Connect with us

Críticas

WARCRAFT: O PRIMEIRO ENCONTRO DE DOIS MUNDOS | Crítica do Viajante!

Publicado

em

Como já sabemos, filmes de jogos acabam por não ser bem sucedidos em suas adaptações e é quase uma regra não escrita sobre o cinema, mas como tudo, essa regra tem sua exceção.
Hoje vou falar um pouco sobre o filme baseado no jogo de World of Warcraft, o filme fala sobre o mundo pacífico de Azeroth que está à beira de uma guerra, enquanto sua civilização enfrenta uma raça temível de invasores: guerreiros Orcs que estão fugindo de sua casa moribunda para colonizar um novo lugar. Enquanto um portal se abre para conectar os dois mundos, um exército enfrenta a destruição e o outro enfrenta a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar. Então, uma saga espetacular de poder e sacrifício começam, onde a guerra tem muitas faces e todos lutam por algo.

Não estava esperando grandes coisas desse filme, mas ele me surpreendeu com muitos pontos positivos como os cenários muito bem feitos que são bem parecidos com os jogos, a criação dos personagens ficou muito boa, os Orcs ficaram incríveis,poderosos e super bem feitos, as armaduras bem feitas e trabalhadas, as cenas de batalhas e lutas ficaram lindas e sangrentas, os roteiristas fizeram um belíssimo trabalho em fechar os pequenos furos que tinha na história original e por ultimo mas não menos importante as menções honrosas aos Dwarf (Anões), aos Blood Elfs (Elfos Sangrentos) e para os Murloc (gmmmlmrmrgmg).

Lados negativos a dublagem não ficou tão bom em comparação com o filme no idioma original (inglês), pois para fazer o filme os atores que fizeram os Orcs modularam as vozes para ficarem mais parecidas com os dos personagens e a dublagem nacional não teve como fazer o mesmo, outra pequena coisa que me incomodou (e incomodou a muitos) foi a atuação de nosso amado Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel) que não atuou tão bem quanto esperado (uma pena).
Como disse no inicio a cima, os filmes baseado em jogos acabam por não ser bem sucedidos em suas adaptações e é quase uma regra não escrita no cinema, mas como tudo, essa regra tem sua exceção com o filme ‘Warcraft que tem sim belo roteiro, que nos conta com uma história incrível e um final espetacular com um plot maravilhoso. A Blizzard está de parabéns e surpreendeu nós que amamos os jogos com está boa adaptação, fazendo com que aqueles fãs como eu fiquem com muita saudade de jogar e os que nunca jogaram com toda certeza após assistirem o filme ficarão com vontade de jogar.
NOTA:

Trailer:

Ray "Valquíria" Fluvierz. Especialista em cultura oriental e Animações. Maior fã dos estúdios Ghibli, Arlequina, Animações, Vertigo, Neil Gaiman, Deadpool, Skyrim e Terra Média. Admiradora de tudo que tem olhos puxados ou de tudo que seja Medieval/ Viking. Adoradora de Livros, Séries, HQs, Mangás, Filmes e Games. Aficionada por Animações e Raposas. Estudante de Belas Artes. A rainha do grupo.

Advertisement
Clique para comentar

Críticas

VINGADORES: GUERRA INFINITA | Crítica do Don Giovanni (sem spoiler)

Publicado

em

 

Desde a famosa cena extra de “Os Vingadores” (2012), onde tomamos conhecimento de que Thanos estava por trás da invasão Chitauri em Nova Iorque e tinha como objetivo reunir as “joias do infinito”, que aguardamos ansiosamente a chegada do “titã louco” ao nosso planeta.

Após 10 anos de Marvel Studios, criamos uma expectativa gigantesca em torno do filme, que tinha a responsabilidade e a pretensão, de se tornar o maior evento cinematográfico de todos os tempos. Felizmente para alegria dos fãs, a “casa das ideias” cumpre o prometido, entregando o melhor filme do estúdio de todos os tempos.

Em uma montanha “russa” de sentimentos, que alternam entre dramáticas cenas emocionais, divertidos alívios cômicos e alucinantes cenas de ação, somos impactados logo de cara, com a primeira aparição de Thanos em toda sua glória. Antes dos créditos iniciais já tomamos conhecimento dos planos do vilão,  entendemos suas motivações e ficamos boquiabertos ao contemplar a verdadeira extensão de seu poder, tudo isso antes do título do filme aparecer na tela. Palmas para o roteiro extremamente cadenciado, que sem pressa, conta uma história densa, de forma frenética e divertida, mantendo-se em uma crescente até o apoteótico final da produção.

 

 

Na trama, Thanos de titã, deseja causar o genocídio cósmico da metade da população do universo, para na sua visão distorcida, equilibrar a existência. Para isso, ele precisa reunir as “joias do infinito”, que ao serem incrustadas na “manopla”, fazem com que seu portador possa moldar a realidade, o tempo, o espaço, a mente e alma de acordo com sua vontade.

A segura direção dos irmãos Russo, impressiona de diversas formas. Todos os personagens aparecem de forma épica, arrancando aplausos dos espectadores, criando cenas memoráveis, produzindo um festival de sentimentos que passam pela alegria, tristeza, angustia… medo.

A todo momento somos deliciosamente surpreendidos pela produção,  que amarra todos os filmes do estúdio, respondendo inúmeras questões, mas criando outros questionamentos, que só serão respondidos no vindouro Vingadores 4.

Robert Downey Jr. comanda o espetáculo de forma elétrica, heroica e divertida. Sua química com Tom Holland é fantástica e o novo Aranha de Ferro é simplesmente “espetacular”.

Chris Evans é o Capitão América, suas cenas são maravilhosas, sua postura, impecável e suas frases de efeito, batem tão forte quanto seu antigo escudo de vibranium.

Merecidamente Chris Hemsworth tem bastante tempo de tela, seu timing de piadas continua fantástico e suas cenas de ação, são um dos pontos altos da produção.

 

 

Todo elenco está glorioso, todos sem exceção contribuem de forma efetiva para a narrativa da história. Mas temos que dar um destaque especial para o titã louco vivido com maestria por Josh Brolin, que simplesmente encontro no vilão, o personagem mais marcante de sua carreira. Thanos é imponente, de olhar malicioso, sorriso sarcástico e sua voz é fria como a vastidão do espaço. Medo, é o que você sente quando o vilão entra em cena.

Um filme espetacular, que fez justiça ao seu longo tempo de espera, que se torna um marco no gênero de super-heróis, elevando mais uma vez a grandiosidade apresentada em Vingadores e Guerra Civil, para outro patamar.

Definitivamente o melhor filme do ano e um dos melhores filmes de todos os tempos.

Nota: 5/5

 

 

P.S. 1 – Realmente impactado, chorei, sorri, gargalhei, me surpreendi por inúmeras vezes, bati palmas, me diverti como nunca. Um sonho que se tornou realidade.

P.S. 2 – Thanos é um dos melhores vilões do cinema.

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK:  facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:  twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM:  instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE:  www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

BORUTO: NARUTO NEXT GENERATIONS | Revelados título, prévia e spoilers do episódio 56

SOMENTE O MAR SABE | Crítica do Don Giovanni

TEEKCAST #41 | 10 anos de Universo Marvel nos Cinemas (Fase 03 e Expectativas para Vingadores: Guerra Infinita)

VINGADORES: GUERRA INFINITA | Contagem Regressiva (Falta 1 dia)

VENOM | Confira as 3 melhores histórias do vilão!

CHAVES/CHAPOLIN | Saiba quem serão os dubladores no plim-plim!


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

Continue lendo

Críticas

SOMENTE O MAR SABE | Crítica do Don Giovanni

Publicado

em

 

A necessidade humana de realizar o extraordinário dita o tom da nova produção do Estúdio Canal em parceria com a BBC Films, baseada na história real do intrépido navegador amador Donald Crowhurst, que partiu para uma aventura sem precedentes, através da imensidão azul.

Dirigido por James Marsh (A teoria de tudo – 2014) o filme narra de forma biográfica, a jornada e o drama do marinheiro amador Donald Crowhurst (Colin Firth) e sua tentativa de completar a Corrida do Globo de Ouro do Sunday Times em 1968 (que consistia em dar a volta ao mundo em um pequeno barco sem parada alguma) deixando para trás sua esposa Clare Crowhurst (Rachel Weisz) e filhos.

 

 

Logo de cara nos identificamos com o personagem de Colin Firth (vencedor do Oscar de melhor ator pelo filme “O Discurso do Rei” de 2011), inevitavelmente somos magnetizados por ideias revolucionárias e sonhadoras, mas paralelamente a isso, termos a sensação de que Crowhurst, tem as “ferramentas”, mas nitidamente falta-lhe experiência para o trabalho. Isso dá ao personagem um tom verdadeiro e o aproxima do espectador. Essa coragem mesclada  a inocência e a inexperiência, fazem com que o público seja conduzido por todo primeiro ato, de forma curiosa, mas temerosa.

A competente Rachel Weisz (O legado de Bourne de 2012) como Clare Crowhurst , a devotada esposa que carrega o fardo da ausência do marido, tem pouco espaço na produção, deixando todo o foco central do longa, para o desastroso drama náutico do marido.

O clima documental do filme, que prima por realmente contar uma história “pé no chão”, pode decepcionar quem for assistir a produção, procurando grandes cenas de ação, com elaboradas tempestades criadas em CGI, porém, se você é daqueles que sempre buscou por uma grande aventura náutica, ou sonhou em desbravar o desconhecido, você pode tirar valiosas lições da jornada de Donald Crowhurst, que arriscou tudo por um desejo incontrolável de realizar o extraordinário, mesmo não tendo as habilidades necessárias para a tarefa.

 

Um filme que prima pela reflexão, fazendo o espectador reavaliar suas escolhas e suas motivações pessoais.

 

Nota: 3/5

 

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER: twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

TEEKCAST #41 | 10 anos de Universo Marvel nos Cinemas (Fase 03 e Expectativas para Vingadores: Guerra Infinita)

VINGADORES: GUERRA INFINITA | Contagem Regressiva (Falta 1 dia)

VENOM | Confira as 3 melhores histórias do vilão!

CHAVES/CHAPOLIN | Saiba quem serão os dubladores no plim-plim!

NOSFERATU | Protagonista do filme de 1922 era um vampiro de verdade?


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

Continue lendo

Críticas

WESTWORLD | Estreia da segunda temporada – Episódio 01 – Crítica do Viajante

Publicado

em

Salve, salve tripulantes!!! Com o hiato de Star Trek: Discovery e de The Orville, estarei fazendo a crítica semanal de outra grande série de ficção atual: Westworld. Já deixo avisado que os textos podem conter SPOILERS. Dito isso, a continuação dessa leitura é por conta e risco do leitor.

Westworld estreou sua primeira temporada em outubro de 2016 e foi muita bem recebida por público e crítica. O enredo gira em torno de um gigantesco parque construído no meio de uma região desértica. Com a temática de faroeste, a atração contém centenas de andróides que simulam humanos e animais, e cuja programação é voltada totalmente para atender aos desejos de seus clientes, inclusive os mais sádicos e obscuros. Se o indivíduo é um psicopata com instintos de matar, torturar, estuprar ou destruir, ali é seu lugar. Em Westworld, todos esses “crimes” podem ser praticados, afinal são andróides sem inteligência ou vontade própria, apenas máquinas. Ou, pelo menos, era o que se pensava.

Os andróides, que são denominados “anfitriões” pela direção do parque, deveriam ter em suas programações narrativas com inúmeras variações para interagirem perfeitamente com os “convidados” (os clientes, em sua maioria milionários) independente do que esses fizerem. Porém, no transcorrer da primeira temporada, a mais antiga anfitriã de Westworld, Dolores (Evan Rachel Wood) através de uma código inplementado em seu cérebro artificial, adquire consciência própria e tem acesso às suas memórias completas (elas era apagadas diariamente) e acaba por comandar uma rebelião dos anfitriões. 

Por outro lado, outra anfitriã, a dona do prostíbulo de Westworld, Maeve (Thandie Newton), utilizando-se de outros meios (ela consegue coagir alguns dos funcionários humanos do parque) também consegue se libertar de sua programação comandando ao lado de outro andróide, Hector (Rodrigo Santoro), uma revolta paralela, essa dentro dos laboratórios do complexo. 

É nesse cenário de caos que se inicia a 2º temporada. Tanto nos laboratórios como no parque propriamente dito, vislumbramos corpos por todos os lados. Tanto de humanos quanto de anfitriões, em um retrato quase apocalíptico. Maeve tem um funcionário humano como refém e planeja, com sua ajuda, sair para o mundo real de vez. Já Dolores, ao lado de seu par romântico. o totalmente leal (por programação) vaqueiro Teddy (James Marsden), espalha sua vingança contra os humanos no parque, em atitude totalmente inversa á sua programação de origem que a tornava uma ingênua e otimista moça do campo. 

E auxiliando a equipe de segurança da Delos, empresa responsável pelo parque a tentar por ordem na casa, surge Bernard (Jeffrey Wright), que é o protagonista da série. Trata-se de um andróide que passou a vida inteira acreditando ser humano e trabalhando na manutenção e programação dos anfitriões. Ao final da primeira temporada, lhe foi revelada sua verdadeira origem, porém ninguém mais sabe disso. 

Devemos também nos lembrar que tudo não passa de um sutil plano do administrador Robert Ford (Anthony Hopkins) que planejou a própria morte no último episódio da temporada anterior, não sem antes introduzir uma nova e perigosa narrativa que retirou os protocolos que impediam os anfitriões de ferir ou matar humanos.

Por último, pudemos rever o personagem Homem de Preto (Ed Harris) que descobrimos ser a versão mais velha do jovem William (Jimmi Simpson), que outrora entrara em Westworld como convidado e que após se apaixonar pela anfitriã Dolores nunca mais deixou o parque perambulando por suas dependências como um velho cowboy. Sua aparição é rápida porém intrigante pelo fato de ele dialogar com um anfitrião criança que traz a voz de Ford e lhe avisa que a nova programação é um desafio a ele.

Na parte técnica, a segunda temporada não deixa nada a dever para a primeira. Os figurinos e cenários continuam impecáveis, assim como a ambientação externa e os efeitos especiais. Digno das produções da HBO que não abrem mão da qualidade visual.

O primeiro episódio foi morno, tratando-se apenas de uma reapresentação dos personagens e da trama após um ano e meio de hiato. É compreensível que isso ocorra e que nenhum fato mais relevante tenha ocorrido. Por isso mesmo não há muito o que falar sobre o mesmo. Tudo indica ser uma preparação para uma nova e instigante temporada onde, a julgar pelo material publicitário para o próximo episódio em que Maeve aparece vestida de samurai, iremos vislumbrar outras seções do parque que não a de faroeste. Além do shogunato japonês, que outros períodos históricos poderemos ter nessa segunda temporada de Westworld? E você, caro tripulante? O que gostaria de ver? Deixe sua opinião nos comentários.

Minha classificação leva em conta, como eu disse, a reapresentação ao público mas tenho certeza que subirá no decorrer da série:   

2,5 / 5

 

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER: twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

VERDADE OU DESAFIO | Crítica do Don Giovanni

MEMÓRIA TOKUSATSU | Esquadrão do Futuro Timeranger ou Power Rangers Força do Tempo?

YU-GI-OH! VRAINS | Confira a prévia e o título do episódio 49 


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

 

Continue lendo

Mais lidos da semana

%d blogueiros gostam disto: