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Vale a Maratona?

VALE A MARATONA? | Liga da Justiça: Os heróis mais poderosos da Terra!

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Não haveria momento melhor para criar uma análise como essa agora. Afinal, depois de uma década de planejamento finalmente o famigerado filme com os heróis DC saiu, e tem recebido boas e algumas não boas críticas.

Porém, mesmo com o lançamento do filme, nada consegue apagar (aliás o segredo da resistência da DC é seu mais que bem-sucedido universo animado) o brilho de uma animação que se tornou um dos marcos da editora/estúdio no atual século. Estou falando de Liga da Justiça, que foi sucedida por Liga da Justiça: Sem Limites (Justice League e Justice League Unlimeted, Warner/DC, 2001-2006).

Seriedade e temas adultos

Tudo começou com uma série, que nos anos 90, pavimentou todo o caminho, também um fenômeno, Batman – The Animated Series, com trilha do genial Danny Elfman e o roteiro do sensacional Paul Dini (que foi o grande responsável pelo morcego dos anos 80, junto com Norm Breyfogle nos pincéis). Com o estrondoso sucesso (não é exagero) da série animada que rendeu dois spin-off (inclusive com a entrada do Robin, Batgirl e Asa Noturna) e diversos filmes. Após o fim da série, Dini começou a criar a série do Superman (outro grande sucesso), daí para a criação da Liga foi um pulo.

O inicio, que deu origem a Liga

Com um enredo forte, e inteligente para uma série que abordava crianças e adolescentes, Liga da Justiça logo se tornou um sucesso. Dini amarrou direitinho todos os pontos e aos poucos para deter uma ameaça vinda do espaço, os heróis mais poderosos da Terra foram se juntando. Com uma fórmula que lembrava Star Trek pela simplicidade do roteiro, mas ao mesmo tempo pela sofisticação (afinal o show do seriado era as intensas origens dos personagens com suas complicadas vidas, a fórmula deu tão certo que até a Marvel copiou a idéia em Vingadores – Os Heróis mais Poderosos da Terra oito anos depois) e nessa tocada gloriosa simplesmente o melhor desenho americano de heróis de todos os tempos foi seguindo.

As tramas complexas lembram muito essa galera aqui

Percebam que é realmente difícil achar pontos negativos na série. É quase impossível achar erros, cada episódio segue como a saudosa série do Capitão Kirk, tendo momentos corajosos dentro do universo de heróis e vilões da DC, e mesmo quando a série entra em tons polêmicos (como um certo tom machista, as vezes), o roteiro e a ótima composição dos personagens faz com que as vezes pareça que você não está assistindo um desenho animado, sem pagar pau demais.

O gênio por trás de tudo

Todas as intrigas e nuances que cercam os personagens e vilões da trama, merecem ser saboreadas com uma maratona se possível. Liga da Justiça é tão bom, tão bom que o desenho chegou a influenciar os quadrinhos em muitas oportunidades. Portanto a minha dica, é depois que assistir o filme nos cinemas, faça depois uma maratona com esse seriado, vale a pena.

Nota para a série animada: 5 / 5

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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VALE A MARATONA? | Club de Cuervos, que tal juntar as duas paixões, futebol e série?

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Estamos no País do futebol, que tal uma série explorando os bastidores de um clube? 

É uma das propostas de Club de Cuervos, série mexicana da Netflix que estreou em 2015, retratando o por trás das cortinas de um problemático clube de futebol e já está na sua terceira temporada.

O clube é o mediano Cuervos de Nuevo Toledo F.C, que encontra no apoio local de sua torcida e na sagacidade do seu presidente Salvador Iglesias as suas maiores forças. Ele que é considerado um herói local pelo fato de ter diversos investimentos pela cidade e pelo feito da compra do clube e de levá-lo a primeira divisão em apenas 3 anos.

Mas o amado presidente morre após uma parada cardíaca e o clube cai nas mãos de seus dois filhos, o irresponsável Salvador “Chava” Iglesias Júnior (bem interpretado por Luis Gerardo Méndez) e a metódica e rígida Isabel Iglesias (Mariana Treviño). Daí inicia-se uma disputa acirrada sem regras ou ética pela cadeira presidencial.

Os mexicanos são famosos por suas novelas e dramalhões, mas suas comédias dramáticas tem ganhado cada vez mais notoriedade e a Netflix enxergou bem isso e tem investido em várias produções em seu catálogo, e aqui acerta em cheio. A escalação do elenco é muito boa, as reviravoltas, o timing cômico, as propostas dramáticas, é tudo bem afinado.

Outro ponto positivo é que a série não fica refém dos acontecimentos em relação ao clube, há vários temas e personagens interessantes que rendem bem e a forma como tudo e todos são distribuídos é show de bola! É atrativo também que no inicio de cada episódio, uma frase do meio futebolístico é colocada e a sua abertura é contagiante e transmite a sensação de um pré-jogo, sensacional!

A segunda temporada mantém o ritmo da ótima primeira temporada, e se na primeira temporada Chava brilha mais, na segunda Isabel é a estrela maior. Mariana Treviño dá um show em seu papel, ela nos cativa e conquista, e ficamos apreensivos com seus tantos dramas e desafios. Ela enfrenta e derruba vários tabus enquanto ainda vive a rixa com Chava seu irmão.

A terceira temporada é corajosa, se arrisca mais na parte política, abre mão de alguns personagens e se mantém interessante, mas não tão brilhante como as duas anteriores. Uma inovação que nos é apresentada aqui são os flashbacks sobre Salvador Iglesias, que desenterra alguma fantasmas do passado e nos mostra como foi sua escalada de sucesso.

Club de Cuervos é uma série ágil, de diálogos afiados, boas reviravoltas, divertida e com um elenco no ponto exato e ainda por cima com a temática futebol, Vale a Maratona?

Claro, agora é só aproveitar a dica e correr pro abraço, digo, para a Maratona.

Nota para a série: 4.5 / 5 

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VALE A MARATONA? | The Good Place

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The Good Place, a série da Netflix que chegou ao fim da sua segunda temporada é um mar de criatividade. Impressiona como a complexidade do “bom lugar” pode ser divertida, numa trama que vai ficando cada vez mais espremida, e as saídas são sempre algo que não se espera. É uma série que sai do lugar comum e até agora não se acomodou, pelo contrário, arrisca-se e reinventa-se o tempo todo.

Criada por Michael Schur (The Office, Parks And Recreation) a série tem a ótima Kristen Bell (Veronica Mars), no papel de Eleanor Shellstrop, que após morrer de maneira estranha e até vergonhosa, é recepcionada por Michael (Ted Danson), o líder e arquiteto do “Bom Lugar”.

Muito elogiada pela sua honrada vida na Terra, e feitos humanitários, Eleanor é recebida com bastante alegria, mas…bem, as coisas não são o que parecem, aliás nada é o que parece e explicar mais que isso é risco de Spoiler.

A série brinca com Paraíso e Inferno, com a questão das boas e más ações e suas consequências vindouras, e com muita criatividade sem cair em momento algum na mesmice. O fato de cada temporada ser curta e dos episódios serem de apenas 22 minutos em média, deixa tudo rápido e ágil, mas sem afobação.

Ted Danson está divertidíssimo, as cenas com ele sempre rendem bem, ele nos cativa. Tanto que Danson faturou o Critics’ Choice Awards 2018 na categoria de Melhor Ator em Série de Comédia, prêmio merecidíssimo.

Mas tão interessante quanto ele é Janet (D’Arcy Carden), uma espécie de inteligência artificial possuidora de todo o conhecimento da terra com poderes quase ilimitados e onipresença e que é a assistente de Michael, é uma das melhores coisas da série. Sua interpretação vai evoluindo e ela aos poucos vai ganhando mais espaço e atenção à ponto de muitas vezes roubar a cena.

Aliás esse é o ponto forte da série, a evolução de seus personagens somado com a criatividade da história que também evolui e surpreende o tempo todo, principalmente no fim da primeira temporada. Competentemente os episódios nos prendem ao próximo e quase automaticamente maratonamos a série.

The Good Place é inovadora, criativa e divertida, tem um elenco afinado que se desenvolve bem numa trama inteligente. As duas temporadas da série estão disponíveis na Netflix, e a terceira já foi encomendada e contará com 13 episódios.

E sim, Vale a Maratona.

Nota para a série: 5 / 5 

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VALE A MARATONA? | River

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Se existe uma categoria de séries que podemos dizer que a TV nunca se cansa são as séries de investigação. Mas como se sobressair em uma categoria no limite da saturação?

A minissérie britânica River tem como diferencial brincar com uma questão interessante: o detetive John River (o excelente ator sueco Stellan Skarsgård) realmente vê e fala com os mortos ou tudo é fruto de sua mente perturbada?

 Ao longo dos 6 episódios, acompanhamos River em sua investigação para solucionar o assassinato de sua parceira Stevie (Nicola Walker), assassinada com um tiro na cabeça, onde a única pista disponível é um vídeo do crime e o carro utilizado pelo assassino. River encara uma cruzada pessoal em busca do suspeito, e ao longo de sua investigação vai mergulhando em um mundo de corrupção e intimidação, e revelando segredos que talvez ele seria mais feliz em não saber.

Se não bastasse seus problemas no trabalho, sua vida está uma completa bagunça, e ele tenta salvar seu casamento falido com terapia de casal, ao mesmo tempo em que se entrega em uma relação sadomasoquista com sua amante de longa data.

Durante a investigação, o detetive é atormentado pelos fantasmas (ou alucinações) da própria Stevie e de pessoas que morrem durante o processo. A série nunca deixa claro o que são estas visões, o que cria uma ambiguidade interessante no personagem, nos fazendo duvidar de sua sanidade, ao mesmo tempo que criamos empatia com ele por seu sofrimento (claro que ajuda e muito a atuação competente de Skarsgård).

A solução do conflito é inesperada e surpreendente, mas muito bem amarrada e construída, condizente com toda a trama desenvolvida ao longo da série, e o final absurdamente satisfatório e que encerra em alto estilo uma série com uma proposta simples e um resultado incrível.

 Nota para a 4ª Temporada: 4,5/ 5

 

Emissora original:  BBC One

Transmissão original: 13 de outubro de 2015

N.º de temporadas: 1

N.º de episódios: 6

DISPONÍVEL NA NETFLIX? SIM


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