Connect with us

Críticas

PIRATAS DO CARIBE: A VINGANÇA DE SALAZAR | Crítica do Viajante!

Publicado

em

Homens mortos não contam histórias (tradução do título original em inglês: Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales) , traz o retorno do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp), quando ele se encontra na corrida novamente de “corsários sobrenaturais”, desta vez na forma do Capitão Armando Salazar (Javier Bardem) e sua tripulação – caçadores de piratas que foram levados à sua desgraça anos atrás, por um então jovem Sparrow. Juntando-se a  Jack em sua aventura, temos dois novos personagens: a astrônoma Carina Smyth (Kaya Scodelario) e o marinheiro Henry Turner (Brenton Thwaites) filho de Henry Turner e Elizabeth Swann, também sua antiga tripulação.

Barden como Salazar.

Dirigido por Joachim Ronning e Espen Sandberg ( Kon-Tiki , Marco Polo ), o filme visualmente, é com certeza, um dos filmes mais bonitos do ano, chega a ser impressionante (padrões Disney, né ?). Grande destaque do filme, tripulação de Salazar realmente tem a melhor caracterização, um misto de excelente indumentária e CGI. Fica-se hipnotizado pelos cabelos flutuantes de Bardem. Também somos apresentados a história de origem de Jack, O “Jovem Jack” (que vemos nos trailers), e que foi inserida não de forma forçada ou clichê, mas sim de forma muito convincente e envolvente na trama, os efeitos especiais usados para rejuvenescer Deep foram de primeira.

O Jovem Jack Sparrow.

A fotografia brinca com as cores, os tons calmos do mar caribenho contrastam muito bem com os tons de cores gritantes usados na palheta de cores do filme, os conjuntos estão ainda mais coloridos e provocantes os filmes anteriores. Pode-se dizer que essa é uma mudança bem-vinda após quatro filmes cheios do verde de algas, marrons sujos e vermelhos secos e escuros. O 3D eu achei dispensável, mas isso não incomodou muito, afinal é difícil mesmo encontrar um diretor que saiba usar bem as três dimensões nas telona

Deep continua formidável como Jack Sparrow, carismático, beberrão, interesseiro e também muito corajoso. Geoffrey Rush traz muita humanidade e profundidade para o velho lobo do mar Barbossa, e os recém-chegados Scodelario e Thwaites levam um ar mais jovem e mais dinâmico ao filme como Henry e Carina. Bardem, por um outro lado, faz o melhor vilão (da franquia, na minha opinião) como Salazar, sempre calmo e educado no falar, mas ainda sim sem perder o tom ameaçador. 

O filme, a pesar de valer a pena tem um problema que incomoda muito, incomda demais mesmo. É excessivamente longo, e apesar resolver os problemas inicias e amarrar algumas pontas soltas, o grande problema do filme está no desenvolvimento, é lento (talvez por isso torna o filme excessivamente longo) e em determinados momentos se perde na história, perdendo também seu ritmo. O filme tem cerca de 2h 33m, e poderia ter muito bem  duas horas, em pois muitas cenas poderiam ter sido cortadas sem trazer nenhuma perda pra história do longa. 

O filme é sim muito divertido, assim como toda a franquia entrega o que promete e é um ótimo programa para a família.

NOTA PARA O FILME: 4 / 5

TRAILER DUBLADO:

TRAILER LEGENDADO:

SINOPSE:

Na nova aventura, o azarado capitão Jack Sparrow encontra os ventos da má sorte soprando com mais força quando um grupo de piratas fantasmas e mortais são liderados por seu velho inimigo, o aterrorizante Capitão Salazar (Javier Bardem), que após escapar do Triângulo do Diabo, está determinado a matar todos os piratas no mar, inclusive Sparrow. A única esperança de sobrevivência de Jack é a busca pelo lendário Tridente de Poseidon – um poderoso artefato que dá a seu possuidor o controle total dos mares.

Engenheiro de Produção, amante da sétima e da nona arte. Apaixonado por música boa e amante dos Engenheiros do Hawaii. "Não! Tentar não. Faça ou não faça. Tentativa não há." YODA, Mestre.

Críticas

PANTERA NEGRA | Crítica do Don Giovanni

Publicado

em

 
Poderoso, imponente, emocional e uma verdadeira declaração de amor a cultura africana.
 
Depois de receber praticamente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, a nova produção da Marvel studios chega aos cinemas suprindo as expectativas geradas pelos fãs. Com um elenco estelar e sem medo de ser fiel a mitologia do Rei de Wakanda, o filme tira o estúdio de sua zona de conforto, apresentando uma história sólida, ótimos personagens, roteiro bem amarrado, eletrizantes cenas de ação e vilões críveis, com motivações verdadeiras.
 
Após uma linda e rápida introdução onde descobrimos a origem do “vibranium” e parte da história do primeiro “Pantera Negra”, somos levados a uma viagem alucinante ao reino de Wakanda, onde mergulhamos de cabeça na maravilhosa cultura Africana.
 
A cidade de Wakanda ganha ares de protagonista no primeiro ato da produção, seja na sua linda arquitetura (que mescla modernidade futurista, com características tribais), no maravilhoso figurino dos personagens, ou nas cores vibrantes escolhidas pelo diretor. Toda essa riqueza cultural é emoldurada com uma trilha sonora incrível e eclética, que passeia por diversos estilos da black music.
 
Ao longo da produção podemos notar inúmeras referências ao clássico da Disney “Rei Leão”, não só em parte da estrutura do roteiro, mas também em algumas imagens e momentos emocionantes. O competente diretor e co-escritor de Credd (2015), Ryan Kyle Coogler (de apenas 31 anos), também assina parte do roteiro e dá um show criando belas imagens, frenéticas cenas de ação e lindos momentos de intensa carga emocional.
 
Além de conseguir tocar em pontos sociais importantes, sem rodeios e de forma clara, o filme tem como uma de suas principais armas, personagens carismáticos, interpretados por atores incrivelmente maravilhosos.
 
Chadwick Boseman (T’Challa / Pantera Negra) comanda o espetáculo. Além de conseguir dar um tom elegante e extremamente forte ao seu personagem, conferindo ao herói uma postura impecável como soberano de Wakanda, o ator fez uma árdua preparação física que pode ser notada em suas excelentes cenas de ação.
 
Lupita Nyong’o (Nakia) brilha na tela. A vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por “Doze anos de Escravidão” (2013) surpreende nas cenas de ação e entrega uma personagem atual, independente, e carismática. O interesse amoroso de T’Challa e membro secreto da Dora Milaje (as forças especiais femininas de Wakanda, que servem como guarda-costas do Rei) contribui de forma efetiva para o desenrolar da história.
 
Os fãs de Walking Dead que me perdoem, mas Danai Gurira (Okoye) encontrou o papel de sua vida. Okoye rouba praticamente todas as cenas em que aparece. A fiel Líder das Dora Milaje se mostra uma ótima personagem, graças a interpretação intensa e convincente da atriz.
 
E o que dizer da divertidíssima Letitia Wright (Shuri), irmã de T’Challa e princesa de Wakanda? Seu carisma é impressionante e sua parceria com o irmão, deliciosa.
 
Ainda temos que citar o sempre competente Forest Whitaker (Zuri) e a incrível Angela Bassett (Ramonda) que dão suporte a essa nova geração de maravilhosos atores.
 
Os vilões, quase sempre criticados nas produções do gênero, são também responsáveis pelo grande sucesso da produção.
 
Andy Serkis (Ulysses Klaue) está irreconhecível, não só pelo fato de estar mais forte, mas por conseguir entregar um Garra Sônica, extremamente surtado e ameaçador, diferente de tudo que o ator já fez até então.
 
O filme é bastante fiel aos personagens. A origem do Pantera está idêntica, com direito a “erva sagrada”(achei que a Disney não usaria esse nome) e a impactante cerimônia de coroação, onde o pretenso Rei pode ser desafiado para um combate mortal. Mas nada foi mais gratificante pra mim, do que poder ver um dos maiores inimigos do Pantera Negra, ser retratado de forma tão eficiente como foi a interpretação de Michael B. Jordan, como Erick, o terror Negro. Se já não bastasse a perfeita motivação do vilão, tenho que confessar que uma referência em especial me deixou com lágrimas nos olhos.
 
 
 
SPOILER ALERT! SPOILER ALERT! SPOILER ALERT!
 
 
A principal imagem que me vem a cabeça quando penso em Erick, o terror negro, é uma cena de uma antiga hq do herói, em que o vilão está de costas, erguendo o Pantera Negra por cima da cabeça, para atira-lo de um precipício…e não é que temos essa cena na produção…nem acreditei, passou um filme na minha cabeça, quer dizer….uma “Hq”.
 
Pantera Negra é um grande acerto da Marvel, não só por fazer justiça a um dos membros mais legais dos Vingadores, mas por levanta a bandeira da representatividade e elevar ao máximo o orgulho de um povo sofrido, que ansiava por um herói, que pudesse se tornar um espelho para as novas gerações, como um ícone de orgulho, determinação e esperança em dias melhores.
 
 
 
“LONGA VIDA AO REI!”
 
 
 
NOTA PARA O FILME: 5/5

 
 
PS – Antes de você fazer aquele textão, dizendo que temos o Blade, o Super Choque, o Falcão, o Máquina de Combate, o Luke Cage e etc. E que Pantera Negra não é tudo isso em questão de representatividade, lembre-se que a grande maioria dos heróis negros, nãos são protagonistas. Blade não é uma superprodução de quase 200 milhões de dólares, Super Choque ainda é mega desconhecido pelo grande público e ao contrario de Luke Cage e Raio Negro, que vivem no Harlem, nosso grande felino é Rei do País mais evoluído do planeta. E isso faz uma diferença enorme, principalmente em nosso mundo racista, homofóbico, machista e conservador.

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK:  facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:  twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM:  instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE:  www.nerdtrip.com.br

Confira também:

DON GIOVANNI RESPONDE! # 10 | Batman com preparo vence qualquer um?

EVERYTHING SUCKS! | Netflix apostando nos anos 90

DRAGON BALL FIGHTERZ | Revelados os 2 primeiros personagens das DLCs

 

Continue lendo

Críticas

PANTERA NEGRA | Crítica em vídeo com Aline Giugni & “Don Giovanni”

Publicado

em

Desbrave as selvas de Wakanda junto com “Don Giovanni & Aline Giugni em mais uma divertida crítica em vídeo dos nossos aventureiros.

Pegue sua “erva sagrada” e vamos nessa…

Confira o vídeo abaixo, ou clique aqui.

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK:  facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:  twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM:  instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE:  www.nerdtrip.com.br

Confira também:

EVERYTHING SUCKS! | Netflix apostando nos anos 90

DRAGON BALL FIGHTERZ | Revelados os 2 primeiros personagens das DLCs

SHINGEKI NO KYOJIN 2 | Liberado inédito trailer do jogo

 

Continue lendo

Críticas

EVERYTHING SUCKS! | Netflix apostando nos anos 90

Publicado

em

Everything Sucks! A nova série da Netflix é ambientada nos anos 90 e conta a história de Luke (Jahi Di’Allo Winston) e Kate (Peyton Kennedy). Ele que apaixonado por Kate, embarca no desafio de juntar o seu grupo escolar de vídeo com o grupo de teatro também da escola, para criarem juntos um filme “romântico com alienígenas”. 

Ela, filha do diretor da escola, enfrenta o desafio de lidar com a paixão do Luke por ela enquanto se descobre como homossexual. Os pilares da série são eles dois, outros núcleos são oferecidos ao longo dos 10 episódios da primeira temporada mas nada nos fisga tanto como os dramas vividos por essa dupla, que inicialmente até tentam ser um par.

Apesar de ambientada nos anos 90, a série não fica pesando na nostalgia, nos faz recordar de alguns recursos da época mas apenas pela necessidade da trama, a ambientação não é tão bem feita, as cores são mal exploradas e algumas caracterizações são exageradas e caricatas. A trilha sonora é agradável e encaixa bem a seleção escolhida, mas deixa a sensação que podia ter sido melhor explorada.

Os primeiros episódios não encantam, nada engata muito bem no início, é tudo muito forçado e cansativo, mas quando separa e fica mais focado nos dramas pessoais de Luke e de Kate, e não mais neles como casal, a série flui e fica fácil de assistir.

À partir da sua metade ficam os melhores episódios, quando se deixa de lado a idéia de se explorar os confrontos pessoais na escola e passa-se a trabalhar com a interação de diferentes tipos de personalidades, à partir de então a série flui, torna-se agradável e fica até promissora.

Outro ponto positivo é que algumas séries que trabalham mais com o público adolescente as vezes desprezam o núcleo adulto, mas em Everything Sucks há um bom trabalho com relação aos pais dos dois protagonistas.

A Netflix e os criadores da série, Ben York Jones e Michael Mohan, não entregam algo brilhante, nem inovador, mas promissor se mantido o ritmo de sua segunda metade dessa primeira temporada. A dica que deixo é não maratonar os primeiros episódios e ter um pouquinho de paciência com o seu início.

Nota para a série: 3 / 5 

 

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK:  facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:  twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM:  instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE:  www.nerdtrip.com.br

Leia outras notícias do  Nerdtrip  e confira também:

DRAGON BALL FIGHTERZ | Revelados os 2 primeiros personagens das DLCs

HOMEM-FORMIGA E A VESPA | Kevin Feige comenta sobre a participação de Michelle Pfeiffer no filme

VALE A MARATONA? | The Good Place

Continue lendo

Mais lidos da semana

%d blogueiros gostam disto: