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GAMES | Microtransações, qual o limite das cobranças?

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O meu sincero bom dia a todos. Só pra falar um pouco de mim, sim eu sou um cara polêmico, desde a época do meu blog o Questão (que ainda está no ar). E hoje ao procurar a matéria do dia (detalhe: não sou contra o capitalismo) e depois de muitos brothers gamers amigos meus reclamarem, resolvi também por minha mão para as abelhas morderem.

Esse sistema no ultimo Marvel vs Capcom trouxe ódio aos jogadores

Bom só pra dar um início, não sou contra os DLC‘s, afinal quem quer pagar, que pague. Vivemos em uma sociedade desigual onde claramente algumas pessoas terão mais poder de fogo. Ou seja tanto faz se o amiguinho tiver um personagem melhor que o seu, as custas dele, é claro. E se ele tiver melhores condições que as suas em um jogo Free-to-play (Livre para jogar, no bom inglês), como eu disse faz parte do jogo. Mas quando isso faz com que esse amiguinho que pode pagar tenha a opção de jogar o jogo completo e você não, por que não pagou o preço adicional, ai sim a coisa muda de cenário.

No Switch tb o sistema gerou muita polêmica

E jogos atuais que aderiram a esse sistema de Microtransações (exemplos: Resident Evil, Shadow of War, Candy Crush Saga (dos smarts e pioneiro no sistema) e a grande maioria dos jogos para celulares, Star Wars: Battlefront, Ghost Recon: Wildlands, etc) tem feito a treva dos jogadores que para conseguir um personagem melhor no game (um Luke Skywalker ou Darth Vader por exemplo em Battlefront 2) tem que passar uma quantidade imensa de horas de game para desbloqueá-los. O mesmo acontece em jogos de celulares. Muitos gamers se irritam com o tempo e quantidade absurda de pontos para desbloquear um personagem importante, e metem a mão no bolso.

Last Light, um jogão mas…quase que por falta de fundos não veio a luz

Antes de colocar o ponto final na discussão que não acabará aqui, temos que reconhecer um fato: a criação de games atualmente é um negócio arriscado. Antigamente criar um jogo era quase um projeto artesanal. Uma empresa tinha poucos técnicos, pouca gente envolvida e pouca produção também. Hoje vivendo os tempos de PS4 e Xbox One X, ficamos mais exigentes, mais chatos mesmo. E com isso as principais empresas, investem fortunas para criar um único jogo. Tivemos quebras importantes nos últimos anos (Visceral Games, Criterion Games, Take Two Games e outras conhecidas). O jogo Metro: Last Light foi terminado por um grupo de técnicos que chegou até a passar fome. Então antes de soltar a caixa de ferramentas, temos que ver também o outro lado.

Dead Space, um grande game…mas agora na geladeira da EA…e sem produtora

Eu deixo aqui para vocês comentarem o que vocês pensam sobre o assunto. Mas fica claro que infelizmente (em alguns casos) essa prática não vai acabar tão cedo.

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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