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TUROK: DINOSAUR HUNTER | Pegando os Dinos na unha… Um a um!

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Eles estão descontrolados.

Repitam comigo. Clássicos nunca morrem. Misturar caras marrentos, mulheres e dinossauros ([email protected]#$%¨&**). A fórmula é antiga, e nos jogos tivemos grandes títulos como Cadillacs and Dinossaurs (o jogo eterno dos arcades), Dino Crisis (uma sensual ruiva caçadora de dinos) e saindo do campo Capcom…um clássico dos tempos do saudoso Fantasma (logo aqui fãs uma matéria ESPECIAL sobre o personagem de Lee Falk), estou falando do indio Tal’Set da Western Publishing e Dell Comics. Estou falando de Turok.

O índio que pega dinos a unha e flechas em ação

É uma história comprida (informações da Wikipedia). Turok originalmente apareceu em quadrinhos da Western Publishing e Dell Comics em dezembro de 1954. A Valiant Comics reviveu a série e publicou a primeira edição de sua série Turok em 1993. Com o sucesso do quadrinho a softhouse Acclaim Entertainment (de jogos como NBA Jam e Mortal Kombat do SNES), comprou a Valiant por uma grana preta em 1994 e se fundiu a desenvolvedora Iguana Entertainment um ano depois, começando a desenvolver um game “estilo fps” (apesar da semelhança com Tomb Raider, é primeira pessoa) para o console Ultra 64, que seria conhecido como Nintendo 64.

Turok: Dinosaur Hunter (Acclaim/Iguana, 1997, Nintendo 64, PC e agora portado para XBox One) é daqueles jogos retro com gosto de clássico que tanto amamos. O jogo é realmente primeira pessoa (FPS), com um pezinho em Doom e Hexen, mas com puzzles que lembram Tomb Raider (do PSOne, que introduziu a musa Lara Croft), também há influências futuras a série Legacy of Kain (mais precisamente Soul Reaver, logo aqui) pelo estilo que realmente lembra as vezes um adventure.

A história é bem bicho-grilo mesmo. O jogador assume o controle de Tal’Set (Turok), um viajante do tempo nativo americano. O manto de Turok é transmitido a cada geração para o homem mais velho. Cada Turok é encarregado de proteger a barreira entre a Terra e a Terra Perdida,  um mundo primitivo onde o tempo não tem significado. A Terra Perdida é habitada por uma variedade de criaturas, de dinossauros a alienígenas. Um senhor maligno conhecido como o Campaigner procura um artefato antigo conhecido como o Cronostato, uma arma tão poderosa que foi quebrada em pedaços para impedir que caísse em mãos erradas. O Campaigner planeja usar uma matriz de focagem para ampliar o poder do Cronostato, destruindo as barreiras que separam as idades do tempo e com isso, dominar o universo. A sua missão, nativo, é impedir isso.

Parece fácil né…só parece!

Turok foi um grande sucesso. Tendo médias de 8.6 nas principais revistas eletrônicas de games (GameSpot, IGN) alavancou junto com os jogos da Rareware o Nintendo 64 e ganhou nada menos que 4 continuações para o console. Mesmo com as limitações do 64 (embora eu goste muito dos jogos do console), a Acclaim conseguiu grandes gráficos e bons jogos, sendo sustentada pela franquia por alguns anos. Como ponto crítico podemos salientar o controle um pouco confuso da plataforma 64 (devido a mobilidade de seus jogos, que realmente nunca fizeram nada parecido) mas que assim que você se acostuma, deixa de ser um problema e até dá outro ânimo as batalhas.

Pra época e no port, gráficos excelentes para um retro game

O jogo ainda é muito querido e muito citado em listas de melhores jogos por gamers antigos. Turok teve várias continuações, sendo que a mais expressiva (e também com port para XBox One), seja o Seeds of Evil, ambientado no espaço e que dá um novo horizonte a franquia. Eu pretendo analisar melhor os outros jogos da série no futuro.

 

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O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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