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STAR WARS BATTLEFRONT II | Versão Beta – Análise do Viajante

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E esteve aberto por todo esse fim de semana a versão beta do jogo da Dice/EA Games : “Star Wars Battlefront II“. No último dia 4, o game já havia sido liberado para download apenas para aqueles que haviam feito a pré-venda. No dia 6 liberaram para o públio em geral.

Eu como grande fã do original de 2015, ainda o jogo quase que todas as noite, não comprei essa sequência ainda pois não tinha certeza se meu PC o rodaria, e portanto esperei a beta para testar. A Dice havia divulgado que o processador I5 seria requisito mínimo para esse game, e eu com meu modesto I3 estava apreensivo. A boa notícia é que a versão beta rodou sem problemas. Contudo, devo salientar que tenho 16 GB de memória ram, o dobro do requisitado pela Dice. Abaixo, os requisitos pedidos:

Requisitos Mínimos

  • OS: 64-bit Windows 7 SP1, Windows 8.1, Windows 10
  • Procesador: (AMD): AMD FX-6350 ou Intel Core i5 6600K
  • Memória: 8GB RAM
  • Gráfica: AMD Radeon™ HD 7850 2GB ou NVIDIA GeForce® GTX 660 2GB
  • DirectX: Compatível com 11.0
  • Ligação: 512 KBPS ou superior
  • HDD: 15GB livres

Requisitos Recomendados

  • OS: 64-bit Windows 10
  • Procesador: AMD FX 8350 Wraith ou Intel Core i7 6700
  • Memória: 16GB RAM
  • Gráfica: AMD Radeon™ RX 480 4GB ou NVIDIA GeForce® GTX 1060 3GB
  • DirectX: Compatível com 11.0
  • Ligação: 512 KBPS ou superior
  • HDD: 15GB livres

Quanto ao jogo, devo confessar que não me empolgou muito. A grande novidade de Battlefront II será o modo campanha, ausente no primeiro. Porém, esse modo não foi liberado no modo beta, apenas um resumo da história inicial porém sem que o espectador tivesse como jogar. Apenas um vídeo.

Já no multiplayer voltamos a ter a versão maior para 40 players. Apenas uma missão foi disponibilizada para teste, ambientada no planeta Naboo no período da “Guerra dos Clones“. Divididos entre ‘clones” e “dróides de combate”, as batalhas ocorrem nas ruas da capital e depois dentro do palácio real. Duas versões de heróis foram introduzidas: “Rey” do lado dos clones e “Darth Maul” do lado dos dróides. Ambos incoerentes, já que na cronologia Star Wars, Rey só viria a nascer décadas depois, já no período da “Primeira Ordem” e Maul já havia “morrido” (entre aspas porque sabemos que anos depois, no início do império, ele ressurgiria, porém sua presença aqui é incoerente, sim) antes do surgimento dos clones. Os heróis “Han Solo” e “Bobba Fett” também puderam ser utilizados nessa versão beta, porém estes dois já estavam presentes em Battlefront I, por isso não tiveram a graça de ser uma novidade.

Diferentemente do primeiro jogo, para se tornar um herói, o jogador precisa alcançar 5000 pontos de combate na partida para ter essa opção. No game anterior era só encontrar um “símbolo” de herói pelo campo de batalha. O mesmo acontecia para naves de combate e veículos que agora também só podem ser pilotadas caso se alcancem um determinado número de pontos de combate. Isso dificulta para os menos experientes. A jogabilidade é praticamente a mesma, com os mesmos tipos de comando, movimentação e uso das cartas com habilidades especiais como granadas, escudos, etc…

A diferença fica por conta das armaduras e armas. No primeiro jogo você comprava armaduras e armas e podia combiná-las da forma como melhor lhe entendesse. No beta, você tem 4 opções de soldado: “assalto”, “pesado”, “oficial” ou “especialista”. Ao escolher um, as armas são diferentes para cada um, assim como as cartas. Obviamente que conforme se adquire experiência e dinheiro, você pode ir trocando essas armas e cartas, porém, se você está usando um soldado de assalto, não pode usar cartas e armas de um especialista. Você pode trocar de tipo de soldado cada vez que morre, assim como podia trocar de arma no primeiro jogo.

Já o modo para 24 pessoas apresentado, temos os combates com caças em “Fondor“, o estaleiro espacial. Nesse modo em particular, achei que a jogabilidade facilitou demais na hora de pilotar as naves. Ficou muito fácil controlá-las, o que tirou um pouco da graça do modo. No primeiro Battlefront, era mais dificil e até irritante dirigir os caças, porém, com o tempo, íamos ficando mais hábeis e a sensação de triunfo era muito maior a cada caça abatido. Com a facilitção, perdi rapidamente o interesse.

Por último, também foi disponibilixada uma versão para 16 jogadores onde os jogadores são divididos em “Primeira Ordem” ou rebeldes. Ambientada em um planeta de nome “Takodana“, é uma espécie de missão “rouba bandeira”, onde os rebeldes devem entrar em um castelo da Primeira Ordem e roubar um artefato e levá-lo a um ponto de extração. Os “Stormtroopers” devem impedir que os rebeldes consigam fazer isso. Nada muito diferente de Battlefront I a não ser pelo visual, trajes e cenários.

Concluíndo, devo confessar que a versão beta não empolgou muito. Mas manteve a ansiedade pelos novos heróis e missões que estão por vir no jogo completa que será disponibilizado aos compradores a partir do dia 17/11. O jogo pode ser adquirido em pré-venda no site da “Origin

 

Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

Análise

FALLOUT: NEW VEGAS | Político e cheio de escolhas, mostra como se mexe em um tema espinhento

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Nem herói, nem vilão, apenas um sobrevivente.

Politica e games são um assunto espinhoso. Primeiro pelo fato de que quando fazemos politica sempre iremos escolher um lado, e isso torna qualquer visão tendenciosa ao que acreditamos. Fazer algo que vá contra os padrões e respeite os pontos de vista mas pondo o dedo na ferida quando preciso, é pra poucas obras e com os games isso não é diferente.

E quando entra uma empresa de renome como a Bethesda, claro isso cria uma atenção maior. Criadora do fantástico The Elder Scrolls V: Skyrim, um jogo profundo, denso e totalmente politico, e de Fallout 3, o debut que reapresentou (o original, da empresa Interplay, é dos anos 90 que se tornou o embrião da Troika Games) o game para as próximas gerações e questionou idéias como o estatismo, ecologia e religião, o próximo game tinha de ser digno desse legado.

De volta a desolação do mundo pós apocalíptico.

Apesar de não ser oficial, Fallout: New Vegas (Obsidian Entertainment/Bethesda Softworks, 2010, Xbox360, PC e PS3) ocorre 4 anos após os eventos de Fallout 3. Em New Vegas, você assume o papel do Mailman ou Courier, que depois de uma entrega importante é emboscado e aparentemente é morto. Porém graças ao securitron (robô segurança) Victor é salvo e é acolhido pelo Doutor Mitchell no povoado de Goodsprings. Após um inicio que serve como tutorial o jogador está solto nesse mundo, cheio de ideologia, caminhos e perigos.

As Wastelands estão em disputa por três facções, sendo elas a NCR – New Californian Republic, democráticos porém expansivos e fazem uso de tropas militares; Caesar’s Legion, uma espécie de união das tribos bárbaras, também expansionistas e escravagistas com legiões baseadas no Império Romano; e Mr. House, a voz da Radio de New Vegas, enigmático e dono da cidade fortemente vigiada por robôs guardiões.

Um mundo em ruínas e nostálgico.

Mas o grande atrativo de Fallout: New Vegas é seu posicionamento politico, ou falta dele. São difíceis ver buscas na qual um ou outro dilema moral não são analisados, no caso que o jogo de cintura entre as facções ganha grande parte do game. Não é uma simples questão de esquerda ou direita, é muito mais do que isso. Cada facção tem nuances particulares e incentivar o jogador a lidar com isso é um trunfo desse game.

Como em Skyrim, há grande variedade de equipamento, como armas, armaduras, drogas, medicamentos, estimulantes. A sua vitalidade aqui é recuperada com ingestão de bebidas e alimentos encontrados durante a exploração, que aliás tem aqui seu ponto alto, com surpresas a cada quilômetro, repete-se a receita de bolo de fallout 3, de quests a cada km.

A facção Caesar. Qualquer semelhança com certas seitas é mera coincidência.

Os inimigos variam e são fortes, estar bem equipado ajuda mas qualquer combate é mortal. Por isso a preparação aliada ao bom uso do sistema VATS (que para o tempo para um melhor disparo) é fundamental. Em New Vegas o jogo é desbalanceado de propósito e muitas batalhas serão necessárias, não é um Dark Souls mas chega perto.

O último destaque fica pra parte sonora do jogo. Além dos efeitos normais de falas (conversar é algo que toma muito tempo do game), efeitos sonoros de armas e impacto, a trilha sonora é um grande destaque. Densa como de um filme, beira o épico, com especial a música de entrada. A adição de músicas clássicas e grupos de jazz dos anos 60 também como no 3 tem grande peso, clássicos como “Johnny Guitar” e “Something Gotta Give” do comediante Bill Crosby vive em harmonia com Billie Holliday e outros da época dourada do rádio.

 

O vats continua eficiente e vai salvar sua vida várias vezes.

Finalizando o review, Fallout: New Vegas é um game primoroso. Mostra a coragem e o pioneirismo da parceria Obsidian/Bethesda (que pode ser o que faltou no fiasco 76) que mesmo com alguns bugs (sim, eles existem e são irritantes) não comprometem tanto a experiência e fazem com que estejamos diante de um épico dos jogos.

Nota: 4 / 5

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FAR CRY: NEW DAWN | Confira o trailer de anúncio do próximo jogo da franquia da Ubisoft

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O próximo jogo da franquia Far Cry teve um trailer revelado. O jogo se chamará Far Cry: New Dawn.

Confira a sinopse do jogo:

Viaje para um Hope County transformado e pós-apocalíptico, 17 anos depois de uma catástrofe nuclear global. Lidere a luta contra os Highwaymen para que eles não fiquem com os últimos recursos restantes no capítulo mais recente de Far Cry.

Confira o trailer de anúncio:

Far Cry: New Dawn será lançado em 15 de fevereiro de 2019.


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LANGUINIS | Game mobile que ajuda a expandir seu vocabulário recebe atualização com várias novidades

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Languinis, o quebra-cabeças ortográfico que foi o segundo jogo de palavras mais popular da App Store brasileira em novembro de 2018, está recebendo conteúdo exclusivo, eventos sociais, novos eventos ao vivo, 1000 níveis, modos de jogo adicionais e muito mais. Além disso, Languinis chega pela primeira vez na Samsung App Store.

Gratuito e totalmente em português, Languinis é um envolvente “jogo de match” com palavras que é fácil de aprender, mas desafiador para dominar. É também uma valiosa ferramenta para aprender novas palavras no seu idioma ou para ganhar vocabulário em línguas como inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e russo. O app já foi baixado por mais de 3 milhões de usuários.

No jogo, você precisa salvar os Languinis, uma tribo de criaturas construtoras de palavras, contra a vingança do Deus Fênix ao combinar gemas e formar palavras. Conforme as missões progridem, o jogador ganha acesso a power ups e até ao modo multiplayer, no qual enfrenta amigos ou une forças para enfrentar o Fênix.

“Nós identificamos um interesse muito grande de jogadores brasileiros,” disse Samir El Agili, presidente da publisher Tilting Point. “Os jogadores do Brasil estão entre os mais dedicados do game, explorando os novos níveis assim que ficam disponíveis e notamos a paixão deles na comunidade do jogo. Nós queremos apoiar nossos fãs no Brasil, e é por isso que estamos expandindo as opções de jogabilidade para o Brasil.”

Confira o trailer do jogo:

Os desenvolvedores notaram que os jogadores brasileiros estão usando o app para melhorar suas habilidades no inglês, já que 15% deles escolhem jogar nesse idioma e não no português. Eles também encontraram diversas curiosidades linguísticas entre usuários do país. A palavra mais popular de longe é “mar”, 33% mais comum que a segunda palavra mais usada. Jogadores espertos ainda encontraram palavras com 15 letras para usar no jogo. A mais popular de todas? “Desabotoaríamos”!

Languinis já recebeu diversas funções avançadas para tornar o jogo ainda mais empolgante. Como:

  • Campanha Épica: junte-se aos Languinis em sua jornada através de dezenas de ilhas
  • Caça ao Tesouro: onde jogadores precisam dominar fases em um limite de tempo para ganharem caixas de prêmios
  • Enxurrada de Letras: evento no qual os usuários competem entre si por grandes lotes de recursos
  • Atualizações sazonais: para ocasiões como Halloween, inverno, Dia dos Namorados, Páscoa e muito mais

Languinis está disponível para iOs e Android.


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