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NOT A HERO | Game intriga jogadores de Resident Evil

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Resident Evil há muitos anos é o survival preferido da galera.

Lembro com muita nostalgia quando o primeiro jogo da série chegou no PS1, há uns 10 anos atrás. Lembro também do susto que os garotos nas locadoras tomavam. Cada abertura de porta era um susto garantido. Pois bem, o tempo passou, Racoon City foi destruída, ganhou uma série de filmes com altos e baixos (um dos altos tenho que ressaltar, a própria Milla Jovovich, de O Quinto Elemento), e vários jogos na sequência da franquia.

Com isso, a série foi perdendo o viço de survivor e se tornando um jogo de ação com o passar dos anos. Apesar dos sucessos de Resident Evil 4 e 5, os fãs xiitas nunca perdoaram a Capcom por mexer na fórmula que deu certo nos 3 primeiros, e isso claro, como tudo na internet hoje, foi um gerador de críticas e elogios por parte da galera.

O destino de um dos personagens mais carismáticos será decidido

No fim do ano passado, a Capcom depois de duas demos de uma hora, apresentou para o mundo e para os seus fãs, a evolução da franquia. Resident Evil 7 não teve as inovações que foram apresentadas (na verdade um retorno saudável as origens com a adição da visão de primeira pessoa), mas agradou sim a muitos fãs antigos, que viram no jogo o retorno do susto, do terror dos 3 primeiros e um pouco de escatologia também perpetrada pela família Baker.

Após lançarem algumas dlcs que aumentavam um pouco mais as sensações do jogo (incluindo um fantástico e sádico jogo de cartas igual Jogos Mortais, tão pesado que lembrava filmes como Evil Dead ou Uma Noite Alucinante, talvez eu traga mais sobre eles depois), apesar das críticas e comparações com jogos (F.E.A.R. principalmente), a jornada de Ethan e Mia foi bem aceita pelo público e vendeu bem, para os parâmetros dos consoles de hoje. Porém, faltava ainda a cereja do bolo.

ATENÇÃO! DAQUI PRA FRENTE PODE SER CONSIDERADO “SPOILERS” PARA ALGUNS LEITORES!

E essa cereja iria se chamar Not a Hero (Herói que nada, em uma tradução livre), adiada para o segundo semestre desse ano, a nova saga de Chris Redfield (um dos grandes heróis do game), pode trazer o agente passando para o lado do canceroso…da Umbrella. O porquê dessa mudança ainda é desconhecido. Só pra lembrar, a Umbrella é a responsável pelo desastre de Racoon City nos 3 primeiros jogos. Chris sempre foi o soldado padrão, a arma da B.S.A.A (sigla para Bioterrorism Security Assessment Aliance ou Tropa de Segurança de Auxílio ao Combate ao Bioterrorrismo) para combater onde quer que o problema estivesse (inclusive dando cabo de Albert Wesker na África, um dos maiores vilões da franquia).

A virada de Chris hoje é um segredo guardado pela Capcom a sete chaves, a única pista que temos é o final de Resident 7, onde Ethan é salvo por helicópteros de mercenários da Umbrella. Fica a pergunta? Chris seria realmente Chris? A própria Capcom já adiantou que sim. E vários jogos spin off como Umbrella Corps e Operation Racoon City já davam a entender que os planos de Wesker iam além de sua morte. Estaria o herói se infiltrando para descobrir seus últimos planos? É o que Not a Hero deve trazer, e sim isso pode ser um novo começo para a franquia.

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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