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Análise

DEEP FEAR | Um jogo totalmente obscuro! (Sega Saturn) – Análise do Viajante!

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Breve apresentação

Olá queridos amigos! Me chamo Jardel, tenho — anos (a idade vocês descobrirão abaixo) e quero contribuir no blog trazendo Jogos e Consoles Retrô, tanto conhecidos e que batem aquela nostalgia, quanto obscuros como o objeto dessa postagem, para que aqueles que não os jogaram saibam um pouco mais e se quiserem procurem jogar. Além disso vou falar de mercado de games atual e lançamentos que eu tiver acesso. Importante que saibam que só irei falar de games que joguei ou que estou jogando, pois como vão ver em meu texto gosto de passar minha experiência pessoal, para que vocês que jogaram possam estar também pensando como tiveram acesso ao jogo, com quem jogaram e as sensações que tiveram. 

Esporadicamente, posso falar de algum outro tema que não games, mas sempre trazendo minha vivência pessoal. Agradeço aos amigos do site pelo espaço cedido e espero contribuir para que sempre sigamos em frente ! Agora aos que não tem medo de um Survival Horror vamos lá !!!!

Resumo do Game

Hoje lhes trago um game obscuro aqui no Brasil e que quase ninguém conhece, trata se de “Deep Fear”, produzido pela Sega em 1998, nos últimos respiros de vida do Sega Saturn.O jogo se passa numa base submersa, onde são feitas pesquisas com seres vivos (animais), expondo-os a metais e outros componentes químicos terrestres e trazidos do espaço.  No game, o jogador assume o controle de John Mayor, fuzileiro naval lotado como membro de um grupo de resgate em caso de emergência, que foi chamado ao local.

Chegando lá é atacado por um grupo de mutantes, estando a base infestada por estes. Os mutantes que a infestam, estão atacando a tripulação, motivo pelo qual John Mayor tem de lutar pela vida tentando descobrir um meio de fugir. Em sua jornada, descobre que os mutantes são pessoas que foram expostas a um meteorito trazido inadvertidamente do espaço junto com uma cápsula espacial em regresso a terra.

Comparações com Resident Evil

No gênero Survival Horror, como sabemos, Resident Evil dominava todas as atenções. Deep Fear tem em sua mecânica o mesmo método de imagens estáticas utilizadas, ou seja, os gráficos são como uma grande foto estática, tendo apenas o movimento dos personagens nela, que contém também itens de interação. Esse método era usado na época pelo baixo poder de renderização 3D dos consoles daquela geração (Playstation, Sega Saturn e Nintendo 64). Com as imagens estáticas, a preocupação com a renderização em tempo real foi bem diminuta, já que tinha menos elementos e movendo. De resto na sua Gameplay, utiliza-se vastamente dos elementos que cativavam os fãs de Resident Evil, como itens escondidos, puzzles e sustos surpresa que vinham de onde menos se espera; as Cgs (cenas de computação gráfica) eram muito boas, até porque o jogo se dividia em 2 CDS, permitindo assim a Sega abusar dos vídeos, já que espaço não era problema.

Resposta da Sega as Third Parties

Sem adentrar muito no tema (até porque espero fazer posts sobre consoles), o Sega Saturn sofreu bastante com o abandono das Third Parties em detrimento a seu concorrente Playstation da Sony.Isso nada tinha a ver com o poder do console, já que o sega Saturn tinha por exemplo 2MB de Ram contra 1MB do Playstation (sem contar a possibilidade de usar o cartucho de expansão). O que ocorreu era que as produtoras alegavam ser difícil a programação no Sega Saturn, de modo que jogos Multi Plataformas em seus ports para Sega Saturn tinham de ser quase que 100% refeitos, não dando para usar as mesmas estruturas de Playstation e PCs, o que encarecia o custo de desenvolvimento.

Então no fim de vida do Saturn, a Sega acabou por lançar e financiar belos jogos como “Radiant Silvergun”, “Panzer Dragon Zwei” e este “Deep Fear” como quem dizia: “Olha o potencial que não está sendo aproveitado”. Infelizmente já era tarde demais…

A minha experiência com o jogo

 
Tive acesso a esse jogo em 1999, momento no qual estava bem chateado por ter escolhido o Sega Saturn ao invés do Playstation… Tinha meus 17 anos (entreguei minha idade), e não entendia nada sobre games como negócios. A única coisa que percebia era que os jogos que saiam pra ambos eram muito parecidos entre si, e nos ports de Arcades o Sega Saturn dava de lavada, sobretudo com o uso do cartucho de expansão que transformava o console num “avião”. 

Então em minha cabeça me perguntava: “Se esse console é tão poderoso, porque não saiu Sillent Hill, Resident 2 e 3, Tomb Raider 2 entre outros?”. Hoje já tenho essas respostas, mas à época apenas a frustração.

Daí num belo sábado ao adentrar a locadora de games em Petrópolis – RJ, para alugar os mesmos jogos de sempre, me deparei com a novidade Deep Fear.Peguei o game e me deparei com um jogo bem feito, matei saudade dos sustos que sentia falta desde Resident 1 (único que saiu pra Saturn). Me chamava a atenção a qualidade das CGS onde a fala dos personagens eram encaixadinhas com o movimento bucal. Meu irmão, 8 anos mais novo que eu, gostou bastante também e partimos naquela jornada que fechamos em duas ou três locações. Jornada essa que marcou pelo enredo e qualidade do trabalho feito. 

Conclusão

Deep Fear, no calor de meus 17 anos recebeu minha nota 10, foi super divertido e uma alegria encontrar algo novo para Sega Saturn.Hoje, um pouco mais exigente, diria que é um jogo nota 7, mas que com certeza ainda surpreende pela qualidade quando levamos em consideração seus 18 anos de idade, num momento que as produções 3D patinavam e eram muito cruas. 

Nota para o jogo: 4 / 5

 

Espero que tenham gostado e deixo aí pra vocês: Qual jogo você queria ver com o tema Jogos Obscuros??? Deixe sua opinião nos comentários e caso eu tenha jogado também, quem sabe, não poderemos até trocar nossas experiências em um próximo Post, quando poderei estar falando da minha e da sua sensação em jogar o game. Não esqueçam de dar seu feedback até para que eu saiba os temas que mais gostam. Se curtiram não deixe de compartilhar em seus grupos e com seus amigos. 

Grande Abraço a todos e até breve !!!

A NerdTrip teve seu início no ano de 2016 com a missão de levar entretenimento, notícias, resenhas e tudo sobre o universo pop/nerd/geek. “Uma ideia na cabeça, talento e vontade em nossas mãos!”

Análise

HOUSE FLIPPER | Um viciante game para os fãs de programas de reforma (Análise)

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Desenvolvido pela Empyrean, House Flipper é um simulador que os fãs dos programas de reformas de casa que tanto fazem sucesso hoje em dia. No melhor estilo “Irmãos a Obra”, “Ame-a ou Deixe-a” ou até mesmo “Lar Doce Lar”, o jogo permite ao jogador reformar casas a sua maneira.

House Flipper traz aos jogadores dois principais modos de jogo. O jogador inicia a jogatina como um empreiteiro novato que busca sucesso em sua carreira. Com pouco dinheiro e uma barraca bem simples como casa e escritório. Para começar a fazer caixa, você começa basicamente no modo de jogo de reforma, onde os clientes contratam seus serviços para fazer melhorias específicas em sua casa. Dessa forma, não há espaço para o jogador soltar sua criatividade, mas esse modo de jogo é muito bom para o início do game, pois agora é a hora de você aprender onde estão cada um dos itens disponíveis e como realizar as tarefas mais básicas dentro de House Flipper.

Na medida em que as reformas são bem sucedidas e você consegue reunir uma quantia significativa de dinheiro, você pode optar pelo outro modo de jogo, agora comprando casas, em sua maioria caindo aos pedaços, para transformar em sua “casa dos sonhos”. Para tanto, o jogador terá diversas ferramentas a sua disposição, que podem ser aperfeiçoadas de forma a facilitar o trabalho. Desde a possibilidade de pintar paredes e derrubá-las, até a parte de mobiliar o imóvel, o jogador tem total liberdade quando ele escolhe comprar uma casa para reformá-la.

Mas aqui cabe uma ressalva. Enquanto você está reformando uma casa sua, os possíveis compradores estarão sempre dando suas opiniões sobre o que acham de seu trabalho, se estão satisfeitos com o tipo de mobiliário e a disposição dos cômodos que você está criando, então se o seu objetivo é reformar uma casa para ser seu novo “quartel general”, tudo bem não dar atenção aos compradores, mas caso você deseje conseguir o maior lucro possível, recomendo que você escolha alguns compradores alvo para sua casa e parta a partir daí, de forma a deixar a casa mais próxima possível do que eles desejam.

Apesar dessa liberdade criativa dada ao jogador em suas casas, há algumas características do jogo que o limitam. Por exemplo, portas externas, janelas e os encanamentos do jogo são fixos, sendo assim, não há possibilidade de o jogador modificar de forma 100% livre seu imóvel. Isso incomoda um pouco e atrapalha a trazer o melhor layout possível, uma vez que alguns cômodos devem ficar necessariamente no mesmo lugar e serem apenas renovados.

Além das reformas de casas “convencionais”, também temos a DLC Apocalypse Flipper, que traz novas casas, itens e compradores para o jogo. Nessa DLC, você irá renovar casas com bunkers, que como o próprio nome já entrega, teremos compradores que desejam se preparar para o Apocalipse, seja ele nuclear ou zumbi. Também foi anunciada a DLC Garden Flipper, que deve sair em 2019 e trará uma novidade já muito aguardada pelos fãs de House Flipper, que é a possibilidade de reformar os jardins e quintais das casas adquiridas, o que irá trazer um grande leque de tarefas aos empreiteiros.

Por fim, House Flipper é um jogo muito interessante, que traz uma temática que está bastante em alta atualmente, que são os programas de reformas de casas, e possibilita ao jogador botar pra fora o seu lado empreiteiro, decorador e arquiteto. O jogo pode ficar um pouco cansativo e repetitivo com o passar do tempo, mas a inclusão da DLC Apocalypse e a futura DLC Garden dão um fôlego extra ao jogo.

Nota: 3,5 / 5

Confira o trailer de House Flipper:

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THRONEBREAKER: THE WITCHER TALES | Batalhas de cartas, narrativa forte e elementos de RPG clássico! (Análise)

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Cabelos dourados e armadura reluzente. É hora de assumirmos o comando do exercito Lyriano através da imponente Rainha Meve.

Após conquistarem uma legião de fãs com a adaptação da literatura polonesa de Andrzej Sapkowski, os desenvolvedores da épica franquia The Witcher lançaram oficialmente uma versão completa do minijogo que agradou muito aos fãs de jogos de cartas: Gwent Online (confira o trailer completo). 

Não fosse pelo trabalho gráfico e referências aos livros que encontramos na versão beta, a CD Projekt Red presenteou os amantes do universo de Geralt de Rívia com muito mais e logo chegou a hora de irmos para o campo de batalha novamente, mas dessa vez sob o comando da imponente Rainha Meve de Lyria e Rívia em Thronebreaker. Nessa jornada, acompanharemos a visão da sedenta bandeira Negra de Nilfgaard que avança sob o comando de Emhyr Var Emreis ameaçando a coroa de Meve, que logo se coloca pronta para assumir sua posição imponente em batalha disposta a defender com unhas e dentes seu trono.

”Um governante nunca sabe todas as opções, no entanto ele deve decidir e agir mesmo assim.”

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

O diferencial de Thronebreaker está em como a produção conseguiu juntar vários elementos que os amantes de RPG adoram em apenas um jogo. Isso pode ser facilmente notado através da maneira que encaixaram cada ponto para que não faltasse nada para o público sedento por um jogo diferenciado dos RPGs que estamos acostumados. Trazendo uma nova proposta, mesclando cartas e estratégias distintas, narrativa e um mapa com gráficos que nos lembra os clássicos tabuleiros. Aqui temos trilha sonora, animações e sistema que idealizam exatamente aquilo que um jogador de RPG de mesa quer e imagina enquanto joga suas partidas de mesa.

As animações para o tabuleiro são impressionantes.

 Ao primeiro contato, o jogo nos faz encarnar o espírito de batalha e nos prepararmos para tomar decisões rápidas e que terão impacto (positivo ou negativo) durante a história. O sistema de escolhas ficou bastante interessante e as consequências chegam mais rápido do que se pode imaginar. Além disso, um ponto que merece grande destaque é o desenvolvimento do tabuleiro de cartas, onde enfrentamos os inimigos nas batalhas, dando ainda mais tensão ao jogo enquanto nossos personagens se comunicam logo abaixo como em uma verdadeira guerra. Para quem leu os livros da franquia é possível notar várias referências principalmente em nossa protagonista Rainha Meve, os desenvolvedores conseguiram trazer para Thronebreaker toda a personalidade e comportamento feroz da monarca, fazendo com que os leitores tenham um vislumbre de uma das personagens mais vorazes do universo The Witcher.

No acampamento é possível conversar com outros personagens, administrar seu exército, melhorar suas construções, o que é bem interessante para descobrirmos ainda mais informações sobre a história. É importante destacar que thronebreaker não é diferente de The Witcher em termos de exploração, pois quanto mais exploramos o universo, mais coisas encontramos. Entretanto, aqui não encontraremos uma história de bruxos como alguns estão pensando. A história do jogo é voltada para a guerra entre os reinos do norte e Nilfgaard. Nessa brincadeira rendemos altas horas de gameplay, principalmente por conta da trilha sonora impecável feita por Marcin Przybyłowicz.  

Melhore seu exército e interaja com outros personagens no acampamento.

Quanto a mecânica, os tutoriais são simples e bem explicativos, fazendo com que o jogador não se sinta perdido durante a nova jornada. Porém, o sistema de criação de cartas é um pouco confuso, mas se você já está acostumado com o sistema de Gwent, não demorará muito para que pegue o jeito. Segundo a própria desenvolvedora,  há 20 finais alternativos no jogo, sendo nada surpreendente diante da quantidade de missões secundárias disponíveis totalizando 75. Prepara-se para gastar boas horas customizando seu deck de cartas, pois em Thronebreaker temos a possibilidade de organizar nosso baralho como quisermos, mesclando estratégias.

Portanto, a experiência necessita de bastante paciência de quem quer entender cada uma das cartas. Vale ressaltar que dependendo das atitudes, nossas cartas podem aumentar em 1 ponto, enquanto também podem diminuir em pontuação conforme o impacto.

   NOTA PARA O JOGO:

5/5

CONLUSÃO

Ao primeiro contato, você estranhará toda essa mesclagem de gêneros e tantas possiblidades reunidas em um único jogo. Entretanto, conforme a experiência vai se desenvolvendo, acabamos fascinados por esse estilo diferenciado que a CD Projekt Red nos oferece em seu lançamento. Além disso, o jogador se sentirá ainda mais confortável pela excelente e imersiva dublagem feita para a versão em português, nós realmente nos sentimos dentro da história o que a torna ainda mais instigante.

Thronebreaker sem dúvidas vale a pena ser conferido, e não desapontará quem busca por uma nova experiência em RPG e principalmente para os fãs dos livros que buscam se sentir parte desse universo incrível.

Thronebreaker: The Witcher Tales foi lançado para PC pela GOG.com no dia 23 de outubro custando R$ 99,99. A versão para Xbox One e PlayStation 4 será lançada no dia 4 de dezembro.

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SPYRO REIGNITED TRILOGY | Testamos o remake do clássico game na BGS 2018!

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Foto – Divulgação

E aconteceu entre os dias 10 e 14 de Outubro a Brasil Game Show, maior de evento de games da América Latina. Como é de costume dos nossos fãs, o Nerdtrip esteve presente e fez uma cobertura totalmente diferente. Neste ano tivemos a oportunidade de testar o game Spyro Reignited Trilogy.

Desenvolvido pela Toys for Bob e distribuído pela Activision, a versão remasterizada do clássico dragãozinho roxo conta com trechos específicos de fases selecionadas de cada jogo da trilogia que foi lançada na época pela  Insomniac Games para o primeiro PlayStation. 

Nos 30 minutos de jogatina que a Sony nos disponibilizou, as mudanças deste remake são logo percebidas na tela de menu do jogo que conta com as mudanças visuais estonteantes.  Logo ao entrar em fase teste, percebemos o cuidado que os produtores mantiveram com os detalhes clássicos da trilogia do game, pois é notório até mesmo quando se entra em um mundo e a famosa frase “The Adventure Continues” preenche a tela, assim como acontecia nos jogos originais. Aliás, todo jogo mantém a mesma estrutura nos movimentos, até mesmo nas falas dos personagens, entretanto o destaque gráfico faz com que pareça uma nova aventura de Spyro. As expressões dos personagens são bem detalhadas e os movimentos estão mais fantasiosos.

Os cenários ganharam texturas bem mais animadas com uma gama viva de cores mais fortes, os personagens foram remodelados de maneira cuidadosa e apesar de suas diferenças com os originais, todos são facilmente reconhecidos com está nova roupagem.

Abusando da fidelidade, infelizmente o game mantêm até mesmo um dos problemas mais chatos de toda a trilogia Spyro. Em determinados momentos a câmera tem dificuldade de acompanhar o personagem, então fazer movimentos mais rápidos podem bagunçar seu campo de visão (isso é um sério problema para um adulto, imagina para uma criança onde é o público-alvo do game). Isso realmente poderia ter sido corrigido, pois em diversos momentos precisamos movimentar a câmera para nadar, correr e voar pelos cenários em 3D.

Mesmo tendo esse pequeno deslize o game ainda diverte crianças e adultos, se este pequeno problema de jogabilidade que foi testado for corrigido, será um jogo que até jogadores mais experientes irão querer testar para matar a saudade da infância.

Por fim, vale mencionar que pra quem se interessou pelo remake, a edição física do jogo virá apenas com o primeiro título da franquia no disco, com os dois seguintes sendo baixados por um código que virá com a caixa. Spyro Reignited Trilogy tem lançamento previsto para o dia 13 de novembro de 2018 para os consoles Playstation 4 e Xbox One.

Nota para o jogo:

3 / 5

 

Trailer do game:


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