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Música

MEGADETH/METALLICA | Duas lendas vivas do Metal!

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Bora dar um tempo nas tretas? Bem, não totalmente. Indo direto ao assunto, sempre fui um grande curtidor de metal. Sendo mais claro, do trash metal da região conhecida como Bay Area (que fica próxima a baía de San Francisco nos EUA no estado da Califórnia).

Sério, se você também é fã, esse post é para você. Falar do metal norte americano é mato, as maiores bandas do cenário pesado do Speed Metal saíram de lá. Das sombras da área industrial de San Francisco saíram bandas como Testament, Exodus, Possessed, Slayer, Death Angel e é claro, as duas maiores…Metallica e Megadeth.

E é nessas duas (que praticamente polarizam o metal ou o trash) que vamos falar hoje. Primeiramente vamos falar na mais famosa, endinheirada e controversa (até para os próprios fãs), o Metallica. Fundada pelo vocalista e guitarrista James Hettifield em junção com o baterista (muitas vezes criticado, mas apesar disso um talento puro, fora que é uma pessoa singular) Lars Ulrich. A partir daí começou uma parceria que já juntou muitos músicos, tretas mil (o ego deles é muito grande) e muita, muita história, considerada (com méritos) junto com o Iron Maiden e Guns n’ Roses a maior banda de Metal Arena do mundo. Metal Arena? Sim já eu explico.

Acontece que de uma das maiores tretas, surgiu o seu maior nêmesis (por mais que os fãs não queiram ver assim), um dos integrantes do Metallica era um guitarrista precoce, porém selvagem (como Axl Rose, apesar de ser vocal), esse cara se chamava Dave Mustaine e em um fatídico dia (segundo eles por problemas de álcool e drogas) deportaram Dave em uma viagem pelo interior da América (largaram o cara num ônibus e ele atravessou o país), claro causando sua saída da banda (chamaram Kirk Hammett, aluno de Joe Satriani e guitarra do Exodus, que aceitou na hora) e Mustaine juntou com outros amigos (seu parceiro David Ellefson, baixista e homem de confiança do cara) e fundou o Megadeth. No início, utilizando bases musicais que ele Mustaine tinha produzido para o próprio Metallica, começava ai a carreira de uma banda de Metal raiz igualmente respeitada.

O tempo passou e as duas bandas cresceram, cada uma a seu modo. O Metallica teve seu período de auge, cravando os maiores sucessos no trash metal dos anos 80, como Kill em’ All, Ride the Lightning e Master of Puppets, o mais genial de todos graças ao grande baixista Cliff Burton (cuja morte nunca foi superada totalmente pelos integrantes) que marcou o fim de sua formação clássica. Do outro lado Dave Mustaine, fundava uma banda baseada no discurso de raiva (basta olhar as letras) e com letras que sugeriam uma bandeira ao punk, das bandas britânicas (Iron em início de carreira por exemplo), os primeiros vinis refletiam essa rebeldia.

Ele largou essa lenda ai…num ônibus.

Se seguiram Killing is My Business…And Business is Good, Peace Sells…But Who’s Buying? (album antológico onde Mustaine desce a bota sem dó na era Reagan, o primeiro com o personagem Vic) e So Far…So Good…So What?, tão selvagem que num show na Irlanda após Mustaine declarar seu apoio ao IRA (sim você leu isso kk), rolou uma confusão tão grande que a banda teve que começar a usar um ônibus blindado para as apresentações.

Mas como se diz nada melhor que o tempo. O Metallica após um tempo de luto, contratou o baixista Jason Newsteed e lançaram o ótimo And Justice for All.. (pra mim o melhor album da banda), onde a veia poética de James começou a aparecer em canções como “One”, uma linda e mórbida canção sobre uma história real de um soldado escondido pelo governo e marcado para sempre pela guerra. A música culminou com o início da MTv, talvez a maior iniciativa pop voltada para o rock de todos os tempos. Seguido pelo famigerado Black Album (ou Metallica) a banda afirmou com uma enxurrada de clipes a mudança para um Metal de Arena voltado a grandes multidões, o que se seguiu até os tempos atuais.

Do outro lado após uma forte rehab (reabilitação por problemas de drogas) emerge das cinzas um revigorado Mustaine que com dois parceiros novos (o guitarrista Marty Friedman e o ótimo baterista Nick Menza) mergulharam de cabeça no mundo pop do metal da MTv. O album Rust in Peace (considerado entre os 5 maiores cds de metal de todos os tempos) mostrou a redenção da banda, com sucessos instantâneos como a inacreditável “Hangar 18”, “Holy Wars…The Punishment Due” e “Tornado of Souls”, todas consideradas classicos. A quebradeira continuou no album seguinte, Countdown to Extinction que contava com o hino “Symphony of Destruction”, uma canção fortemente política onde Mustaine faz o que sabe, usa riffs para criticar violentamente o sistema. Pra fechar a bagaça, o album Youthanasia onde o Guitar Hero e sua trupe brincam com o tema da eutanásia em uma capa antológica e surreal com uma senhora idosa pendurando bebês.

Pretendo voltar e comentar sobre as bandas no futuro, mas pra finalizar a matéria como disse o Metallica tomou um caminho muito diferente do início de carreira, investindo pesado em grandes shows (tão suntuosos que nem o U2 conseguiria igualar o aparato técnico) para promover seus cds que nem sempre foram fiéis ao estilo que os consagrou. Do pragmatismo (mas legal) de Load/Reload, para o rage de St. Anger, o retorno ao trash no ótimo Death Magnetic e seu sucessor Hardwired…To Self Destruct (que apesar de não ser brilhante, meio que uma mistura das três últimas fases da banda, a canção “Atlas, Rise!” demonstra que sim eles ainda fazem metal do bom). Do outro lado, o Megadeth se tornou uma legenda para o metal, com o estilo de seu lider cada vez mais presente, destaco aqui o ótimo Cryptic Writings (com a ótima canção

Apesar da rivalidade, foram feitas as pazes.

“Trust”, uma das melhores músicas já feitas sobre o inferno das drogas), a partir daí a banda passou um tempo obscuro com o arriscado (XD) Risk, voltando logo a verve em The World Needs a Hero, e o retorno triunfal em The System Has Failed, após um breve anúncio de término da banda, a partir daí so colecionaram sucessos como United Abominations, Endgame, ThirTeen e os últimos Super Collider e Dystopia, esse último com a banda reformulada com a entrada do baterista da banda Lamb of God, Chris Adler e o melhor guitarrista das terras brasilis, o virtuoso Kiko Loureiro, ex-Angra. O album foi um sucesso arrasador, gerando clipes e uma turnê mundial que está a dias do Brasil.

Mas o que vocês querem ouvir é o grau de comparação certo? Mesmo com toda a parafernália técnica, não podemos afirmar que o Metallica se vendeu, mas tampouco podemos chamar hoje a banda de San Francisco de Trash. Eu assisti o último dvd (vou comprar) e digo que a banda hoje faz o metal de arena (estilo de grandes multidões, criado pela banda Europe com o single “The Final Countdown” nos anos 80) competente mas longe de suas raízes. Já o Megadeth continua a ser uma banda de clubes fechados e locais apertados, fazendo o mais puro Trash Metal de raiz que faz você dar um sorriso de orelha a orelha…canções como “Hangar 18”, “High Speed Dirt”, “Return to Hangar”, “The Threat is Real” fazem você ser possuído por uma cólera demoníaca (no bom sentido, Dave) e sair quebrando tudo no slam punk. Metallica é arena e showzão mas Mega é diversão (e quem for no show me mande as fotos rs). E pra terminar tenho uma grande surpresa pra vocês hahaha…

 

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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Música

AVRIL LAVIGNE | Nova música tem referência de Aretha Franklin e outras rainhas atemporais

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Dirigido por Erica Silverman e produzido por Magic Seed Productions, foi ao ar no último dia 12, a segunda faixa do álbum de Avril Lavigne, ‘Head Above Water‘ que será lançado em fevereiro de 2019. ‘Tell me it’s over’ está sendo lançada após a música título do novo projeto da cantora que já é alvo de críticas de muitos fãs insatisfeitos com a capa escolhida como identidade visual. A faixa que possui 3,5 minutos de duração, contabiliza 1.539.758 views e mais de 157 mil curtidas, posicionado em 4º lugar nos vídeos em alta do Youtube. O clipe doce que retrata um relacionamento turbulento traz leveza à mensagem sobre a coragem de se terminar um relacionamento que após muitas tentativas ainda mostra evidencias de um relacionamento frustrado.

‘Tell Me It’s Over’ é um hino sobre ser forte, dando finalmente um basta e fechando as portas em um relacionamento, que você sabe que está errado, após cair diversas vezes no jogo”, explicou Avril para a Billboard.

Os vocais e a letra dessa canção são muito vulneráveis, que são reflexo de sentimentos que tive em relacionamentos como esse.

Eu queria escrever algo clássico e inspirado por algumas das rainhas atemporais que ouço todos os dias na minha casa, como Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Aretha Franklin e Etta James. Elas representam mulheres que defendem mulheres e que não toleram mais as babaquices de um homem”, completou a cantora.

Confira o vídeo clipe de ‘Tell me it’s over’ e deixe sua opinião sobre o vídeo e a canção nos comentários.

Leia mais sobre o assunto: AVRIL LAVIGNE | Cantora retoma a carreira com single Head Above Water


Acompanhe também: ‘Diggory e a palavra que não poderia ser dita‘. Uma história original Nerdtrip, acompanhe!


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Música

CRÔNICAS DA MAGIA PROFUNDA | Book Blog ganhará trilha sonora e publicação física em 2019

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“Nenhum Lugar” será a trilha sonora que embalará as leituras da primeira temporada das crônicas da Magia Profunda. Com lançamento agendado para 30 de março de 2019, o EP marcará a publicação do livro físico da história de Diggory no evento de comemoração dos 11 anos das Conferências Pró-Renovo, a CPR8.

“Me leva aonde não fui. Me leva aonde jamais vão me encontrar. Me encontre onde eu não estiver. Me faça estar só pra te encontrar em nenhum lugar.” (Trecho da música “Nenhum Lugar”)

Wallpaper Diggory e Didimo

O EP será composto por 6 músicas, 5 autorais e uma versão internacional. A versão da música “Center of your love”, denominada em português “Centro deste amor”, será a primeira a ser lançada. Em seguida mais uma música será publicada entre fevereiro e março de 2019. as demais músicas serão lançadas no dia do evento.

As músicas
Cada música foi inspirada em situações vividas pelo personagem principal da trama. Mesmo a versão da música americana teve sua letra adaptada à história. O repertório já foi fechado mas pode sofrer alterações até fevereiro. “Enigma”, “Eu não sei quem sou”, “Lava-me”, “Nenhum lugar”, “A aventura está lá fora” e “Centro deste amor”, compõem a trilha sonora da primeira temporada das crônicas da Magia Profunda.

Inspiração para as músicas

“Nenhum lugar” foi composta enquanto me preparava para uma volta na orla da praia do centro, em Mongaguá. O passeio que serviria para inspiração acabou fazendo com que a música surgisse antes de chegar à praia. A frase do filme “Up” (“Altas aventura”) e o filme “Meet the Robinsons” (“A Família do Futuro”), possuem frases ditas por seus personagens na música “A aventura está lá fora”. “Eu não sei quem sou” e “Enigma” marcaram conflitos existenciais de seu compositor que foi refletido no personagem Diggory em dados momentos de sua trama. “Lava-me”, está totalmente ligada à cenas retratadas no livro e “Centro deste amor” ao relacionamento entre Diggory e sua divindade, Shá.

Gênero musical das composições
Com uma história narrada em um período pós-guerra e repleta de personagem cheios de atitude, o gênero escolhido para as composições foi o rock. Uns mais melódicos, outros mais pop’s, outros mais pesados, de acordo com cada letra.

Leia mais sobre este assunto: CRÔNICAS DA MAGIA PROFUNDA | Nerdtrip lançará história original em dezembro de 2018

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Música

DAVID GUETTA | DJ lança novo hit com participação de Bebe Rexha & J Balvin

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Bebe Rexha (cena do clipe)

Com cores em tons fluorescentes em meio um cenário tropical com flores e plantas exuberantes, o famoso DJ David Guetta lançou seu novo hit “Say My Name” com a participação de Bebe Rexha, que foi gentilmente cedida pela Warner Bros e J Balvin, cedido pela Universal Music Latino.

Cena do clipe

Produzido por Guetta, Giorgio Tuinfort e Boaz van de Beatz; piano de Giorgio Tuinfort. Com som mixado e masterizado por Daddy’s Groove da TRIBE Studios Naples, Italia, e produção vocal de Mitch Allan.

O vídeo clipe foi lançado no dia 20 de novembro e em 2 dias já ultrapassou 3 milhões de visualizações pelo Youtube e mais de 200 mil curtidas no canal de Guetta, que possui mais de 19 milhões de inscritos.

Confira o clipe na integra e comente suas impressões sobre o lançamento.

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