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HOUSE OF CARDS | Crítica da 5° temporada

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A 5° temporada de House of cards foi em partes mais pés no chão que as anteriores, trazendo em seu primeiro arco a corrida eleitoral. E é impressionante ver Frank Underwood mais uma vez dar um show de malabarismo com seus sujos truques políticos.

E seu concorrente é bem mais jovem e extremamente competitivo. Essa parte da temporada é bem interessante, mas deixa a impressão que podia ter rendido mais, a forma como tudo se dissolve após as eleições é um pouco frustrante.

Frank agora é mais ameaçador que nunca em seus diálogos, deixando o estilo “confie em mim” e adotando o “me obedeça“. E nessa temporada também vemos o passado preparando a conta para Frank. Vários esqueletos se preparam para sair do armário e de maneira discreta e silenciosa, deixando nosso protagonista em um verdadeiro frágil “Castelo de cartas“.

Enquanto isso, Claire inicia a 5° temporada com uma inexplicável queda de autoridade comparada ao que vinha tendo, lembrando que ela anteriormente tivera momentos de queda de braço com o marido, aqui aparece bem mais submissa,  mas ao longo dos capítulos volta a crescer e obtém cada vez mais poder.

Nessa temporada vemos os dois trabalharem mais juntos como nas primeiras temporadas, mas quase ao apagar das luzes, Frank mostra mais uma vez que é um brilhante regente, tendo tudo minuciosamente calculado e dentro do seu controle, apesar da explicação ser muito forçada.

Essa última temporada inicia se empolgante, e encerra de maneira a nos deixar apreensivos. Mas o seu problema é a ligação entre essas duas partes. É cansativo, não mantém o ritmo que havia sendo imposto até aqui, e então fica tudo meio enfadonho em sua metade.

Talvez seja porque os nossos noticiários sobre a política do País venha fazendo Frank Underwood parecer até bonzinho, um sujeito até que não tão mal.

Merece destaque Doug Stamper (Michael Kelly), que rouba cada vez mais o papel de melhor personagem da série. Tem sido o que mais desperta empatia já há algum tempo, e embora durante parte dessa última temporada venha estar menos em evidência, ele ganha cada vez mais nossa atenção e torcida.

House of cards nitidamente está perdendo o fôlego, apesar de ainda ser uma das melhores séries, nesse último ano não chegou nem perto do que vinha sendo anteriormente.

As conclusões de alguns personagens estão absurdas e descuidadas, coisa que os Underwood’s jamais foram até aqui, e o fim dessa temporada ao invés de deixar o sentimento de expectativa, deixou o de apreensão com o futuro e a qualidade da próxima temporada.

E com a nova mania da Netflix de cancelar séries, talvez House of Cards esteja caminhando para suas últimas temporadas devido a tão grande queda de qualidade.

NOTA PARA A 5º TEMPORADA: 3,5 / 5

E você, o que achou dessa última temporada?

O que você espera para a próxima?

Você acredita que a série irá retomar o padrão de qualidade dos primeiros anos?

Deixe seus comentários e continue nos acompanhando.

Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes. Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater). Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas HATEANDO! Demorei, mas eu vi! Escondido na Netflix

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TITANS | Bom episódio “filler” – Episódio #09: Hank and Dawn (Crítica)

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Créditos: DC Universe - Warner Bros. Pictures - DC Entertainment

Após termos um ótimo desenvolvimento com a presença marcante e imponente da Moça-Maravilha (Donna Troy), Titãs nos mostra essa semana um episódio filler para “lembrarmos” do casal coadjuvante de heróis Rapina e Columba, fazendo com que eles sejam reinseridos nos acontecimentos da série deforma bastante interessante.

Após termos um ótimo desenvolvimento com a presença marcante e imponente da Moça-Maravilha (Donna Troy), Titãs nos mostra essa semana um episódio filler para “lembrarmos” do casal coadjuvante de heróis Rapina e Columba, fazendo com que eles sejam reinseridos nos acontecimentos da série de forma bastante interessante.

Com uma narrativa bem própria das HQs, este episódio de origem envolvendo “Hank e Dawn” nos serviu para conhecermos como o casal acabou se unindo de forma bastante obscura. Com o roteiro feito por Geoff Johns, temos aqui o capitulo com o desvio mais significativo que a série tomou até agora. Normalmente,podemos pelo menos contar com Dick Grayson para servir como a ponte entre seu time e quaisquer outros heróis que o programa esteja tentando colocar, mas este acabou por ser o primeiro episódio sem tempo de tela para Brenton Thwaites

O único envolvimento conectivo real aqui foi algumas imagens de Rachel buscando mentalmente a ajuda de Hank e Dawn. Isso ajuda a construir uma certa dose de suspense quando nos perguntamos o quão ruim as coisas estão ficando em Ohio. Mas mesmo assim, a natureza isolada desse episódio deu a sensação de ser um piloto quase certo para um spinoff dos heróis Rapina e Columba, o que faz a série dos Titãs como o principal pilar deste universo que deverá se expandir ainda mais.

Com uma visão bem desenvolvida da história trágica de Hank Hall e Dawn Granger. Hank, especialmente, ganha uma nova profundidade aqui, como vemos o quão profundo é seu sofrimento físico e psicológico. Suas demonstrações externas de bravatas assumem um contexto totalmente diferente,agora que sabemos que ele está reprimindo algumas lembranças verdadeiramente terríveis de sua infância. Alan Ritchson faz uma grande performance aqui,capturando o lado lúdico de Hank quando ele embarca em sua carreira e a dor interior alimentando o personagem.

Também é um deleite agradável para ver o Columba original, Don Hall (Elliot Knight). Este episódio consegue estabelecer com eficiência o tom de seu relacionamento e o importante papel que Don desempenhou na vida de pré-super-herói de Hank. Há um bom senso de dualidade para Don aqui, pois ele é o garoto inocente que Hank está tentando proteger a todo custo e aquele que por sua vez tem que proteger Hank de si mesmo. Don mostra que ele pode ser tão imprudente quanto seu irmão mais velho nas circunstâncias certas. É uma pena que aparentemente não consigamos ver mais desses dois personagens juntos, embora você nunca tenha tanta certeza em uma série de super-herói, ainda mais com a possibilidade do spinoff dos heróis.

Já a nossa querida Dawn não recebe tanta atenção quanto seu futuro namorado e super-herói, infelizmente. Nós só recebemos algumas dicas sobre seu passado e história da família, principalmente através daquela breve cena de balé e do almoço com sua mãe (Marina Sirtis). Ainda assim,esse material funciona bem em termos de estabelecer Dawn como uma mulher com uma longa história de auto sacrifício que cuida de entes queridos. Minka Kelly consegue trazer uma tristeza silenciosa, mas palpável para o papel que realmente combina com Dawn. Ela também tem uma grande fisicalidade que é necessária para uma bailarina fazer essa transição para o vigilantismo.

Mesmo ambos sendo diferentes, a união é inevitável com Rapina se tornando o herói precipitado propenso à violência, enquanto Columba é a metade pacífica e calmante dessa dupla dinâmica. Por mais frustrante que seja ter um episódio de flashback neste momento da temporada, a revelação de que Rachel quer que Rapina e Columba encontrem Jason Todd é uma boa jogada. Isso sugere que há um plano real para todos esses personagens coadjuvantes que fizeram sua estreia ao longo da temporada. Com isso podemos imaginar que a formação dos Titãs irá crescer, mesmo que isso provavelmente deva acontecer no clímax final da primeira temporada, algo interessante está sendo preparado e este bom episódio não foi apresentado atoa, para nossa alegria.

Nota para o episódio: 4,5 / 5

 

Confira a promo em vídeo do episódio 10, intitulado “Koriand’r”:

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TITANS | “Maravilha” de episódio – Episódio #08: Donna Troy (Crítica)

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Foto - Divulgação

O episódio da semana passada de Titãs viu a conclusão do segundo grande arco da temporada. Com a mãe de Rachel recuperada e seus captores eliminados, a equipe tem a chance de respirar em breve calmaria. Mas como se recuperar deste tipo de trauma que nossos heróis acabaram de passar no asilo?

“Donna Troy” tem uma resposta para nós. O episódio de recuperação é como um elemento padrão na televisão de gênero como qualquer outra coisa. É uma tática de ritmo; uma forma de a equipe de criação emplacar momentos de alto risco nos episódios. O episódio desta semana deixa a tensão um pouco baixa para que possa ser mostrado algo novo que se encaixa a tempo para o final da temporada.

Eis que nos é apresentado uma personagem bastante importante no Universo DC, Donna Troy, que é mais conhecida por Moça-Maravilha, a sidekick da Mulher-Maravilha. Quando ela aparece pela primeira vez neste episódio, é justamente em um dos momentos mais reveladores deste universo que a série Titãs está desenvolvendo, existe uma Liga da Justiça, o Coringa é extremamente louco e o Batman e a Mulher-Maravilha mantém uma amizade próxima, igual foi retratado nos cinemas, e isso acaba também refletindo nos jovens ajudantes. A química entre Donna e Dick ainda adolescentes é incrível e desde o início a presença desta boa personagem destaca que teríamos sim uma “Maravilha” de episódio.

Isso é importante, considerando que “Asylum” foi talvez o episódio mais sombrio e esquisito que tivemos. Sabemos que Robin é uma pessoa assombrada por um trauma que o levou a alguns lugares emocionais desagradáveis. No flashback, Dick fica incomodado depois de uma missão com o Morcegão e Donna não minimiza a importância do que Dick acabou de passar. Em vez disso, ela o reorienta e lembra sua missão. Neste ponto chave fica claro que ela é um ponto de estabilidade na vida do “Garoto Maravilha” e agora sabemos o porquê dele ter ido atrás dela novamente.

Suas experiências nesse lugar são o fundo do poço que ele precisa procurar ajuda. Ele tem o resto dos Titãs, com certeza. Mas, como ele diz a Kory, eles não podem ajudá-lo com isso. Isso não é apenas Dick estando distante, ele é esperto o suficiente para saber que Kory está em um lugar escuro e não pode tirá-la do seu próprio buraco. Gar não está preparado para lidar com esse tipo de coisa, e Rachel tem a chance de ser feliz. Para Dick, esse é um grande progresso do cara que vimos no piloto.

A tentativa de Donna de trazer Dick para a parte normal de seu mundo, mesmo por uma noite, fornece um pouco de comédia. Dick é um cara tão abotoado que suas tentativas de agir normalmente em meio a um grupo de apreciadores de arte da alta sociedade nos dão alguns momentos engraçados. É difícil não sorrir quando um cara que tenta bater em Dick recebe um longo e intenso monólogo sobre as habilidades fotográficas de Donna e as capacidades de sua câmera. É também uma história eficiente, usando as memórias de Dick para nos dar uma ideia de como um super-heroína criada em Themyscira se tornou fotógrafa.

A subtrama envolvendo a investigação de Donna é mais sobre ela e Dick do que a trama em si. Sua competência e sua falta de confiança em qualquer outra pessoa está bem à vista, e isso leva a um passo importante no caminho de Dick para se tornar o Asa NoturnaEnquanto isso, o resto da equipe vai para a antiga casa de Angela para obter algum sossego. Isso significa uma viagem de trem, que é uma oportunidade para alguma interação entre os personagens. Kory e Gar ficam juntos em alguns momentos, o que serve principalmente para termos boas palavras entre ambos, Gar fala um pouco sobre ele ter matado um médico no asilo e como isso está afetando-o, mas é Kory quem acaba recebendo um bom desenvolvimento

Aqui ela habilmente entra como um líder de equipe, oferecendo alguns conselhos a Gar e os guiando para longe de problemas quando a CIA aparece para tentar pegar ela. Rachel e Angela também ficam um tempo juntas, o que nos dá mais algumas respostas do passado dela e esses momentos mostram uma boa aproximação emocional entre as personagens.

Falando em aproximação, a conclusão final para que Donna tenha tanta participação (para nossa alegria!) é que ela compreende os escritos de Kory, permitindo que ela perceba que Kory está entre nós para matar Rachel. Isso também nos dá um forte gancho para o que resultará no final da temporada, pois é seguro dizer que Kory não estará assassinando a principal membro do elenco e sua futura amiga. Aqui fica o grande enigma para sabermos também se Kory tem algum envolvimento com o pai de Rachel. Por enquanto nada forçado, todos do elenco principal continuam nos impressionando e o potencial acréscimo de Donna Troy é um indicativo ainda mais promissor para o futuro desta ótima série.

Nota para o episódio: 4,5 / 5

 

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A VIDA EM SI | O “Pulp Fiction” dos Dramas

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Foto: divulgação

O grande Aristóteles dedica quase uma obra inteira de sua autoria – A Poética – para descrever a importância da tragédia, bastante apreciada no teatro grego de sua época e até hoje, seja no cinema, na televisão ou no seu berço teatral. Só não é bem-vinda na vida real de cada pessoa, pois, invariavelmente, representa doses cavalares de dor e sofrimento. Ver uma tragédia como Édipo provocava uma catarse no público, bem como empatia e compaixão. Daí ser considerada não apenas a espécie mais nobre de teatro, como também necessária.

A Vida em Si (Life Itself), filme que estreia no circuito nacional em breve, escrito e dirigido por Dan Fogelman – também o escritor e diretor esporádico de This Is Us, a premiada série dramática produzida pela NBC e que já conta com 3 temporadas de 18 episódios, centrada na vida cotidiana de pessoas comuns que possuem dramas pessoais, alegrias e sofrimentos, sempre permeados com muitos flashbacks – tenta ser uma tragédia, mas consegue, no máximo, ser um melodrama, ainda bem que não dos “baratos”.

Foto: divulgação

O elenco é recheado de estrelas de “segunda grandeza” de Hollywood – Olivia Wilde (House, Cowboys vs Aliens), adorável, linda e subestimada; Annette Bening (Beleza Americana), correta; Antonio Banderas, no piloto automático etc. – apesar das nobres presenças de Samuel L. Jackson (Nick Fury do MCU), em uma divertida participação especial; e de Oscar Isaac (X-Men: Apocalipse, atual trilogia Star Wars), numa interpretação muito boa e convincente como o traumatizado Will.

Aliás, falar em Samuel “the man” L. Jackson é praticamente obrigatório, haja vista o filme de Fogelman, mesmo sendo um “drama”, quase gritar querer prestar homenagem à Pulp Fiction – um dos filmes mais icônicos do icônico ator – seja com citações diretas ou indiretas, seja na própria estrutura narrativa, dividida episodicamente em 4 “capítulos” bem marcados e um epílogo não anunciado, com personagens aleatórios cuja história vai se fundindo pouco a pouco, inclusive numa última “coincidência” que é difícil engolir e que deveria servir de “grande surpresa”, mas que pode ser antevista bem antes do arco final.

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O filme todo, na verdade, é um grande exercício narrativo, levando a estrutura de This Is Us – flashbacks, cenas aparentemente triviais que guardam grande significado, personagens comuns etc. – para a tela grande com um pouco mais de experimentação (algumas passagens temporais são mais ‘criativas’ e ‘cinematográficas’). Nem dá para falar que o filme se divide nos tradicionais arcos narrativos, pois, sendo episódico, a cada novo ‘capítulo’ tem-se a apresentação e desenvolvimento de personagens, o desdobrar da história e uma conclusão.

Quanto à história, ela se passa num momento temporal contemporâneo indistinto, que vai de um passado recente a um futuro próximo, mas sem se preocupar com nenhum tipo de mudança ou sinal exterior, a não ser muito sutilmente no uso de celulares e notebooks. É como se o filme quisesse dizer que, não importando em que tempo se esteja, os dramas humanos (e os próprios humanos) continuam sendo os mesmos, sendo isso o que importa e ponto final.

Há bastante tragédia na história, ainda que contada de forma surpreendentemente leve para o nível dos acontecimentos: atropelamentos, suicídios, câncer etc., destacando-se o primeiro e o quarto capítulos como os melhores e mais bem-acabados.

Aliás, digno de aplausos que grande parte do filme seja falado em espanhol.

Em termos de premissa, a personagem de Olivia Wilde, Abby Dempsey, elabora uma tese na universidade sobre não haver nenhum narrador confiável a não ser a vida, que também não é confiável e, a partir disso – didaticamente martelado na cabeça do espectador – Fogelman tenta fazer o mesmo com seu filme o tempo todo, algumas vezes com sucesso e outras (talvez a maioria) com menor acerto.

Em termos de interpretação, é preciso novamente citar Olivia Wilde e seu tremendo carisma e beleza, sendo uma atriz evidentemente subestimada em Hollywood. Sua Abby é belíssima exterior e interiormente, muito graças à entrega de Wilde, mesmo quando usando uma barriga estupidamente falsa de grávida.

Oscar Isaac surpreende com seu dramático e apaixonado Will, convencendo o espectador de todo o amor que ele sente por sua mulher e provocando a maior surpresa do filme.

Foto: divulgação

Antonio Banderas surpreende pela excelente forma física apresentada aos 58 anos de idade, conseguindo imprimir uma interpretação sutil ao seu Mr. Saccione, mas sem muita dificuldade para quem já deu vida aos loucos personagens de Almodóvar em sua fase mais crua.

O ator espanhol Sergio Peris-Mencheta – mais conhecido do grande público mainstream pelo seu físico avantajado e papel secundário em Rambo V – com o seu Javier, é outra grata surpresa em tela, gravitando entre o grave, o soturno, o bruto e o alegre com muita desenvoltura; pena que seu arco tenha que ter sido claramente encurtado, apressando a história que estava sendo contada de forma tão interessante para um desfecho apressado.

Ao final da exibição, fica-se com aquela impressão de leveza e talvez (para os mais sensíveis) de algumas lágrimas furtivas; sensações emuladas ao se assistir a um episódio ou temporada de This Is Us. Algumas excelentes boas intenções, algumas execuções certeiras e outras nem tanto – como, novamente, a “coincidência” final altamente forçada – recheiam este pacote melodramático que é facilmente assistível, mas que não deixa de ter gosto de telinha.

Aliás, com tantos blockbusters nos cinemas, difícil acreditar que a trajetória de A Vida Em Si será de grande relevância no circuito das salas brasileiras e mundiais, talvez do mesmo modo como é a própria vida de todos os Will’s, Abby’s, Javier’s e cia. Ltda. que existem por aí, às vezes dentro da nossa própria casa.


Pontuação de 0 a 5

Nota: 3 (bom)


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