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Críticas

WESTWORLD | Vida eterna – Episódio #04: The Riddle of the Sphinx – Crítica do Viajante

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E o 4º episódio da segunda temporada de Westworld exibido pela HBO no último domingo deixou um pouco de lado as duas líderes anfitriãs revolucionárias Dolores (Evan Rachel Wood) e Maeve (Thandie Newton) para focar um pouco em Willian, o Homem de Preto, que é interpretado por dois atores, Jimmi Simpson (quando jovem) e Ed Harris (idoso) e que não havia aparecido no episódio anterior.

Já havia sido mostrado antes, que em dado momento após a saída de Willian de sua primeira aventura no parque, seu inescrupuloso sogro adoecera e estava bastante debilitado. Agora ficamos sabendo que o velho James Delos (Peter Mullan) usou sua fortuna para tentar se tornar imortal. A ideia era transferir sua mente para um modelo de anfitrião (andróides do parque que dão nome ao seriado). Diversos testes são mostrados, sempre capitaneados pelo jovem Willian que aparentemente assumiu as empresas após o falecimento não só do velho Delos mas também de seu filho Logan (Ben Barnes) que morreu de overdose conforme é citado pelo próprio Willian. 

Os testes nunca trazem um resultado positivo sendo que a mente de Delos sempre se deteriora. Após 149 tentativas, sendo que na última Willian já está velho e já é interpretado por Harris, o mesmo desiste de tudo. O interessante é notar o sofrimento em looping do velho Delos que sempre repete as mesmas coisas e está sempre ansioso por voltar ao mundo. Mas o que fica mais claro nesse arco, é que desde o começo a intenção da Delos é realmente criar uma maneira de tornar humanos imortais tecnológicamente. É o sonho real de se “upar” a mente em determinada tecnologia quando o corpo humano não pode mais suportá-la. Assumidamente ou não, essa é uma questão em voga nos meios científicos de nossa sociedade atual.

Voltando ao presente dentro da série, também pudemos entender um pouco mais a maneira como o velho Willian que se encontra dentro de Westworld pensa e age. Sua vida foi uma sucessão de tragédias que culminaram com o suicídio de sua esposa. Sua frieza e aparente desprezo por tudo que o cerca a não ser sua jornada para o Glory é de certa forma melhor compreendida. Porém ele não é absolutamente desprovido de emoções. Willian trai sem pensar duas vezes aquele que vinha lhe dando suporte em sua viagem, Lawrence (Clifton Collins JR), tentando se libertar de um bando de anfitriões violentos comandados pelo psicopata conhecido como Major Craddock  (Jonathan Tucker) que acaba sequestrando a vila inteira de Las Mudas.

Após a traição, Willian parece confraternizar com Craddock, mas no momento certo acaba com ele e salva Lawrence. Não ficou claro se esse era o plano desde o início. O que se percebe nitidamente é que Willian se sente muito incomodado com o sofrimento de Lawrence e de sua mulher e filha diante do sadismo de Craddock, mesmo sabendo que os três não passam de máquinas. 

Na outra trama também enfocada nesse episódio, temos o retorno de Elsie Hughes (Shannon Woodward) que havia sido dada como morta na primeira temporada. Bernard Lowe (Jeffrey Wright) a encontra acorrentada no meio do deserto e a liberta. Momentos depois, fragmentos de memória em seu cérebro cibernético fazem com que descubra ali nos arredores um laboratório camuflado denominado Setor 22.

Dentro do complexo Elsie salva a mente de Bernard que estava se deteriorando rapidamente por falta de “fluído cerebral” que ela lhe introduz. Porém, ele continua confuso, com a mente divagando e tendo flashs de memória que não conseguimos concluir se são dele mesmo ou se possivelmente da mente de Arnold, o sócio de Robert Ford (Anthony Hopkins) que talvez tenha sido introduzida em um anfitrião como tentado com Jim Delos. É possível que o tal do “fluído cerebral” seja algum tipo de substância desenvolvida após os testes fracassados para evitar a deterioração e que tenha sido utilizada na mente de Arnold. 

E no gancho final, temos o encontro de Grace (Katja Herbers) e Willian (o velho) e ficamos sabendo que ela é na verdade Emily, sua filha. Grace, para quem não lembra, é aquela moça que sai do parque The Raj no episódio anterior e foi parar em Westworld após ser ataca por um tigre-andróide. Como eu havia previsto, ela terá sim grande importância na temporada.

Classificação para a série se mantém:

4,5/5

Links para as críticas dos episódios anteriores:

 

Westworld S02E01

Westworld S02E02

Westworld  S02E03

 

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Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

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TITANS | Série começa a “voar”! Episódio #02: Hawk and Dove (Crítica)

Igor Souza

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(Foto – Divulgação)

Após um início ameno em sua première onde tivemos a apresentação, mesmo que de que forma mais centrada em dois personagens, do quarteto que irá formar o grupo de heróis Titãs, a série parece que finalmente acertou o seu rumo e nos apresentou um bom enredo. Mesmo que neste segundo episódio a atenção acabou se mantendo no que parece ser a dupla protagonista inicial da série, acabamos literalmente “caindo de cabeça” no conhecimento de outros heróis, mas especificamente do casal Rapina e Columba (Hawk and Dove).

Hank e Dawn serviram para agitar as estruturas de Dick Grayson, aqui vemos o eterno garoto maravilha (garoto prodígio) tentando se desvincular mais uma vez da sombra do Batman, entretanto, suas atitudes são extremamente igualitárias ao Morcegão. Mentiras, suborno e conversas escondidas por telefone com Alfred são decisões cegas que nos fazem entender esse conflito no qual o Robin está passando e o porquê de ele estar diferente e sanguinário, algo que gera até estranheza de seus velhos conhecidos, Rapina e Columba.

Neste episódio o casal de heróis nos faz mergulhar na dicotomia que eles precisam enfrentar no seu dia a dia. Com uma mistura de realismo e fantasia, a direção imposta por Brad Anderson (Fringe) nos deixa bem à vontade nesse mundo de desafios que todos os personagens estão enfrentando, principalmente o casal que está planejando abandonar está vida de justiça noturna com uma última missão. As cenas de ação e as coreografias de luta continuam uma maravilha, ver três heróis lutando juntos e dando várias porradas em alguns capangas nos tradicionais becos americanos é algo de se prestigiar, fora ainda que os efeitos especiais envolvendo os poderes da Ravena continuam bem satisfatórios.

Vale um destaque especial para um easter-egg em um quadro de uma foto onde temos o primeiro vislumbre de Donna Troy, a Moça-Maravilha que está com uma aparição confirmadíssima nos próximos episódios da série. Mesmo a passos lentos, Titãs parece seguir uma linha de incline que irá cativar a cada episódio os seus fãs, Titans go!

Nota para o episódio: 4,5 / 5


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BIG MOUTH | Novo personagem faz com que a 2º temporada seja ainda melhor – Crítica do Viajante

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Estreou nesse mês de outubro na rede de streaming Netflix a segunda temporada da controversa série de animação Big Mouth que causou muita polêmica em 2016 (crítica da 1º temporada aqui). A atração tinha como público-alvo os adolescentes ao tratar justamente dessa fase de nossas vidas. Escrachada, recheada de nudez, palavrões e humor negro, deixou horrorizada uma parcela de pais que não consultam a classificação indicativa, que nesse caso é de 16 anos, e que pensam que toda e qualquer animação pode ser vista por crianças.

Observando-se esse detalhe da classificação indicativa, Big Mouth é sensacional no que se propõe. Sem ser chata, a série tenta orientar os adolescentes nessa fase tão difícil da vida. Nessa segunda temporada, os produtores e roteiristas Nick Kroll (criador de Festa das Salsichas) e Andrew Goldberg (roteirista de Family Guy) até tentam apresentar alguns episódios mais “didáticos”, mas como dizem pelas redes sociais: “A zoeira never ends”, e mesmo esses, são engraçadíssimos. 

Os personagens adolescentes são praticamente os mesmos da primeira temporada, com o acréscimo de Gina Alvarez (voz de Gina Rodriguez), a garota que por já ter seus seios mais desenvolvidos atrai a atenção de todos os garotos e a inveja e o ciúme das demais garotas. O casal de “Monstros dos Hormônios“, Maury e Connie (referências aos apresentadores de TV americanos Maury Povich e Connie Chung) também estão de volta, porém mais alguns deles nos são apresentados, como Rick (Nick Kroll), uma versão velha e decrépita da criatura, e Tyler, a versão jovem e novata cujo chifre nem cresceu ainda.

Rick, o Monstro do Hormônio velho e decrépito

 

 

 

Tyler, o Monstro do Hormônio jovem e novato.

 

 

 

 

 

 

 

O Mago da Vergonha

Porém, a sensação dessa segunda temporada é sem dúvida nenhuma o Mago da Vergonha (David Thewlis). O novo personagem é uma espécie de espectro de roupas negras, orelhas pontudas e olhos de cores diferentes que chega para bater de frente com os tais Monstros dos Hormônios. Enquantos os monstros inundam o cérebro dos adolescentes com suas substâncias fazendo-os tomar decisões desastrosas e agir por impulso, o Mago da Vergonha faz com que sintam vergonha de suas atitudes, de seus pais, de seus amigos… de tudo! Essa dualidade deixa os adolescentes totalmente pirados e causa as situações mais engraçadas do show. 

Por outro lado, alguns personagens perderam destaque em relação á temporada passada, como o Fantasma de Duke Ellington (Jordan Peele) que quase não aparece dessa vez. Já os pais dos adolescentes protagonistas ganham mais tempo de tela com destaque para o insuportável Marty Glouberman (Richard Kind) pai de Andrew (Andrew Goldberg) que implica com tudo e com todos. Outro personagem secundário que brilha nessa temporada é o treinador Steve (mais uma das inúmeras vozes feitas por Nick Kroll) que apesar de ser virgem e de sequer saber o que é sexo, acaba como professor de educação sexual da garotada que no final ensina muito mais a ele, do que ele à turma.

Big Mouth é sensacional por ter potencial para agradar tanto ao seu público alvo, os adolescentes, com sua didática sarcástica e despojada como os próprios gostam de ser, assim como despertar nostalgia naqueles que já passaram por tudo isso, sentiram que nada poderia ser pior mas que agora percebem que foi a melhor fase de suas vidas e nem tão ruim assim. Vale muita a pena ser assistida. Recomendo sem pestanejar e classifico como:

 

5/5

 

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TITANS | Primeiras impressões da nova série do DC Universe

Igor Souza

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Foto: divulgação

E finalmente estreou para nós, meros fãs e entusiastas do universo DC Comics a aguardada série em live-action dos Titãs. Composta inicialmente por Robin, Ravena, Estelar e Mutano, o episódio piloto da produção feita pelo DC Universe (inédito serviço de streaming da DC Comics) nos apresentou de forma bastante interessante esses quatro pilares iniciais do jovem supergrupo.

Seguindo sua essência urbana e violenta, a onipresença do Batman é percebida em cada detalhe, mesmo não aparecendo fisicamente, é clara para todos que a influência do Morcegão é bem evidente e o “Fu%# Batman” é nos apresentado justamente para brincar com isso, a DC explora sem vergonha nenhuma o seu herói mais popular, mas ela não precisa necessariamente dele para construir e apresentar personagens importantes em um universo totalmente rico.

Com a produção e roteiro de um trio poderoso, está première dos Titãs nos revela de forma sensata onde cada um trabalha, Geoff Johns cuida do lado heroico, Greg Berlanti nos apresenta o lado sombrio e fechando o trio de ferro temos o experiente Akiva Goldsman que amarra e nos conta uma história de forma bastante interessante e enigmática sobre os nossos queridos heróis. Titãs pode apresentar um certo exagero para alguns na violência imposta por um Dick Grayson sem pudores, mas pela condução da história conseguiremos compreender o porquê de tudo isso.

Já em relação com outro ponto positivo está a ambientação bem noir das noites de Detroit, realmente uma Gotham do mundo real e assistir o Robin em ação pela primeira na cidade e no episódio é bem interessante, outro ponto de destaque é os efeitos práticos em relação as coreografias de luta que estão exuberantes.

No final deste primeiro episódio, vimos que ele serviu somente para apresentar os heróis que formarão o grupo, com destaque especial para Robin e Ravena, essa segunda já manifestou os seus poderes sombrios de forma bastante convincente. O que podemos refletir é que a série é diferente, bem trabalhada na sua história e que irá agradar muitos fãs que puderem dar uma chance para a produção que é a DC na sua essência.

Nota para o primeiro episódio (episódio piloto):

4 / 5


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