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Críticas

STAR TREK: DISCOVERY | Mid-season com muita ação! – Episódio 09: Into The Forest I Go – Crítica do Viajante

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E o episódio 09 de “Star Trek: Discovery” foi como qualquer “mid-season” de qualquer série deve ser: Eletrizante, com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo e finalizando com vários ganchos e pontas soltas para provocar a curiosidade do espectador para que ele não se esqueça e não deixe assistir seu retorno após as férias de natal dos atores.

Na verdade, o episódio fecha o arco do anterior que pressupunha uma batalha entre a “U.S.S. Discovery” e a nave “Sarcófago” dos “klingons“, o que realmente aconteceu de forma fantástica, com a nave da federação mostrando todo seu potencial de combate através do “motor de propulsão orgânico-micelial“.

Além da batalha em si, ainda tivemos o casal de protagonistas, “Michael Burnham” (Soneqa Martin-Green) e “Ash Tyler” (Shazad Latif) em uma missão de invasão à espaçonave inimiga antes do confronto começar e que nos trouxe várias supresas a serem desvendadas na segunda temporada da série, principalmente sobre a relação de “Tyler” com a klingon “L’Rell” (Mary Chieffo).

As implicações dos “saltos” do já citado  “motor de propulsão orgânico-micelial” na saúde do engenheiro-chefe “Paul Stamets” (Anthony Rapp) vão tornando-se cada vez mais perigosas e já podemos vislumbrar que isso possa a vir a ser no futuro a causa do fim de tal tecnologia, já que a mesma necessita de um ser humano cujo DNA foi misturado a de um “tardígrado espacial” e que aparentemente está lhe fazendo mal.

Sobre “Paul Stamets”, que também foi alardeado como o primeiro personagem assumidamente homossexual da franquia, finalmente pudemos assistir seu primeiro beijo com seu par romântico, o oficial médico da “Discovery” “Dr. Hugh Culber” (Wilson Cruz). Digo finalmente, pois anteriormente já havíamos presenciado uma cena de cunho romântico entre ambos, porém o beijo não havia ocorrido. Entre verdadeiros “trekkers“, presumidamente isentos de preconceitos, esse tipo de cena nem deveria causar expectativa ou coisa parecida, deveria ser encarada normalmente, mas nos tempos de ódio em que vivemos hoje, não há como negar que havia uma certa tensão sobre quando isso ocorreria. Ocorreu, e como grande otimista que sou, espero que não haja “rage” ou “problematização” com a cena. Que passe naturalmente e se repita no futuro de forma mais casual e sem que necessite ser comentado.

O episódio pode ser considerado um dos melhores dessa primeira metade da primeira temporada. Minha classificação geral para o conjunto da obra se mantém em:

 

 

Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

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