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Papo de Cinema

PAPO DE CINEMA | O Ineditismo e a Pluralidade do Cinema de Hong Kong no CCBB-SP

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(Foto – Reprodução)

O cinema de Hong Kong que fascinou o ocidente pela sua pluralidade e liberdade e por ter lançado grandes astros, como Bruce Lee, Jackie Chan e Chow Yun-Fat, ganhará a mostra inédita CIDADE EM CHAMAS: O CINEMA DE HONG KONG, que entra em cartaz no dia 20 de junho, no CCBB SP. Ainda quando era uma colônia britânica, Hong Kong foi o principal centro de produção de cinema asiático, formando uma indústria forte que dominava as bilheterias em todo o sudeste do continente.
 
Ao todo, a mostra exibirá 23 longas-metragens, desde o auge do sucesso da produtora Shaw Brothers, nos anos 60/70, passando pelo cinema novo do começo dos anos 80, até 1997, quando a colônia foi devolvida à China.
 
Com curadoria de Filipe Furtado, a mostra revelará ao público brasileiro uma parte importante da história do cinema que é pouco conhecida. Como, por exemplo, os trabalhos dos atores Bruce Lee e Jackie Chan e diretores como John Woo e Tsui Hark, que já eram estrelas na China antes se consagrarem no Ocidente.
 
– A mostra apresenta filmes nos mais diversos gêneros e registros (artes marciais,  comédias rasgadas, musicais melodramáticos, filmes policiais, de horror e fantasia), sucessos de crítica e também populares, tentando abarcar quando possível tanto os principais diretores (King Hu, Chang, Cheh, Patrick Tam, Tsui Hark, John Woo), como as principais estrelas (Grace Chang, Ti Lung, Bruce Lee, Jackie Chan, SammoHung, Chow Yun Fat, Leslie Cheung) do período –  comenta o curador.
 
Entre os destaques, estão  os “NÔMADE” (1982), de Patrick Tam, um dos pontos altos do Cinema Novo de Hong Kong e grande influência sobre Wong Kar-Wai, “SONHOS DA ÓPERA DE PEQUIM”(1986), de Tsui Hark, sobre um grupo de revolucionários na China de 1913 à beira de uma guerra civil, e “O ARCO” (1969), de Cecile Tang, um dos primeiros filmes orientais dirigido por uma mulher, que lida com a falta de opções femininas e estratificação social. “Teremos também muitos clássicos do cinema de ação – ‘O GRANDE MESTRE BEBERRÃO’ (1966), de King Hu, ‘GOLDEN SWALLOW’ (1968), de Chang Cheh, referências fortes para “O Tigre e o Dragão”, de Ang Lee; e ‘HO,O SUJO’ (1979), de Lau Kar Leung, que influenciou Quentin Tarantino em Kill Bill”.
 
A programação inclui alguns filmes com entrada franca (as senhas serão distribuídas a partir de 1 hora antes do início da sessão), entre eles Projeto China (1983), de Jackie Chan, que terá uma sessão inclusiva com audiodescrição e tradução para a linguagem de LIBRAS.
 
Atividades Extras
 
Para o público se aprofundar nesta fascinante filmografia, a mostra promoverá duas atividades extras, com entrada franca, e lançará um catálogo que poderá ser trocado por cinco ingressos de filmes assistidos durante o evento. No dia 5 de julho (quinta), às 19h, será realizado um debate, com tradução para linguagem de LIBRAS, com o curador da mostra Filipe Furtado, o crítico de cinema Ruy Gardnier, e mediação do produtor da mostra Júlio Bezerra. E, nos dias 25, 28 e 29 de junho, das 14h às 15h30, será oferecido curso “O cinema de Hong Kong”, com Filipe Furtado. As inscrições para o curso devem ser feitas através do e-mail [email protected]
 
Cinema de Hong Kong
 
Durante um logo período, entre a década de 50 do século passado e o fim dos anos 90, Hong Kong produzia filmes de ação, musicais, melodramas e comédias, sem grandes preocupações com bom gosto e preferência pelo excesso. A indústria cinematográfica local criou, aos poucos, um forte star system incluindo nomes que viriam a se tornar populares no ocidente como Bruce Lee, Jackie Chan e Chow Yun-Fat, e deu oportunidade a cineastas criativos como King Hu, Chang Cheh, John Woo, Tsui Hark e Wong Kar-wai.
 
O que começou como uma opção de fuga para alguns realizadores e produtores chineses no pós-guerra, logo se tornou um grande e efervescente centro de produção (no seu auge a cidade chegou a produzir 200 longas-metragens por ano). A regra em Hong Kong sempre foi clara: filme rápido e dentro do orçamento e tudo será liberado. Não haverá limites de conteúdo, nem das leis da física. Os filmes eram vendidos antes de serem filmados ou por vezes sequer escritos só com base num título e nas estrelas locais escaladas, o que garantia que mesmo os fracassos jamais dessem prejuízos.
 
A despeito de ocasionais surtos de interesse (sobretudo a onda dos filmes de kung fu após o sucesso de Bruce Lee nos anos 70) é a partir de meados da década de 80 que cinéfilos e críticos ocidentais descobrem a produção local. O que começou como um culto abastecido pela venda de filmes piratas nos bairros chineses das grandes cidades foi aos poucos ganhando respeitabilidade até que o cinema americano veio bater à porta e importar o talento local. Um cinema que fascinou os ocidentais justamente pela sua pluralidade e liberdade, sua recusa às regras e ao bom tom.
 
Programação – CCBB São Paulo – 20 de junho a 16 de julho
 
Semana 01
 
Quarta, 20 de junho
 
17h – “Ho, O Sujo”. “Dirty Ho / Lan to he”. De Lau Kar Leung (Hong Kong,1979). Com Wong Yue, Gordon Liu, Lo Lieh. 97 min. 14 anos.
O principe Wang (Liu) se mantém incógnito como um reles mercador. Ele se torna amigo do ladrão vagabundo Ho (Wong) e o transforma no seu guarda costas. Quando o príncipe se torna alvo de assassinos, Ho precisa se transformar num guarda costas de verdade. Um dos mais suntuosos filmes de artes marciais feitos com excepcional coreografia do mestre Lau Kar Leung.
 
19h – Sessão gratuita – “Pedicab Driver”. “Qun long xi feng”. De Sammo Hung (Hong Kong,1989). Com Sammo Hung, Benny Mok, Hoi Mang. 95 min. 14 anos
Dois motoristas de bicicleta-taxi se apaixonam por duas garotas que trabalham para chefes cruéis e abusivos. Eles tentam arranjar uma maneira de conquistar as garotas e livrá-las dos chefes. As duas principais sequências de luta são o ponto alto da carreira de coreógrafo de Sammo Hung.
 
Quinta, 21 de junho
 
17h – “Golden Swallow”. “Jin Yan Zi”.De Chang Cheh (Hong Kong,1968). Com Cheng Pei-Pei, Lo Lieh, Jimmy Yang Yu. 89 min. 14 anos.
Nesta continuação de O Grande Mestre Beberrão, a jovem Golden Swallow (Cheng Pei-Pei) aposentou-se das aventuras e vive em paz com a companhia de um “amigo” (Lo Lieh) até que uma série de crimes a obriga a ter que limpar seu nome. Ela encontra com um antigo amante (Jimmy Yang Yu) e um complicado triângulo se desenvolve.
 
19h15 – “Alvo Duplo”. “A Better Tomorrow/Ying hung boon sik”. De John Woo (Hong Kong,1986). Com Ti Lung, Chow Yun-Fat, Leslie Cheung. 95 min. 14 anos.
Uma história de irmãos e “irmãos de sangue”. Ho (Ti Lung) é um gangster, Kit (Leslie Cheung), um policial. Ho vai para cadeia após armarem contra ele e Mark (Chow Yun-Fat) vinga o amigo. Agora, Ho está fora da cadeia e tenta seguir o caminho honesto, mas Kit e a sociedade não confiam nele. As armações de um gangster ardiloso acabam aproximando Ho, Kit e Mark e os obrigando a testar os seus valores. O filme que revelou John Woo como o grande mestre da ação.
 
Sexta, 22 de junho
 
17h – “Não Brinque Com Fogo”. “Dangerous Encounters – First Kind/Di ye lei xing wei xian”.DeTsui Hark (Hong Kong,1980). Com Albert Au, Tin Sang Lung, Paul Che. 95 min. 14 anos.
Três jovens amigos vivem aprontando pequenos atos, como colocar uma bomba numa sala de cinema. Na vida deles entra uma garota solitária dada a jogos ainda mais perigosos. Do encontro deles e uma mala com notas promissórias japonesas surgirá uma escalada de violência. Esta obra-prima anarquista de Tsui Hark sobre juventude perdida de Hong Kong foi censurada e remontada à época do seu lançamento dado o seu conteúdo confrontador.
 
19h15 – “Nômade”. “Nomad/Lie huo qing chun”.DePatrick Tam (Hong Kong,1982). Com Leslie Cheung, Cecilia Yip, Pat Ha. 96 min. 14 anos.
Jovens perdidos se cruzam na noite de Hong Kong. A insatisfação dá lugar a uma possível utopia, mas a violência está ao lado. Um dos pontos altos do Cinema Novo de Hong Kong e grande influência sobre Wong Kar-Wai e seu desespero romântico.
 
Sábado, 23 de junho
 
16h – Sessão gratuita – “Projeto China”. “Project A/’A’ gai waak”. De Jackie Chan (Hong Kong,1983). Com Jackie Chan, Sammo Hung, Yuen Biao. 105 min. 14 anos.
No final do século XIX, a colônia britânica de Hong Kong está às voltas com uma horda de piratas. Oficiais corruptos seguem frustrando a guarda costeira local, mas Dragon Ma (Jackie Chan) não descansará até trazer paz às águas locais
 
19h – “Police Story”. “Ging chat goo si”. De Jackie Chan (Hong Kong,1985). Com Jackie Chan, Maggie Cheung, Brigitte Lin. 101 min. 14 anos.
Jackie é um policial honesto que precisa proteger uma testemunha de um importante caso contra um gangster. As coisas se complicam quando ele é acusado de matar um policial corrupto e tem que limpar seu nome. Exemplo maior do misto de humor e ação que fez o nome de Jackie Chan.
 
Domingo, 24 de junho 
 
16h – “Rouge”. “Yan zhi kou”. De Stanley Kwan (Hong Kong,1987). Com Anita Mui, Leslie Cheung, Alex Man.96 min. 14 anos.
Fleur é a estrela de um bordel chinês dos anos 30. Ela e Chan, um herdeiro de um império de farmácias, se apaixonam, mas as pressões familiares impedem o casamento. Eles optam então por um pacto suicida. 50 anos depois o fantasma de Fleur chega a um jornal querendo colocar um classificado à procura de Chan, que nunca chegou ao além. Um jornalista e sua namorada se fascinam pela história.
 
18h00 – Sessão gratuita – “Companheiros, quase uma história de amor”. “Comrades, Almost a Love Story/ Tian mi mi”. De Peter Chan (Hong Kong,1996). Com Maggie Cheung, Leon Lai, Eric Tsang. 118 min. 14 anos.
Jun (Leon Lai) é um jovem interiorano da China continental que chega a Hong Kong, em 1986, em busca de melhores perspectivas para se casar com a namorada de longa data. Ele conhece Quiao (Maggie Cheung), uma jovem chinesa já habituada à correria e às ambições que marcam a vida cosmopolita de Hong Kong. Ela será sua guia, amiga, amante, e, ao longo de dez anos, suas vidas vão se entrelaçar múltiplas vezes, enquanto a colônia se aproxima da sua devolução à China.
 
Semana 02
 
Segunda, 25 de junho
 
14h30 – Curso
 
17h – “Os Detetives”. “The Private Eyes / Ban jin ba liang”. De Michael Hui(Hong Kong,1976). Com Michael Hui, Sam Hui, Ricky Hui. 94 min. 14 anos.
Michael Hui, o maior comediante chinês das décadas de 70/80, se une aos seus dois irmãos, o galã Sam e o atrapalhado Ricky. Michael é o turrão dono de uma agência de detetives pronto a explorar Sam e Ricky. Juntos eles investigam os mais diferentes casos, geralmente envolvendo um adultério, incluindo um assalto a um cinema.
 
19h15 – “O Deus da Cozinha”. “God of CookerySik San”. De Stephen Chow e Lik-Chi Lee (Hong Kong,1996). Com Stephen Chow, Karen Mok, Man-Tat Ng. 95 min. 14 anos.
O Deus da cozinha (Stephen Chow) era o maior chef do mundo, mas sua arrogância e ganância fizeram com que ele esquecesse a arte de cozinhar e se tornasse apenas uma marca. Desmascarado por um chef rival, cabe ao Deus da cozinha voltar às ruas, reencontrar seu dom e recuperar seu título num duelo culinário contra seu rival.
 
Quarta, 27 de junho
 
17h –“Made in Hong Kong”. Heung Gong jai lo”. De Fruit Chan(Hong Kong,1997). Com Sam Lee, NeikyYim, Wenders Li.108 min. 14 anos.
Um jovem membro da máfia de Hong Kong (Lee) passa seus dias em busca de alguma perspectiva em companhia de um parceiro de crimes (Li) e uma garota com doença terminal (Yim). Sua existência é assombrada pelo diário de uma colegial suicida. Uma das primeiras produções genuinamente independentes de Hong Kong é um retrato duro da juventude local no momento do retorno à China.
 
19h15 –“O Arco”. “The Arch / Dong fu ren”. De Cecile Tang (Hong Kong,1969). Com Lisa Lu, Roy Chiao, Hilda Chow Hsuan. 94 min. 14 anos.
Madame Wu (Lu), uma viúva de meia idade prestes a ser honrada pelo imperador por sua castidade, se apaixona por um jovem militar (Chiao) que passa uma temporada em sua residência. Sua situação piora quando o militar passa a flertar com sua filha (Chow). 
 
Quinta, 28 de junho
 
14h30 – Curso
 
17h – “Amar Você”. “Loving You / Mou mei san taam”. De JohnnieTo (Hong Kong,1995). Com Lau Ching-Wan, Carman Lee, TsungHua-To. 84 min. 14 anos.
Liu (Lau Ching-wan) é um policial durão, desagradável e mulherengo. Sua esposa começou um caso e está grávida do amante. Quando Liu leva um tiro na cabeça numa emboscada e perde o controle de parte dos seus sentidos, sua esposa passa a tomar conta dele. Agora, Liu precisa reavaliar a vida, capturar o criminoso e, o mais importante, salvar seu casamento.
 
19h –“Fervura Máxima”. “Hard Boiled/Lat sau san taam”. De John Woo (Hong Kong,1992). Com Chow Yun-Fat, Tony Leung Chi Wai, Teresa Mo. 128 min. 14 anos.
O policial durão Tequila (ChowYun-Fat) precisa se aliar a um policial infiltrado (Tony Leung) para deter uma gangue violenta e imprevisível. Esta trama simples serve de pano de fundo para algumas das mais espetaculares sequências de ação já filmadas.
 
Sexta, 29 de junho
 
14h30 – Curso
 
17h – Sessão gratuita – “Pedicab Driver”. “Qun long xi feng”. De Sammo Hung (Hong Kong,1989). Com Sammo Hung, Benny Mok, Hoi Mang. 95 min. 14 anos
Dois motoristas de bicicleta-taxi se apaixonam por duas garotas que trabalham para chefes cruéis e abusivos. Eles tentam arranjar uma maneira de conquistar as garotas e livrá-las dos chefes. As duas principais sequências de luta são o ponto alto da carreira de coreógrafo de Sammo Hung.
 
19h15 –Sessão gratuita – “Os Condores do Oriente”. “Eastern Condors/Dung fong tuk Ying”.DeSammo Hung (Hong Kong,1987). Com Sammo Hung, Yuen Biao, Haing S. Ngor. 93 min. 14 anos.
Um grupo de prisioneiros asiáticos nos EUA recebe uma chance de perdão se forem ao Vietnã destruir uma base de mísseis secreta que os americanos deixaram para trás no fim da guerra. Lá se unem a um grupo de guerrilheiras e um artista marcial, mas há um traidor entre eles e é preciso chegar à base antes dos vietnamitas. Guerra, humor e ação nesta espécie de Os doze condenados (1967) de Hong Kong.
 
Sábado, 30 de junho 
 
17h – “O Grande Mestre Beberrão”. “Come Drink With Me/Da Zui Xia”. De King Hu (Hong Kong,1966). Com Cheng Pei-Pei, HuaYueh, Chih-Ching Yang. 91 min. 14 anos.
Criminosos sequestram o filho de um governador de província e exigem trocá-lo pela liberação do seu líder. A jovem Golden Swallow é enviada para resgatá-lo e acaba recrutando um vagabundo que se revela um mestre espadachim. Este é o primeiro grande filme de espadachim produzido pela Shaw Brothers.
 
19h –“Confissões Íntimas de Uma Cortesã Chinesa”. “Intimate Confessions of a Chinese Courtesan/Ai Nu”.De King Hu (Hong Kong,1972). Com Lily Ho, Betty Pei Ti, Hua Yueh. 97 min. 14 anos.
Ai Nu é uma jovem pobre sequestrada e vendida ao Bordel das Quatro Estações. Lá a cafetina Chun Yi fará de tudo para quebrar seu espírito. Quando Ai Nu percebe que a cafetina está apaixonada por ela, iniciará um elaborado plano de vingança contra todos os que dela tiraram vantagem. Muito polêmico à época do seu lançamento dado o misto de erotismo e violência.
 
Domingo, 01 de julho
 
16h – “O Arco”. “The Arch / Dong fu ren”. De Cecile Tang (Hong Kong,1969). Com Lisa Lu, Roy Chiao, Hilda Chow Hsuan. 94 min. 14 anos.
Madame Wu (Lu), uma viúva de meia idade prestes a ser honrada pelo imperador por sua castidade, se apaixona por um jovem militar (Chiao) que passa uma temporada em sua residência. Sua situação piora quando o militar passa a flertar com sua filha (Chow).
 
18h –“O Amor Eterno”. “The Love Eterne / Liang Shan Bo yu Zhu Ying Tai”.De Han Hsiang Li (Hong Kong,1963). Com Betty LohTi, Ivy Ling Po, Yanyan Chen. 122 min. 14 anos.
Uma jovem entra para uma universidade disfarçada de homem já que as tradições da China do Século IV proíbem o ensino superior feminino. Lá ela se torna “irmão de sangue” de um colega e aos poucos a paixão desperta entre os dois. Esta opereta é a mais popular versão da folclórica história dos “Amantes da borboleta” já filmada várias vezes. Como manda a tradição da ópera Huangmei ambos os papéis centrais são interpretados por mulheres.
 
Semana 03
 
Segunda, 02 de julho
 
17h – “Police Story”. “Ging chat goo si”. De Jackie Chan (Hong Kong,1985). Com Jackie Chan, Maggie Cheung, Brigitte Lin. 101 min. 14 anos.
Jackie é um policial honesto que precisa proteger uma testemunha de um importante caso contra um gangster. As coisas se complicam quando ele é acusado de matar um policial corrupto e tem que limpar seu nome. Exemplo maior do misto de humor e ação que fez o nome de Jackie Chan.
 
19h15 – “Os Detetives”. “The Private Eyes / Ban jin ba liang”. De Michael Hui(Hong Kong,1976). Com Michael Hui, Sam Hui, Ricky Hui. 94 min. 14 anos.
Michael Hui, o maior comediante chinês das décadas de 70/80, se une aos seus dois irmãos, o galã Sam e o atrapalhado Ricky. Michael é o turrão dono de uma agência de detetives pronto a explorar Sam e Ricky. Juntos eles investigam os mais diferentes casos, geralmente envolvendo um adultério, incluindo um assalto a um cinema.
 
Quarta, 04 de julho 
 
17h – Sessão gratuita – “Projeto China”. “Project A/’A’ gai waak”. De Jackie Chan (Hong Kong,1983). Com Jackie Chan, Sammo Hung, Yuen Biao. 105 min. 14 anos.
No final do século XIX, a colônia britânica de Hong Kong está às voltas com uma horda de piratas. Oficiais corruptos seguem frustrando a guarda costeira local, mas Dragon Ma (Jackie Chan) não descansará até trazer paz às águas locais.
 
19h – “Irmãos de Sangue”. “Blood Brothers/Ci Ma”. De Chang Cheh (Hong Kong,1973). Com David Chiang, Ti Lung, Chen Kuan-Tai. 118 min. 14 anos.
Chang (Chiang), Huang (Chen) são dois pequenos bandidos que formam uma forte amizade com o soldado Ma (Lung) e montam um exército poderoso para tomar a província, levando Ma ao poder. Os irmãos de sangue, contudo, serão testados quando a cobiça e a luxuria fazem com que Ma volte os olhos para a bela esposa de Huang.
 
Quinta, 05 de julho
 
17h – “Sonhos da Ópera de Pequim”. “Peking Opera Blues/Do ma daan”. De Tsui Hark (Hong Kong,1986). Com Brigitte Lin, Sally Yeh, Cherie Chung. 104 min. 14 anos.
1913. China à beira da guerra civil com um governo corrupto e múltiplas facções buscando o poder. Um grupo de revolucionários tenta estabelecer uma república democrática. Entre os bastidores da Ópera de Pequim e os palácios do poder, três mulheres, uma golpista (Cherie Chung), uma aspirante à atriz (Sally Yeh) e a filha de um militar corrupto (Brigitte Lin) seguem cruzando os caminhos de um soldado desertor e um jovem revolucionário.
 
19h – Debate com Luiz Carlos Oliveira Jr., Francis Vogner dos Reis e Filipe Furtado – com tradução em LIBRAS.
 
Sexta, 06 de julho
 
17h – “Amar Você”. “Loving You / Mou mei san taam”. De JohnnieTo (Hong Kong,1995). Com Lau Ching-Wan, Carman Lee, TsungHua-To. 84 min. 14 anos.
Liu (Lau Ching-wan) é um policial durão, desagradável e mulherengo. Sua esposa começou um caso e está grávida do amante. Quando Liu leva um tiro na cabeça numa emboscada e perde o controle de parte dos seus sentidos, sua esposa passa a tomar conta dele. Agora, Liu precisa reavaliar a vida, capturar o criminoso e, o mais importante, salvar seu casamento.
 
19h15 – “Made in Hong Kong”. Heung Gong jai lo”. De Fruit Chan(Hong Kong,1997). Com Sam Lee, NeikyYim, Wenders Li.108 min. 14 anos.
Um jovem membro da máfia de Hong Kong (Lee) passa seus dias em busca de alguma perspectiva em companhia de um parceiro de crimes (Li) e uma garota com doença terminal (Yim). Sua existência é assombrada pelo diário de uma colegial suicida. Uma das primeiras produções genuinamente independentes de Hong Kong é um retrato duro da juventude local no momento do retorno à China.
 
Sábado, 07 de julho
 
17h15 – “Nômade”. “Nomad/Lie huo qing chun”. De Patrick Tam (Hong Kong,1982). Com Leslie Cheung, Cecilia Yip, Pat Ha. 96 min. 14 anos.
Jovens perdidos se cruzam na noite de Hong Kong. A insatisfação dá lugar a uma possível utopia, mas a violência está ao lado. Um dos pontos altos do Cinema Novo de Hong Kong e grande influência sobre Wong Kar-Wai e seu desespero romântico.
 
19h – “Os Refugiados do Barco”. “Boat People/Tau ban no hoi”. De Ann Hui(Hong Kong,1982). Com George Lam, Season Ma, Chang Tung-Sheng. 109 min. 14 anos.
Entre o fim dos anos 70 e os 80, Hong Kong se viu às voltas com um grande influxo de refugiados vietnamitas fugindo do regime comunista local, conhecidos simplesmente como “boat people”. A diretora Ann Hui fez uma série de filmes tentando aproximar a população local do drama deles. Os Refugiados do Barco é o mais famoso deles. Nele, um fotojornalista japonês (George Lam), numa turnê oficial do regime, acaba por acidente se deparando com as dificuldades da população para além das imagens oficiais
 
Domingo, 08 de julho
 
16h – “Alvo Duplo”. “A Better Tomorrow/Ying hung boon sik”. De John Woo (Hong Kong,1986). Com Ti Lung, Chow Yun-Fat, Leslie Cheung. 95 min. 14 anos.
Uma história de irmãos e “irmãos de sangue”. Ho (Ti Lung) é um gangster, Kit (Leslie Cheung), um policial. Ho vai para cadeia após armarem contra ele e Mark (Chow Yun-Fat) vinga o amigo. Agora, Ho está fora da cadeia e tenta seguir o caminho honesto, mas Kit e a sociedade não confiam nele. As armações de um gangster ardiloso acabam aproximando Ho, Kit e Mark e os obrigando a testar os seus valores. O filme que revelou John Woo como o grande mestre da ação.
 
18h – “Fervura Máxima”. “Hard Boiled/Lat sau san taam”. De John Woo (Hong Kong,1992). Com Chow Yun-Fat, Tony Leung Chi Wai, Teresa Mo. 128 min. 14 anos.
O policial durão Tequila (ChowYun-Fat) precisa se aliar a um policial infiltrado (Tony Leung) para deter uma gangue violenta e imprevisível. Esta trama simples serve de pano de fundo para algumas das mais espetaculares sequências de ação já filmadas.
 
Semana 04
 
Segunda, 09 de julho
              
17h – Sessão gratuita – “Companheiros, Quase uma História de Amor”. “Comrades, Almost a Love Story/ Tian mi mi”. De Peter Chan (Hong Kong,1996). Com Maggie Cheung, Leon Lai, Eric Tsang. 118 min. 14 anos.
Jun (Leon Lai) é um jovem interiorano da China continental que chega a Hong Kong, em 1986, em busca de melhores perspectivas para se casar com a namorada de longa data. Ele conhece Quiao (Maggie Cheung), uma jovem chinesa já habituada à correria e às ambições que marcam a vida cosmopolita de Hong Kong. Ela será sua guia, amiga, amante, e, ao longo de dez anos, suas vidas vão se entrelaçar múltiplas vezes, enquanto a colônia se aproxima da sua devolução à China.
 
19h15 – “Confissões Íntimas de Uma Cortesã Chinesa”. “Intimate Confessions of a Chinese Courtesan/Ai Nu”. DeKing Hu (Hong Kong,1972). Com Lily Ho, Betty Pei Ti, Hua Yueh. 97 min. 14 anos.
Ai Nu é uma jovem pobre sequestrada e vendida ao Bordel das Quatro Estações. Lá a cafetina Chun Yi fará de tudo para quebrar seu espírito. Quando Ai Nu percebe que a cafetina está apaixonada por ela, iniciará um elaborado plano de vingança contra todos os que dela tiraram vantagem. Muito polêmico à época do seu lançamento dado o misto de erotismo e violência.
 
Quarta, 11 de julho
 
17h – Sessão gratuita – “Projeto China”. “Project A/’A’ gai waak”. De Jackie Chan (Hong Kong,1983). 105 min. 14 anos. Sessão Inclusiva – audiodescrição + legendagem + LIBRAS.
 
19h15 – “Ho, o Sujo”. “Dirty Ho / Lan to he”. De Lau Kar Leung (Hong Kong,1979). Com Wong Yue, Gordon Liu, Lo Lieh. 97 min. 14 anos.
O príncipe Wang (Liu) se mantém incógnito como um reles mercador. Ele se torna amigo do ladrão vagabundo Ho (Wong) e o transforma no seu guarda costas. Quando o príncipe se torna alvo de assassinos, Ho precisa se transformar num guarda costas de verdade. Um dos mais suntuosos filmes de artes marciais feitos com excepcional coreografia do mestre Lau Kar Leung.
 
Quinta, 12 de julho
 
17h – “O Deus da Dozinha”. “God of CookerySik San”. DeStephen Chow e Lik-Chi Lee (Hong Kong,1996). Com Stephen Chow, Karen Mok, Man-Tat Ng. 95 min. 14 anos.
O Deus da cozinha (Stephen Chow) era o maior chef do mundo, mas sua arrogância e ganância fizeram com que ele esquecesse a arte de cozinhar e se tornasse apenas uma marca. Desmascarado por um chef rival, cabe ao Deus da cozinha voltar às ruas, reencontrar seu dom e recuperar seu título num duelo culinário contra seu rival.
 
19h – “Os Refugiados do Barco”.“Boat People/Tau ban no hoi”. DeAnn Hui(Hong Kong,1982). Com George Lam, Season Ma, Chang Tung-Sheng. 109 min. 14 anos.
Entre o fim dos anos 70 e os 80, Hong Kong se viu às voltas com um grande influxo de refugiados vietnamitas fugindo do regime comunista local, conhecidos simplesmente como “boat people”. A diretora Ann Hui fez uma série de filmes tentando aproximar a população local do drama deles. Os Refugiados do Barco é o mais famoso deles. Nele, um fotojornalista japonês (George Lam), numa turnê oficial do regime, acaba por acidente se deparando com as dificuldades da população para além das imagens oficiais.
 
Sexta, 13 de julho 
 
17h – Sessão gratuita – “Os Condores do Oriente”. “Eastern Condors/Dung fong tuk Ying”.De Sammo Hung (Hong Kong,1987). Com Sammo Hung, Yuen Biao, Haing S. Ngor. 93 min. 14 anos.
Um grupo de prisioneiros asiáticos nos EUA recebe uma chance de perdão se forem ao Vietnã destruir uma base de mísseis secreta que os americanos deixaram para trás no fim da guerra. Lá se unem a um grupo de guerrilheiras e um artista marcial, mas há um traidor entre eles e é preciso chegar à base antes dos vietnamitas. Guerra, humor e ação nesta espécie de Os doze condenados (1967) de Hong Kong.
19h15 – “O Grande Mestre Beberrão”. “Come Drink With Me/Da Zui Xia”. DeKing Hu (Hong Kong,1966). Com Cheng Pei-Pei, HuaYueh, Chih-Ching Yang. 91 min. 14 anos.
Criminosos sequestram o filho de um governador de província e exigem trocá-lo pela liberação do seu líder. A jovem Golden Swallow é enviada para resgatá-lo e acaba recrutando um vagabundo que se revela um mestre espadachim. Este é o primeiro grande filme de espadachim produzido pela Shaw Brothers
 
Sábado, 14 de julho 
 
17h – “Golden Swallow”. “Jin Yan Zi”.DeChang Cheh (Hong Kong,1968). Com Cheng Pei-Pei, Lo Lieh, Jimmy Yang Yu. 89 min. 14 anos.
Nesta continuação de O Grande Mestre Beberrão, a jovem Golden Swallow (Cheng Pei-Pei) aposentou-se das aventuras e vive em paz com a companhia de um “amigo” (Lo Lieh) até que uma série de crimes a obriga a ter que limpar seu nome. Ela encontra com um antigo amante (Jimmy Yang Yu) e um complicado triângulo se desenvolve.
 
19h – “Irmãos de Sangue”. “Blood Brothers/Ci Ma”. De Chang Cheh (Hong Kong,1973). Com David Chiang, Ti Lung, Chen Kuan-Tai. 118 min. 14 anos.
Chang (Chiang), Huang (Chen) são dois pequenos bandidos que formam uma forte amizade com o soldado Ma (Lung) e montam um exército poderoso para tomar a província, levando Ma ao poder. Os irmãos de sangue, contudo, serão testados quando a cobiça e a luxúria fazem com que Ma volte os olhos para a bela esposa de Huang.
 
Domingo, 15 de julho
 
16h – “Não Brinque com Fogo”. “Dangerous Encounters – First Kind/Di ye lei xing wei xian”.De Tsui Hark (Hong Kong,1980). Com Albert Au, Tin Sang Lung, Paul Che. 95 min. 14 anos.
Três jovens amigos vivem aprontando pequenos atos, como colocar uma bomba numa sala de cinema. Na vida deles entra uma garota solitária dada a jogos ainda mais perigosos. Do encontro deles e uma mala com notas promissórias japonesas surgirá uma escalada de violência. Esta obra-prima anarquista de Tsui Hark sobre juventude perdida de Hong Kong foi censurada e remontada à época do seu lançamento dado o seu conteúdo confrontador.
 
18h – “Sonhos da Ópera de Pequim”. “Peking Opera Blues/Do ma daan”. De Tsui Hark (Hong Kong,1986). Com Brigitte Lin, Sally Yeh, Cherie Chung. 104 min. 14 anos.
1913. China à beira da guerra civil com um governo corrupto e múltiplas facções buscando o poder. Um grupo de revolucionários tenta estabelecer uma república democrática. Entre os bastidores da Ópera de Pequim e os palácios do poder, três mulheres, uma golpista (Cherie Chung), uma aspirante à atriz (Sally Yeh) e a filha de um militar corrupto (Brigitte Lin) seguem cruzando os caminhos de um soldado desertor e um jovem revolucionário.
 
Segunda, 16 de julho
              
17h – “Rouge”. “Yan zhi kou”. De Stanley Kwan (Hong Kong,1987). Com Anita Mui, Leslie Cheung, Alex Man.96 min. 14 anos.
Fleur é a estrela de um bordel chinês dos anos 30. Ela e Chan, um herdeiro de um império de farmácias, se apaixonam, mas as pressões familiares impedem o casamento. Eles optam então por um pacto suicida. 50 anos depois o fantasma de Fleur chega a um jornal querendo colocar um classificado à procura de Chan, que nunca chegou ao além. Um jornalista e sua namorada se fascinam pela história.
 
19h – “O Amor Eterno”. “The Love Eterne / Liang Shan Bo yu Zhu Ying Tai”.DeHan Hsiang Li (Hong Kong,1963). Com Betty LohTi, Ivy Ling Po, Yanyan Chen. 122 min. 14 anos.
Uma jovem entra para uma universidade disfarçada de homem já que as tradições da China do Século IV proíbem o ensino superior feminino. Lá ela se torna “irmão de sangue” de um colega e aos poucos a paixão desperta entre os dois. Esta opereta é a mais popular versão da folclórica história dos “Amantes da borboleta” já filmada várias vezes. Como manda a tradição da ópera Huangmei ambos os papéis centrais são interpretados por mulheres.
 
Serviço:

Mostra “CIDADE EM CHAMAS: O CINEMA DE HONG KONG“
Patrocínio: Banco do Brasil
Curadoria: Filipe Furtado
Produção: Julio Bezerra
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
 
Data: de 20 de junho a 16 de julho
Todos os ingressos: R$ 10,00 e 5,00 (meia entrada)
 
Horários e classificação indicativa disponíveis no site:
 
http://culturabancodobrasil.com.br/portal/sao-paulo/
 
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. São Paulo -SP
(Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô)
(11) 3113-3651/3652 | Quarta a segunda, das 9h às 21h
[email protected]  |  www.bb.com.br/cultura  |  www.twitter.com/ccbb_sp  |
www.facebook.com/ccbbsp | www.instagram.com/bancodobrasil
 
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja
Estacionamento conveniado: Estapar – Rua Santo Amaro, 272.
Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.
Valor: R$ 15 pelo período de 5 horas.
É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.


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Papo de Cinema

10 COISAS QUE EU ODEIO EM VOCÊ | 20 anos de saudade

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Uau! Como o tempo voa. Distribuído pela Disney e Buena Vista, o filme preferido da minha infância-adolescência, está para completar 20 anos em uma data muito memorável: 31 de março de 2019 (data de lançamento nos EUA).

Frase do filme:

Odeio como está sempre certo e odeio quando você mente. Mas odeio principalmente por não conseguir te odiar nem um pouco. Nem mesmo por um segundo, nem mesmo só por te odiar.


Um dos monólogos mais emocionantes, que mais me fizeram chorar, que jamais vou esquecer. Fico emocionado de lembrar o momento em que Kat Stratford se declara de uma forma bem diferente e incrível a Patrick Verona.

Sinopse

A situação está tensa na casa dos Stratford. Bianca (Larisa Oleynik) não vê a hora de arranjar um namorado, mas seu pai (Larry Miller) não permite que ela saia com garotos. Após muita insistência, o pai toma uma resolução: Bianca pode namorar, desde que sua irmã, Katharina (Julia Stiles), namore também. Só que Katharina é uma verdadeira megera, que não tem amigos na escola nem em lugar algum. Para resolver a questão, Cameron (Joseph Gordon-Levitt), apaixonado por Bianca, resolve contratar o misterioso Patrick Verona (Heath Ledger) para seduzir a futura cunhada.

Os atores

Suas expressões, sua frieza no olhar deixam menos açucarada, porém, muito mais intensa a forma de demonstrar seus sentimentos.

Imagem da Internet

Como não citar Heath Ledger e sua atuação neste longa memorável. O misterioso Patrick, era um garoto do estilo repetente e descontente que ninguém chegava perto. Pago para seduzir uma garota impossível de ser conquistada, Verona alcança seu objetivo, mas apenas após ser conquistado pela mesma. Suas expressões, sua frieza no olhar deixam menos açucarada, porém, muito mais intensa a forma de demonstrar seus sentimentos.

Imagem da internet

Julia Styles, a magoada Katharina, uma jovem rebelde e que se irrita muito por muito pouco, mostra o lado humano que nos faz refletir em certas atitudes que nos parecem até irracionais, mas, guardam histórias que causam profundos traumas difíceis de curar.

Imagem da internet

Joseph Gordon-Levitt é um dos meus atores favoritos até hoje. Sua doçura e inocência parecem tornar suas interpretações cada vez mais fofas, fazendo você se apaixonar pelo personagem. Foi assim com Cameron James, um garoto tímido e simples que se encanta por Bianca, irmã de Kat, um amor um tanto quanto platônico.

Memória

Apesar de ‘antiguinho’, super recomendo aos amantes de comédias românticas e aos saudosistas que, como eu, sentem até hoje a perda de Heathcliff Andrew “Heath Ledger” , um ator australiano espetacular que nos deixou por intoxicação acidental de remédios prescritos. Seus 18 filmes nos deixam com mais saudade, entre eles está o memorável ’10 coisas que eu odeio em você’. Assista!

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Papo de Cinema

TOY STORY 4 | Teorias de filmes anteriores podem ser esclarecidas em novo longa

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Após 23 anos do lançamento de seu primeiro filme, Toy Story ainda possue muitas informações desconhecidas de parte de seu público e algumas pendências de filmes anteriores que, segundo rumores, poderão ser esclarecidas no filme 4 da franquia. Quero apresentar-lhes nesta matéria, alguns segredos e curiosidades que já eram de meu conhecimento e outras que descobri pesquisando sobre o assunto.

Imagem da internet

OS BONECOS

Os bonecos Woody e Buzz (que iria se chamar Lunar Larry), foram criados com base em brinquedos de John Lasseter, diretor do longa e o nome Buzz é homenagem ao astronauta Buzz Aldrin, segundo homem a caminhar na Lua. Ainda sobre Ligthyear, Bill Crystal (Mike Wazowksjy em “Monstros S.A.”) foi convidado a dublar Buzz Lightyear, mas ele recusou o papel. Tim Allen acabou assumindo o personagem. O verde e o roxo da roupa de astronauta de Buzz são as cores prediletas de John Lasseter e sua esposa, respectivamente. O boneco astronauta pisca um olho de cada vez. 

Uma primeira versão do filme retratava Woody como um idiota sarcástico, que era grosso e insultava os outros brinquedos. A Walt Disney interrompeu a produção do filme até que o roteiro fosse reescrito, com um Woody mais carismático e agradável.

Imagem da internet

O FILME

O primeiro filme teve a maior bilheteria de 1995, arrecadando mais de 360 milhões de dólares em todo o mundo e batendo “Batman Forever”. Toy Story foi o primeiro longa-metragem realizado inteiramente com computação gráfica e é o único filme da Pixar a incluir todos os créditos na abertura.
Cada quadro levou entre 4 e 13 horas para ficar pronto, dependendo da complexidade da cena. O longa também foi o primeiro filme de computação gráfica indicado para um Oscar de melhor roteiro original. O endereço pedido pelo entregador da Pizza Planet – West Cutting Boulevard – é na verdade o nome da rua onde ficava a Pixar Animation. Todos os carros do filme têm uma placa com data de novembro de 1995, quando o filme foi lançado.

Imagens da Internet

SEGREDOS

Um exemplo de esclarecimento que o público aguarda para o filme 4 trataria a respeito do pai de Andy que não é explicada em nenhum dos três Toy Story. Não há fotos dele na casa, apesar de aparecerem várias de Andy com a mãe. Especula-se também que, Sid e Andy sejam parentes, por causa de um suposto caso entre o pai de Andy e a mãe de Sid e que a mãe de Sid seja a antiga dona de Jessie. Isso acompanha a antiga teoria de que o pai de Andy abandonou a família. Sid Philips, também conhecido como a criança que adora destruir brinquedos, foi inspirado em um ex-funcionário da Pixar que sempre desmontava brinquedos para fazer experimentos e criações bizarras. O nome Andy é uma homenagem a Andries “Andy” Van Dam, professor de ciência da computação e pioneiro da animação digital da Universidade Brown. Van Dam deu aula para vários dos criadores de Toy Story.

Resta-nos aguardar a estréia de Toy Story 4 em julho de 2019. Aguardamos ansiosos.

Leia mais sobre o assunto: 

TOY STORY 4 | Tim Allen revela que dubladores estão emocionados com o filme

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Papo de Cinema

PAPO DE CINEMA | Qual o Vingador mais forte no Universo Cinematográfico Marvel ?

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A discussão que permeia o universo Marvel ganhou uma nova página no último domingo, 21.

Desde que a expressão “Vingador mais forte” apareceu no longa dos vingadores, criou-se uma competição entre os fãs sobre quem seria digno deste título. Pouco a pouco foram criando-se critérios para definir quem realmente estaria no páreo e com isto alguns heróis foram saindo da “lista”. Sobraram então Hulk e Thor (ordem alfabética), que tiveram seu primeiro enfrentamento em 2012 no filme “Avengers”.

A discussão teve seu ápice em Thor Ragnarok (2017 onde os dois se enfrentam em uma luta emocionante. Em muitos momentos o “grandão” parecia ter extrema vantagem e em certos trechos começamos a pensar que o nosso herói loiro iria morrer em seu próprio longa-metragem. Conforme o filho de Odin vai se enfezando com o Gigante Esmeralda, fica clara a vitória sobre o amado da Romanoff; porém nunca saberemos quem venceria pois Thor foi sabotado pelo Grão-Mestre. A concorrência entre os admiradores dos heróis, só aumentou e até hoje se questiona quem ganhou aquela luta.

No último domingo, 21, porém, a revista Sha One publicou uma enquete que colocou em questão, qual dos dois seria o vingador mais forte. A pesquisa teve 620 votos em dois dias e com 70% dos votos, Thor seria o vingador mais forte (para alegria dos asgardianos). A consulta ficará disponível por mais cinco dias.

Imagem da internet

Tragam me Thanos…Thor se tornou Vingador definitivo nesse momento; comentou Vitor Souza em um dos compartilhamentos da publicação.

Hulk. Só que no cinema estão de sacanagem com ele; mencionou Pablo Henrique Oliveira no mesmo post.

Os dois vem seguindo arcos diferentes nos filmes. Thor está aparecendo cada vez mais em cenas épicas onde pode demonstrar seu poder e força, enquanto Hulk é visto em conflitos internos, onde Banner tem vencido e aparece muito mais como cientista nos bastidores de lutas.

Deixe você também sua opinião. Aqui nos comentários você pode escrever para nós, que é o vingador mais forte.

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