazem parte da era Heisei.

Sem mais enrolação, confira os vencedores:

1º Takeru Satoh (Kamen Rider Den-O)


2º Sota Fukushi (Kamen Rider Fourze)


3º Masaki Suda (Kamen Rider W)


4º Ryoma Takeuchi (Kamen Rider Drive)


5º Hiro Mizushima (Kamen Rider Kabuto)


6º Ryo Yoshizawa (Kamen Rider Meteor)


7º Jun Kaname (Kamen Rider G3)


8º Seto Koji (Kamen Rider Kiva)


9º Joe Odagiri (Kamen Rider Kuuga)


10º Tokuyama Hidenori (Kamen Rider TheBee/Kick Hopper)

O que achou da lista? Concorda ou discorda? Comenta aí!


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TRIP LISTA | Japoneses definem os 15 maiores rivais dos animes

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TRIP LISTA | Japoneses definem os 15 maiores rivais dos animes

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O que é rivalidade? Segundo o dicionário, o conceito de rivalidade é: Condição que têm aqueles que são rivais. Duas pessoas ou conjuntos são rivais, por sua vez, quando competem entre si ou são inimigos.

Quando falamos em animes e citamos os seus protagonistas, por vezes pensamos imediatamente eu seus rivais e adversários. Esses rivais, ou antagonistas, por vezes ganham bastante destaque nas produções, e sabendo de sua importância, uma pesquisa realizada pelo site japonês Goo Ranking definiu os maiores rivais dos animes. Participaram dessa pesquisa, 500 fãs com idades entre 20 e 40 anos. Confira o Top 15:

 

1- Vegeta – Dragon Ball Z

2- Raoh – Fist of the North Star

3- Kojiro Hyuuga – Captain Tsubasa

4- Terryman – Kinnikuman

5- Hajime Saitou – Samurai X

6- Rukawa Kaede – Slam Dunk

7- Sasuke Uchiha – Naruto

8- L – Death Note

9- Umibozu – City Hunter

10- Toguro – Yu Yu Hakusho

11- Killua Zoldyck – Hunter × Hunter

12- Shinobu Senui – Yu Yu Hakusho

13- Dio Brando – JoJo’s Bizarre Adventure

14- Hisoka Morow – Hunter × Hunter

15- Akira Toya – Hikaru no Go

O que você achou desse ranking? Concorda ou discorda? Deixe sua opinião e seu ranking abaixo!


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