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Críticas

GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL.2 | É Marvel, quase…

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É Marvel, quase…

Guardiões da Galáxia vol.2, mostra uma vontade nova da Marvel.
Estamos acostumados com a Marvel entrelaçando os seus filmes, aliás ela é mestre no desenvolvimento do universo compartilhado.

Mas Guardiões 2 está mais solto e independente, a franquia está corajosa e confiante em si mesmo, a ponto de começar a esboçar uma nova vertente.

E isso é bem feito e executado.
Faltou apenas um pouco mais de independência para não exagerar tanto na famosa fórmula Marvel,
onde não se permite que as sequências sérias se prolonguem.

E temos várias oportunidades aqui nos relacionamentos:
Gamora/Nebulosa,
Peter Quill/ Ego
Yondu/Rocket
Yondu/Peter
Draxs/Mantis
Entre outros.
Aliás, família e relacionamentos é o tema central do filme.

Algumas piadas são exageradamente infantis, a ponto de nem crianças acharem tanta graça.
Mas não são todas, há tiradas que são no ponto exato, e aí conseguimos tolerar com facilidade o que não é tão bom.

Guardiões 2 é uma história fechada, que se prende pouco ao que já se passou, e que deixa poucas pontas para sequência, mas as que deixa são muito promissoras.

A trilha sonora é boa, mas não marcante como foi o vol. 1, e o filme tem uma certa barriga no meio, mas  o 3° ato resgata a empolgação do filme.

Em certos pontos, Guardiões 2 me surpreendeu, mas em outros me decepcionou, no fim das contas é “bom”, mas o problema é que o antecessor foi “muito bom”!

 TRAILER 1

TRAILER 2:

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot), Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ está em exibição nos cinemas.

Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes. Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater). Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas HATEANDO! Demorei, mas eu vi! Escondido na Netflix

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9 Comments
  • Priscila

    Texto ótimo!

    • jrcosta79

      Comentário ótimo!

  • Realmente. fiquei um pouco desapontado em alguns detalhes também…e olha que fui com as expectativas bem controladas, apesar de ser a sequência de um dos melhores filmes da Marvel Studios. Tudo é muito gritado, expositivo, sem tato ou empatia. Todos os personagens voltam menores (sem relação com Groot que volta pequeno em tamanho físico também), a exceção fica por conta do Drax, que ficou mais engraçado aqui. A trilha é boa, embora sem a mesma energia e charme do original. Vale pelo elenco, boa parte técnica e alguns bons momentos isolados (Mary Poppins, por exemplo).

    • jrcosta79

      Valeu o comentário Igor, vc é uma pessoa linda…
      Por dentro…

      • Ufa! ainda bem que você pensa assim!
        Ficaria estranho outro tipo de resposta! hahaha

  • Bom texto, o filme tem erros bobos mais compensa bastante no lado cômico e algumas cenas de ação são demais!

  • Filme incrivel, não concordo com algumas partes mais respeito. o Filme em si me agradou bastante.Adorei o Baby Groot, muito fofo!

  • charles

    A marvel sempre renovando personagens novos.
    Mais poderia dar mais atenção para os tradicionais.

    • jrcosta79

      Tá certo.
      Irei conversar com eles sobre isso.

Críticas

GODZILLA: PLANETA DOS MONSTROS | Crítica do Viajante!

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O estúdio Toho animation em parceria com a Netflix mais uma vez acerta em cheio na produção e nos trás uma animação nada menos que explendida. Deixando claro que essa animação é apenas uma parte de uma trilogia que reconta a história de Godzilla de maneira atualizada e direta. Godzilla: Planeta dos Monstros faz até os fãs mais assíduos monstro dar o braço a torcer seja pela  história ou pela animação da Toho de ótima qualidade que mistura 2D com 3D de maneira surpreende. A riqueza de detalhes da animação é um show à parte que deve ser apreciado nos mínimos detalhes, seja em um simples diálogo ou nas cenas de batalhas dignas de uma ótima ficção científica.

Na história do longa no último verão do século 20 a terra de depara com o aparecimento dos monstruosos Kaijus, sejam os que dormiam nas profundezas do mar ou os que surgiram das entranhas da terra ou até mesmo os que vieram de profecias bíblicas. Não importa eles surgem e além deles surge o monstro dos monstros, aquele que é considerado o predador alfa de épocas imemoriais, Godzilla. Ele simplesmente destrói tudo ao seu redor seja humano ou Kaiju faz isso o suficiente para atrair uma raça alienígena que tinha interesse na terra e decide ajudar os humanos.

Mas nem mesmo uma aliança inesperada de tecnologia e vontade foi o suficiente para derrotar o monstro, diante de tal situação a única alternativa da humanidade foi abandonar a terra e partir em uma grande arca a procura de outro planeta habitável. A Partir daqui o enredo lembra muito a série The 100, passaram 20 anos desde que a humanidade deixou a terra. Os recursos começam a ficar escassos a população aumentou desde então, de maneira que os mais novos tem a terra apenas como uma lenda.

Depois de anos sem sucesso a procura de um planeta habitável  e com a arca em estado crítico não há outra opção senão voltar para terra e esperar que o predador alfa não esteja mais vivo. O que leva a outro problema o fato de viajar por 20 anos na velocidade da luz fez com que se passasse 20 mil anos na terra, modificado todo ecossistema o deixando mais adaptável para Godzilla.

O filme não se trata apenas de uma batalha contra monstros ainda que pareça mais uma vingança pessoal do protagonista Haruo contra o monstro que matou seus pais ao surgir e tomou seu planeta. Se trata do  quanto somos pequenos e como podemos lutar com essa temível força da natureza ambulante por um planeta que se quer é adaptável para nos. O monstro Godzilla   tem grande destaque cada vez que aparece sua textura bem feita e movimentação faz ele parecer real demais para uma animação.

Agora de volta a Terra Haruo e parte do exército da arca não terão que lidar somente com Godzilla mas também com um ecossistema agressivo e outros tipos de monstros dando o título do filme “Planeta de Monstros” que foi exatamente o que a Terra se tornou. Haruo terá que usar seu senso de liderança e anos de estudos formando  sua grande estratégia apenas para descobrir uma verdade terrível. E como cereja do bolo ainda temos uma cena pós créditos que já nos prepara para o próximo episódio dessa saga.

Godzilla: Planeta dos Monstros veio para  mostrar a nova geração por que o monstro está na cultura pop e por que é tão querido e temido ao mesmo tempo.

Nota: 

Godzilla: Planeta dos Monstros

Duração: 1h29min

Elenco: Mamoru Miyano, Takahiro Sakurai, Kana Hanazawa

Direção: Kobun Shizuno, Hiroyuki Seshita

Roteiro: Gen Urobuchi

Disponível: Netflix

 

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SAKURA CARD CAPTORS | Primeiras impressões sobre a nova temporada

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A nova temporada de Sakura Card Captor: Clear Card-hen já estreou no serviço de streaming Crunchyroll e até o momento com os 2 primeiros episódios do anime disponíveis.

A jovem garotinha esta crescida e agora cursa o ensino médio juntamente com sua amiguinha Tomoyo. A sua rotina continua a mesma, após tomar café com o carinhoso pai e o irmão que adora zoar com a cara dela, Sakura segue para a escola ansiosa para ver os amigos e iniciar o ano letivo. A noite Sakura tem um sonho estranho com novas cartas, só que dessa vez são cartas transparentes e com estranhos poderes. Mais tarde ela procura Yukito, que transforma-se em Yoi e os dois conversam sobre algo que aconteceu após o sonho.

Como sou fã de carteirinha da série, é maravilhoso voltar a assisti-la com episódios inéditos, porém, até o momento, os capítulos não trouxeram grandes novidades. A nossa heroína recebe uma chave pra coletar cartas mais uma vez, com uniformes feitos pela excêntrica Tomoyo, que adora costurar pra Sakura. Eu achei o máximo o fato dela  ainda manter  contato com todos os personagens da saga anterior, o garotinho que é a reencarnação do Mago Clow, seu amigo e amor de infância Yukito (forma humana do guardião Yoi) e por fim seu ex-rival e atual paixão Syaoran Li, que voltou a cidade de Tomoeda.

Os traços da animação estão sutilmente melhorados e coloridos de maneira bastante encantadora. Resta aguardar os próximos episódios pra ver o quais aventuras estarão reservadas para a corajosa Sakura.

 Sakura Card Captors é uma série de mangá do gênero mahō shōjo criada pelo grupo CLAMP e publicada na revista Nakayoshi, com 12 volumes, de 1996 a 2000. Foi adaptado para uma série de anime pelo estúdio Madhouse, somando 70 episódios (divididos por três temporadas), 2 filmes e 3 especiais (OVA). No Brasil foi exibido no canal a cabo Cartoon Network em 2000, na Rede Globo em 2001, no canal a cabo Boomerang em 2008 e na Ulbra TV. A série de mangá foi publicada pela JBC com 24 volumes no formato meio-tankobon e 2001.

 

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STAR TREK DISCOVERY | Reviravoltas e Fan-Service – Episódio 11: The Wolf Inside – Crítica do Viajante

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The Wolf Inside é, em minha humilde opinião, o melhor episódios dos 11 apresentados até agora da nova série da franquia criada por Gene RodenberryStar Trek: Discovery. Muitas reviravoltas e um fan-service perfeito para os nostálgicos da série clássica de 1966.

O episódio continua com a trama em que a U.S.S, Discovery se encontra no chamado Universo-Espelho após vários saltos consecutivos dados pela nave graças a seu motor orgânico-micelial que acabou jogando-a com toda sua tripulação nesse universo paralelo onde os humanos dominam o quadrante através de um império cruel e xenófobo que persegue e extermina espécies de outros planetas. Uma resistência liderada por klingons mas que engloba várias outras raças conhecidas pelos fãs, como vulcanos e andorianos, tenta debelar essa tirania.

Na tentativa de descobrir uma forma de voltar ao próprio universo, já que o motor citado não funciona mais pois seu principal catalisador orgânico, o engenheiro-chefe Paul Stamets (Anthony Rapp) está em coma, a especialista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) substitui sua contraparte como capitã implacável da U.S.S. Shenzhou, que nesse universo foi dada como morta, e ao que tudo indica, realmente está. É nesse cenário que recebe ordens do império para destruir uma base da resistência recém-descoberta, porém, com a desculpa de tentar descobrir segredos fundamentais para acabar de vez com os rebeldes, Burham resolve se infiltrar ao invés de destrui-los como lhe foi designado.

Andoriano em STD

Quando a série se iniciou, muitas reclamações a respeito do novo visual dos klingons espalharam-se pelas redes sociais e entre os trekkers. No auge da “rage”, cheguei a ler comentários do tipo: “Se fizeram isso com os klingons, não quero nem ver o que farão com outros alienígenas clássicos como os andorianos“.  Pois eis que os humanóides de pele azul apareceram pela primeira vez em Discovery e para a alegria dos conservadores, com exceção de uma espécie de protuberância na testa semelhantes a um chifre sob a pele, nada mudou na aparência deles.

Sarek usando cavanhaque, assim como Spock nos eps de Universo espelho em TOS

Vulcanos e telaritas também aparecem em uma mesa em um conselho de guerra da resistência que recebem Burham. Para tirar a dúvida sobre a veracidade do que ela diz, é convocado o “profeta”. É quando surge o vulcano Sarek” (James Frain), famoso por ser o pai do ícone Spock da série original e que já havia aparecido em alguns episódios de Discovery. O detalhe, o fan-service que chamou a atenção dos trekkers mais atentos e que foi lindo de se ver, é que o personagem usava um cavanhaque, assim como Spock usava nos episódios de Universo-Espelho da série original.

Para aqueles que reclamaram também das atitudes aparentemente amorais e anti-éticas do capitão Gabriel Lorca” (Jason Isaacs) em episódios passados, pontos para Burham, que apesar de sua situação periclitante e dos conselhos de seu capitão, conseguiu salvar a vida do chefe de segurança da Discovery e seu amante, o tenente Ash Tyler (Shazad Latif) que se revelou um traidor klingon, mesmo quando teve a chance de executá-lo. Seguindo assim os protocolos da federação de não executar ninguém, mesmo estando longe da mesma e de a situação ser totalmente favorável a essa ação.

Outra coisa que notei e nem sei se foi proposital, porém, em minha opinião caiu muito bem, foi a desenvoltura em contraste com sua timidez anterior da personagem da cadete Sylvia Tilly (Mary Wiseman), que precisou ocupar a cadeira de capitã da Discovery numa tentativa de enganar outras naves daquele universo. Mesmo quando não está encenando o engodo, e apenas  conversando com seu superior, o primeiro-oficial Saru (Doug Jones), percebe-se que se mantém numa posição de quase comando sobre ele. A propensão inconsciente à liderança que provavelmente deu à sua contraparte a posição de capitã no Universo-Espelho.

As “reviravoltas” como coloquei no título, se referem não só à traição de Tyler, que já era esperada, porém agora temos certeza de sua origem, mas principalmente à revelação da identidade do misterioso imperador no final do episódio. Mas esse spoiler eu não vou dar. Desnecessário para essa crítica. O amigo leitor que ainda não assistiu, terá que fazê-lo. Minha classificação para a série como um todo permanece:

Links para as críticas dos episódios anteriores:

Episódio duplo de estréia

Episódio 03

Episódio 04

Episódio 05

Episódio 06

Episódio 07

Episódio 08

Episódio 09

Episódio 10

 

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