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GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL.2 | Crítica sem spoilers!

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James “Fuckin’ Gun conseguiu mais uma vez! O diretor do Guardiões da Galáxia Vol. 2 não tem medo de mergulhar no universo Marvel e faz isso com força (uiiiii)!

EU admito que fui ver o filme com um expectativa relativamente alta, com o hype lá em cima e não me decepcionei. O longa é bem envolvente, tem um ritmo muito bom, fluído, roteiro muito bem trabalhado e até um plot twist (que por mim, já era esperado). As cenas de ação são muito bem gravadas, os efeitos especiais noooooooossa, nem sei o que dizer. A fotografia é espetacular, a palheta de cores (intensas e bem contrastantes, à moda Jack Kirby) nos faz emergir no espaço de uma formar tão intensa que você realmente acredita estar no filme. Entendo por que o estúdio resolveu adotar esse  visual como o oficial do núcleo espacial do MCU. O roteiro tem um tom de comédia aguçado, às vezes bobo, mas que não enjoa, pois as piadas são bem colocadas e tem ritmo dentro do filme, afinal o o longa se propõe a ser uma comédia de aventura espacial com muitas, mas muuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitas referências, tantas que você terá de ver algumas vezes para pegar todas, desde PACMAN até Super máquina!

A trilha sonora, destaque (diria até mais, diria que foi coadjuvante do primeiro filme) volta com tudo, o lado 2 da Mix Tape do Senhor da Estrelas é de muito bom gosto, mas ainda prefiro lado 1. Mas o que eu particularmente achei melhor foi como a trilha foi inserida no filme, de modo intrínseco as canções se misturam no filme de um jeito que viram uma coisa só muitas das vezes, chega a ser lindo de ver.

O tema desta sequência (Vol. 2) é a família, suas relações, suas diferenças, suas dificuldades, lutas e a união. O filme te faz perguntar se perguntar: Quem é sua família ? Sangue do seu sangue ? Aqueles que estão ao seu lado ? 

A cena do guardiões lutando contra algo tipo uma lula gigante é a primeira do filme, acontece bem rapidamente, apesar de eles encontrarem um dificuldade inicial, Gamora acaba com a ameaça com facilidade.

O filme começa mostrando o jovem Ego (que realmente é o pai de Peter Quill, isso não é spoiler), mais uma vez, a Casa das Idéias fez um ótimo trabalho de FX e rejuvenescimento ao mostrar o ator Kurt Russel jovem, no auge dos seus trinta e poucos anos – assim como fez com Michael Douglas em em Homem Formiga, e Robert Downey Jr. em Guerra civil, ao mostrá-lo adolescente.  

Os Guardiões da Galáxia.

Os personagens estão bem mais desenvolvidos, e a relação entre eles, por ser um filme de família é bem mais trabalhada, chegando até a emocionar em alguns pontos. O baby Groot torna-se mesmo um mascote no filme, sendo ao mesmo tempo aquela coisa fofa e também alívio cômico do filme, em certos momento chega a ser exagerado, mas é uma exagero bom, nada cansativo. Como o tema é a família, o filme também explora a relação de Peter e Ego, seu pai biológico e aprofunda sua relação com Yondu, quem o criou.

O visual de Ego, o “Planeta Vivo”, que no filme é um celestial (ele mesmo revela isso), é fantástico, o planeta visto do espaço é bem semelhante aos quadrinhos, com uma “cara de bigode”, e a superfície é linda, cheia de paisagens incríveis. O longa também apresenta os “soberanos”, raça de Ayesha e  (povo dourado e metido a besta, como Rocket mesmo diz no filme), apresenta outros grupos saqueadores (além do grupo de Yondu), um destes grupos é liderado por Stakar – Starhawk (personagem de Stallone), em seu grupo, como ele mesmo foi, temos outros personagens que já foram de formações  de Guardiões  da Galáxia como Martinex (um alienígena feito de diamante). Outra personagem muito interessante é a Mantis, um ser sentisitiva, que trabalha para Ego, muito bem interpretada pela linda atriz Pom Klementieff, a personagem protagoniza boa parte das piadas ao lado de Drax, que também cresceu muito como personagem e já não tão mais literal, mas ainda sim tem um pensamento diferente da lógica comum.

Rocket e Gamora estão bem no filme também, ao lado de Nebula, que também tem uma participação importante no filme, e sua questão familiar é explorada, contando parte de seu passado com Gamora.

O filme realmente surpreende por mostrar muito elementos do universo Marvel, os Celestias, os Soberanos, os Saqueadores, a Terra ( sim, a Terra aparece no filme, pouco mas aparece, porém não temos nenhum vingador e nenhuma jóia do infinito). O filme expande o MCU de certa forma, mas não faz avançar a trama de Thanos na busca da jóia do Infinito, porém podemos conhecer mais do núcleo cósmico do MCU.

O filme tem mesmo 5 cenas pós créditos, não saia da sala de cinema antes da assistir.

NOTA: 4

 

TRAILER 1

TRAILER 2:

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot), Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ estreia dia 27 de Abril de 2017.

CEO do Nerdtrip e do GNTK, Engenheiro de Produção, amante da sétima e da nona arte. Apaixonado por música boa e amante dos Engenheiros do Hawaii. "Não! Tentar não. Faça ou não faça. Tentativa não há." YODA, Mestre.

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3 Comments
  • Pela crítica me parece que será um bom filme. Vi o trailler há algumas semanas no cinema e fiquei bastante empolgado. Já convidei a galera pra assistirmos todos juntos. Espero que não seja mais um filme de animação com historiazinhas tipicamente norte-americanizadas…. pra ser sincero estou enjoadíssimo desse tipo de história. Mas que venham Os Guardiões da Galáxia!

  • Bom texto, percebi as mesmas coisas apontadas! Mais um grande filme produzido pela Marvel!

  • Otimo texto, o filme é muito bom! adorei todos os personagens, Drax está hilário e o Rocky e o Baby Groot estão uma fofura! Melhor filme de heróis no ano!

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GODZILLA: PLANETA DOS MONSTROS | Crítica do Viajante!

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O estúdio Toho animation em parceria com a Netflix mais uma vez acerta em cheio na produção e nos trás uma animação nada menos que explendida. Deixando claro que essa animação é apenas uma parte de uma trilogia que reconta a história de Godzilla de maneira atualizada e direta. Godzilla: Planeta dos Monstros faz até os fãs mais assíduos monstro dar o braço a torcer seja pela  história ou pela animação da Toho de ótima qualidade que mistura 2D com 3D de maneira surpreende. A riqueza de detalhes da animação é um show à parte que deve ser apreciado nos mínimos detalhes, seja em um simples diálogo ou nas cenas de batalhas dignas de uma ótima ficção científica.

Na história do longa no último verão do século 20 a terra de depara com o aparecimento dos monstruosos Kaijus, sejam os que dormiam nas profundezas do mar ou os que surgiram das entranhas da terra ou até mesmo os que vieram de profecias bíblicas. Não importa eles surgem e além deles surge o monstro dos monstros, aquele que é considerado o predador alfa de épocas imemoriais, Godzilla. Ele simplesmente destrói tudo ao seu redor seja humano ou Kaiju faz isso o suficiente para atrair uma raça alienígena que tinha interesse na terra e decide ajudar os humanos.

Mas nem mesmo uma aliança inesperada de tecnologia e vontade foi o suficiente para derrotar o monstro, diante de tal situação a única alternativa da humanidade foi abandonar a terra e partir em uma grande arca a procura de outro planeta habitável. A Partir daqui o enredo lembra muito a série The 100, passaram 20 anos desde que a humanidade deixou a terra. Os recursos começam a ficar escassos a população aumentou desde então, de maneira que os mais novos tem a terra apenas como uma lenda.

Depois de anos sem sucesso a procura de um planeta habitável  e com a arca em estado crítico não há outra opção senão voltar para terra e esperar que o predador alfa não esteja mais vivo. O que leva a outro problema o fato de viajar por 20 anos na velocidade da luz fez com que se passasse 20 mil anos na terra, modificado todo ecossistema o deixando mais adaptável para Godzilla.

O filme não se trata apenas de uma batalha contra monstros ainda que pareça mais uma vingança pessoal do protagonista Haruo contra o monstro que matou seus pais ao surgir e tomou seu planeta. Se trata do  quanto somos pequenos e como podemos lutar com essa temível força da natureza ambulante por um planeta que se quer é adaptável para nos. O monstro Godzilla   tem grande destaque cada vez que aparece sua textura bem feita e movimentação faz ele parecer real demais para uma animação.

Agora de volta a Terra Haruo e parte do exército da arca não terão que lidar somente com Godzilla mas também com um ecossistema agressivo e outros tipos de monstros dando o título do filme “Planeta de Monstros” que foi exatamente o que a Terra se tornou. Haruo terá que usar seu senso de liderança e anos de estudos formando  sua grande estratégia apenas para descobrir uma verdade terrível. E como cereja do bolo ainda temos uma cena pós créditos que já nos prepara para o próximo episódio dessa saga.

Godzilla: Planeta dos Monstros veio para  mostrar a nova geração por que o monstro está na cultura pop e por que é tão querido e temido ao mesmo tempo.

Nota: 

Godzilla: Planeta dos Monstros

Duração: 1h29min

Elenco: Mamoru Miyano, Takahiro Sakurai, Kana Hanazawa

Direção: Kobun Shizuno, Hiroyuki Seshita

Roteiro: Gen Urobuchi

Disponível: Netflix

 

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SAKURA CARD CAPTORS | Primeiras impressões sobre a nova temporada

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A nova temporada de Sakura Card Captor: Clear Card-hen já estreou no serviço de streaming Crunchyroll e até o momento com os 2 primeiros episódios do anime disponíveis.

A jovem garotinha esta crescida e agora cursa o ensino médio juntamente com sua amiguinha Tomoyo. A sua rotina continua a mesma, após tomar café com o carinhoso pai e o irmão que adora zoar com a cara dela, Sakura segue para a escola ansiosa para ver os amigos e iniciar o ano letivo. A noite Sakura tem um sonho estranho com novas cartas, só que dessa vez são cartas transparentes e com estranhos poderes. Mais tarde ela procura Yukito, que transforma-se em Yoi e os dois conversam sobre algo que aconteceu após o sonho.

Como sou fã de carteirinha da série, é maravilhoso voltar a assisti-la com episódios inéditos, porém, até o momento, os capítulos não trouxeram grandes novidades. A nossa heroína recebe uma chave pra coletar cartas mais uma vez, com uniformes feitos pela excêntrica Tomoyo, que adora costurar pra Sakura. Eu achei o máximo o fato dela  ainda manter  contato com todos os personagens da saga anterior, o garotinho que é a reencarnação do Mago Clow, seu amigo e amor de infância Yukito (forma humana do guardião Yoi) e por fim seu ex-rival e atual paixão Syaoran Li, que voltou a cidade de Tomoeda.

Os traços da animação estão sutilmente melhorados e coloridos de maneira bastante encantadora. Resta aguardar os próximos episódios pra ver o quais aventuras estarão reservadas para a corajosa Sakura.

 Sakura Card Captors é uma série de mangá do gênero mahō shōjo criada pelo grupo CLAMP e publicada na revista Nakayoshi, com 12 volumes, de 1996 a 2000. Foi adaptado para uma série de anime pelo estúdio Madhouse, somando 70 episódios (divididos por três temporadas), 2 filmes e 3 especiais (OVA). No Brasil foi exibido no canal a cabo Cartoon Network em 2000, na Rede Globo em 2001, no canal a cabo Boomerang em 2008 e na Ulbra TV. A série de mangá foi publicada pela JBC com 24 volumes no formato meio-tankobon e 2001.

 

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STAR TREK DISCOVERY | Reviravoltas e Fan-Service – Episódio 11: The Wolf Inside – Crítica do Viajante

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The Wolf Inside é, em minha humilde opinião, o melhor episódios dos 11 apresentados até agora da nova série da franquia criada por Gene RodenberryStar Trek: Discovery. Muitas reviravoltas e um fan-service perfeito para os nostálgicos da série clássica de 1966.

O episódio continua com a trama em que a U.S.S, Discovery se encontra no chamado Universo-Espelho após vários saltos consecutivos dados pela nave graças a seu motor orgânico-micelial que acabou jogando-a com toda sua tripulação nesse universo paralelo onde os humanos dominam o quadrante através de um império cruel e xenófobo que persegue e extermina espécies de outros planetas. Uma resistência liderada por klingons mas que engloba várias outras raças conhecidas pelos fãs, como vulcanos e andorianos, tenta debelar essa tirania.

Na tentativa de descobrir uma forma de voltar ao próprio universo, já que o motor citado não funciona mais pois seu principal catalisador orgânico, o engenheiro-chefe Paul Stamets (Anthony Rapp) está em coma, a especialista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) substitui sua contraparte como capitã implacável da U.S.S. Shenzhou, que nesse universo foi dada como morta, e ao que tudo indica, realmente está. É nesse cenário que recebe ordens do império para destruir uma base da resistência recém-descoberta, porém, com a desculpa de tentar descobrir segredos fundamentais para acabar de vez com os rebeldes, Burham resolve se infiltrar ao invés de destrui-los como lhe foi designado.

Andoriano em STD

Quando a série se iniciou, muitas reclamações a respeito do novo visual dos klingons espalharam-se pelas redes sociais e entre os trekkers. No auge da “rage”, cheguei a ler comentários do tipo: “Se fizeram isso com os klingons, não quero nem ver o que farão com outros alienígenas clássicos como os andorianos“.  Pois eis que os humanóides de pele azul apareceram pela primeira vez em Discovery e para a alegria dos conservadores, com exceção de uma espécie de protuberância na testa semelhantes a um chifre sob a pele, nada mudou na aparência deles.

Sarek usando cavanhaque, assim como Spock nos eps de Universo espelho em TOS

Vulcanos e telaritas também aparecem em uma mesa em um conselho de guerra da resistência que recebem Burham. Para tirar a dúvida sobre a veracidade do que ela diz, é convocado o “profeta”. É quando surge o vulcano Sarek” (James Frain), famoso por ser o pai do ícone Spock da série original e que já havia aparecido em alguns episódios de Discovery. O detalhe, o fan-service que chamou a atenção dos trekkers mais atentos e que foi lindo de se ver, é que o personagem usava um cavanhaque, assim como Spock usava nos episódios de Universo-Espelho da série original.

Para aqueles que reclamaram também das atitudes aparentemente amorais e anti-éticas do capitão Gabriel Lorca” (Jason Isaacs) em episódios passados, pontos para Burham, que apesar de sua situação periclitante e dos conselhos de seu capitão, conseguiu salvar a vida do chefe de segurança da Discovery e seu amante, o tenente Ash Tyler (Shazad Latif) que se revelou um traidor klingon, mesmo quando teve a chance de executá-lo. Seguindo assim os protocolos da federação de não executar ninguém, mesmo estando longe da mesma e de a situação ser totalmente favorável a essa ação.

Outra coisa que notei e nem sei se foi proposital, porém, em minha opinião caiu muito bem, foi a desenvoltura em contraste com sua timidez anterior da personagem da cadete Sylvia Tilly (Mary Wiseman), que precisou ocupar a cadeira de capitã da Discovery numa tentativa de enganar outras naves daquele universo. Mesmo quando não está encenando o engodo, e apenas  conversando com seu superior, o primeiro-oficial Saru (Doug Jones), percebe-se que se mantém numa posição de quase comando sobre ele. A propensão inconsciente à liderança que provavelmente deu à sua contraparte a posição de capitã no Universo-Espelho.

As “reviravoltas” como coloquei no título, se referem não só à traição de Tyler, que já era esperada, porém agora temos certeza de sua origem, mas principalmente à revelação da identidade do misterioso imperador no final do episódio. Mas esse spoiler eu não vou dar. Desnecessário para essa crítica. O amigo leitor que ainda não assistiu, terá que fazê-lo. Minha classificação para a série como um todo permanece:

Links para as críticas dos episódios anteriores:

Episódio duplo de estréia

Episódio 03

Episódio 04

Episódio 05

Episódio 06

Episódio 07

Episódio 08

Episódio 09

Episódio 10

 

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