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A GAROTA NO GELO | Resenha da viajante

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Salve! Salve tripulantes! Tudo bem com vocês?
“A Garota no gelo” é um lançamento de Dezembro de 2016, do autor Robert Bryndza, publicada pela editora Gutemberg, o gênero é investigação policial.
Após um jovem se deparar com o cadáver de uma garota congelada, atordoado pelo o que achou embaixo do gelo, ele aciona a polícia sobre o ocorrido. Ninguém poderia imaginar que, ao longo da investigação a detetive e sua equipe suspeitaria que a garota não era uma garota qualquer e sim filha de um homem poderoso com muita grana.
A garota foi brutalmente assassinada, e para cuidar deste caso, a Detetive Policial Erika Foster é designada a trabalhar para encontrar o autor do crime. Ela acaba de voltar de uma licença forçada para superar a perda de alguém que amava muito,  em seu último caso, essa pessoa veio a falecer. Isso a fez sentir-se culpada. Erika mergulha de cabeça nessa investigação, porém seu chefe quer que ela vá devagar e tome cuidado com tudo o que descobrir para que a imprensa não caia em cima fazendo deduções que atrapalhem o trabalho, e também por se tratar da morte de uma socialite importante. Entretanto, Foster não vai sossegar, não vai medir esforços nem consequências para desvendar todo o mistério que ronda sobre esse assassinato, será que a vítima era mesmo o que dizia ser?
É o primeiro livro que leio desse autor e já gostei muito de sua maneira de escrever, os detalhes são bem precisos, mas não são enfadonhos, o que faz com que o leitor tenha um bom vislumbre da localidade dos acontecimentos. A leitura também é super fluida e nada confusa, o leitor consegue acompanhar a investigação com precisão e até arriscar um palpite sobre um possível suspeito.
O autor também deixa um agradecimento fofo para leitores e blogueiros no final do livro, o que faz nos sentirmos muito próximos  dele, foi muito atencioso deixar uma mensagem carinhosa e todas as formas de entrar em contato.
E aí quem já leu esse sucesso? Não deixem de comentar e fiquem ligadinhos no Nerdtrip para saber mais dicas de leitura.

Baiana, apaixonada por cultura oriental, HQs, seriados de TV, livros, cinema e música. Adora Pizza, pipoca, Hugh Jackman, Wolverine, visitar a Saraiva, shopping, maquiagem e leitura. Amores da vida são filha, marido, família e Netflix. Cristã e fã do seriado Supernatural, tem o sonho de um dia conhecer os Winchesters e o Japão. Sonha no mundo real e vive na fantasia.

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DIÁRIO DE UM NERD: SUPERNERD | A nova e divertida aventura de Phil, o Nerd – Resenha sem spoilers

Igor Ops

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(Foto – Reprodução)

Seguindo o sucesso dos últimos dois volumes, chega às livrarias brasileiras pela editora Ciranda Cultural o livro “Supernerd: Diário de um Nerd Vol. 3”. Lançado em mais de doze países, a obra é um sucesso de vendas e narra o cotidiano de Phil Dick, um jovem e simpático nerd, fascinado por séries, jogos e filmes de ficção.

Acompanhada de ilustrações incríveis de Roberta Procacci, o inédito volume faz um passeio pelo universo geek mostrando Phil Dick, ou como ele é conhecido por seus amigos, Phil, o Nerd, que deve salvar os roteiristas de séries de Hollywood que foram sequestrados por um terrível vilão. Junto a sua equipe, chamada carinhosamente de The Ping Pong Theory, Phil parte rumo a mais uma grande aventura.

Diário de um Nerd 3: Supernerd é recheado de referências a cultura Nerd/Pop/Geek, sendo Phil um aficionado por games, séries, quadrinhos e ficção, e a todo momento somos bombardeados por citações e menções, que vão desde a sucessos da atualidade como as séries Two and Half Men e Game of Thrones, até os mais aclamados personagens da cultura Pop, como Batman, Homem-Aranha, Thor, Stephen Hawking, Einstein e tantos outros personagens e figuras importantes da ciência, inspiram o jovem na sua missão de se tornar um super-herói.

O livro, que tem como público-alvo, crianças a partir dos 9 anos de idade, é uma grande porta de entrada para esse fantástico mundo Nerd em que crescemos e vivemos grande parte de nossas vidas. Além das referências mencionadas, no decorrer da leitura, existem momentos onde Phill explica aos seus leitores detalhadamente sobre games, filmes e séries que o nosso Supernerd tanto adora.

Diário de um Nerd 3: Supernerd é mais uma criação do norte-americano Philip Osbourne, que começou a carreira de escritor produzindo quadrinhos enquanto ainda estava na faculdade. O livro conta com capa dura e folhas mais firmes, garantindo maior durabilidade para que os pequenos leitores e novos Nerds possam se esbaldar enquanto embarcam em uma grande aventura com Phil, o Nerd.

Ser nerd significa ser curioso e não ter medo de ser criança, mesmo aos 70 – conta o autor. –  Eu bebo com a caneca do Flash, carrego a mochila dos Caça-Fantasmas, uso cuecas dos Simpsons, e dirijo somente se tiver usando a camisa do Justiceiro. Sou louco? Eu sou apenas uma criança que sonha com games, revistas e séries de TV. Ser nerd significa ser corajoso e capaz de ver magia em um mundo que nem sempre é mágico.

Philip Osbourne

Lembrando que o livro está disponível no site da Ciranda Cultural, para adquiri-lo, clique aqui no link.

  • Título:  Diário de um nerd Vol. 3: Supernerd
  • Autor: Philip Osbourne
  • Ilustrações: Roberta Procacci
  • Editora: Ciranda Cultural
  • Páginas: 160
  • Público-Alvo: A partir de 09 anos

Nota para o livro: 3,5 / 5


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V5 – VAMPIRE: THE MASQUERADE FIFTH EDITION | O aguardado e polêmico retorno de uma das maiores séries do RPG moderno

Marcos Roberto Neves

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Tire as crianças da sala.

Agora vamos falar sobre monstros, não sobre monstros da imaginação, mas sim monstros reais. É meus amigos hoje vamos falar a sério sobre vampiros, mais uma vez. Mas dessa vez trago a vocês (em primeira mão, antes até mesmo das revistas sobre RPG desse país) o retorno de um clássico. Vampire: The Masquerade – Fifth Edition ou V5 (Onyx Path/ “Paradox Entertainment”/ White Wolf, 2018, Role Playing Game ou “rpg de mesa”) traz o principal rpg dos anos 90 ao topo novamente, com a roupagem atual e fashion (haters please) das atuais séries americanas como The Vampire Diaries e por que não o odiado e amado, Crepúsculo (Twilight) e atuais encarnações da lenda dos sugadores de sangue.

Antes de qualquer coisa, Crepúsculo pode ser cruel? Sim, pode. O que V5 propõe é que o mundo que conhecemos não mudou, ficou pior. Apesar do estilo de games como Vampyr (menos Vampire Bloodlines dessa vez), temos criaturas monstruosas a ponto de torturarem suas vítimas, enclausurá-las e escondê-las do resto do mundo, que não, não assiste a tudo isso calado. O clima Constantine (a série com o loiro Matt) é total. O sobrenatural existe (lições aprendidas do ótimo Mundo das Trevas ou World of Darkness, o livro-de-regras da 4ª edição) mas uma pessoa comum, com certeza não vai querer se aproximar dele.

Vampiros fashion. E desalmados.

A mente pensante por trás da nova edição de Vampire vem pra variar, do frio. Com a queda do antigo Lobo Branco, assume a capitania a Onyx Path (laranja da Paradox Entertainment, de Mount and Blade e Pillars of Eternity, entre outros grandes sucessos dos rpgs eletrônicos), o sueco Martin Ericsson é o cabeça-mor desse novo pontapé dessa nova e restaurada White Wolf que ressurge das cinzas. Aproveitando a deixa dada por cabeças como Mark Rein Hagen e Stewart Wieck, Ericsson recria o Mundo das Trevas, adaptando a uma era de caos, incerteza, crueldade (principalmente por trás de um pano bonito) e pretenso glamour.

Imagens fortes. E muito pertubadoras.

A treta nesse novo Vampire é generalizada. Só pra começar, ser velho aqui virou passaporte para a tumba eterna. Os humanos finalmente acordaram e passaram a caçar os Cainitas (filhos de Cain, mais uma vez) mas dessa vez com o auxílio da arma humana mais temida pelos anciões, sim a informação. Com ela as principais agências de segurança globais, estatais ou particulares, começaram a trocar informações sobre o mundo Cainita e seus costumes. Com extrema crueldade, histeria e grandes perseguições os sanguessugas (antes reis da noite quase de maneira suprema) foram sendo lentamente exterminados. 

Após o assassinato ao vivo de um de seus maiores notáveis, a nobreza vampírica resolveu picar a mula, vazar na braquiara, do continente americano. Numa situação parecida com a das colônias norte americanas no século 17, o anarquismo tomou de conta do país, após a surpreendente debandada da Camarilla (a maior e mais organizada associação de vampiros) de volta ao Oriente. Nesse novo mundo, os novos vampiros (principalmente do século 19 e 20) são os novos donos da terra, e impõe suas novas leis (as vezes de maneiras escatológicas) com braço de ferro.

Só pra começar, o horror voltou. E com força. Se antes os vampiros eram criaturas super heróicas saídas dos romances de Anne Rice e com uma roupagem meio TVD, agora a coisa funciona meio no estilo Atividade Paranormal (que me perdoem mas uma série que restaurou o horror movie nos últimos anos), a fome é impossível de ser vencida (ao estilo Vampyr) e sempre será um problema para os Membros. A era dos Mutantes (quem lembrou de X-Men e Logan, pra ser mais claro) chegou aos vampiros, após séculos de incubação, a maldição vampírica mostrou que sim, Darwin estava certo. A fome que leva os vampiros a se separarem de suas frágeis naturezas humanas, vem para mostrar que todo o cuidado com a Máscara (o silêncio sobre a existência dos predadores cainitas) foi por água abaixo. 

Vampiros que são o que foram transformados pra ser…monstros.

Só pra entrar um pouco em sistemas de dados. A Fome é a principal estrela de V5. Apertados pelo fato de que ainda tentam não sucumbir a sua natureza ainda mais bestial, ou seja a sua Humanidade (que continua sendo um atributo importante), a fome agora se torna um problema ainda maior. Pra cada jogada de Disciplina (os poderes vampíricos) um cheque de Rouse é pedido, e isso também é feito no inicio de cada noite (dificuldade 6), falhou? Parabéns. Você ganha um nível de Fome (valores de 1 a 5) e tem de se virar nos 30 pra se alimentar o mais rápido que você puder (e não se esqueça da sua Humanidade) e agora com um nível de Fome a mais. Pode parecer pouco, mas imagina a alegria de um Narrador (o mestre que conduz a partida) ao saber disso. V5 encoraja os narradores a criar qualquer história da necessidade de fome dos jogadores, daí você já pode imaginar até onde o buraco pode levar a Alice…

Outra nova característica da nova edição são as Discrasias. Tudo por causa de um novo componente especial desse livro: a Ressonância. Em palavras claras, a Ressonância é o estado mental de uma vítima no momento da alimentação. Sim é possível atrair sangue apavorado (o mais comum), fantasioso (por ingestão de dorgas, baby), deprimido, colérico (sempre tem os que lutam pra não serem mordidos) e por ai vai. O problema é que a Ressonância altera a qualidade e traços do sangue e sim…vicia. O interessante disso (e monstruoso também) é que o vampiro ao notar que aquela pessoa produz aquela ressonância (que pode ser útil para ele conseguir um efeito sobre uma disciplina ou poder, por exemplo) é que o cainita poderá induzir a pessoa a aquele estado. Como? Bem trancando ela em algum porão escuro ao estilo Jogos Mortais (hey babe, I want to play a game), ou lavagem cerebral via afogamento ou drogas só pra dar um exemplo. O que cria um comportamento na vítima chamado Discrasia que é de longe a coisa mais escatológica de V5. É bom lembrar que ser um vampiro não é um passeio no parque e a WW recupera aqui brilhantemente essa tradição. É um jogo de horror pessoal baby, e se você não tem medo do sobrenatural, deveria ter.

O Mundo das Trevas, a base para a Quinta Edição

Outras coisas que são discutíveis em V5, são a adição de neo-nazis entre as fileiras, o papo aberto (aberto mesmo) sobre estupro, e o fortalecimento (por parte dos próprios editores) dessa natureza macabra dos vampiros. Apesar de tudo isso sim ainda é possível desenvolver amizades, porém como os anciões nessa edição saem de cena, sai a política e entra a luta contra a bestialidade crescente dentro dos próprios jogadores. É uma mudança radical de direção vista (para jogadores experientes) apenas na infame Third Edition que focava em monstros com ironia a beira do fim do mundo (o fim do milênio). Agora temos monstros fashion, com alma de ditadores, facínoras e reais psicopatas. A aproximação de sistemas macabros como Kult é muito bem vinda e sim pode trazer novos jogadores (provávelmente +18) e com certeza já acendeu o debate nas atuais comunidades de fãs inveterados que há muito tempo esperavam por noites mais brutais. E que esse grande sucesso seja trazido a terras tupiniquins o mais rápido possível. A caça aos humanos e a luta contra sua natureza bestial meus amigos…está só começando.

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VERONIKA DECIDE MORRER | Várias faces da loucura neste maravilhoso clássico de Paulo Coelho

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Aos 24 anos, a eslovena Veronika parece ter tudo: juventude e beleza, pretendentes, uma família amorosa e um emprego gratificante. Mas num dia frio de novembro, ela toma um punhado de remédios para dormir com a intenção de nunca mais acordar.

Veronika Decide Morrer conta a história de uma garota jovem e linda que aparentemente tinha uma vida perfeita porém, Ela não andava muito entusiasmada com a vida por diversos motivos que são descritos no decorrer dos capítulos dessa obra. Decidindo de uma vez por todas que era hora de acabar com sua vida, ela planeja o dia que irá morrer.

Para a infelicidade da jovem, o suicídio que tinha tudo para ser bem sucedido não aconteceu como foi planejado. Em seus planos Veronika vislumbrava uma morte rápida e sem dor, mais após alguns minutos de tomar os comprimidos escolhidos para alcançar a tão desejada morte a garota acorda em um sanatório.  

Villete era um sanatório recém-aberto na cidade, e um lugar onde jamais alguém havia fugido. Neste local Veronika irá lutar conta si mesma em meio de várias pessoas que deram entrada nesse lugar com diagnóstico de loucura, além de conhecer profundamente a história de algumas delas.

Este livro apesar do título sugerir que o assunto será a história de um suicídio, trás a temática sobre as diversas  doenças da mente como depressão, síndrome do pânico e outras deficiências, mostrando de forma detalhada a rotina cotidiana de um hospício. O renomado autor Paulo Coelho aborda o assunto de maneira bastante didática sobre a insanidade humana, que o leitor acaba se identificando com alguns aspectos da própria vida. “Será  possível que todos nós sejamos um pouco loucos?” 

A escrita é super envolvente, fluida e instiga bastante a curiosidade do leitor sobre qual será o final de cada personagem além de Veronika. A leitura nos trás muita fascinação ao tentarmos entender a loucura vendo pelo ângulo do “louco”.  

A obra foi publicada em 1998 pela editora Objetiva e relançada em 2017 pela Paralela, também houve uma adaptação para o cinema em 2009. O autor teve como inspiração para criar o livro ele mesmo após algumas internações psiquiátricas. 

Pontuação de 0 a 5

Nota 5

 


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