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ESPECIAL BGS | Playstation VR: Nossa analise do gadget que vai fazer você estar dentro dos jogos!

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Em breve teremos o lançamento oficial do PlayStation VR com valor definido de 400 dólares e o gadget é esperado para aparecer nas prateleiras no dia 13 de outubro de 2016. 
 O presidente da Sony Computer Entertainment nos EUA, Andrew House, declarou que o grupo PlayStation quer dar aos desenvolvedores o tempo suficiente para eles criarem um conteúdo atraente, de alta qualidade e proporcionar que a Sony também tenha tempo para fabricar unidades suficientes para saciar a demanda.   Julgando pela apresentação do aparelho em algumas feiras de games no mundo, os desenvolvedores do PS VR estão no caminho certo para entregar algumas experiências convincentes – na verdade, a Sony diz que haverá 50 jogos disponíveis quando o aparelho estrear. 
 
 
 
 Então, como iremos saber a qualidade do aparelho quando ele for lançado? Bem, ele vai seguir com os componentes que a Sony prometeu e vai se casar bem com os jogos atuais: ele vai dar muita diversão para os jogadores. Tirando a novidade dos 50 jogos prometidos, o hardware não mudou e pudemos testar todo o potencial deste grande aparelho que irá funcionar nos consoles da Playstation durante a Brasil Game Show, a maior feira de games da América Latina, confira nossa analise completa:
 
PS VR: design e conforto

 O PlayStation VR da Sony é sem dúvida o mais elegante de todos os óculos VR que testamos. A tecnologia voltada para o consumidor passa toda a experiência da Sony na concepção do seu design preto e branco, com formato elegante e um acabamento de borracha acolchoado em volta dos olhos e as luzes azuis que funcionam também como pontos de rastreamento na cabeça.

Colocar o óculos VR é bem simples. Uma coroa de plástico se encaixa sobre a sua cabeça, e um botão na parte traseira ajuda a ajustar o tamanho da abertura para garantir o uso firme do aparelho VR. Um ajuste apertado é importante para jogos de esporte ou que envolve mais ação.

Há amortecimento suficiente dentro da faixa de cabeça para o conforto, o que é útil para um jogo de longa duração. Com o PlayStation VR bem equipado em sua cabeça, a tela que está ligada a um visor frontal pode deslizar para frente do seu rosto e assim como mágica, você é transportado para uma realidade diferente com o jogo iniciado. O PlayStation VR não vêm com seus próprios fones de ouvido, então se você quiser mergulhar bem de cabeça no mundo virtual você irá precisar comprar os seus próprios fones de ouvido. Todas as demos que testamos foram  usados com os confortáveis headset, mas ao conversar com os instrutores do PS VR, eles explicaram que um fone de ouvido simples também irá funcionar e vai passar uma boa experiência. Graças aos algoritmos inteligentes, quando sua cabeça se move, a direção do áudio também vai mudar e a Sony denomina esta tecnologia como áudio 3D. Quando o som surround está no seu melhor, ele fica combinado com uma baixa latência entre os componentes da tela e passa uma experiência muito realista.

Os fones de ouvido se conectam no mesmo fio que é amarrado com o seu PlayStation VR. Com este gerenciamento de cabo, esperamos que os jogadores não tropecem  em torno nos cabos e resultando em um acidente justamente quando você está bem vidrado em seu jogo nesta realidade que vai estar bem perto de você.

 
PS VR: Exibição e rastreamento
 Para tornar a vida virtual bem próxima da realidade, a Sony fez uma tela muito sensível. O visor RGB possui uma resolução Full HD combinado a qualidade de 960 x 1080 pixels para cada olho. A tela OLED de 5,7 polegadas é semelhante em tamanho para o que você deseja obter com o Samsung Galaxy Note 5 ligado a uma engrenagem VR.
  
Ele não tem resolução tão alta como o óculos da HTC Vive, onde os visores possuem 1080 x 1200 pixels, um por olho, mas ainda sim é impressionante. O campo de aproximação é de 100 graus de vista e é muito semelhante ao do Oculus Rift – você pode definitivamente ver as bordas da tela, e até as bordas pretas em torno dela.
 A Sony tem trabalhado duro para se certificar de que o PS VR não cause alguma doença com os seus movimentos. A lista de características técnicas da Sony aborda que a taxa de atualização é de 120Hz. Isto significa basicamente que o óculos se atualiza 120 vezes por segundo, e ele produz uma imagem muito suave e agradável para os olhos.
 Quando eu olhei para este universo alternativo ao testar alguns jogos, notei que houve um ligeiro grau de pixelização, mas isso não me incomodou tanto. Quando você começa a se tornar parte de toda a experiência VR, a tecnologia começa atingir um ponto alto e você começa a visualizar uma realidade alternativa quase real em vez de uma tela com um jogo.
  
PS VR: Jogos da BGS 2016
 Ao contrário da Microsoft, a Sony restringiu bastante o uso de seus jogos em seu estande na BGS, alguns exclusivos só eram jogados após encarar uma longa fila ou pela regalia de ser um visitante VIP. No caso para testar o Playstation VR a limitação foi bem mais ríspida, durante os 5 dias de feira uma média de 60 jogadores testaram o aparelho ao adquirir uma senha ao serem os primeiros a chegarem nos dias do evento. Mesmo assim, conseguimos testar alguns títulos e eles aguçaram bem o meu apetite e promete também deixar os fãs sonystas animados com o PS VR.
  
– Batman Arkham VR 
 Batman Arkam VR te passa a experiencia de vestir o manto do Homem-Morcego. Sefton Hill, diretor do jogo na Rocksteady Studios, disse em um comunicado de imprensa que:

A equipe está empenhada em oferecer uma experiência com o Batman que permaneça ser fiel ao personagem, permitindo aos jogadores mergulharem totalmente no papel do maior detetive do mundo.  Testamos está maravilhosa experiencia com duas seções para demonstração, a nossa analise completa está em um especial sobre o game que você pode ver clicando aqui

– Rigs 

Um jogo futurista de e-sports onde você joga com um robô que luta contra outros robôs em uma arena, para controlar toda experiência, o game foi jogado com o controle dualshock do PlayStation e os gráficos na medida do possível são bem legais, entretanto, a jogabilidade é bem divertida passando uma ótima experiência de um game que explora o modo de combate que sempre fez sucesso entre muitos jogadores.

– Battlezone 
 O famoso estúdio de games do Reino Unido chamado Rebellion, que é mais conhecido por produzir a serie de jogos Sniper Elite está mergulhando sua criatividade no mercado VR com um remake do arcade clássico do Atari de 1980. O jogo original é considerado como o primeiro jogo que envolve uma realidade virtual, por isso é conveniente que a Rebellion traga para o PlayStation VR este grande game. 
 
 O game é basicamente um jogo de batalha de tanques futurista onde você derruba por terra os inimigos usando uma variedade de armas. Você controla o jogo usando o controlador dualShock do Playstation, o analógico esquerdo move o tanque, enquanto o analógico direito movimenta a arma. Você pode disparar foguetes padrões ou um grande tiro, a ideia é usar o radar na parte inferior da tela para identificar os inimigos e tirá-los o mais rápido possível da arena de batalha.
Os inimigos irão vir da varias maneiras, o grande destaque fica para as naves que fazem você ficar olhando para o alto com óculos, passando inteira sensação de que algo está vindo atacar você naquele momento do jogo. 
 Esta é uma experiência simples e divertida que definitivamente melhorou bastante com o VR. Os gráficos são retro denominados em vez de serem realistas, mas é uma demonstração impressionante dado que o jogo começou a ser idealizado somente no início deste ano. Espero que o game apresente uma grande variedade de modos onde vários jogadores irão completar este modo com um grande vicio. 

  
PS VR: O veredito
 
Agora fica uma corrida apertada entre Oculus Rift, HTC Vive e PlayStation VR. Porque a realidade virtual usada com o hardware de computador é bem mais poderosa, seus jogos e demos são melhores do ponto de vista visual, mas o óculos da Sony tem acesso a alguns dos melhores fabricantes de jogos do mundo, por isso, suspeito que os jogos que serão lançados para o PS VR irão ofertar bastante.

Com uma boa variedade de jogos e toda a abundância de exclusivos que cada plataforma está oferecendo, daqui um tempo vocês irão encontrar alguns dos mesmos nomes de jogos em todos os três sistemas VR. No final, sua escolha de testar e escolher um óculos VR vai ser muito pelo oferecimento de jogos e que tipo de dispositivo VR que você quer. O Playstation VR é um ótimo aparelho que chega forte neste mercado, prometendo colocar toda a qualidade da Sony em um novo patamar tecnológico.

 NOTA: 8,5

Editor-Chefe do Nerdtrip e Professor de Biologia e Educação Física Escolar. Amante de Animações, Seriados, Games, Ficção, Mundo Mágico, HQs e lunático pela 7º Arte. Entendedor de Oscar e outras premiações frescurites que ninguém liga e repara nos filmes (aqueles detalhes bobos). Ama a 'Trindade' que é conhecida nos 7 cantos do mundo e nas horas vagas escuta aquela música eletrônica para ficar na vibe ou curte também aquele bom e velho rock'n'roll.

Análise

FAR CRY 3 | Uma jornada ao coração da loucura, viagens alucinógenas e misticismo

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Citra, uma vilã irresistivel

Hoje eu quero falar sobre um de meus jogos prediletos, não somente por sua estrutura, mas principalmente pela coragem de sua história ao demonstrar pela primeira vez uma jornada através das drogas, misticismo e loucura. Estou falando de Far Cry 3 (Ubisoft Montreal/ Ubisoft, 2012, PC, Xbox 360 e One, PS3 e PS4). Em FC3, temos um novo protagonista chamado Jason Brody, Jason é um playboy rico que resolve sair pelo mundo com os seus amigos, e por informações duvidosas (no melhor estilo do filme O Albergue, de Eli Roth) acaba indo parar em uma ilha comandada por piratas modernos, que servem a um godfather do tráfico local, que tem como comandante um certo Vaas Montenegro (o melhor personagem já criado para os games).

Vaas é muito mais que um comandante local, é um filósofo. Usando de tortura, crueldade e insanidade (ao nível do Coringa de O Cavaleiro das Trevas) ele começa a ensinar uma lição atrás da outra ao “emplumado” Jason (sim pode até parecer sem noção mas é isso do que o jogo trata), apesar de não ir até o final após matar o irmão de Brody, Riley e capturar os “amigos” de Jason (é bom ressaltar isso também), Vaas de maneira brutal e cirúrgica vai modificando o pensamento do jovem herói ao mostrar a ele um mundo que ele não possuía nenhum controle. Onde sua ascendência em berço de ouro não podia lidar com o horror que se mostrava a ele.

Jason, o “herói” de Far Cry 3

Após conhecer o Dr. Earnhardt (um médico loucão que mora em uma colina) e resgatar Daisy após auxiliarem os Rakyat (espécie de povo da ilha, revolucionários que lutam contra o controle do chefão), Jason é levado a uma feiticeira vodu (a verdadeira vilã do game) chamada Citra, a irmã de Vaas. Citra começa a introduzir o forasteiro nos segredos da ilha, e com isso confere a Jason poderes especiais, que vão aos poucos atingindo sua alma, por causa de seus rituais alucinógenos (FC3 realmente vai fundo nas viagens, por causa dos devaneios causados pela bruxa), o que vão aos poucos lhe conferindo poderes sobre humanos (realmente o personagem nos últimos níveis vai se tornando um meta-humano, quase um super homem), e quanto mais cai nos mistérios dela, pior ficam as trips.

Saindo um pouco da parte lisérgica do game, Far Cry 3 bebe em fontes conhecidas, mas com muito sucesso, retira um pouco de Assassin’s Creed (as famosas torres, aqui com um acabamento decadente que tem tudo a ver com o cenário), insere bases para ser invadidas, enquanto dá um up inacreditável em logística e na variedade animal (são muitos tipos), a física é excelente para a época (o que pôde resultar em um multiplayer nervoso, que até hoje tem jogadores) e inúmeras estratégias possíveis de invasão, tudo isso combinado a uma excelente inteligência artificial que possibilita um desafio instigante, mas sem exageros, a base de Far Cry 3 foi usada anos depois em Watch Dogs e Watch Dogs 2.

Bases bem feitas, com adversários a altura

Um ponto importante é o andamento da história. Reza a lenda que Far Cry 3 era pra ter tido apenas um final, e é realmente o que se vê durante o game. Quanto mais se torna um guerreiro Rakyat, mais Jason se afasta de suas origens, sendo até advertido por Vaas das manipulações de Citra (um ponto cruel e interessante é que em alguns momentos da história Vaas fala de Citra de maneira amorosa, mas ao mesmo tempo de forma angustiada, como se tivesse algo como um feitiço ou algo do tipo que o levasse a “gostar” da irmã). Eu particularmente considero Far Cry 3 uma jornada de danação, já que o herói realmente sucumbe ao jogo da feiticeira, que o enfeitiça e meio que o transforma em um boneco de seus desejos (o domínio da ilha por exemplo), mas cabe a cada jogador a sua interpretação.

Far Cry 3 está muito acima da média e merece ser jogado mais de uma vez, o game ficou melhor ainda com sua expansão (quase um novo game, logo irei trazê-la aqui) Blood Dragon, que é uma homenagem zoeira aos filmes B de ação futurista dos anos 80. Recomendo enormemente até tentar o 100% (mesmo que não traga nenhum prêmio, uma pena) do jogo. Esse realmente traz saudade.

Nota para o jogo: 4,5/5

Trailer:

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ASSASSINS CREED ORIGINS | Gameplay revela o que está por vir na DLC ”Curse of Pharaoh’s”

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Assassin’s Creed: Origins ainda está dando o que falar entre os jogadores. O jogo até então era acompanhado de um potencial duvidoso sobre seu conteúdo em geral, e uma parcela de fãs da franquia estavam receosos com o novo título. Origins não só  proporcionou o retorno de uma paixão já sentida em relação a franquia da Ubisoft durante os seus primeiros jogos, mas introduziu áreas extensas para explorar, personagens incríveis, e a chance de ver como a irmandade começou. 

A Ubisoft tem trabalhado em sua terceira grande expansão Curse of the Pharaoh’s, a equipe divulgou um novo vídeo (veja aqui) com uma prévia do que os jogadores podem esperar desse novo conteúdo. Bayek voltará a uma aventura perigosa depois de encontrar um artefato misterioso em Tebas. Após a sua descoberta, o protagonista viverá uma jornada cheia de perigos e criaturas bizarras num mundo de faraós mortos-vivos. E com um novo desafio em mãos, perseguir e destruir cada um dos faraós. 

A Maldição dos Faraós será lançada oficialmente em 13 de março e traz consigo não só uma nova aventura, mas um limite de nível elevado para 55, habilidades adicionais para desbloqueio durante o jogo e novas habilidades para ganhar. Para aqueles que já possuem o passe de temporada, a expansão já está inclusa sem custo adicional. Para aqueles que não possuem, o próximo conteúdo já está pronto para ser adquirido. 

Assassin’s Creed Origins está disponível para Xbox One, PlayStation 4 e PC. 

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FEAR EFFECT SEDNA | Um clássico do PSOne está de volta

#feareffectsedna #playstation
#xboxone #nintendoswitch

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Grande notícia para os fãs de Fear Effect. Fear Effect Sedna, um game de tiro isométrico, com pitadas de cenas cinemáticas que está chegando ao XBox One, PS4 e NSwitch. Fear Effect foi um jogo que ficou famoso ainda no Play Station que trazia tramas relacionadas a misticismo, demonologia e cenas de amor lésbico, sendo ainda muito cultuado principalmente por velhos jogadores.

A história se baseará 2 anos após os eventos com a Tríade em Fear Effect. Tudo acontecerá por causa de uma relíquia, uma estatueta chinesa que seria levada para a França pelo embaixador chinês, mas como tudo no universo de Glas e Hana fica longe do normal. O medo mais uma vez será o fator que permeia o jogo. Fear Effect Sedna terá um estilo de jogo isométrico ao melhor estilo Fallout e Crusader, e fará as evoluções de história como sempre com ótimos animes.

Pra quem não conhece a série, fica aqui a dica de um excelente game, com pitadas de erotismo, terror e mistério. Fear Effect Sedna se encontra atualmente no Kickstarter mas teve seu lançamento marcado para 06 de março desse ano.

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