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WESTWORLD | Estreia da segunda temporada – Episódio 01 – Crítica do Viajante

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Salve, salve tripulantes!!! Com o hiato de Star Trek: Discovery e de The Orville, estarei fazendo a crítica semanal de outra grande série de ficção atual: Westworld. Já deixo avisado que os textos podem conter SPOILERS. Dito isso, a continuação dessa leitura é por conta e risco do leitor.

Westworld estreou sua primeira temporada em outubro de 2016 e foi muita bem recebida por público e crítica. O enredo gira em torno de um gigantesco parque construído no meio de uma região desértica. Com a temática de faroeste, a atração contém centenas de andróides que simulam humanos e animais, e cuja programação é voltada totalmente para atender aos desejos de seus clientes, inclusive os mais sádicos e obscuros. Se o indivíduo é um psicopata com instintos de matar, torturar, estuprar ou destruir, ali é seu lugar. Em Westworld, todos esses “crimes” podem ser praticados, afinal são andróides sem inteligência ou vontade própria, apenas máquinas. Ou, pelo menos, era o que se pensava.

Os andróides, que são denominados “anfitriões” pela direção do parque, deveriam ter em suas programações narrativas com inúmeras variações para interagirem perfeitamente com os “convidados” (os clientes, em sua maioria milionários) independente do que esses fizerem. Porém, no transcorrer da primeira temporada, a mais antiga anfitriã de Westworld, Dolores (Evan Rachel Wood) através de uma código inplementado em seu cérebro artificial, adquire consciência própria e tem acesso às suas memórias completas (elas era apagadas diariamente) e acaba por comandar uma rebelião dos anfitriões. 

Por outro lado, outra anfitriã, a dona do prostíbulo de Westworld, Maeve (Thandie Newton), utilizando-se de outros meios (ela consegue coagir alguns dos funcionários humanos do parque) também consegue se libertar de sua programação comandando ao lado de outro andróide, Hector (Rodrigo Santoro), uma revolta paralela, essa dentro dos laboratórios do complexo. 

É nesse cenário de caos que se inicia a 2º temporada. Tanto nos laboratórios como no parque propriamente dito, vislumbramos corpos por todos os lados. Tanto de humanos quanto de anfitriões, em um retrato quase apocalíptico. Maeve tem um funcionário humano como refém e planeja, com sua ajuda, sair para o mundo real de vez. Já Dolores, ao lado de seu par romântico. o totalmente leal (por programação) vaqueiro Teddy (James Marsden), espalha sua vingança contra os humanos no parque, em atitude totalmente inversa á sua programação de origem que a tornava uma ingênua e otimista moça do campo. 

E auxiliando a equipe de segurança da Delos (empresa cujos investimentos tornaram possível a criação do parque) a tentar por ordem na casa, surge Bernard (Jeffrey Wright), que é o protagonista da série. Trata-se de um andróide que passou a vida inteira acreditando ser humano e trabalhando na manutenção e programação dos anfitriões. Ao final da primeira temporada, lhe foi revelada sua verdadeira origem, porém ninguém mais sabe disso. 

Devemos também nos lembrar que tudo não passa de um sutil plano do administrador Robert Ford (Anthony Hopkins) que planejou a própria morte no último episódio da temporada anterior, não sem antes introduzir uma nova e perigosa narrativa que retirou os protocolos que impediam os anfitriões de ferir ou matar humanos.

Por último, pudemos rever o personagem Homem de Preto (Ed Harris) que descobrimos ser a versão mais velha do jovem William (Jimmi Simpson), que outrora entrara em Westworld como convidado e que após se apaixonar pela anfitriã Dolores nunca mais deixou o parque perambulando por suas dependências como um velho cowboy. Sua aparição é rápida porém intrigante pelo fato de ele dialogar com um anfitrião criança que traz a voz de Ford e lhe avisa que a nova programação é um desafio a ele.

Na parte técnica, a segunda temporada não deixa nada a dever para a primeira. Os figurinos e cenários continuam impecáveis, assim como a ambientação externa e os efeitos especiais. Digno das produções da HBO que não abrem mão da qualidade visual.

O primeiro episódio foi morno, tratando-se apenas de uma reapresentação dos personagens e da trama após um ano e meio de hiato. É compreensível que isso ocorra e que nenhum fato mais relevante tenha ocorrido. Por isso mesmo não há muito o que falar sobre o mesmo. Tudo indica ser uma preparação para uma nova e instigante temporada onde, a julgar pelo material publicitário para o próximo episódio em que Maeve aparece vestida de samurai, iremos vislumbrar outras seções do parque que não a de faroeste. Além do shogunato japonês, que outros períodos históricos poderemos ter nessa segunda temporada de Westworld? E você, caro tripulante? O que gostaria de ver? Deixe sua opinião nos comentários.

Minha classificação leva em conta, como eu disse, a reapresentação ao público mas tenho certeza que subirá no decorrer da série:   

2,5 / 5

 

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Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

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GOTHAM | Um deleite para os fãs do Morcegão! Crítica da 4° temporada (sem spoilers)

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(Foto – Gotham ©/ Fox Channel ©/ Warner Bros. Pictures ©/ DC Comics ©)

A série está sensacional, com um nível na qualidade de produção exuberante. O show não poupa esforços para adaptar de forma magistral todo o vasto e rico conteúdo das HQs do universo do Homem-Morcego. Cada detalhe, cada referência das histórias do Morcegão é jorrada na nossa cara sem pudores, onde temos também as belíssimas atuações de Cameron Monaghan como o nosso Coringa, David Mazouz fazendo o nosso jovem Bruce Wayne e também a rica competência de Ben Mckenzie como o nosso Jim Gordon.

Ao passar das temporadas a série foi evoluindo, confesso que eu adorava bastante a primeira e a segunda temporada que ia em um modo mais detetivesco com um lado bem sombrio. Eu sei que muitos não gostaram da proposta inicial por ter pouca coisa do Universo do Batman e também pelos excessos e exageros ao desenvolverem bem alguns vilões do Cruzado Encapuzado.

Com o tempo a série foi acertando isso e melhorou gradativamente ao chegarmos nesse grande ápice, “Terra de Ninguém”. Uma das adaptações mais famosas do universo do Morcegão, o episódio final da 4ª temporada foi deslumbrante, na verdade toda a temporada foi incrível. Tivemos desde “O Longo Dia das Bruxas”, “Batman: Ano Um” e outras histórias famosas do Batman que serviram como plano de fundo neste magnifico show na TV, que sobrou até tempo para fazer homenagem para a icônica HQ “Piada Mortal”, palmas para o showrunner Bruno Heller pela extrema capacidade e coerência de transmitir tudo com os mínimos detalhes.

Os episódios desta temporada tiveram um toque especial de quero mais, quero mais. Com 22 episódios nesta 4º ano, pareceu que estávamos vendo uma série curta pelo tamanho envolvimento que a história nos passava. Uma pena que o show está acabando e irá entrar na sua 5ª temporada, que será finalizada com 13 episódios no canal Fox nos EUA.

A dúvida que fica no ar é, será que finalmente teremos o Batman na quinta e última temporada da série? Por conta da burocracia ele será chamado mesmo de o “Cavaleiro das Trevas”, outra dúvida pertinente é se veremos David Mazouz ou outro ator neste icônico papel. Obviamente o jovem ator merece sim participar deste último ano do show, ele está sendo ótimo e seria incrível ver o jovem ator encerrando o papel com a chave de ouro nesta incrível série chamada Gotham. Parabéns pela série DC e obrigado a toda a equipe de produção por uma temporada fenomenal, torço para uma season finale honrosa e digna ao manto do nosso amado Cruzado Embuçado.

Nota para a 4ª temporada: 5 / 5

 

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DEADPOOL 2 | Crítica em vídeo com Aline Giugni & Don Giovanni – Bônus (Warner vs Ryan Reynolds)

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No aguardado programa de hoje, nossos intrépidos desbravadores da aventura (Aline Giugni & Don Giovanni) falam sobre a continuação do filme do mercenário mais amado do planeta e de quebra, ainda comentam a troca de alfinetadas entre a Warner e o ator Ryan Reynolds…imperdível.

Confira o vídeo abaixo ou clique aqui.

 

Confira nossa crítica por escrito e a matéria com o entrevero entre Reynolds e a Warner:

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WESTWORLD | Vida eterna – Episódio #04: The Riddle of the Sphinx – Crítica do Viajante

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E o 4º episódio da segunda temporada de Westworld exibido pela HBO no último domingo deixou um pouco de lado as duas líderes anfitriãs revolucionárias Dolores (Evan Rachel Wood) e Maeve (Thandie Newton) para focar um pouco em Willian, o Homem de Preto, que é interpretado por dois atores, Jimmi Simpson (quando jovem) e Ed Harris (idoso) e que não havia aparecido no episódio anterior.

Já havia sido mostrado antes, que em dado momento após a saída de Willian de sua primeira aventura no parque, seu inescrupuloso sogro adoecera e estava bastante debilitado. Agora ficamos sabendo que o velho James Delos (Peter Mullan) usou sua fortuna para tentar se tornar imortal. A ideia era transferir sua mente para um modelo de anfitrião (andróides do parque que dão nome ao seriado). Diversos testes são mostrados, sempre capitaneados pelo jovem Willian que aparentemente assumiu as empresas após o falecimento não só do velho Delos mas também de seu filho Logan (Ben Barnes) que morreu de overdose conforme é citado pelo próprio Willian. 

Os testes nunca trazem um resultado positivo sendo que a mente de Delos sempre se deteriora. Após 149 tentativas, sendo que na última Willian já está velho e já é interpretado por Harris, o mesmo desiste de tudo. O interessante é notar o sofrimento em looping do velho Delos que sempre repete as mesmas coisas e está sempre ansioso por voltar ao mundo. Mas o que fica mais claro nesse arco, é que desde o começo a intenção da Delos é realmente criar uma maneira de tornar humanos imortais tecnológicamente. É o sonho real de se “upar” a mente em determinada tecnologia quando o corpo humano não pode mais suportá-la. Assumidamente ou não, essa é uma questão em voga nos meios científicos de nossa sociedade atual.

Voltando ao presente dentro da série, também pudemos entender um pouco mais a maneira como o velho Willian que se encontra dentro de Westworld pensa e age. Sua vida foi uma sucessão de tragédias que culminaram com o suicídio de sua esposa. Sua frieza e aparente desprezo por tudo que o cerca a não ser sua jornada para o Glory é de certa forma melhor compreendida. Porém ele não é absolutamente desprovido de emoções. Willian trai sem pensar duas vezes aquele que vinha lhe dando suporte em sua viagem, Lawrence (Clifton Collins JR), tentando se libertar de um bando de anfitriões violentos comandados pelo psicopata conhecido como Major Craddock  (Jonathan Tucker) que acaba sequestrando a vila inteira de Las Mudas.

Após a traição, Willian parece confraternizar com Craddock, mas no momento certo acaba com ele e salva Lawrence. Não ficou claro se esse era o plano desde o início. O que se percebe nitidamente é que Willian se sente muito incomodado com o sofrimento de Lawrence e de sua mulher e filha diante do sadismo de Craddock, mesmo sabendo que os três não passam de máquinas. 

Na outra trama também enfocada nesse episódio, temos o retorno de Elsie Hughes (Shannon Woodward) que havia sido dada como morta na primeira temporada. Bernard Lowe (Jeffrey Wright) a encontra acorrentada no meio do deserto e a liberta. Momentos depois, fragmentos de memória em seu cérebro cibernético fazem com que descubra ali nos arredores um laboratório camuflado denominado Setor 22.

Dentro do complexo Elsie salva a mente de Bernard que estava se deteriorando rapidamente por falta de “fluído cerebral” que ela lhe introduz. Porém, ele continua confuso, com a mente divagando e tendo flashs de memória que não conseguimos concluir se são dele mesmo ou se possivelmente da mente de Arnold, o sócio de Robert Ford (Anthony Hopkins) que talvez tenha sido introduzida em um anfitrião como tentado com Jim Delos. É possível que o tal do “fluído cerebral” seja algum tipo de substância desenvolvida após os testes fracassados para evitar a deterioração e que tenha sido utilizada na mente de Arnold. 

E no gancho final, temos o encontro de Grace (Katja Herbers) e Willian (o velho) e ficamos sabendo que ela é na verdade Emily, sua filha. Grace, para quem não lembra, é aquela moça que sai do parque The Raj no episódio anterior e foi parar em Westworld após ser ataca por um tigre-andróide. Como eu havia previsto, ela terá sim grande importância na temporada.

Classificação para a série se mantém:

4,5/5

Links para as críticas dos episódios anteriores:

 

Westworld S02E01

Westworld S02E02

Westworld  S02E03

 

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