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NARCOS | 3° temporada impecável! Crítica sem spoiler

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Narcos, a série original da Netflix baseada em fatos reais que conta a história dos poderosos cartéis colombianos, do tráfico e do rastro de violência causada por eles chega em sua 3° temporada recheada de incógnitas, já que perdeu seus principais nomes (Wagner Moura como Pablo Escobar e Boyd Holbrook como o agente da D.E.A. Steve Murphy).

As duas temporadas anteriores foram bem ambientadas e estruturadas, a boa narrativa somada ao bom elenco, transformaram a série em um dos principais carros chefes do serviço de streaming, fazendo de Wagner Moura um nome mais conhecido e respeitado no cenário internacional.

A terceira temporada se reiventa e nos oferece um roteiro perfeito que nos sequestra a atenção desde o princípio. A série recomeça quase do zero, na narração agora está o agente Javier Peña (Pedro Pascal), que tem como alvo o Cartel de Cali.

A história flui, não se arrasta e seus 10 episódios não pesam e nem cansam, e uma coisa que se destaca muito nessa última temporada é que somos levados a nos preocupar e nos importar com vários personagens.

Ficamos apreensivos e na ponta do pé à medida que a história vai se afunilando, uma coisa é certa, essa não é uma série para se assistir e relaxar, muito pelo contrário.

O arco se inicia e se fecha nesse último ano, o que é plausível pois temos a impressão que esse foi um dos poucos erros das temporadas anteriores. As tramas não são muitas, fazendo com que tudo seja concentrado em poucos núcleos e muito bem resolvidos.

Um personagem que quase rouba nossa atenção totalmente é Jorge Salcedo (Matias Varela). Somos submetidos a altos níveis de aflição por ele e sua família, já que o roteiro nos compromete com esse competente coadjuvante que beira o protagonismo.

As cenas de ação e violência continuam presentes, e o jogo de gato e rato tão característico até aqui é ainda mais intensificado, nos deixando em suspense diversas vezes.

Narcos, uma série corajosa ao se desapergar de seus grandes feitos e nos oferecer outros ainda maiores que foi essa impecável 3° temporada, lembrando que a 4° temporada já nos está garantida.

Nota para a temporada: 5 / 5

Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes.
Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater).
Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação.

Escritor das colunas
HATEANDO! (quartas-feiras)
Demorei, mas eu vi! (Sextas-feiras)
Escondido na Netflix (Domingos)

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INUMANOS | Não é tão ruim quanto dizem… – 1º Temporada – Crítica do Viajante

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E a tão aguardada série dos “Inumanos” da “Marvel” estreou em setembro nas salas de Imax com um episódio duplo e… Foi uma decepção. As críticas negativas inundaram as redes sociais já no dia seguinte e só pioraram conforme os próximos episódios foram sendo exibidos pela rede de TV “ABC“. Os rumores sobre seu cancelamento já nessa 1º temporada pipocaram por todos os lados, porém ainda não foram confirmados.

Pessoalmente preferi assistir a toda a temporada para só então fazer a crítica do conjunto da obra. A série é realmente ruim? Sim, é. Infelizmente. Mas consegui enxergar algumas qualidades e concluo que também não é essa porcaria que todos dizem. Porém, começarei pela parte ruim, analisando os erros da série. para em seguida falar o que enxerguei de positivo.

A primeira e maior reclamação dos “marvetes” foi quanto aos figurinos. E tenho que concordar. A começar pela magnífica (nas HQs) rainha dos “Inumanos”, a “Medusa” (Serinda Swan). Triste o que fizeram com ela. Era para a “Medusa” ser a principal protagonista feminina em todo seu esplendor e poder, mas… Não sei se faltou grana para um CGI melhor, ou se foi incompetência da equipe de efeitos especiais, mas “Medusa” usando seus poderes (a longa cabeleira ruiva que pode manipular objetos e que possui força sobre-humana) foi vergonhoso em todas as cenas que apareceu. Nos quadrinhos, mesmo quando a personagem está parada, seus cabelos nunca cessam de se mexer, como as cobras na cabeça da Medusa mitológica que lhe inspirou o nome. Na série, quando Medusa não estava usando seus poderes, mais parecia uma recatada senhora evangélica voltando do culto.

Não é para menos que já no início da série, o vilão “Maximus” (Iwan Rheon) corta-lhe toda a cabeleira, tornando-a uma mera coadjuvante careca. Provavelmente os produtores e roteiristas perceberam que não dariam conta do recado de apresentar uma Medusa digna, e preferiram, infelizmente, podar seus poderes e relegá-la a um segundo plano.

Triton” (Mike Moh) é outro personagem que doeu aos olhos ver a situação. Simplesmente pintaram um cara de verde. Custava colocar ao menos umas escamas em CGI? E no caso desse personagem, novamente o roteirismo venceu. Provavelmente pela difícil dinâmica de uma equipe de super poderosos que possui entre seus membros um personagem aquático e por isso “um peixe fora d’água” (trocadilho infame) em terra com seus companheiros, os roteiristas optaram por matá-lo logo no primeiro episódio, e mantê-lo morto quase que até o final da temporada.

Verdade seja dita, acertaram em alguma coisa nos figurinos: “Crystalis” (Isabelle Cornish) está bem fiel ao personagem das HQs, e seu cão teleportador “Dentinho“, todo feito em CGI, ficou sensacional em minha opinião. “Raio Negro” (Anson Mouth) apesar de não usar o uniforme completo como nos quadrinhos, faltando para tanto o capuz e as asas sob os braços, foi bem interpretado pelo ator e fez jus ao grande rei de Attilan. E a cidade na lua também está “passável” para uma série de TV.

Não vou dizer aqui que sou um fã de “Inumanos” desde criancinha, mas eu lia muito sobre os personagens na infância. Mas há muitos, muitos anos mesmo, que eu não pego um HQ deles para ler. Não me lembrava muito, e confesso que a interação entre “Gorgon” (Eme Ikwuakor) e “Karnak” (Ken Leung), com sua competitividade entre primos constante, me trouxeram flashbacks agradáveis, me trazendo a vontade de reler aqueles gibis, e isso, julgo positivo em relação a uma série de TV baseada em quadrinhos.

Mas o ponto alto da série é o vilão “Maximus”, muito bem interpretado por Iwan Rheon. O ator galês que já havia provado que realmente sabe incorporar um vilão em “Game of Thrones” com seu personagem “Ramsay Bolton”, interpreta o invejoso irmão do rei “Raio Negro” que quer lhe usurpar o trono. Paranóico, covarde, egoísta e sem escrúpulos, o “Maximus” de Rheon é perfeito. Não chega a salvar a série, mas eleva muito seu nível.

Para completar o elenco, temos uma humana que ajuda os Inumanos no planeta Terra: “Louise” (Ellen Woglom). Sem enrolar muito, já digo logo o que vi: uma cópia descarada de “Felicity Smoak” personagem da série da “Warner/DC Comics” “Arrow“, interpretada por Emily Bett Rickards . A personalidade, os trejeitos, a curiosidade científica… está tudo ali. Mas o que seria da Marvel sem copiar alguma coisa da DC, né?

 

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LIGA DA JUSTIÇA | Crítica – Snyder e Whedon presenteiam os fãs com uma produção que faz justiça aos “Superamigos”

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Esqueça “Batman vs Superman”, finalmente a Warner “apresenta” de forma correta e inspiradora, a maior equipe de Super-heróis do planeta.

Com um roteiro simples, mas que sintetiza de forma perfeita o desenho animado da “Liga”, nuances dos “Novos 52” e parte da rica mitologia da DC Comics, a mais nova produção da Warner é um presente para os fãs da equipe, que finalmente podem enlouquecer com uma produção que retrata seus icônicos personagens de forma sincera, divertida e emocionante.

Desde que começaram a sair inúmeras informações sobre o roteiro do filme, boa parte dos fãs ficaram se perguntando se o fato da história possuir elementos semelhantes aos de “Vingadores” (2012) (uma invasão alienígena onde o vilão chega por um portal interdimensional, graças a um artefato em forma de cubo) poderiam fazer do filme da “Liga” uma versão alternativa dos heróis da Marvel, mas o que se vê na tela grande, é completamente diferente do filme dos maiores heróis da “Casa das Ideias”.

Já no inicio do filme, podemos constatar que a Warner/DC Comics entenderam as críticas recebidas e conseguiram sanar praticamente todos os problemas apresentados em “Batman vs Superman”.

Desta vez podemos notar a diferença entre Metrópolis e Gotham, as cenas de ação são fantásticas e muito mais elaboradas e o roteiro ágil e divertido, preocupa-se em desenvolver os personagens dando o devido espaço para cada um deles mostrarem suas motivações e conquistarem o público.

Na trama, o “Lobo das Estepes” precisa encontrar as três “caixas maternas” para transformar a terra em uma nova versão de “Apokolips” e cabe ao “Cruzado Embuçado”, a árdua tarefa de reunir um grupo de pessoas extraordinárias para conter a invasão e impedir os planos de transformação global do vilão.

 

BATMAN

 

Logo no primeiro ato, somos surpreendidos pela incrível primeira aparição do “Cavaleiro das Trevas”, onde podemos ver o Batman lidando com a escória de Gotham no melhor estilo “Batman: The Animated Series”, com pinceladas de “Novos 52” e fazendo uma maravilhosa referência aos recentes games do Morcegão, lindo.

Ben Affleck está impecável como Batman, sério, determinado, humano e consciente da importância do “Homem de Aço” para o planeta. As cenas de ação do Morcegão, são ótimas e a presença de Affleck, perfeita.

 

MULHER MARAVILHA

 

Também no primeiro ato, Diana dá o ar de sua graça, em uma das melhores cenas da amazona de todos os tempos. O carisma de Gal Gadot é impressionante, a filha de Hipólita rouba praticamente todas as cenas em que aparece.

 

FLASH

Confesso que desde o começo eu torci o nariz para Ezra Miller, mas que grata surpresa. Seu Flash (que mescla Barry Allen com Wally West) é bastante divertido e um dos pontos altos da produção. Preparem-se para a força de aceleração, os efeitos do “Velocista Escarlate” correndo são os melhores já produzidos até então.

 

CYBORG

 

Com um CGI muito superior aos apresentados nos trailers, Ray Fisher está incrível como Cyborg. A ideia de fundir parte da origem do personagem (que remete a fase de George Perez nos Titãs) com a trama das “caixas maternas” foi fantástica e bastante interessante para o roteiro.

Vale ressaltar, que quando vemos Victor Stone se escondendo por baixo de um moletom com capuz, é uma referência direta, não aos quadrinhos, mas ao saudoso desenho dos “Superamigos”.

 

AQUAMAN

 

Todos já imaginavam que Jason Momoa ficaria incrível com “Rei dos Sete Mares” e ele não decepciona. Suas cenas são fortes, divertidas e explosivas. Colocando sempre o Aquaman, no centro da aventura.

 

Finalmente o SUPERMAN que todos amam

 

Ao longo de toda produção e todo processo de Marketing, a Warner guardou a sete chaves o tão aguardado retorno do “Homem do Amanhã” e em Liga da Justiça, a volta do Kryptoniano é o ponto principal da história.

Que alegria poder ver o ótimo ator Henry Cavill como o Super que todos aprenderam a amar e respeitar.

Imponente, confiante, esperançoso e extremamente poderoso, quando o Superman salta da tela em seu novo uniforme azul brilhante com a capa e botas vermelhas reluzentes, é uma satisfação inenarrável.

O tom está perfeito, a postura está perfeita e com direito a cacho em forma de “S” podemos dizer que o Superman de Cavill é um dos melhores de todos os tempos.

Ao final da produção, o sentimento de satisfação e a vontade de ver mais do Superman, provam que o trabalho foi feito de forma competente e convincente.

 

O VILÃO

 

Apesar de pecar um pouco em seu CGI. O Lobo das Estepes cumpre seu papel. Em todos os momentos do longa, o sobrinho de Darkseid é extremamente violento, poderoso e amedrontador, mas é lógico que um vilão mais conhecido, ou o próprio Darkseid em pessoa, melhoraria ainda mais a produção e consequentemente o resultado final.

Consertando erros passados e construindo um novo futuro, a Warner entrega um filme extremamente inspirador e heroico e de quebra, presenteia os fãs com referências que farão adultos se debulharem em lágrimas.

 

Vamos a elas…

 

SPOILER ALERT! SPOILER ALERT! SPOILER ALERT!

CONTINUE POR SUA CONTA E RISCO

 

 

HAL JORDAN OU JOHN STEWART?

Momentaneamente nenhum dos dois, mas é delicioso em determinado momento no filme, podemos ver um dos Lanternas, se sacrificando para um bem maior.
O anel indo embora a procura de um novo hospedeiro é maravilhoso.

 

SUPERMAN VS LIGA DA JUSTIÇA

 

Fazendo uma clara referencia a fase de John Byrne, onde o Azulão enfrentou descontrolado os Novos Titãs, Henry Cavill enfrenta sozinho a Liga, sem se conter e com direito a cabo de guerra com a Mulher maravilha. No original, era Donna Troy que era segurada pelo pescoço.

 

ENQUANTO ISSO NA SALA DE JUSTIÇA…

 

No final do longa, vemos Bruce apresentar o local onde será a fabulosa “Sala de Justiça” que será a base da equipe para o próximo filme, com direito a grande mesa e novas cadeiras para novos membros. Chorei!

Para finalizar, duas ótimas cenas extras. Na primeira, Superman e Flash fazem a famosa “Corrida do Século”, retratada em inúmeras ocasiões nos quadrinhos. Um clássico.

E na segunda, Lex Luthor encontrando Joe Manganiello, impecável como o Exterminador, para discutir a criação da “Legião do Mal”…é muita emoção!

Um presente para os fãs que ansiavam por um filme que representasse de forma correta, os incríveis personagens da DC Comics. Um dos melhores filmes do ano e uma declaração de amor aos Superamigos.

 

NOTA PARA O FILME: 5/5

 

 
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LIGA DA JUSTIÇA | Crítica do Viajante (sem spoilers!)

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Tell me, do you bleed ? You Will!

A Warner teve a coragem de repetir esta frase em Liga da Justiça, mas sim, o filme é mesmo muito melhor que Batman V Superman, porém menos corajoso. Liga da Justiça segue a linha de Wonder Woman e uma resposta da DC/Warner às críticas negativas sobre tom e peso do filmes anteriores.

Mais leve, com uma fotografia mais saturada e até algumas piadas, o filme tem sim alguns problemas (não existe filme perfeito), mas acerta bastante o caminho do DCEU, expandindo (bem, poderia expandir bem mais) e abrindo espaço para novas histórias.
O filme traz mudanças evidente nas características de alguns personagens, principalmente Batman (que ficou meio piadista, muito diferente do Batman de BVS; Superman que também fica mais sorridente, mas menos incomodado com seus poderes e até meio bobo também).

O filme também apresenta um Barry Allen que mais se parece com Wally West, contudo Ezra Miller entrega um personagem muito carismático e cativante. Outro ótimo personagem é o Cyborg de Ray Fisher, que obviamente teve seu background deixado mais raso, mais leve que o era inicialmente (aqui podemos já começar a ver a influência de Joss Whedon e as refilmagens no longa). O filme também apresenta um Aquaman de Jason Momoa com muito potencial, mas que não tem esse potencial explorado muito menos aproveitado, poderia ser um dos destaques do filme, mas não é, na verdade assim como muita coisa no filme, fica muito aquém do esperado, pouco se pode ver de Atlântida e seu povo. Traz uma Mulher Maravilha mais imponente, com mais liderança, mas ainda assim com a doçura e feminilidade da linda Gal Gadot, as cenas com as Amazonas são esplendorosas e já mostram para quê o filme veio, porém o flashback poderia ter uma explicação mais detalhada.

A melhor coisa do filme são os planos de ação, muito bem construídos e que simulam perfeitamente o estilo dos quadrinhos, isso é uma característica que a DC vem mantendo muito bem em seus filmes.

Um dos grandes (e digo grande mesmo) problema do filme foram os evidentes cortes de última hora (exigência do Sr. presidente da Warner, que “mandou” o diretor e editores se virarem para o filme caber em duas horas). Isso atrapalhou bastante, talvez o filme mais perto do corte inicial seria completamente diferente. Muitas cenas que estavam nos trailers foram cortadas, o que até é algo normal, mas uma destas cenas poderia fazer total diferença no longa, a cena que Alfred diz: “Disseram que você viria. Só espero que não seja tarde.”

Essa cena fez muita falta no filme. Pois a volta do Superman à batalha poderia ser bem mais impactante, mais icônica, melhor!
Infelizmente essa não foi, foi sem graça na minha opinião, isso porque estou sendo realista, sou DCnauta assumido, todos sabem disso, mas infelizmente o filme quis imitar Vingadores, isso foi falta de coragem e isso eu não posso perdoar.

Mágico, esplendoroso, icônico e com muito potencial, Liga da Justiça vai te surpreender de muitas formas e concretiza de verdade quadrinhos nos cinemas! O filme mexe com os sentimentos dos nerds jovens e também dos mais saudosos!

Liga da Justiça tem uma ótima direção, visual impecável (parabeeeeeeeeeeéns ao grande Snyder), uma paleta de cores bem melhor que os filmes anteriores e uma montagem/edição que fez um ótimo trabalho dentro do possível. Sim é um ótimo filme e eu verei muitas vezes mais!
Mas sinceramente aguardo ansiosamente pela versão estendida (se houver uma).

Ahhhhhhhhhhhhh sim, o filme tem duas cenas pós credito de arrepiar! Não saia do cinema sem vê-las, são muito divertidas e mostram a nova cara do DCEU, você vai se surpreender demais!

NOTA: 4/5.

SINOPSE:

Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque. O filme tem estreia prevista para 16 de novembro de 2017 nos cinemas brasileiros.

 

 

 

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