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Críticas

O MÍNIMO PARA VIVER | Anorexia é o grande tema na produção da Netflix – Critica da Viajante!

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Salve, salve tripulantes!!! Tudo bem com vocês?

“O Mínimo para viver” (To The Bone: Título original é um filme que mostra um conteúdo reflexivo sobre distúrbios alimentares, é um lançamento da Netflix e estreou esse mês, no dia 14.

Sinopse

Uma garota está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.

Ellen personagem vivida por “Lily Collins” é uma jovem garota de 20 anos que já passou por vários tratamentos para lidar com a anorexia sem muito êxito. Sua madrasta esta disposta a mais uma tentativa de ajuda-la, mesmo que Ellen ache que tem tudo sob controle. Juntas elas conseguem depois de muita espera, uma consulta com um médico muito procurado que usa métodos diferentes para tratar seus pacientes. Dr. William Beckham, vivido por “Keanu Reeves”, é o tipo de médico que não faz cerimônia ao falar na lata sobre a doença com seus pacientes, de modo que leva-os a encarar a enfermidade e refletir se querem mesmo continuar a viver. Assim, Ellen acaba aceitando ser internada e vai se juntar a mais 6 jovens que estão passando pelo mesmo pesadelo.

A atuação de “Lily Collins” é um show a parte, muito expressiva, consegue ser bem convincente no seu papel de garota anoréxica, ela é tão obcecada por não engordar que conta todas as calorias de cada refeição que esta no seu prato. Já “Reeves”,  seu personagem tinha muito potencial mas foi pouco explorado, o mesmo aparece em poucas cenas nos fazendo criar uma grade expectativa e no final deixa muito a desejar. Os diálogos são bem desenvolvidos ao longo das cenas, mais informações sobre o distúrbio em questão é mostrado, além da relação familiar conturbada da protagonista que tem pais divorciados e uma madrasta problemática que vive tentando encontrar motivos para justificar a doença da enteada.  Por fim, a história alcança o objetivo que é mostrar os perigos de embarcar de cabeça no desejo desenfreado de ter um corpo “perfeito”.

Nota para o filme: 3 / 5

 

 

 

Baiana, apaixonada por cultura oriental, HQs, seriados de TV, livros, cinema e música. Adora Pizza, pipoca, Hugh Jackman, Wolverine, visitar a Saraiva, shopping, maquiagem e leitura. Amores da vida são filha, marido, família e Netflix. Cristã e fã do seriado Supernatural, tem o sonho de um dia conhecer os Winchesters e o Japão. Sonha no mundo real e vive na fantasia.

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