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STEPHEN HAWKING | Desenganado há mais de 50 anos, morre aos 76 anos um dos maiores gênios da história da humanidade

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Nascido em 8 de janeiro de 1942, exatamente 300 anos após a morte de Galileu Galilei. Morto em 14 de março de 2018, mesmo dia em que Albert Einstein faria 139 anos de idade caso estivesse vivo. O destino foi poético para quem sempre pensou e respirou apenas ciência e números. 

Stephen Hawking foi sem dúvidas nenhuma uma das maiores mentes da história da humanidade e um exemplo de superação.  Aos 21 anos de idade o físico britânico foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e os médicos lhe deram apenas 3 anos de vida. Há exatos 55 anos atrás…

A doença degenerativa, que inclusive foi abordada na recente segunda temporada da série da Marvel/NetflixJessica Jones“, deixou Hawking preso a uma cadeira de rodas e foi roubando-lhe os movimentos de forma tão cruel, que em determinado momento da vida ele só conseguia mover um dedo e os olhos. Porém seu brilhante intelecto nunca foi prejudicado.

Comunicando-se através de um sintetizador de voz, Hawking contribuiu de forma extraordinária para o entendimento do universo e fez grandes descobertas como a “Radiação Hawking” que seria emitida por buracos negros, o que aliás foi o foco de seus estudos por muitos anos. Também era entusiasta da procura por civilizações extraterrestres. Afirmava que sua existência era extremamente provável e chegou a lançar um programa de 100 milhões de dólares para encontrá-las:

Acredito que a vida se desenvolve de forma espontânea na Terra, então deve ser possível para ela se desenvolver em outros planetas. Não há questão maior. Está na hora de nos comprometermos a achar a resposta, a procurar vida fora da Terra. Estamos vivos. Somos inteligentes. Precisamos saber.” 

Ateu, dizia que religião se baseia na autoridade e a ciência, por se basear em fatos e observação, acabaria por vencê-la, afinal, funciona. No princípio, provavelmente mais para evitar atritos do que por crença própria, dizia que:

“Deus pode existir, mas a ciência consegue explicar o universo sem a necessidade de um criador.” 

Mais tarde porém, já mais seguro de suas convicções e sem temer mais por sua reputação, escreveria em 2011 o livro “The Grand Design” (O Grande Projeto) em co-autoria com o americano Leonard Modlinow onde afirmaria sem pestanejar que:

Deus não tem mais lugar nas teorias sobre criação do universo, devido a uma série de avanços no campo da física. Por haver uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar a ele mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual algo existe ao invés de não existir nada, é a razão pela qual o universo existe, pela qual nós existimos

Hawking também acreditava na viagem no tempo e na existência de um Multiverso. Em 2010, em artigo para o Daily Mail, afirmou:

“A ideia de viagem no tempo não é tão louca quanto parece.”

Acreditava na existência de uma quarta dimensão: o tempo.

Tudo tem um comprimento no tempo, bem como no espaço. Logo, viajar no tempo seria viajar pela quarta dimensão, uma espécie de portal com o nome de “buraco de minhoca”, que estão por toda parte ao nosso redor. Porém, são muito pequenos para que consigamos vê-los. Eles ocorrem em fendas e cantos do espaço e do tempo. Alguns cientistas acreditam que talvez seja possível aumentá-los o suficiente para que humanos ou naves espaciais possam utilizá-los.”

Hawking temia muito pelo desenvolvimento de armas inteligentes. Entendia que a existência de uma “Skynet” como aquela da franquia de filmes “O Exterminador do Futuro” não só é possível em nosso futuro, como provável diante das tecnologias hoje em desenvolvimento e pode significar o fim de nossa sociedade. Em carta aberta ao lado de outros cientistas, declararam:

“A tecnologia relacionada a inteligência artificial chegou a um ponto no qual a disposição desses sistemas é possível em questão de anos, não décadas, e as expectativas são altas: as armas autônomas foram descritas como a terceira revolução para as guerras, após a pólvora e as armas nucleares. A pergunta chave para a humanidade hoje é se devemos dar início a uma corrida de armas feitas com inteligência artificial ou se devemos prevenir que ela sequer comece. É só uma questão de tempo até que elas apareçam no mercado negro ou nas mãos de terroristas e ditadores que querem controlar suas populações, ou déspotas que desejam fazer uma limpeza étnica em seus territórios.”

Diante de tudo isso, eu te pergunto, amigo leitor. Como um nerd pode não idolatrar um cara que tentou por toda sua vida acadêmica provar que grande parte daquilo que cultuamos no universo da ficção e fantasia pode ser verdade? E a cultura pop não deixou por menos. Hawking era convidado contantemente a participar de diversos programas e séries de TV, e aceitava com bom humor. O cientista já deu o ar de sua graça em “Star Trek: The Next Generation“, jogando pôquer com Isaac Newton e Albert Einstein. Também participou em algumas ocasiões de episódios de “The Big Bang Theory” e foi homenageado em animações como “The Simpsons“, “Futurama” e “Family Guy“. Alguns cientistas mais mal humorados e provavelmente acometidos pela inveja, criticavam Hawking dizendo que ele agia como um astro pop ao invés de um acadêmico. Particularmente acho que isso o deixava ainda mais atraente ao grande público o que em si é mais uma vantagem do que um problema, visto que atraia jovens e também adultos para a ciência. 

Em 2014 o filme “A Teoria de Tudo” contou a história da vida de Hawking e rendeu a Eddie Redmayne o Oscar de melhor ator. O longa foi indicado sem vencer em mais 4 categorias incluindo melhor filme e melhor atriz. 

E o nosso Universo perde uma de suas mentes mais brilhantes, que o enxergava com clareza, sem falsos moralismos, apenas por o que ele realmente é, seus números, leis e aspectos observáveis. E enquanto isso em nosso planeta azul cada vez mais o ódio relacionado a crenças infundadas e a falta total de visão assertiva sobre as verdadeiras leis que regem tudo a nossa volta, proliferam como ervas daninhas. “A teoria de tudo” é demais para nossas mentes pequenas.

 

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Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

Conheça um pouco mais...

UMA CILADA PARA ROGER RABBIT | Conheça as 4 “Femme Fatales” que inspiraram a criação de Jessica Rabbit

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VOCÊ SABIA…

Que a estonteante Jessica Rabbit do clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) foi baseada em quatro femme fatales do cinema?

 

 

O roteirista Gary K. Wolf se inspirou principalmente na personagem do desenho animado “Red Hot Riding Hood” (1943) conhecida como Ruiva (Red) criada pelo gênio Tex Avery. “Red” apareceu em vários curtas-metragens da MGM e em alguns filmes de Tom e Jerry. Ela é uma cantora e dançarina que enlouquece todos os homens da boate em que trabalha, especialmente o personagem “Lobo” que sempre tentava seduzi-la e captura-la. O famoso número musical de Jessica Rabbit no filme dirigido por Robert Zemeckis, também foi retirado da animação Red Hot Riding Hood.

 

 

O diretor de animação Richard Williams disse que criou Jessica pensando em Rita Hayworth, no filme Gilda (1946), com um pouco de Veronica Lake.

Nascida Margarita Carmen Cansino, em 17 de outubro de 1918, em Nova Iorque, Rita Hayworth foi uma atriz americana de ascendência hispano-irlandesa, que se tornou uma das maiores estrelas do cinema da década de 1940 e uma das mulheres mais desejadas e famosas de todo mundo.

 

 

O auge de sua beleza e fama, foram registrados no clássico Gilda (1946), de Charles Vidor, ao lado de Glenn Ford. A frase da campanha publicitária, “nunca houve uma mulher como Gilda”, retratava de forma precisa e impecável, a forma como a atriz era vista por toda Hollywood.

Veronica Lake, nome artístico de “Constance Frances Marie Ockelman” nasceu no Brooklyn, Nova Iorque, em 14 de Novembro de 1922 e foi uma atriz americana famosa por seus papéis de mulher fatal em filmes noir durante os anos 40.

 

 

Para a famosa mecha de cabelo e por sugestão de Robert Zemeckis, o visual foi retirado de Lauren Bacall.

 

 

“Betty Joan Perske”, nasceu em 16 de setembro de 1924, também em Nova Iorque. Adotou o nome artístico de Lauren Bacall, tornando-se conhecida por sua voz rouca e sua aparência sensual, transformando-se em um ícone de moda e um modelo para as mulheres modernas da época.

 

 

 

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MAMMA MIA! LÁ VAMOS NÓS DE NOVO | Crítica do Don Giovanni

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Dirigido e escrito por Ol Parker, a partir de uma história de Parker, Catherine Johnson e Richard Curtis, a continuação do musical de 2008 que utiliza o maravilhoso repertório do grupo “ABBA” Mamma Mia!, apresenta empolgantes números musicais, interpretados por um elenco formidável, porém, ao termino de cada canção, somos surpreendidos por um roteiro raso e cenas que não contribuem em nada para a narrativa da história.

Na trama que se passa logo após os acontecimentos do primeiro filme, Sophie Sheridan (Amanda Seyfried) está prestes a reinaugurar o hotel de sua falecida mãe Donna (Meryl Streep), quando seu marido Sky (Dominic  Cooper) acaba recebendo uma proposta de trabalho irrecusável, causando uma briga entre o casal, colocando ambos em caminhos opostos. Paralelamente a isso, presenciamos em forma de “flashback” a chegada de Donna Sheridan (Lily James) a ilha de Kalokairi e seus primeiros encontros amorosos com os três possíveis pais de sua filha.

 

 

De forma acertada a produção aproveita o ótimo elenco que tem e coloca de lado (a exemplo do primeiro filme) os grandes figurinos, as coreografias complexas e os cenários grandiosos (comuns em musicais) para deixar que a capacidade interpretativa dos atores e as maravilhosas músicas do “ABBA” façam a magia acontecer. E elas fazem, principalmente por conta das protagonistas Amanda Seyfried e Lily James, que com lindas e delicadas expressões faciais e corporais, facilitam todo o entendimento de suas cenas, produzindo ótimos e emotivos números musicais. O elenco de apoio também arrasa, lideradas pelas veteranas Julie Walters e Christine Baranski (respectivamente: Rosie Mulligan e Tanya Chesham-Leigh as melhores amigas de Donna) a produção ainda conta com Pierce Brosnan como Sam Carmichael, Colin Firth como Harry Bright e Stellan Skarsgård como Bill Anderson. O ápice da produção é a poderosa “Cher” como Ruby Sheridan, mãe de Donna e avó de Sophie, cantando “Fernando” para Andy García como Fernando “Cienfuegos”, lindo.

 

 

Infelizmente a produção peca por apresentar diálogos e cenas rasas, que na maioria das vezes não conseguem acompanhar a carga emocional dos números musicais, quebrando o ritmo do filme e atrapalhando a narrativa da história. Mas o problema maior fica por conta da construção dos personagens e os dilemas pessoais enfrentados por todos eles. Ricos e extremamente fúteis, os personagens lidam com problemas pequenos e situações inverossímeis. Ninguém efetivamente trabalha de verdade, ou se esforça para resolver seus problemas, mas tudo bem, como somos brancos, belos e endinheirados, tudo conspira maravilhosamente bem a nosso favor. Para finalizar, uma cena em especial de um dos musicais no 3º ato, exemplifica bem o “no sense” da produção. Todos os “ricaços” dançam e cantam de forma esfuziante (acompanhados pelos seus “serviçais” que também de forma radiante, festejam a prosperidade do patrão, por mais que se vistam como escravos, sendo os únicos negros da produção). Quando passam pela vila local se deparam com uma senhora bastante idosa, que carrega acima de sua cabeça, uma pilha de madeira, obrigando-a caminhar lentamente e com extrema dificuldade. Eles não se fazem de rogados e passam pela senhora como se desviassem de um insignificante obstáculo, com direito a Pierce Brosnam, passando por debaixo dos braços da senhora de forma jocosa e ignorando completamente a difícil realidade do vilarejo.

Com ótimos musicais  “Mamma Mia! Lá vamos nós de novo” deixa um gosto agridoce na boca. Por um lado o filme entrega números musicais divertidos e empolgantes, por outro, opta por construir personagens sem dilemas significantes, que acabam dependendo de um festival de coincidências para terem seus pequenos problemas resolvidos.  O estilo de vida dos personagens, bem como suas “dificuldades e percalços” parecem apenas fazer sentido se você é milionário, grego, alienado ou da  pseudo-classe média brasileira.

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 2,5

 

 

 

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STEVE DITKO | Morre aos 90 anos o lendário co-criador do Homem-Aranha e Doutor Estranho

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(Foto – Reprodução)

Uma triste notícia para os fãs de quadrinhos. De acordo com o Departamento de Polícia de Nova York, que confirmou ao The Hollywood Reporter, o famoso quadrinista Steve Ditko, que co-criou o Homem-Aranha e o Doutor Estranho com Stan Lee, morreu aos 90 anos. A causa de morte não foi anunciada e foi somente dito que Ditko foi encontrado morto em seu apartamento no dia 29 de junho e acredita-se que ele morreu cerca de dois dias antes.

Figura importante na criação de alguns personagens da “Casa das Ideias”. Em 1961, Ditko e Lee acabaram criando o Homem-Aranha, um super-herói adolescente com poderes de aranha. O visual do icônico herói e os poderes partiram tudo das ideias de Ditko. O Homem-Aranha apareceu pela primeira vez em Amazing Fantasy No. 15. A história em quadrinhos foi um sucesso inesperado e o personagem foi lançado em The Amazing Spider-Man . Ditko ajudou a criar personagens clássicos do cabeça de teia como o Doutor Octopus e o Duende Verde.

Em 1963, Ditko criou o herói surreal e psicodélico Doutor Estranho. O personagem estreou em Strang e Tales No. 110 e Ditko continuou nos quadrinhos do personagem até julho de 1966 na edição de No. 146.

Depois disso, Ditko deixou a Marvel Comics durante uma briga com Lee, cujas causas sempre permaneceram obscuras e fazendo com que uma grande amizade entre os lendários quadrinistas ficasse sem condições de conversa por vários anos. Ditko nunca explicou seu lado e Lee alegou não saber realmente o que motivou a saída de Ditko. A melhor explicação sugere que Ditko estava frustrado com a supervisão de Lee e seu fracasso em compartilhar adequadamente o crédito pelas contribuições nos heróis Homem-Aranha e o Doutor Estranho.

Ditko passou a trabalhar para a Charlton, DC Comics e outras pequenas editoras independentes, mas depois ele retornou para a Marvel em 1979 e ficou como freelancer até os anos 90.

O Nerdtrip lamenta a morte de um dos maiores quadrinistas de todos os tempos, um grande idealista em criar um dos personagens mais populares da Marvel e um dos maiores heróis de todos os tempos. Descanse em paz Ditko.

Stephen “Steve” J. Ditko – 2 de novembro de 1927 / 29 de junho de 2018 = 90 anos


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