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Críticas

TODO DIA | Crítica do Don Giovanni

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Dirigido pelo iniciante Michael Sucsy e escrito por Jesse Andrews, a nova produção do clássico estúdio Orion Pictures, adapta o romance “Todo Dia” de David Levithan, de forma inocente, doce, mas um pouco previsível.
Na trama somos apresentados a “A” uma espécie de “espírito viajante” que tem a inexplicável capacidade de acordar todos os dias em um corpo diferente, independente de gênero e cor, sendo sempre alguém de idade próxima a sua e jamais a mesma pessoa duas vezes. Porém, sua rotina muda completamente quando “A” acorda no corpo de “Justin” (Justice Smith) o namorado da bela e meiga Rhiannon (Angourie Rice) e acaba se apaixonando perdidamente por ela.
 
 
 
Daquele momento em diante “A” começa uma verdadeira jornada diária para encontrar Rhiannon todos os dias, cada vez com uma “pele” diferente, mas amando com a mesma intensidade, sem se preocupar com gênero, cor, ou regras.
 
A jovem e promissora atriz Angourie Rice consegue passar toda doçura e ingenuidade comuns nessa fase da vida, fazendo com que o espectador se apaixone pela personagem, torcendo para que ambos possam viver esse amor em toda sua plenitude.
 
Direcionado ao publico adolescente, a produção acerta em construir uma história de amor que não escolhe forma, credo, cor e principalmente gênero, mostrando e ensinando que o amor não tem limites e que nos apaixonamos por um conjunto de qualidades, independente da aparência, de preconceitos, de amarras e de estereótipos.
 
O ponto negativo do longa fica por conta de sua previsibilidade, fazendo com que o publico não se surpreenda com o final da produção, mas que de certa forma é um tipo de clichê que acaba funcionando muito bem em histórias românticas e contos de fadas, tornando entendível algumas óbvias decisões do roteiro.
 
Um filme leve, doce e corajoso, pois por mais que aposte em um roteiro simples e descompromissado, sua mensagem principal é clara e bastante oportuna em uma época que caminhamos para trás, nos tornando uma sociedade conservadora, preconceituosa, agressiva, machista e até mesmo criminosa. Uma produção que tem o intuído de colocar um pouco de clareza e bom senso, popularizando a diversidade de gêneros e levantando a bandeira do amor acima de tudo, tem o meu respeito.
 
 
 
Pontuação de 0 a 5
 
Nota: 3

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Giovanni Giugni (Don Giovanni) é o exército de um homem só, por trás da "Casa das Ideias Nerd". Teve a felicidade de ter como primeiras experiências cinematográficas, filmes do calibre de "Superman" de 1978 e "O Império Contra-ataca". Destemido desenhista e intrépido apaixonado por "Super-heróis", vive disfarçado como um pacato Professor de musculação.

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