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Críticas

THE ORVILLE | Ótimo episódio com distorção de realidade – Episódio 10: Firestorm – Crítica do viajante

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Está cada vez mais dificil não traçar paralelos entre “The Orville“, a série criada por Seth MacFarlane e que é, segundo as próprias palavras dele, uma homenagem a “Star Trek” e à própria franquia criada por Gene Roddenberry.

Episódios onde a realidade se distorce de alguma forma, onde no decorrer da história protagonistas morrem, outros se tornam insanos cometendo atos irremediáveis e coisas impossíveis cientificamente ocorrem, são recorrentes em todas as séries da franquia “Star Trek”. Os espectadores geralmente percebem que se trata de um episódio de realidade distorcida quando as consequências dos fatos ocorridos simplesmente não podem perdurar no próximo episódio, e ele sabe que tudo se mostrará de alguma forma falso até o final daquele capítulo onde tudo voltará ao normal. O suspense está em tentar se descobrir o que realmente está ocorrendo e como tudo se reverterá inevitavelmente.

E eis que “The Orville” nos brinda com uma trama desse tipo em seu décimo episódio: “Firestorm“. A espaçonave que dá título ao show passa por uma tempestade espacial que causa grandes danos à engenharia onde um de seus técnicos morre (podemos chamá-lo de “camisa vermelha?) diante da chefe de segurança “Alara Kitan (Halston Sage) que paralisa diante de uma fobia por fogo que a mesma desconhecia e a impede de salvá-lo.

Aparentemente o episódio segue na linha da personagem que se culpa por algo, e na tentativa dos outros em mostrar que não há culpa. Contudo, de repente, coisas estranhíssimas e impossíveis começam a ocorrer, como por exemplo um palhaço que corre pelos corredores da nave e em seguida desaparece, ou abismos que aparecem atrás de portas, onde deveria haver um aposento. É aí que percebemos que algo está muito errado e que se trata de um episódio de realidade distorcida.

O episódio todo é sensacional e consegue nos trazer aquela insegurança por não sabermos em momento nenhum o que é real e o que não é. Ficamos ansiosos por entender o que realmente está acontecendo e em que momento tudo virou de pernas pro ar. “Firestorm não deixa nada a dever a episódios semelhantes de “Star Trek”. O episódio também volta a fazer uso dos “holodecks”, outra homenagem à fraquia que a inspira. E eu digo “holodecks” porque realmente não me lembro se deram algum nome a essas salas de simulação de realidade em “The Orville”. Holodeck era o nome usado em Star Trek. A foto de capa dessa matéria traz o comandante “Borthus” (Peter Macom) vestido como um “pai da pátria” americano enquanto aguarda para participar de uma sessão recreativa no holodeck.

E continuando com o “fan-service”, tivemos também um veterano de Star Trek em “Firestorm”. Trata-se do ator Robert Picardo, que interpretou o saudoso holograma do “Doutor” pelas sete temporadas de “Star Trek: Voyager“. Em “The Orville”, Picardo interpreta o pai de Alara que tem preconceito contra humanos e os chama de “caipiras da galáxia”. A atriz Molly Hagan interpreta a mãe de Alara a seu lado.

“The Orville” está tão boa, que pessoalmente arrisco dizer que entre as mais de 30 séries que acompanho atualmente, é a minha preferida. “The Orville” me deixa sempre ansioso pelo próximo episódio, e quando chega o momento de assistir, passa tão rapidamente que a impressão que tenho é que se passaram apenas 10 minutos, e não os 40 que realmente dura. Faltando ainda dois episódios para encerrar-se a primeira temporada, já estou aborrecido por ter que esperar a segunda temporada prevista para o segundo semestre de 2018.

 

Links para as críticas dos episódios anteriores:

Episódio Piloto

Episódio 02

Episódio 03

Episódio 04

Episódio 07

Episódio 08

Episódio 09

Obs: Não há links para os episódios 05 e 06 porque eu estava fora de minha cidade na época em que foram exibidos e não tive tempo de escrever as críticas sobre ambos ainda.

Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

Críticas

ELSEWORLDS | O crossover das séries de super heróis da CW – Crítica

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Olá tripulantes, como sabemos, todos os anos a CW faz os famosos crossovers das séries de super heróis para ter uma interação entre os atores. Tudo começou na 2º temporada de Arrow com a aparição de Barry Allen. Depois tivemos com Flash, a criação das Lendas do Amanhã, depois o surgimento da Supergirl, Invasão e por último, no ano passado, tivemos a Crise na Terra X com uma pequena base no clássico dos HQs “Entre a Foice e o Martelo.

Esse ano a CW inovou com o Elsewords. Tivemos a aparição do Monitor, tivemos a aparição da Batwoman (amei a Ruby Rose como Kathy Kane). Ao final dos episódio 8 de Arrow e Flash temos a terra 90 (baseada nos heróis dos anos 90). Barry acaba sendo arrastado e indo encarar o monitor (John Wesley Shipp revivendo o papel de Barry Allen). A história começa com tudo do mesmo jeito em que terminaram os episódios, exceto que agora Oliver Queen é Barry Allen e vice-versa. Somente os 2 tinham essa consciência, o mundo todo estava confuso. Eles então fogem pra Terra 38 pra encontrar Kara e conhecem Clark Kent e Lois Lane ( o que eu mais queria ver:  Oliver e Barry conhecendo o Superman), e achei mega legal a interação deles.

Depois de se conhecerem eles voltam para Terra 1 e conhecem AMAZO, um robô das industrias Ivo ( pra quem não se lembra amazo era o nome do barco em que estavam Sarah Lance e o Anatoly na 2 temporada de Arrow, e Ivo era o doutor que estava morrendo lá). No final dessa luta Cisco vibra e vê o Monitor entregando o livro do destino para um homen ( John Deegan, médico do Asilo Arkham) e altera a história. Termina o 1 episódio eles indo pra Gotham. O mais legal disso é o Oliver não acreditar no Batman e achar que ele é uma lenda com tudo apontando a existência dele, até mesmo com o Bat-Sinal e eleinsistindo  que era um mito. Eles conhecem a Kathy Kane que alega ser prima de Bruce Wayne, e que omesmo saiu da cidade há 3 anos. O legal aqui é como ela é introduzida e como agem de maneira muito legal. Depois eles vão pro asilo pra pegar o tal livro do destino, pois o Barry da terra 90 diz que só o mesmo corrigiria tudo. Após estarem de posse do objeto eles voltam pra base da ARGUS  e   então encontram o Flash da Terra 90, que a princípio acham que é Joel Ciclone ( nome muito mais legal que Flash da terra 3) que acaba tendo que esclarecer quem realmente é e revela que  John Diggle era um membro da tropa dos Lanternas Verdes. Os 4 vão de frente ao encontro com o Monitor que além de enviar Barry de volta pra Terra 90, recupera o livro e devolve para fazendo com que tudo mude novamente e Oliver e Barry agora são criminosos conhecidos como os gênios do Gatilho.

No começo do 3º e último episódio vemos o Superman com uniforme preto e meio que dominador, mas em poucas palavras já sabemos quem é o Superman facista. Oliver e Barry são bandidos e Kara esta presa no Star Labs. Oliver e Barry conversam com o Monitor e encontram uma maneira de resolver tudo. Rumam para a terra 38 e trazem consigo o Superman. Há uma grande briga e Kara recupera o livro do destino e entrega ao Superman que a retorna á identidade de Supergirl, Barry como Flash e Oliver como Arqueiro Verde. Nova briga e eis que surge no meio da batalha Brainiac 15, Lois Lane com um martelo e Ajax ( odeio o nome Caçador de Marte) na terra 1 que depois de resolverem tudo, voltam pra terra 38, a realidade é concertada e no final Batwoman ainda liga pra Oliver e diz que tudo ainda não acabou e que virá ainda uma Crises nas Infinitas Terras.

Bom o que eu tenho a dizer é que foi o melhor crossover que eu vi na vida. Adoro o Superman da CW. Ele tem muitos pontos do Superman dos quadrinhos. A referência ao HQ “Melhores do Mundo” que a Kara faz com a Kathy, as cenas do Oliver com os poderes do Barry estavam hilárias demais. Parabéns à CW. Esse foi o Maior Fã service de todos e minha nota :

5 /5

 


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HOMEM-ARANHA: NO ARANHAVERSO | Simplesmente espetacular! – Crítica do Don Giovanni

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Após os rumores de que a Sony pode “caminhar com suas próprias pernas” depois de “Homem Aranha: Longe de Casa” (colocando um fim na parceria com a Marvel Studios) os fãs do “cabeça de teia” ficaram preocupados (e com razão) com o futuro cinematográfico do “escalador de paredes”. Mas se isso realmente se concretizar, a nova animação “Homem Aranha no Aranhaverso” produzida pela Columbia Pictures e Sony Pictures Animation, pode indicar que o estúdio aparentemente aprendeu com os erros do passado e está pronto para retomar o controle criativo da criação máxima de Stan Lee.
 
 
 
Diferente de Venom e dos filmes de Andrew Garfield “Homem Aranha no Aranhaverso” consegue sintetizar de forma “espetacular” toda a essência, o humor, a aventura e o heroísmo do personagem mais importante da “casa das Ideias”. Usando uma narrativa idêntica as das historias em quadrinhos (com direito a onomatopeias e balões de pensamentos), a animação dirigida por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman, surpreende pela qualidade do roteiro (extremamente bem amarrado, dinâmico e ousado) pela maravilhosa técnica de animação (que produzem lindas imagens e cenas de ação de tirar o fôlego) e por apresentar a versão mais próxima das “Hqs” do “amigão da vizinhança”.
 
 
 
 
Com o intuito de trazer sua esposa Vanessa e seu filho Richard de volta a vida, Wilson Fisk financia um aparato tecnológico capaz de criar uma “fissura” entre as dimensões para encontrar uma espécie de “contraparte” de sua falecida família. A insanidade do “Rei” causa um colapso nas dimensões (que pode ser sentido a todo o momento quando imagens em primeiro e segundo plano ficam fora de foco por alguns segundos) causando o encontro de vários “homens aranhas” de universos distintos. Somos apresentados então ao jovem Miles Morales, de origem porto-riquenha e afro-americana. É impressionante como Morales precisa de muito pouco tempo de tela para conquistar o espectador. Carismático e descolado no Brooklyn, o garoto que irá se tornar o novo Homem Aranha, é um adolescente comum, como qualquer outro, que tenta suprir as expectativas geradas por seus pais, enquanto se adapta a uma nova realidade, a uma nova escola. Ao lado de suas outras contrapartes que incluem a versão clássica dos quadrinhos (o verdadeiro, porém mais velho e sedentário), Spider-Gwen, o Homem Aranha Noir (dublado por Nicolas Cage) e até mesmo Peter Porker, uma versão dos anos 80 pra lá de bizarra (Porco-Aranha), o novo “amigão da vizinhança” deve impedir a destruição de todas as realidades, além de aceitar seu destino.
 
 
Se não bastassem a ótima história e os divertidos personagens, o longa animado ainda presta diversas lindas homenagens que vão desde as Hqs do herói, ao clássico desenho animado dos anos 60, aos filmes de Sam Raimi e até mesmo a versão de Tom Holland de Guerra Infinita. Uma declaração de amor ao “teioso” com direito a uma emocionante participação de Stan Lee e um lindo tributo a Steve Ditko.
 
 
Ou seja, se a Sony seguir seu próprio caminho com o Homem Aranha, essa nova produção é uma prova de que com as pessoas certas, Peter Parker ainda pode render deliciosas e mágicas aventuras, mesmo sem a batuta da Marvel Studios. Que venham mais animações de Morales e cia, os fãs do aranha agradecem.
 
 
 
 
P.S – A cena extra é épica e nostálgica.
 
 
 
 
Pontuação de 0 a 5
 
 
Nota: 5

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AQUAMAN | Crítica em vídeo com Aline Giugni & Don Giovanni

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Acompanhe nossos audaciosos mergulhadores Don Giovanni & Aline Giugni  em mais uma divertida crítica em vídeo. Bem vindo a Atlântida!

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