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Críticas

CRÍTICA | Escola de Rock!

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Salve, salve, viajantes nerds! Na segunda edição dessa coluna cujo objetivo é integrar cultura nerd/pop e o bom e velho rock & roll, vou fazer a crítica de um filme mais light e divertido, já que na estréia falei de um mais denso e pesado, no caso “Pink Floyd – The Wall” (clique para ler a matéria) .

O ator Jack Black pode ser considerado um grande canastrão por muitos cinéfilos mais enjoados, e por muitos, não é levado muito a sério. Não há como negar que Black já fez péssimos filmes, mas eu o considero um bom ator,  mais propenso à comédia. Mas o que fez com que eu me tornasse fã incondicional de seu trabalho é o esforço que o mesmo sempre fez em manter a chama do bom e velho rock & roll acessa em um mundo que atualmente é dominado pela música “pop”.

Em “Escola de Rock” (2003) , Black encarna Dewey Finn, um guitarrista fracassado, já em meia idade, mas que nunca abandonou os ideais da juventude e a vontade de tocar em uma banda de sucesso. Desempregado, vive de favor na casa de um velho amigo de faculdade, Ned Schneebly (Mike White), que há muito desistiu de tentar viver de música e se tornou professor secundário. O problema é que a namorada de Schneebly, Patty Dimarco (Sarah Silverman) odeia Finn e quer vê-lo fora do apartamento. Para isso, intimida-o a arrumar um emprego e contribuir com o aluguel e demais despesas ou sair de vez da vida deles.

Finn acaba atendendo um telefonema que se dirigia ao amigo com uma oferta de emprego. Ele se faz passar pelo mesmo e assume uma vaga de professor substituto em uma escola grã-fina. Lá, assiste aos seus alunos em uma aula de música clássica e conclui que a criançada tem potencial para montar uma banda de rock e disputar a “Batalha das Bandas”. Tudo isso escondido da conservadora diretora da escola Rosalie Mullins (Joan Cusack).

O enredo é simples e divertido, verdadeiramente o longa tem como alvo o público infanto-juvenil. E essa é a grande sacada: fazer com que a molecada moderna tome contato com o espírito revolucionário e rebelde do rock & roll dos velhos tempos. Tudo isso, é claro, com uma trilha sonora de primeira que inclui Led Zeppelin, Ramones, Cream, The Who, The Doors, entre outros. Além de ter composições produzidas exclusivamente para o longa.

Miranda Cosgrove

Maryam Hassan

O elenco de crianças é carismático com destaque para Miranda Cosgrove, (I-Carly) em início de carreira com apenas 10, no papel da líder de classe Summer HathawayMaryam Hassan, que na época também contava 10 anos, é outra agradável surpresa com seu vozeirão encorpado no papel da gordinha tímida Tomika. 

A performance de Black é ótima. Percebemos em sua interpretação o quanto o mesmo é apaixonado pelo ritmo, e pelas bandas que cita e ensina para as crianças. A impressão que temos do ator é que decidiu ser o precursor do rock nos cinemas do século XXI. O filme é sim, uma comédia despretensiosa até certo ponto. Digo isso porque percebemos que Black é tudo menos despretensioso. A vontade que ele tem de levar conhecimento sobre rock & roll aos mais novinhos é perceptível. E é isso, em minha opinião, que torna “Escola de Rock” um longa digno de estar presente em uma coluna que se propõe a falar sobre importantes filmes sobre rock.

 

 

“Nerd n’ Roll” é uma coluna semanal publicada todas as quintas feiras no site nerdtrip.com.br

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Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

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