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GWENT | O toque de midas da produtora polonesa faz mais um sucesso

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Há mais de dez anos o mundo foi sacudido com a criação de um mito. Baseado nos livros do escritor polonês Andrej Sapkowski, o jogo The Witcher (idem, 2007), desenvolvido pela softhouse polonesa CD Projeckt RED, ganhou notoriedade por trazer o universo do bruxeiro (“hexer”, no original) Geralt de Rivia, um guerreiro mercenário especialista em se livrar de feras que aterrorizam os moradores das vilas e que se utiliza de alquimia para isso. O jogo foi um sucesso. Estima-se que segundo as contagens atuais, o jogo tenha vendido mais de 2 milhões de cópias no mundo inteiro.

O sucesso retumbante que bateu a porta da CD Projeckt RED lhe rendeu 2 continuações. Dois sucessos instantâneos. O terceiro e último jogo da franquia, The Witcher III – Wild Hunt (já comunicado que vendeu mais de 10 milhões de cópias pela sua desenvolvedora) trouxe uma novidade para os fãs, um jogo de cartas.

Vamos jogar?

O jogo de cartas Gwent, presente em todas as versões do terceiro jogo da franquia, logo animou os fãs. Ele tem uma temática parecida com o lendário Magic: The Gathering da Wizards of the Coast e Spellfire da antiga TSR (a lendária ex-dona da marca Advanced Dungeons and Dragons). Também há semelhanças com o card game eletrônico Hearthstone da Blizzard North (de Diablo e Warcraft).

Em Gwent, os jogos são divididos por turnos, assim como Magic (mas sem a necessidade de mana, tudo é no ato), não há um mago a acertar, vence quem faz mais pontos, o que torna a bagaça extremamente estratégica. Como em Magic e no card da Blizzard, o conjunto é tudo. Pense em uma espécie de Killer Instinct (afinal pra vencer os rounds, você tem que criar combos), no qual o seu objetivo é ter uma pontuação maior que a de seu adversário.

Além de simples, é muito divertido. A maneira como as cartas são usadas também garante o desafio. Não há compra, a sua estratégia é que irá definir o destino das 8 cartas que você poderá usar em um round (com a adição claro, de cartas que permitem a compra dentro da partida).

A emoção dos velhos card games está de volta

Os personagens que são a chave da franquia estão presentes. Quase sempre irá sair um Geralt, uma Triss ou uma Ciri, além de outros personagens.

Gwent é um mundo a se descobrir, e mostra a verve genial dos poloneses de midas que transportaram para os games todo esse universo. São 5 nações para escolha, e inúmeras variações possíveis (Império Nilfgaard, Monstros, Reinos do Norte, Scoia’tael e Skellige), todas independentes e com suas próprias estratégias, um convite aos duelos.

Como bom fã para terminar a matéria estarei deixando aqui o meu nick, caso alguém queira me desafiar para uma partida, e que haja vida longa a esse universo que simplesmente não pode morrer.

drakul1978

“Vida longa, etc etc.”

Soldado Imperial dos Reinos do Norte

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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