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Críticas

SOMENTE O MAR SABE | Crítica do Don Giovanni

Giovanni Giugni Oliveira

Publicado

em

 

A necessidade humana de realizar o extraordinário dita o tom da nova produção do Estúdio Canal em parceria com a BBC Films, baseada na história real do intrépido navegador amador Donald Crowhurst, que partiu para uma aventura sem precedentes, através da imensidão azul.

Dirigido por James Marsh (A teoria de tudo – 2014) o filme narra de forma biográfica, a jornada e o drama do marinheiro amador Donald Crowhurst (Colin Firth) e sua tentativa de completar a Corrida do Globo de Ouro do Sunday Times em 1968 (que consistia em dar a volta ao mundo em um pequeno barco sem parada alguma) deixando para trás sua esposa Clare Crowhurst (Rachel Weisz) e filhos.

 

 

Logo de cara nos identificamos com o personagem de Colin Firth (vencedor do Oscar de melhor ator pelo filme “O Discurso do Rei” de 2011), inevitavelmente somos magnetizados por ideias revolucionárias e sonhadoras, mas paralelamente a isso, termos a sensação de que Crowhurst, tem as “ferramentas”, mas nitidamente falta-lhe experiência para o trabalho. Isso dá ao personagem um tom verdadeiro e o aproxima do espectador. Essa coragem mesclada  a inocência e a inexperiência, fazem com que o público seja conduzido por todo primeiro ato, de forma curiosa, mas temerosa.

A competente Rachel Weisz (O legado de Bourne de 2012) como Clare Crowhurst , a devotada esposa que carrega o fardo da ausência do marido, tem pouco espaço na produção, deixando todo o foco central do longa, para o desastroso drama náutico do marido.

O clima documental do filme, que prima por realmente contar uma história “pé no chão”, pode decepcionar quem for assistir a produção, procurando grandes cenas de ação, com elaboradas tempestades criadas em CGI, porém, se você é daqueles que sempre buscou por uma grande aventura náutica, ou sonhou em desbravar o desconhecido, você pode tirar valiosas lições da jornada de Donald Crowhurst, que arriscou tudo por um desejo incontrolável de realizar o extraordinário, mesmo não tendo as habilidades necessárias para a tarefa.

 

Um filme que prima pela reflexão, fazendo o espectador reavaliar suas escolhas e suas motivações pessoais.

 

Nota: 3/5

 

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Giovanni Giugni (Don Giovanni) é o exército de um homem só, por trás da "Casa das Ideias Nerd". Teve a felicidade de ter como primeiras experiências cinematográficas, filmes do calibre de "Superman" de 1978 e "O Império Contra-ataca". Destemido desenhista e intrépido apaixonado por "Super-heróis", vive disfarçado como um pacato Professor de musculação.

Críticas

TITANS | Série começa a “voar”! Episódio #02: Hawk and Dove (Crítica)

Igor Souza

Publicado

em

(Foto – Divulgação)

Após um início ameno em sua première onde tivemos a apresentação, mesmo que de que forma mais centrada em dois personagens, do quarteto que irá formar o grupo de heróis Titãs, a série parece que finalmente acertou o seu rumo e nos apresentou um bom enredo. Mesmo que neste segundo episódio a atenção acabou se mantendo no que parece ser a dupla protagonista inicial da série, acabamos literalmente “caindo de cabeça” no conhecimento de outros heróis, mas especificamente do casal Rapina e Columba (Hawk and Dove).

Hank e Dawn serviram para agitar as estruturas de Dick Grayson, aqui vemos o eterno garoto maravilha (garoto prodígio) tentando se desvincular mais uma vez da sombra do Batman, entretanto, suas atitudes são extremamente igualitárias ao Morcegão. Mentiras, suborno e conversas escondidas por telefone com Alfred são decisões cegas que nos fazem entender esse conflito no qual o Robin está passando e o porquê de ele estar diferente e sanguinário, algo que gera até estranheza de seus velhos conhecidos, Rapina e Columba.

Neste episódio o casal de heróis nos faz mergulhar na dicotomia que eles precisam enfrentar no seu dia a dia. Com uma mistura de realismo e fantasia, a direção imposta por Brad Anderson (Fringe) nos deixa bem à vontade nesse mundo de desafios que todos os personagens estão enfrentando, principalmente o casal que está planejando abandonar está vida de justiça noturna com uma última missão. As cenas de ação e as coreografias de luta continuam uma maravilha, ver três heróis lutando juntos e dando várias porradas em alguns capangas nos tradicionais becos americanos é algo de se prestigiar, fora ainda que os efeitos especiais envolvendo os poderes da Ravena continuam bem satisfatórios.

Vale um destaque especial para um easter-egg em um quadro de uma foto onde temos o primeiro vislumbre de Donna Troy, a Moça-Maravilha que está com uma aparição confirmadíssima nos próximos episódios da série. Mesmo a passos lentos, Titãs parece seguir uma linha de incline que irá cativar a cada episódio os seus fãs, Titans go!

Nota para o episódio: 4,5 / 5


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BIG MOUTH | Novo personagem faz com que a 2º temporada seja ainda melhor – Crítica do Viajante

Publicado

em

Estreou nesse mês de outubro na rede de streaming Netflix a segunda temporada da controversa série de animação Big Mouth que causou muita polêmica em 2016 (crítica da 1º temporada aqui). A atração tinha como público-alvo os adolescentes ao tratar justamente dessa fase de nossas vidas. Escrachada, recheada de nudez, palavrões e humor negro, deixou horrorizada uma parcela de pais que não consultam a classificação indicativa, que nesse caso é de 16 anos, e que pensam que toda e qualquer animação pode ser vista por crianças.

Observando-se esse detalhe da classificação indicativa, Big Mouth é sensacional no que se propõe. Sem ser chata, a série tenta orientar os adolescentes nessa fase tão difícil da vida. Nessa segunda temporada, os produtores e roteiristas Nick Kroll (criador de Festa das Salsichas) e Andrew Goldberg (roteirista de Family Guy) até tentam apresentar alguns episódios mais “didáticos”, mas como dizem pelas redes sociais: “A zoeira never ends”, e mesmo esses, são engraçadíssimos. 

Os personagens adolescentes são praticamente os mesmos da primeira temporada, com o acréscimo de Gina Alvarez (voz de Gina Rodriguez), a garota que por já ter seus seios mais desenvolvidos atrai a atenção de todos os garotos e a inveja e o ciúme das demais garotas. O casal de “Monstros dos Hormônios“, Maury e Connie (referências aos apresentadores de TV americanos Maury Povich e Connie Chung) também estão de volta, porém mais alguns deles nos são apresentados, como Rick (Nick Kroll), uma versão velha e decrépita da criatura, e Tyler, a versão jovem e novata cujo chifre nem cresceu ainda.

Rick, o Monstro do Hormônio velho e decrépito

 

 

 

Tyler, o Monstro do Hormônio jovem e novato.

 

 

 

 

 

 

 

O Mago da Vergonha

Porém, a sensação dessa segunda temporada é sem dúvida nenhuma o Mago da Vergonha (David Thewlis). O novo personagem é uma espécie de espectro de roupas negras, orelhas pontudas e olhos de cores diferentes que chega para bater de frente com os tais Monstros dos Hormônios. Enquantos os monstros inundam o cérebro dos adolescentes com suas substâncias fazendo-os tomar decisões desastrosas e agir por impulso, o Mago da Vergonha faz com que sintam vergonha de suas atitudes, de seus pais, de seus amigos… de tudo! Essa dualidade deixa os adolescentes totalmente pirados e causa as situações mais engraçadas do show. 

Por outro lado, alguns personagens perderam destaque em relação á temporada passada, como o Fantasma de Duke Ellington (Jordan Peele) que quase não aparece dessa vez. Já os pais dos adolescentes protagonistas ganham mais tempo de tela com destaque para o insuportável Marty Glouberman (Richard Kind) pai de Andrew (Andrew Goldberg) que implica com tudo e com todos. Outro personagem secundário que brilha nessa temporada é o treinador Steve (mais uma das inúmeras vozes feitas por Nick Kroll) que apesar de ser virgem e de sequer saber o que é sexo, acaba como professor de educação sexual da garotada que no final ensina muito mais a ele, do que ele à turma.

Big Mouth é sensacional por ter potencial para agradar tanto ao seu público alvo, os adolescentes, com sua didática sarcástica e despojada como os próprios gostam de ser, assim como despertar nostalgia naqueles que já passaram por tudo isso, sentiram que nada poderia ser pior mas que agora percebem que foi a melhor fase de suas vidas e nem tão ruim assim. Vale muita a pena ser assistida. Recomendo sem pestanejar e classifico como:

 

5/5

 

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Críticas

TITANS | Primeiras impressões da nova série do DC Universe

Igor Souza

Publicado

em

Foto: divulgação

E finalmente estreou para nós, meros fãs e entusiastas do universo DC Comics a aguardada série em live-action dos Titãs. Composta inicialmente por Robin, Ravena, Estelar e Mutano, o episódio piloto da produção feita pelo DC Universe (inédito serviço de streaming da DC Comics) nos apresentou de forma bastante interessante esses quatro pilares iniciais do jovem supergrupo.

Seguindo sua essência urbana e violenta, a onipresença do Batman é percebida em cada detalhe, mesmo não aparecendo fisicamente, é clara para todos que a influência do Morcegão é bem evidente e o “Fu%# Batman” é nos apresentado justamente para brincar com isso, a DC explora sem vergonha nenhuma o seu herói mais popular, mas ela não precisa necessariamente dele para construir e apresentar personagens importantes em um universo totalmente rico.

Com a produção e roteiro de um trio poderoso, está première dos Titãs nos revela de forma sensata onde cada um trabalha, Geoff Johns cuida do lado heroico, Greg Berlanti nos apresenta o lado sombrio e fechando o trio de ferro temos o experiente Akiva Goldsman que amarra e nos conta uma história de forma bastante interessante e enigmática sobre os nossos queridos heróis. Titãs pode apresentar um certo exagero para alguns na violência imposta por um Dick Grayson sem pudores, mas pela condução da história conseguiremos compreender o porquê de tudo isso.

Já em relação com outro ponto positivo está a ambientação bem noir das noites de Detroit, realmente uma Gotham do mundo real e assistir o Robin em ação pela primeira na cidade e no episódio é bem interessante, outro ponto de destaque é os efeitos práticos em relação as coreografias de luta que estão exuberantes.

No final deste primeiro episódio, vimos que ele serviu somente para apresentar os heróis que formarão o grupo, com destaque especial para Robin e Ravena, essa segunda já manifestou os seus poderes sombrios de forma bastante convincente. O que podemos refletir é que a série é diferente, bem trabalhada na sua história e que irá agradar muitos fãs que puderem dar uma chance para a produção que é a DC na sua essência.

Nota para o primeiro episódio (episódio piloto):

4 / 5


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