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TEEK NEWS | Notícias da Semana #22

Igor Souza

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Olá meninos e meninas e adoradores de monstros clássicos, eis que vos trago mais um Teek News, o seu Drops de notícias semanal! E hoje vamos escolher um novo elenco para os filmes da Universal. Colocar Haggar em Starl

Professor de Biologia e Educação Física Escolar, amante de praticamente tudo do mundo nerd e lunático pela 7º Arte. Apresentador do Teekcast, gosta da Marvel mas não tem vergonha de revelar para todos o seu amor platônico pela DC Comics e odeia a briga boba entre marvetes e dcnautas.

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CHRISTOPHER REEVE | Hoje a lenda completaria 66 anos

Giovanni Giugni Oliveira

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Em 25 de setembro de 1952, nasceu o maior herói de todos os tempos. Ele nos inspirou com sua coragem e tocou nossos corações para todo sempre. Mantendo-se firme como aço, nos fez acreditar que o homem podia voar e nos fez entender que:

 

“Herói é um indivíduo comum que encontra a força para perseverar e resistir apesar dos obstáculos devastadores.”

 

 

Após a morte de George Reeves em 1959, a popularidade do “Homem de Aço” caiu vertiginosamente e para o grande público, seus dias de grandes aventuras não passavam de uma mera lembrança. Mas como uma “Fênix”, a lenda estaria destinada a ressurgir mais poderosa do que antes. Em 1978, com a premissa de que “você iria acreditar que um homem poderia voar”, estreava “Superman” e mais rápido do que uma bala, o longa alcançou poderosos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais e alavancou a popularidade do herói para um patamar jamais imaginado.

 

Apesar do maravilhoso roteiro de Mario Puzo (Poderoso Chefão) e da incrível direção de Richard Donner, foram a atuação e o carisma de Christopher Reeve, os verdadeiros responsáveis pelo enorme sucesso do filme.

 

O HOMEM

 

Nascido em 25 de setembro de 1952, em Nova Iorque, o último filho de Krypton conheceu o teatro aos nove anos e após se formar em teoria da música, foi estudar na renomada Juilliard School of Performing Arts, em Nova York. “Chris”, era um homem extraordinário e dotado de inúmeros talentos, desenvolvia suas capacidades atléticas e intelectuais, era um verdadeiro “gentleman” e um ator apaixonado e dedicado a sua profissão. Dedicação que o fez conseguir o cobiçado papel em “A Matter of Gravity”, peça da Broadway, estrelada por Katharyne Hepburn em 1975, desbancando mais de 200 atores.

 

O MITO

 

Quando começou a ler o roteiro de “Superman”, Chris entendeu que seriam “dois” personagens e não um e o fato da grande repórter “Lois Lane” não descobrir que “Clark Kent” era o “Superman”, incomodavam bastante o ator. Como resolver isso? Criando um contraste entre os dois personagens, Clark seria desajeitado, inseguro, tímido, vulnerável e adoravelmente ingênuo e com uma postura encurvada e depressiva. Para o Superman, a palavra-chave foi “inspiração”, ele é um líder que inspira as pessoas, que dá o exemplo, que se importa com todos. Quando “Lois” pergunta “Quem é você?” e o Superman responde…”um amigo”, ai está todo segredo do papel, valorizar o “amigo” e não o herói. Quando o Superman salva Lois na famosa cena do helicóptero e todos os pedestres e populares explodem em palmas e gritos histéricos, o som era abafado pela plateia do cinema, que impactada com a cena, gritava e aplaudia mais que os figurantes do filme.

 

O HERÓI

 

Todo Herói tem que lidar com alguma tragédia, ou com uma grande perda pessoal e no caso do maior de todos, isso não seria diferente. Em maio de 1995, participando de uma competição de hipismo, o experiente cavaleiro caiu de seu cavalo “Buck”, levando junto as rédeas, o cabresto e o freio, de modo que suas mãos ficaram presas, impedindo que a queda fosse amortecida. Com o impacto, Chris fraturou a primeira e a segunda vértebra cervical, a lesão conhecida como “lesão do enforcado”, é a mesma fratura que acontece quando o alçapão da forca se abre e o nó do laço é apertado. Paralisado do pescoço para baixo e respirando com a ajuda de aparelhos, Reeve pensou em desistir, mas o amor de sua esposa Dana e as milhares de cartaz e mensagens dos fãs do mundo inteiro, que viam nele o símbolo máximo de esperança e determinação, encorajaram o nosso “homem de aço” a lutar até o fim. O homem do amanha conquistou inúmeras vitórias, conseguiu respirar sem ajuda de aparelhos, conseguiu mover o dedo e o pulso, destingir calor e frio nos pés, coisas inconcebíveis para alguém com suas limitações. Criou uma fundação para levantar fundos para as pesquisas sobre lesões de medula, dirigiu filmes, produziu, atuou e lutou com todas as suas forças até que em 10 de outubro de 2004, vitima de uma parada cardíaca, o maior herói de todos os tempos, partiu em direção ao sol para ter seu descanso merecido. Foi no momento mais difícil de sua vida, preso a uma cadeira de rodas e impossibilitado de se mover que Christopher Reeve mostrou o verdadeiro significado da palavra “herói”.

A história nos conta que a nave kryptoniana caiu no Kansas, mas eu prefiro acreditar que ela caiu em Nova Iorque em 1952. Nascido Kal-El, ele adotou o nome de Clark Kent, mas o mundo todo o conheceu como “Christopher Reeve”.

 

Parabéns “Homem de Aço”!

 

Hoje, na contagem terrestre o Superman completa 66 anos, onde quer que esteja, pois heróis nunca morrem, principalmente o maior deles.

 

 

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Conheça um pouco mais...

UMA CILADA PARA ROGER RABBIT | Conheça as 4 “Femme Fatales” que inspiraram a criação de Jessica Rabbit

Giovanni Giugni Oliveira

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VOCÊ SABIA…

Que a estonteante Jessica Rabbit do clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) foi baseada em quatro femme fatales do cinema?

 

 

O roteirista Gary K. Wolf se inspirou principalmente na personagem do desenho animado “Red Hot Riding Hood” (1943) conhecida como Ruiva (Red) criada pelo gênio Tex Avery. “Red” apareceu em vários curtas-metragens da MGM e em alguns filmes de Tom e Jerry. Ela é uma cantora e dançarina que enlouquece todos os homens da boate em que trabalha, especialmente o personagem “Lobo” que sempre tentava seduzi-la e captura-la. O famoso número musical de Jessica Rabbit no filme dirigido por Robert Zemeckis, também foi retirado da animação Red Hot Riding Hood.

 

 

O diretor de animação Richard Williams disse que criou Jessica pensando em Rita Hayworth, no filme Gilda (1946), com um pouco de Veronica Lake.

Nascida Margarita Carmen Cansino, em 17 de outubro de 1918, em Nova Iorque, Rita Hayworth foi uma atriz americana de ascendência hispano-irlandesa, que se tornou uma das maiores estrelas do cinema da década de 1940 e uma das mulheres mais desejadas e famosas de todo mundo.

 

 

O auge de sua beleza e fama, foram registrados no clássico Gilda (1946), de Charles Vidor, ao lado de Glenn Ford. A frase da campanha publicitária, “nunca houve uma mulher como Gilda”, retratava de forma precisa e impecável, a forma como a atriz era vista por toda Hollywood.

Veronica Lake, nome artístico de “Constance Frances Marie Ockelman” nasceu no Brooklyn, Nova Iorque, em 14 de Novembro de 1922 e foi uma atriz americana famosa por seus papéis de mulher fatal em filmes noir durante os anos 40.

 

 

Para a famosa mecha de cabelo e por sugestão de Robert Zemeckis, o visual foi retirado de Lauren Bacall.

 

 

“Betty Joan Perske”, nasceu em 16 de setembro de 1924, também em Nova Iorque. Adotou o nome artístico de Lauren Bacall, tornando-se conhecida por sua voz rouca e sua aparência sensual, transformando-se em um ícone de moda e um modelo para as mulheres modernas da época.

 

 

 

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MAMMA MIA! LÁ VAMOS NÓS DE NOVO | Crítica do Don Giovanni

Giovanni Giugni Oliveira

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Dirigido e escrito por Ol Parker, a partir de uma história de Parker, Catherine Johnson e Richard Curtis, a continuação do musical de 2008 que utiliza o maravilhoso repertório do grupo “ABBA” Mamma Mia!, apresenta empolgantes números musicais, interpretados por um elenco formidável, porém, ao termino de cada canção, somos surpreendidos por um roteiro raso e cenas que não contribuem em nada para a narrativa da história.

Na trama que se passa logo após os acontecimentos do primeiro filme, Sophie Sheridan (Amanda Seyfried) está prestes a reinaugurar o hotel de sua falecida mãe Donna (Meryl Streep), quando seu marido Sky (Dominic  Cooper) acaba recebendo uma proposta de trabalho irrecusável, causando uma briga entre o casal, colocando ambos em caminhos opostos. Paralelamente a isso, presenciamos em forma de “flashback” a chegada de Donna Sheridan (Lily James) a ilha de Kalokairi e seus primeiros encontros amorosos com os três possíveis pais de sua filha.

 

 

De forma acertada a produção aproveita o ótimo elenco que tem e coloca de lado (a exemplo do primeiro filme) os grandes figurinos, as coreografias complexas e os cenários grandiosos (comuns em musicais) para deixar que a capacidade interpretativa dos atores e as maravilhosas músicas do “ABBA” façam a magia acontecer. E elas fazem, principalmente por conta das protagonistas Amanda Seyfried e Lily James, que com lindas e delicadas expressões faciais e corporais, facilitam todo o entendimento de suas cenas, produzindo ótimos e emotivos números musicais. O elenco de apoio também arrasa, lideradas pelas veteranas Julie Walters e Christine Baranski (respectivamente: Rosie Mulligan e Tanya Chesham-Leigh as melhores amigas de Donna) a produção ainda conta com Pierce Brosnan como Sam Carmichael, Colin Firth como Harry Bright e Stellan Skarsgård como Bill Anderson. O ápice da produção é a poderosa “Cher” como Ruby Sheridan, mãe de Donna e avó de Sophie, cantando “Fernando” para Andy García como Fernando “Cienfuegos”, lindo.

 

 

Infelizmente a produção peca por apresentar diálogos e cenas rasas, que na maioria das vezes não conseguem acompanhar a carga emocional dos números musicais, quebrando o ritmo do filme e atrapalhando a narrativa da história. Mas o problema maior fica por conta da construção dos personagens e os dilemas pessoais enfrentados por todos eles. Ricos e extremamente fúteis, os personagens lidam com problemas pequenos e situações inverossímeis. Ninguém efetivamente trabalha de verdade, ou se esforça para resolver seus problemas, mas tudo bem, como somos brancos, belos e endinheirados, tudo conspira maravilhosamente bem a nosso favor. Para finalizar, uma cena em especial de um dos musicais no 3º ato, exemplifica bem o “no sense” da produção. Todos os “ricaços” dançam e cantam de forma esfuziante (acompanhados pelos seus “serviçais” que também de forma radiante, festejam a prosperidade do patrão, por mais que se vistam como escravos, sendo os únicos negros da produção). Quando passam pela vila local se deparam com uma senhora bastante idosa, que carrega acima de sua cabeça, uma pilha de madeira, obrigando-a caminhar lentamente e com extrema dificuldade. Eles não se fazem de rogados e passam pela senhora como se desviassem de um insignificante obstáculo, com direito a Pierce Brosnam, passando por debaixo dos braços da senhora de forma jocosa e ignorando completamente a difícil realidade do vilarejo.

Com ótimos musicais  “Mamma Mia! Lá vamos nós de novo” deixa um gosto agridoce na boca. Por um lado o filme entrega números musicais divertidos e empolgantes, por outro, opta por construir personagens sem dilemas significantes, que acabam dependendo de um festival de coincidências para terem seus pequenos problemas resolvidos.  O estilo de vida dos personagens, bem como suas “dificuldades e percalços” parecem apenas fazer sentido se você é milionário, grego, alienado ou da  pseudo-classe média brasileira.

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 2,5

 

 

 

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