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Críticas

PANTERA NEGRA | Crítica do Don Giovanni

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Poderoso, imponente, emocional e uma verdadeira declaração de amor a cultura africana.
 
Depois de receber praticamente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, a nova produção da Marvel studios chega aos cinemas suprindo as expectativas geradas pelos fãs. Com um elenco estelar e sem medo de ser fiel a mitologia do Rei de Wakanda, o filme tira o estúdio de sua zona de conforto, apresentando uma história sólida, ótimos personagens, roteiro bem amarrado, eletrizantes cenas de ação e vilões críveis, com motivações verdadeiras.
 
Após uma linda e rápida introdução onde descobrimos a origem do “vibranium” e parte da história do primeiro “Pantera Negra”, somos levados a uma viagem alucinante ao reino de Wakanda, onde mergulhamos de cabeça na maravilhosa cultura Africana.
 
A cidade de Wakanda ganha ares de protagonista no primeiro ato da produção, seja na sua linda arquitetura (que mescla modernidade futurista, com características tribais), no maravilhoso figurino dos personagens, ou nas cores vibrantes escolhidas pelo diretor. Toda essa riqueza cultural é emoldurada com uma trilha sonora incrível e eclética, que passeia por diversos estilos da black music.
 
Ao longo da produção podemos notar inúmeras referências ao clássico da Disney “Rei Leão”, não só em parte da estrutura do roteiro, mas também em algumas imagens e momentos emocionantes. O competente diretor e co-escritor de Credd (2015), Ryan Kyle Coogler (de apenas 31 anos), também assina parte do roteiro e dá um show criando belas imagens, frenéticas cenas de ação e lindos momentos de intensa carga emocional.
 
Além de conseguir tocar em pontos sociais importantes, sem rodeios e de forma clara, o filme tem como uma de suas principais armas, personagens carismáticos, interpretados por atores incrivelmente maravilhosos.
 
Chadwick Boseman (T’Challa / Pantera Negra) comanda o espetáculo. Além de conseguir dar um tom elegante e extremamente forte ao seu personagem, conferindo ao herói uma postura impecável como soberano de Wakanda, o ator fez uma árdua preparação física que pode ser notada em suas excelentes cenas de ação.
 
Lupita Nyong’o (Nakia) brilha na tela. A vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por “Doze anos de Escravidão” (2013) surpreende nas cenas de ação e entrega uma personagem atual, independente, e carismática. O interesse amoroso de T’Challa e membro secreto da Dora Milaje (as forças especiais femininas de Wakanda, que servem como guarda-costas do Rei) contribui de forma efetiva para o desenrolar da história.
 
Os fãs de Walking Dead que me perdoem, mas Danai Gurira (Okoye) encontrou o papel de sua vida. Okoye rouba praticamente todas as cenas em que aparece. A fiel Líder das Dora Milaje se mostra uma ótima personagem, graças a interpretação intensa e convincente da atriz.
 
E o que dizer da divertidíssima Letitia Wright (Shuri), irmã de T’Challa e princesa de Wakanda? Seu carisma é impressionante e sua parceria com o irmão, deliciosa.
 
Ainda temos que citar o sempre competente Forest Whitaker (Zuri) e a incrível Angela Bassett (Ramonda) que dão suporte a essa nova geração de maravilhosos atores.
 
Os vilões, quase sempre criticados nas produções do gênero, são também responsáveis pelo grande sucesso da produção.
 
Andy Serkis (Ulysses Klaue) está irreconhecível, não só pelo fato de estar mais forte, mas por conseguir entregar um Garra Sônica, extremamente surtado e ameaçador, diferente de tudo que o ator já fez até então.
 
O filme é bastante fiel aos personagens. A origem do Pantera está idêntica, com direito a “erva sagrada”(achei que a Disney não usaria esse nome) e a impactante cerimônia de coroação, onde o pretenso Rei pode ser desafiado para um combate mortal. Mas nada foi mais gratificante pra mim, do que poder ver um dos maiores inimigos do Pantera Negra, ser retratado de forma tão eficiente como foi a interpretação de Michael B. Jordan, como Erick, o terror Negro. Se já não bastasse a perfeita motivação do vilão, tenho que confessar que uma referência em especial me deixou com lágrimas nos olhos.
 
 
 
SPOILER ALERT! SPOILER ALERT! SPOILER ALERT!
 
 
A principal imagem que me vem a cabeça quando penso em Erick, o terror negro, é uma cena de uma antiga hq do herói, em que o vilão está de costas, erguendo o Pantera Negra por cima da cabeça, para atira-lo de um precipício…e não é que temos essa cena na produção…nem acreditei, passou um filme na minha cabeça, quer dizer….uma “Hq”.
 
Pantera Negra é um grande acerto da Marvel, não só por fazer justiça a um dos membros mais legais dos Vingadores, mas por levanta a bandeira da representatividade e elevar ao máximo o orgulho de um povo sofrido, que ansiava por um herói, que pudesse se tornar um espelho para as novas gerações, como um ícone de orgulho, determinação e esperança em dias melhores.
 
 
 
“LONGA VIDA AO REI!”
 
 
 
NOTA PARA O FILME: 5/5

 
 
PS – Antes de você fazer aquele textão, dizendo que temos o Blade, o Super Choque, o Falcão, o Máquina de Combate, o Luke Cage e etc. E que Pantera Negra não é tudo isso em questão de representatividade, lembre-se que a grande maioria dos heróis negros, nãos são protagonistas. Blade não é uma superprodução de quase 200 milhões de dólares, Super Choque ainda é mega desconhecido pelo grande público e ao contrario de Luke Cage e Raio Negro, que vivem no Harlem, nosso grande felino é Rei do País mais evoluído do planeta. E isso faz uma diferença enorme, principalmente em nosso mundo racista, homofóbico, machista e conservador.

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Giovanni Giugni (Don Giovanni) é o exército de um homem só, por trás da "Casa das Ideias Nerd". Teve a felicidade de ter como primeiras experiências cinematográficas, filmes do calibre de "Superman" de 1978 e "O Império Contra-ataca". Destemido desenhista e intrépido apaixonado por "Super-heróis", vive disfarçado como um pacato Professor de musculação.

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ELSEWORLDS | O crossover das séries de super heróis da CW – Crítica

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Olá tripulantes, como sabemos, todos os anos a CW faz os famosos crossovers das séries de super heróis para ter uma interação entre os atores. Tudo começou na 2º temporada de Arrow com a aparição de Barry Allen. Depois tivemos com Flash, a criação das Lendas do Amanhã, depois o surgimento da Supergirl, Invasão e por último, no ano passado, tivemos a Crise na Terra X com uma pequena base no clássico dos HQs “Entre a Foice e o Martelo.

Esse ano a CW inovou com o Elsewords. Tivemos a aparição do Monitor, tivemos a aparição da Batwoman (amei a Ruby Rose como Kathy Kane). Ao final dos episódio 8 de Arrow e Flash temos a terra 90 (baseada nos heróis dos anos 90). Barry acaba sendo arrastado e indo encarar o monitor (John Wesley Shipp revivendo o papel de Barry Allen). A história começa com tudo do mesmo jeito em que terminaram os episódios, exceto que agora Oliver Queen é Barry Allen e vice-versa. Somente os 2 tinham essa consciência, o mundo todo estava confuso. Eles então fogem pra Terra 38 pra encontrar Kara e conhecem Clark Kent e Lois Lane ( o que eu mais queria ver:  Oliver e Barry conhecendo o Superman), e achei mega legal a interação deles.

Depois de se conhecerem eles voltam para Terra 1 e conhecem AMAZO, um robô das industrias Ivo ( pra quem não se lembra amazo era o nome do barco em que estavam Sarah Lance e o Anatoly na 2 temporada de Arrow, e Ivo era o doutor que estava morrendo lá). No final dessa luta Cisco vibra e vê o Monitor entregando o livro do destino para um homen ( John Deegan, médico do Asilo Arkham) e altera a história. Termina o 1 episódio eles indo pra Gotham. O mais legal disso é o Oliver não acreditar no Batman e achar que ele é uma lenda com tudo apontando a existência dele, até mesmo com o Bat-Sinal e eleinsistindo  que era um mito. Eles conhecem a Kathy Kane que alega ser prima de Bruce Wayne, e que omesmo saiu da cidade há 3 anos. O legal aqui é como ela é introduzida e como agem de maneira muito legal. Depois eles vão pro asilo pra pegar o tal livro do destino, pois o Barry da terra 90 diz que só o mesmo corrigiria tudo. Após estarem de posse do objeto eles voltam pra base da ARGUS  e   então encontram o Flash da Terra 90, que a princípio acham que é Joel Ciclone ( nome muito mais legal que Flash da terra 3) que acaba tendo que esclarecer quem realmente é e revela que  John Diggle era um membro da tropa dos Lanternas Verdes. Os 4 vão de frente ao encontro com o Monitor que além de enviar Barry de volta pra Terra 90, recupera o livro e devolve para fazendo com que tudo mude novamente e Oliver e Barry agora são criminosos conhecidos como os gênios do Gatilho.

No começo do 3º e último episódio vemos o Superman com uniforme preto e meio que dominador, mas em poucas palavras já sabemos quem é o Superman facista. Oliver e Barry são bandidos e Kara esta presa no Star Labs. Oliver e Barry conversam com o Monitor e encontram uma maneira de resolver tudo. Rumam para a terra 38 e trazem consigo o Superman. Há uma grande briga e Kara recupera o livro do destino e entrega ao Superman que a retorna á identidade de Supergirl, Barry como Flash e Oliver como Arqueiro Verde. Nova briga e eis que surge no meio da batalha Brainiac 15, Lois Lane com um martelo e Ajax ( odeio o nome Caçador de Marte) na terra 1 que depois de resolverem tudo, voltam pra terra 38, a realidade é concertada e no final Batwoman ainda liga pra Oliver e diz que tudo ainda não acabou e que virá ainda uma Crises nas Infinitas Terras.

Bom o que eu tenho a dizer é que foi o melhor crossover que eu vi na vida. Adoro o Superman da CW. Ele tem muitos pontos do Superman dos quadrinhos. A referência ao HQ “Melhores do Mundo” que a Kara faz com a Kathy, as cenas do Oliver com os poderes do Barry estavam hilárias demais. Parabéns à CW. Esse foi o Maior Fã service de todos e minha nota :

5 /5

 


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HOMEM-ARANHA: NO ARANHAVERSO | Simplesmente espetacular! – Crítica do Don Giovanni

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Após os rumores de que a Sony pode “caminhar com suas próprias pernas” depois de “Homem Aranha: Longe de Casa” (colocando um fim na parceria com a Marvel Studios) os fãs do “cabeça de teia” ficaram preocupados (e com razão) com o futuro cinematográfico do “escalador de paredes”. Mas se isso realmente se concretizar, a nova animação “Homem Aranha no Aranhaverso” produzida pela Columbia Pictures e Sony Pictures Animation, pode indicar que o estúdio aparentemente aprendeu com os erros do passado e está pronto para retomar o controle criativo da criação máxima de Stan Lee.
 
 
 
Diferente de Venom e dos filmes de Andrew Garfield “Homem Aranha no Aranhaverso” consegue sintetizar de forma “espetacular” toda a essência, o humor, a aventura e o heroísmo do personagem mais importante da “casa das Ideias”. Usando uma narrativa idêntica as das historias em quadrinhos (com direito a onomatopeias e balões de pensamentos), a animação dirigida por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman, surpreende pela qualidade do roteiro (extremamente bem amarrado, dinâmico e ousado) pela maravilhosa técnica de animação (que produzem lindas imagens e cenas de ação de tirar o fôlego) e por apresentar a versão mais próxima das “Hqs” do “amigão da vizinhança”.
 
 
 
 
Com o intuito de trazer sua esposa Vanessa e seu filho Richard de volta a vida, Wilson Fisk financia um aparato tecnológico capaz de criar uma “fissura” entre as dimensões para encontrar uma espécie de “contraparte” de sua falecida família. A insanidade do “Rei” causa um colapso nas dimensões (que pode ser sentido a todo o momento quando imagens em primeiro e segundo plano ficam fora de foco por alguns segundos) causando o encontro de vários “homens aranhas” de universos distintos. Somos apresentados então ao jovem Miles Morales, de origem porto-riquenha e afro-americana. É impressionante como Morales precisa de muito pouco tempo de tela para conquistar o espectador. Carismático e descolado no Brooklyn, o garoto que irá se tornar o novo Homem Aranha, é um adolescente comum, como qualquer outro, que tenta suprir as expectativas geradas por seus pais, enquanto se adapta a uma nova realidade, a uma nova escola. Ao lado de suas outras contrapartes que incluem a versão clássica dos quadrinhos (o verdadeiro, porém mais velho e sedentário), Spider-Gwen, o Homem Aranha Noir (dublado por Nicolas Cage) e até mesmo Peter Porker, uma versão dos anos 80 pra lá de bizarra (Porco-Aranha), o novo “amigão da vizinhança” deve impedir a destruição de todas as realidades, além de aceitar seu destino.
 
 
Se não bastassem a ótima história e os divertidos personagens, o longa animado ainda presta diversas lindas homenagens que vão desde as Hqs do herói, ao clássico desenho animado dos anos 60, aos filmes de Sam Raimi e até mesmo a versão de Tom Holland de Guerra Infinita. Uma declaração de amor ao “teioso” com direito a uma emocionante participação de Stan Lee e um lindo tributo a Steve Ditko.
 
 
Ou seja, se a Sony seguir seu próprio caminho com o Homem Aranha, essa nova produção é uma prova de que com as pessoas certas, Peter Parker ainda pode render deliciosas e mágicas aventuras, mesmo sem a batuta da Marvel Studios. Que venham mais animações de Morales e cia, os fãs do aranha agradecem.
 
 
 
 
P.S – A cena extra é épica e nostálgica.
 
 
 
 
Pontuação de 0 a 5
 
 
Nota: 5

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AQUAMAN | Crítica em vídeo com Aline Giugni & Don Giovanni

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Acompanhe nossos audaciosos mergulhadores Don Giovanni & Aline Giugni  em mais uma divertida crítica em vídeo. Bem vindo a Atlântida!

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