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Análise

THE WOLF AMONG US | As fábulas como você nunca viu

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“Eu pensei que todos devíamos ter um novo começo aqui. Não posso mudar o passado.
Você acha que meu trabalho é fácil? Você tenta evitar que um monte de fábulas se mate. Como você acha que tudo isso funciona? Ao ser grande e ser ruim”.

Bigby Wolf, xerife de Fabletown

 

Esse início já dá a letra. Sim é uma história policial, mas contada da maneira mais criativa possível. Baseada na obra da DC (pra variar) do selo Vertigo chamado Fables (Bill Willingham, Vertigo/DC, 2002-2015), nasceu um dos jogos mais interessantes dos últimos tempos. Com críticas para tudo o quanto é canto, todas retiradas da hq de Bill, The Wolf Among Us (Telltale Games, 2013) levou um universo muito próximo do real para a tela dos videogames da geração passada.

A cidade e seus segredos

A idéia é toda baseada no preceito do que o pra sempre não existe. Como na série de Bill, as fábulas tem que ser realocadas para uma cidade (algo muito parecido com a série Grimm e Once Upon a Time, que tem realmente mais semelhanças com o game) chamada Fabletown (ou Cidade das Fábulas se tivesse tradução) e a maneira como elas foram realocadas faz o game. Alguns tiveram sorte (como o casal Bela e Fera) e conseguiram levar uma grande parte de seu estilo para o território dos mundanos (que é como eles chamam os não-fábulas), mas a grande maioria não teve tal sorte. A miséria resume algumas vidas desses personagens que acabam por ter sérios problemas para se adaptar ao mundo real.

Para piorar ainda mais a situação, as fábulas são obrigadas a esconder sua natureza real através do Glamour, uma espécie de disfarce que faz com que elas sejam invisíveis aos olhos dos humanos normais, o disfarce é caro, e muitos personagens por não terem nenhuma ocupação acabam por ter de deixar a cidade, indo parar na Fazenda (The Farm), um local onde eles tem a liberdade de viver como no passado, mas que realmente acaba servindo como prisão. O enredo lembra também o jogo de rpg da White Wolf, Changeling, que tem o mesmo tema de seres feéricos.

Decisões que decidem o rumo da história

Como toda cidade, há de haver uma lei para esses insurgentes e seres feéricos arruaceiros. Essa lei se configura no xerife, Bigby Wolf (o Lobo Mau das histórias dos porquinhos), Bigby com o auxílio da Assistente do Prefeito Snow White (Branca de Neve), são o que de mais próximo existem de lei em Fabletown. O que já salta em The Wolf logo de cara, é que não há clichês. A vida de Bigby é vista pelo que é, ele é o Grande Lobo Mau e os habitantes não confiam nele, sendo que por ser a lei, por na reta do xerife pode ser muito perigoso. Uma relação que lembra jogos como a série Batman Arkham e Max Payne, por exemplo. Uma coisa legal de comentar é que essa é a visão que os policiais de verdade possuem. Arriscam o pescoço todos os dias por nossa segurança e pouco ou nada ganham em troca. É bom ressaltar isso.

Fables, um conto de fadas retorcido…e que deu origem ao game

Como sistema, Wolf traz o popular e aprovado sistema de Storytelling da Telltale já consagrado em jogos como o seu Batman, Life is Strange (da Sony) e The Walking Dead (que por pouco não levou o Game Awards) que se adapta bem a proposta de caminho proposto por escolhas. Escolhas que no game são muito, muito importantes. Decisões que afetam vida e morte, principalmente de personagens importantes e mudanças de comportamento nos personagens, que podem alterar até mesmo o fim do game.  Os personagens são muito bem construídos, com personalidades marcantes, tanto nos heróis quanto nos vilões (Bloody Mary me lembrou muito Vaas Montenegro de Far Cry 3) e mais uma vez a crítica social que toma a parte final do game e o julgamento final são muito bem vindas (o fato de não ter um final feliz surpreende), ao lidar de maneira pesada para um jogo que usa metáforas e fábulas, do problema das drogas, prostituição e seus chefões de maneira surreal, mas realista.

Vilões plausíveis e realistas

Enfim The Wolf Among Us é um clássico. Há pouco a se ressaltar no game como defeito, que realmente expõe um universo noir e realista sem filtros. Com certeza Bill, que auxiliou a Telltale no desenvolvimento do game, deve ter gostado do resultado. Há muitas especulações sobre um episódio 2 e digo de antemão que seria sim muito bem vindo. Principalmente se mostrar a Fazenda e o Poço das Bruxas, partes que no primeiro game não foram detalhadas.

Personagens com motivações

“Eles costumavam me chamar da Pequena Sereia … era uma vez.
[para o Crooked Man] Você nos escravizou por anos, deixe-nos ouvir histórias sobre o que você faria… nos disse que perderíamos tudo se nós pisássemos apenas um lado fora da linha! E não podíamos dizer uma palavra sobre isso por causa dessas malditas fitas! Mas você sabe o que? Agora é minha vez de conversar”.

Nerissa, A Pequena Sereia

 

Nota para o game: 4,5 / 5

The Wolf Among Us chega muito próximo da perfeição, porém deixa isso para um segundo episódio. Os temas reais merecem real atenção, e a crítica social feita em nome dos diferentes, temidos e outsiders também.

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

Análise

FALLOUT: NEW VEGAS | Político e cheio de escolhas, mostra como se mexe em um tema espinhento

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Nem herói, nem vilão, apenas um sobrevivente.

Politica e games são um assunto espinhoso. Primeiro pelo fato de que quando fazemos politica sempre iremos escolher um lado, e isso torna qualquer visão tendenciosa ao que acreditamos. Fazer algo que vá contra os padrões e respeite os pontos de vista mas pondo o dedo na ferida quando preciso, é pra poucas obras e com os games isso não é diferente.

E quando entra uma empresa de renome como a Bethesda, claro isso cria uma atenção maior. Criadora do fantástico The Elder Scrolls V: Skyrim, um jogo profundo, denso e totalmente politico, e de Fallout 3, o debut que reapresentou (o original, da empresa Interplay, é dos anos 90 que se tornou o embrião da Troika Games) o game para as próximas gerações e questionou idéias como o estatismo, ecologia e religião, o próximo game tinha de ser digno desse legado.

De volta a desolação do mundo pós apocalíptico.

Apesar de não ser oficial, Fallout: New Vegas (Obsidian Entertainment/Bethesda Softworks, 2010, Xbox360, PC e PS3) ocorre 4 anos após os eventos de Fallout 3. Em New Vegas, você assume o papel do Mailman ou Courier, que depois de uma entrega importante é emboscado e aparentemente é morto. Porém graças ao securitron (robô segurança) Victor é salvo e é acolhido pelo Doutor Mitchell no povoado de Goodsprings. Após um inicio que serve como tutorial o jogador está solto nesse mundo, cheio de ideologia, caminhos e perigos.

As Wastelands estão em disputa por três facções, sendo elas a NCR – New Californian Republic, democráticos porém expansivos e fazem uso de tropas militares; Caesar’s Legion, uma espécie de união das tribos bárbaras, também expansionistas e escravagistas com legiões baseadas no Império Romano; e Mr. House, a voz da Radio de New Vegas, enigmático e dono da cidade fortemente vigiada por robôs guardiões.

Um mundo em ruínas e nostálgico.

Mas o grande atrativo de Fallout: New Vegas é seu posicionamento politico, ou falta dele. São difíceis ver buscas na qual um ou outro dilema moral não são analisados, no caso que o jogo de cintura entre as facções ganha grande parte do game. Não é uma simples questão de esquerda ou direita, é muito mais do que isso. Cada facção tem nuances particulares e incentivar o jogador a lidar com isso é um trunfo desse game.

Como em Skyrim, há grande variedade de equipamento, como armas, armaduras, drogas, medicamentos, estimulantes. A sua vitalidade aqui é recuperada com ingestão de bebidas e alimentos encontrados durante a exploração, que aliás tem aqui seu ponto alto, com surpresas a cada quilômetro, repete-se a receita de bolo de fallout 3, de quests a cada km.

A facção Caesar. Qualquer semelhança com certas seitas é mera coincidência.

Os inimigos variam e são fortes, estar bem equipado ajuda mas qualquer combate é mortal. Por isso a preparação aliada ao bom uso do sistema VATS (que para o tempo para um melhor disparo) é fundamental. Em New Vegas o jogo é desbalanceado de propósito e muitas batalhas serão necessárias, não é um Dark Souls mas chega perto.

O último destaque fica pra parte sonora do jogo. Além dos efeitos normais de falas (conversar é algo que toma muito tempo do game), efeitos sonoros de armas e impacto, a trilha sonora é um grande destaque. Densa como de um filme, beira o épico, com especial a música de entrada. A adição de músicas clássicas e grupos de jazz dos anos 60 também como no 3 tem grande peso, clássicos como “Johnny Guitar” e “Something Gotta Give” do comediante Bill Crosby vive em harmonia com Billie Holliday e outros da época dourada do rádio.

 

O vats continua eficiente e vai salvar sua vida várias vezes.

Finalizando o review, Fallout: New Vegas é um game primoroso. Mostra a coragem e o pioneirismo da parceria Obsidian/Bethesda (que pode ser o que faltou no fiasco 76) que mesmo com alguns bugs (sim, eles existem e são irritantes) não comprometem tanto a experiência e fazem com que estejamos diante de um épico dos jogos.

Nota: 4 / 5

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Análise

HOUSE FLIPPER | Um viciante game para os fãs de programas de reforma (Análise)

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Desenvolvido pela Empyrean, House Flipper é um simulador que os fãs dos programas de reformas de casa que tanto fazem sucesso hoje em dia. No melhor estilo “Irmãos a Obra”, “Ame-a ou Deixe-a” ou até mesmo “Lar Doce Lar”, o jogo permite ao jogador reformar casas a sua maneira.

House Flipper traz aos jogadores dois principais modos de jogo. O jogador inicia a jogatina como um empreiteiro novato que busca sucesso em sua carreira. Com pouco dinheiro e uma barraca bem simples como casa e escritório. Para começar a fazer caixa, você começa basicamente no modo de jogo de reforma, onde os clientes contratam seus serviços para fazer melhorias específicas em sua casa. Dessa forma, não há espaço para o jogador soltar sua criatividade, mas esse modo de jogo é muito bom para o início do game, pois agora é a hora de você aprender onde estão cada um dos itens disponíveis e como realizar as tarefas mais básicas dentro de House Flipper.

Na medida em que as reformas são bem sucedidas e você consegue reunir uma quantia significativa de dinheiro, você pode optar pelo outro modo de jogo, agora comprando casas, em sua maioria caindo aos pedaços, para transformar em sua “casa dos sonhos”. Para tanto, o jogador terá diversas ferramentas a sua disposição, que podem ser aperfeiçoadas de forma a facilitar o trabalho. Desde a possibilidade de pintar paredes e derrubá-las, até a parte de mobiliar o imóvel, o jogador tem total liberdade quando ele escolhe comprar uma casa para reformá-la.

Mas aqui cabe uma ressalva. Enquanto você está reformando uma casa sua, os possíveis compradores estarão sempre dando suas opiniões sobre o que acham de seu trabalho, se estão satisfeitos com o tipo de mobiliário e a disposição dos cômodos que você está criando, então se o seu objetivo é reformar uma casa para ser seu novo “quartel general”, tudo bem não dar atenção aos compradores, mas caso você deseje conseguir o maior lucro possível, recomendo que você escolha alguns compradores alvo para sua casa e parta a partir daí, de forma a deixar a casa mais próxima possível do que eles desejam.

Apesar dessa liberdade criativa dada ao jogador em suas casas, há algumas características do jogo que o limitam. Por exemplo, portas externas, janelas e os encanamentos do jogo são fixos, sendo assim, não há possibilidade de o jogador modificar de forma 100% livre seu imóvel. Isso incomoda um pouco e atrapalha a trazer o melhor layout possível, uma vez que alguns cômodos devem ficar necessariamente no mesmo lugar e serem apenas renovados.

Além das reformas de casas “convencionais”, também temos a DLC Apocalypse Flipper, que traz novas casas, itens e compradores para o jogo. Nessa DLC, você irá renovar casas com bunkers, que como o próprio nome já entrega, teremos compradores que desejam se preparar para o Apocalipse, seja ele nuclear ou zumbi. Também foi anunciada a DLC Garden Flipper, que deve sair em 2019 e trará uma novidade já muito aguardada pelos fãs de House Flipper, que é a possibilidade de reformar os jardins e quintais das casas adquiridas, o que irá trazer um grande leque de tarefas aos empreiteiros.

Por fim, House Flipper é um jogo muito interessante, que traz uma temática que está bastante em alta atualmente, que são os programas de reformas de casas, e possibilita ao jogador botar pra fora o seu lado empreiteiro, decorador e arquiteto. O jogo pode ficar um pouco cansativo e repetitivo com o passar do tempo, mas a inclusão da DLC Apocalypse e a futura DLC Garden dão um fôlego extra ao jogo.

Nota: 3,5 / 5

Confira o trailer de House Flipper:

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Análise

THRONEBREAKER: THE WITCHER TALES | Batalhas de cartas, narrativa forte e elementos de RPG clássico! (Análise)

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Cabelos dourados e armadura reluzente. É hora de assumirmos o comando do exercito Lyriano através da imponente Rainha Meve.

Após conquistarem uma legião de fãs com a adaptação da literatura polonesa de Andrzej Sapkowski, os desenvolvedores da épica franquia The Witcher lançaram oficialmente uma versão completa do minijogo que agradou muito aos fãs de jogos de cartas: Gwent Online (confira o trailer completo). 

Não fosse pelo trabalho gráfico e referências aos livros que encontramos na versão beta, a CD Projekt Red presenteou os amantes do universo de Geralt de Rívia com muito mais e logo chegou a hora de irmos para o campo de batalha novamente, mas dessa vez sob o comando da imponente Rainha Meve de Lyria e Rívia em Thronebreaker. Nessa jornada, acompanharemos a visão da sedenta bandeira Negra de Nilfgaard que avança sob o comando de Emhyr Var Emreis ameaçando a coroa de Meve, que logo se coloca pronta para assumir sua posição imponente em batalha disposta a defender com unhas e dentes seu trono.

”Um governante nunca sabe todas as opções, no entanto ele deve decidir e agir mesmo assim.”

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

O diferencial de Thronebreaker está em como a produção conseguiu juntar vários elementos que os amantes de RPG adoram em apenas um jogo. Isso pode ser facilmente notado através da maneira que encaixaram cada ponto para que não faltasse nada para o público sedento por um jogo diferenciado dos RPGs que estamos acostumados. Trazendo uma nova proposta, mesclando cartas e estratégias distintas, narrativa e um mapa com gráficos que nos lembra os clássicos tabuleiros. Aqui temos trilha sonora, animações e sistema que idealizam exatamente aquilo que um jogador de RPG de mesa quer e imagina enquanto joga suas partidas de mesa.

As animações para o tabuleiro são impressionantes.

 Ao primeiro contato, o jogo nos faz encarnar o espírito de batalha e nos prepararmos para tomar decisões rápidas e que terão impacto (positivo ou negativo) durante a história. O sistema de escolhas ficou bastante interessante e as consequências chegam mais rápido do que se pode imaginar. Além disso, um ponto que merece grande destaque é o desenvolvimento do tabuleiro de cartas, onde enfrentamos os inimigos nas batalhas, dando ainda mais tensão ao jogo enquanto nossos personagens se comunicam logo abaixo como em uma verdadeira guerra. Para quem leu os livros da franquia é possível notar várias referências principalmente em nossa protagonista Rainha Meve, os desenvolvedores conseguiram trazer para Thronebreaker toda a personalidade e comportamento feroz da monarca, fazendo com que os leitores tenham um vislumbre de uma das personagens mais vorazes do universo The Witcher.

No acampamento é possível conversar com outros personagens, administrar seu exército, melhorar suas construções, o que é bem interessante para descobrirmos ainda mais informações sobre a história. É importante destacar que thronebreaker não é diferente de The Witcher em termos de exploração, pois quanto mais exploramos o universo, mais coisas encontramos. Entretanto, aqui não encontraremos uma história de bruxos como alguns estão pensando. A história do jogo é voltada para a guerra entre os reinos do norte e Nilfgaard. Nessa brincadeira rendemos altas horas de gameplay, principalmente por conta da trilha sonora impecável feita por Marcin Przybyłowicz.  

Melhore seu exército e interaja com outros personagens no acampamento.

Quanto a mecânica, os tutoriais são simples e bem explicativos, fazendo com que o jogador não se sinta perdido durante a nova jornada. Porém, o sistema de criação de cartas é um pouco confuso, mas se você já está acostumado com o sistema de Gwent, não demorará muito para que pegue o jeito. Segundo a própria desenvolvedora,  há 20 finais alternativos no jogo, sendo nada surpreendente diante da quantidade de missões secundárias disponíveis totalizando 75. Prepara-se para gastar boas horas customizando seu deck de cartas, pois em Thronebreaker temos a possibilidade de organizar nosso baralho como quisermos, mesclando estratégias.

Portanto, a experiência necessita de bastante paciência de quem quer entender cada uma das cartas. Vale ressaltar que dependendo das atitudes, nossas cartas podem aumentar em 1 ponto, enquanto também podem diminuir em pontuação conforme o impacto.

   NOTA PARA O JOGO:

5/5

CONLUSÃO

Ao primeiro contato, você estranhará toda essa mesclagem de gêneros e tantas possiblidades reunidas em um único jogo. Entretanto, conforme a experiência vai se desenvolvendo, acabamos fascinados por esse estilo diferenciado que a CD Projekt Red nos oferece em seu lançamento. Além disso, o jogador se sentirá ainda mais confortável pela excelente e imersiva dublagem feita para a versão em português, nós realmente nos sentimos dentro da história o que a torna ainda mais instigante.

Thronebreaker sem dúvidas vale a pena ser conferido, e não desapontará quem busca por uma nova experiência em RPG e principalmente para os fãs dos livros que buscam se sentir parte desse universo incrível.

Thronebreaker: The Witcher Tales foi lançado para PC pela GOG.com no dia 23 de outubro custando R$ 99,99. A versão para Xbox One e PlayStation 4 será lançada no dia 4 de dezembro.

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