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CRÍTICA | Tenacious-D in: The Pick of Destiny

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Salve, salve viajantes nerds! Após algumas semanas sem publicar retorno com a coluna “Nerd n’ Roll, cujo objetivo é integrar o bom e velho rock & roll com cultura Nerd/Pop. E quando se trata de filmes, um dos principais protagonistas dessa integração é sem dúvida nenhum o ator Jack Black.

Canastrão? Talvez. Mas como eu já havia dito na edição anterior dessa coluna, se tem um cara que luta para manter o ritmo em alta é ele. Em“Tenacious-D in: Pick of Destiny” (“Tenacious-D – Uma Dupla Infernal” na tosquíssima tradução brazuca) conhecemos a lenda da origem da banda “Tenacious-D”, que Black tem com o também ator e músico Kyle Gass.

Ronnie James Dio cria vida de um pôster na parede do quarto em “Kickapoo”.

O longa produzido em 2006 é uma comédia/musical épica que conta a história da dupla partindo da infância de Black, que no filme é conhecido apenas por “JB”, em um lar religioso que abomina o rock. Meat Loaf, vocalista da banda que leva seu nome, interpreta o pai autoritário de Black enquanto Troy Gentile faz um engraçadíssimo “JB” ainda criança logo no primeiro clipe musical chamado “Kickapoo”, que também tem participação especial de uma das lendas do rock & roll, o já falecido vocalista Ronnie James Dio que cria vida de dentro de um pôster na parede do quarto.

A palheta do destino que segundo a lenda teria sido confeccionada a partir de um dente de Satanás.

A história segue com “JB” já adulto em Hollywood quando conhece “KG”, papel de Kyle Gass. Ambos se juntam em uma banda e acabam por ouvir de um estranho proprietário de uma loja de instrumentos musicais (Ben Stiller) a lenda da“palheta do destino”, objeto que teria sido moldado a partir de um dente do próprio “Satanás” e que traria dinheiro e fama àquele que a utilizasse para tocar rock em sua guitarra.

A dupla segue viagem então atrás da tal palheta passando por diversas aventuras e clipes musicais, incluindo aí o hilário “Master Exploder”, que trata-se de um sonho que JB tem ao adormecer na estrada, retratando o sucesso que fariam após conquistarem o desejado objeto.

“Tenacious-D in: The Pick of Destiny” tem trilha sonora composta pela própria dupla de protagonistas sem deixar recheado de referências a outros filmes e músicas. Em uma das cenas, quando “JB” adormece em uma praça, é atacado por assaltantes trajados como a gangue do filme “Laranja Mecânica”. A palheta do destino, quando encontrada no “Museu do Rock”, está além de uma escadaria denominada “Guitarway to Heaven” alusão clara ao clássico da banda “Led Zeppelin”, “Starway to Heaven”.

O filme tem seus maus momentos também. Algumas piadas são sem graça e chulas, como a parte em que “JB” precisa ter uma ereção para alcançar o botão que desligará um labirinto de lasers que o impede de alcançar a tal palheta. O clipe que retrata uma alucinação com um “Pé-Grande” de “JB” após ingerir cogumelos, também é simplesmente horrível.

Mas no geral o filme é divertido, principalmente para os amantes do rock que vão adorar a profusão de referências a bandas e músicas. E para fechar o longa, mais um clipe sensacional com um duelo entre a atrapalhada dupla de músicos e o próprio “Satanás” que vem das profundezas do inferno atrás de seu dente perdido. O vocalista da banda “Foo Fighters”“Dave Grohl”, está irreconhecível na pele do “Cramunhão”, como vocês podem notar na foto de capa dessa matéria. Grohl rouba a cena com uma performance fantástica onde toca guitarra, bateria e canta alternadamente. É o ponto alto do filme.

 

NOTA PARA O FILME: 3,5 / 5

 

Abaixo, o clipe que abre o filme, “Kickapoo”:

Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

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AQUAMAN | Crítica em vídeo com Aline Giugni & Don Giovanni

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Acompanhe nossos audaciosos mergulhadores Don Giovanni & Aline Giugni  em mais uma divertida crítica em vídeo. Bem vindo a Atlântida!

Confira abaixo ou clique aqui.

 

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TITANS | Bom episódio “filler” – Episódio #09: Hank and Dawn (Crítica)

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Créditos: DC Universe - Warner Bros. Pictures - DC Entertainment

Após termos um ótimo desenvolvimento com a presença marcante e imponente da Moça-Maravilha (Donna Troy), Titãs nos mostra essa semana um episódio filler para “lembrarmos” do casal coadjuvante de heróis Rapina e Columba, fazendo com que eles sejam reinseridos nos acontecimentos da série deforma bastante interessante.

Após termos um ótimo desenvolvimento com a presença marcante e imponente da Moça-Maravilha (Donna Troy), Titãs nos mostra essa semana um episódio filler para “lembrarmos” do casal coadjuvante de heróis Rapina e Columba, fazendo com que eles sejam reinseridos nos acontecimentos da série de forma bastante interessante.

Com uma narrativa bem própria das HQs, este episódio de origem envolvendo “Hank e Dawn” nos serviu para conhecermos como o casal acabou se unindo de forma bastante obscura. Com o roteiro feito por Geoff Johns, temos aqui o capitulo com o desvio mais significativo que a série tomou até agora. Normalmente,podemos pelo menos contar com Dick Grayson para servir como a ponte entre seu time e quaisquer outros heróis que o programa esteja tentando colocar, mas este acabou por ser o primeiro episódio sem tempo de tela para Brenton Thwaites

O único envolvimento conectivo real aqui foi algumas imagens de Rachel buscando mentalmente a ajuda de Hank e Dawn. Isso ajuda a construir uma certa dose de suspense quando nos perguntamos o quão ruim as coisas estão ficando em Ohio. Mas mesmo assim, a natureza isolada desse episódio deu a sensação de ser um piloto quase certo para um spinoff dos heróis Rapina e Columba, o que faz a série dos Titãs como o principal pilar deste universo que deverá se expandir ainda mais.

Com uma visão bem desenvolvida da história trágica de Hank Hall e Dawn Granger. Hank, especialmente, ganha uma nova profundidade aqui, como vemos o quão profundo é seu sofrimento físico e psicológico. Suas demonstrações externas de bravatas assumem um contexto totalmente diferente,agora que sabemos que ele está reprimindo algumas lembranças verdadeiramente terríveis de sua infância. Alan Ritchson faz uma grande performance aqui,capturando o lado lúdico de Hank quando ele embarca em sua carreira e a dor interior alimentando o personagem.

Também é um deleite agradável para ver o Columba original, Don Hall (Elliot Knight). Este episódio consegue estabelecer com eficiência o tom de seu relacionamento e o importante papel que Don desempenhou na vida de pré-super-herói de Hank. Há um bom senso de dualidade para Don aqui, pois ele é o garoto inocente que Hank está tentando proteger a todo custo e aquele que por sua vez tem que proteger Hank de si mesmo. Don mostra que ele pode ser tão imprudente quanto seu irmão mais velho nas circunstâncias certas. É uma pena que aparentemente não consigamos ver mais desses dois personagens juntos, embora você nunca tenha tanta certeza em uma série de super-herói, ainda mais com a possibilidade do spinoff dos heróis.

Já a nossa querida Dawn não recebe tanta atenção quanto seu futuro namorado e super-herói, infelizmente. Nós só recebemos algumas dicas sobre seu passado e história da família, principalmente através daquela breve cena de balé e do almoço com sua mãe (Marina Sirtis). Ainda assim,esse material funciona bem em termos de estabelecer Dawn como uma mulher com uma longa história de auto sacrifício que cuida de entes queridos. Minka Kelly consegue trazer uma tristeza silenciosa, mas palpável para o papel que realmente combina com Dawn. Ela também tem uma grande fisicalidade que é necessária para uma bailarina fazer essa transição para o vigilantismo.

Mesmo ambos sendo diferentes, a união é inevitável com Rapina se tornando o herói precipitado propenso à violência, enquanto Columba é a metade pacífica e calmante dessa dupla dinâmica. Por mais frustrante que seja ter um episódio de flashback neste momento da temporada, a revelação de que Rachel quer que Rapina e Columba encontrem Jason Todd é uma boa jogada. Isso sugere que há um plano real para todos esses personagens coadjuvantes que fizeram sua estreia ao longo da temporada. Com isso podemos imaginar que a formação dos Titãs irá crescer, mesmo que isso provavelmente deva acontecer no clímax final da primeira temporada, algo interessante está sendo preparado e este bom episódio não foi apresentado atoa, para nossa alegria.

Nota para o episódio: 4,5 / 5

 

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TITANS | “Maravilha” de episódio – Episódio #08: Donna Troy (Crítica)

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Foto - Divulgação

O episódio da semana passada de Titãs viu a conclusão do segundo grande arco da temporada. Com a mãe de Rachel recuperada e seus captores eliminados, a equipe tem a chance de respirar em breve calmaria. Mas como se recuperar deste tipo de trauma que nossos heróis acabaram de passar no asilo?

“Donna Troy” tem uma resposta para nós. O episódio de recuperação é como um elemento padrão na televisão de gênero como qualquer outra coisa. É uma tática de ritmo; uma forma de a equipe de criação emplacar momentos de alto risco nos episódios. O episódio desta semana deixa a tensão um pouco baixa para que possa ser mostrado algo novo que se encaixa a tempo para o final da temporada.

Eis que nos é apresentado uma personagem bastante importante no Universo DC, Donna Troy, que é mais conhecida por Moça-Maravilha, a sidekick da Mulher-Maravilha. Quando ela aparece pela primeira vez neste episódio, é justamente em um dos momentos mais reveladores deste universo que a série Titãs está desenvolvendo, existe uma Liga da Justiça, o Coringa é extremamente louco e o Batman e a Mulher-Maravilha mantém uma amizade próxima, igual foi retratado nos cinemas, e isso acaba também refletindo nos jovens ajudantes. A química entre Donna e Dick ainda adolescentes é incrível e desde o início a presença desta boa personagem destaca que teríamos sim uma “Maravilha” de episódio.

Isso é importante, considerando que “Asylum” foi talvez o episódio mais sombrio e esquisito que tivemos. Sabemos que Robin é uma pessoa assombrada por um trauma que o levou a alguns lugares emocionais desagradáveis. No flashback, Dick fica incomodado depois de uma missão com o Morcegão e Donna não minimiza a importância do que Dick acabou de passar. Em vez disso, ela o reorienta e lembra sua missão. Neste ponto chave fica claro que ela é um ponto de estabilidade na vida do “Garoto Maravilha” e agora sabemos o porquê dele ter ido atrás dela novamente.

Suas experiências nesse lugar são o fundo do poço que ele precisa procurar ajuda. Ele tem o resto dos Titãs, com certeza. Mas, como ele diz a Kory, eles não podem ajudá-lo com isso. Isso não é apenas Dick estando distante, ele é esperto o suficiente para saber que Kory está em um lugar escuro e não pode tirá-la do seu próprio buraco. Gar não está preparado para lidar com esse tipo de coisa, e Rachel tem a chance de ser feliz. Para Dick, esse é um grande progresso do cara que vimos no piloto.

A tentativa de Donna de trazer Dick para a parte normal de seu mundo, mesmo por uma noite, fornece um pouco de comédia. Dick é um cara tão abotoado que suas tentativas de agir normalmente em meio a um grupo de apreciadores de arte da alta sociedade nos dão alguns momentos engraçados. É difícil não sorrir quando um cara que tenta bater em Dick recebe um longo e intenso monólogo sobre as habilidades fotográficas de Donna e as capacidades de sua câmera. É também uma história eficiente, usando as memórias de Dick para nos dar uma ideia de como um super-heroína criada em Themyscira se tornou fotógrafa.

A subtrama envolvendo a investigação de Donna é mais sobre ela e Dick do que a trama em si. Sua competência e sua falta de confiança em qualquer outra pessoa está bem à vista, e isso leva a um passo importante no caminho de Dick para se tornar o Asa NoturnaEnquanto isso, o resto da equipe vai para a antiga casa de Angela para obter algum sossego. Isso significa uma viagem de trem, que é uma oportunidade para alguma interação entre os personagens. Kory e Gar ficam juntos em alguns momentos, o que serve principalmente para termos boas palavras entre ambos, Gar fala um pouco sobre ele ter matado um médico no asilo e como isso está afetando-o, mas é Kory quem acaba recebendo um bom desenvolvimento

Aqui ela habilmente entra como um líder de equipe, oferecendo alguns conselhos a Gar e os guiando para longe de problemas quando a CIA aparece para tentar pegar ela. Rachel e Angela também ficam um tempo juntas, o que nos dá mais algumas respostas do passado dela e esses momentos mostram uma boa aproximação emocional entre as personagens.

Falando em aproximação, a conclusão final para que Donna tenha tanta participação (para nossa alegria!) é que ela compreende os escritos de Kory, permitindo que ela perceba que Kory está entre nós para matar Rachel. Isso também nos dá um forte gancho para o que resultará no final da temporada, pois é seguro dizer que Kory não estará assassinando a principal membro do elenco e sua futura amiga. Aqui fica o grande enigma para sabermos também se Kory tem algum envolvimento com o pai de Rachel. Por enquanto nada forçado, todos do elenco principal continuam nos impressionando e o potencial acréscimo de Donna Troy é um indicativo ainda mais promissor para o futuro desta ótima série.

Nota para o episódio: 4,5 / 5

 

Confira a promo em vídeo do episódio 09, intitulado “Hank and Dawn”:

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