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Análise

DISTORTIONS | Entre lembranças, música…e devaneios!

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Em busca das memórias perdidas…

Jogos nacionais são uma realidade. O mercado brasileiro de games cresce a olhos vistos e muitos, muitos mesmo, se aventuram nessa missão nem sempre reconhecida que é escrever jogos. Vasculhando a internet atrás de novas notícias, não podia deixar de esbarrar nessa grande aventura no cenário de mercado dos games nacionais. Vencedor de vários prêmios em festivais indie, o jogo Distortions (Among Giants, 2018, Inicialmente PC e talvez ports pra XBox One e PS4), traz um apunhado de outros jogos como Hellblade: Senua Sacrifice, Zelda (especialmente Ocarina of Time) e por que não Silent Hill (embora sem o horror da cidade fantasma).

Distortions conta a história de uma violinista, que aparentemente perde a memória em um acidente, sendo levada a um mundo de fragmentos (que as vezes fazem lembrar as obras primas Alice e Alice: Madness Returns de American McGee), muito bem polidos por sinal (sério, o game não deve em nada a seus concorrentes gringos), mas o que realmente salta aos olhos é o cuidado filosófico que muitas vezes faz reverências a filmes como Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, A Viagem de Chihiro e por que não, A História sem Fim.

Vai dizer que não lembra o Wilbor?

Toda a sua jornada será pautada no estilo Zelda, mas nesse caminho de pedaços de memórias ela terá de passar por inúmeros perigos. Quanto ao enredo, pode esperar um game intimista, bem ao estilo Hellblade, e com uma trilha sonora que hora é composta de música clássica e ora de rock indie com bandas gringas e nacionais escolhidas pelos desenvolvedores. A atmosfera é de mundo aberto, de terceira pessoa, sendo que muda para primeira quando a protagonista “retorna” do mundo dos sonhos. Outro ponto a se destacar é o silêncio, todas as falas são escritas e com isso o foco fica muito grande na trilha sonora.

Outra coisa a se destacar é o crescimento das indies nacionais. Distortions deve ser de longe o melhor jogo nacional já feito, e só pela atitude e garra de seus desenvolvedores já merece aplausos. O final é um tanto desconcertante, porém é épico e o jogo não perde nunca o fio psicológico que é o que realmente é a sua marca por todo o game. Me pergunto se a Among Giants, não está já preparando uma continuação, por que realmente a ideia de adventure e música estão longe de sair da moda. Como gameplay vou por um vídeo de um youtuber bastante conhecido, e que como eu (e há muito mais tempo) tem posto fé nas obras nacionais.

Cenários realmente ricos nesse clássico dos novos games nacionais.

Nota para o jogo: 4,5/5

Gameplay:

Trailer:

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O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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