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ASA NOTURNA | O herói de Bludhaven

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Boa tarde galera, terça feira e estou de volta a carga. Mais uma vez estou aqui pra falar de quadrinhos (a semana começou meio fraca de lançamentos), e estou retornando para o universo que tanto amo da DC, o do morcego. Só que infelizmente não vou mentir (nem vou roubar a posição do Mestre Hater), o morcego passa por uma terrível crise criativa nas HQs (crise que infelizmente lança sombras até no filme da Liga). É verdade, após Batman R.I.P. (realmente descanse em paz), acho que se o morcego pudesse, invadiria a DC pra criar suas próprias histórias, porque tá osso. Enquanto todos cresceram em volta de seu criador, Batman somente decaiu.

Isso foi ruim? Muito pelo contrário. A verdade é que com a saída do astro principal, os coadjuvantes (ou sidekicks, como os americanos gostam de chamar), tomaram a cena. O crescimento de alguns foi tanto que até (na ausência do dono) chegaram a tomar o papel de ator principal, e não fizeram feio. Hoje vou falar exatamente dele, do herói de Bludhaven, do líder dos Novos Titãs, do ex- Robin, Dick Grayson, o Asa Noturna.

A história dele muitos conhecem. Richard John Grayson é o filho de John Grayson e Mary Loyd Grayson, artista circense, atleta e acrobata do Circo Haly. Junto com seus pais apresentavam o número “Os Graysons Voadores”, sendo a principal atração do circo. Como todo herói de Gotham que se preze, tem uma história trágica. Os seus pais ao voarem para fazer o seu grande número (no qual pela confiança e experiência que tinham, não usavam rede de proteção) não perceberam que havia sido feita uma sabotagem e voaram para a morte, deixando o garoto Grayson orfão.

A marca registrada. O humor contra os bandidos

A partir daí tudo muda, Bruce Wayne que estava assistindo com Selina Kyle (de acordo com Dark Victory de Loeb e Tim Sale) o espetáculo, fica solidário pela tragédia e resolve levar o garoto como pupilo. Não demora muito e o grande segredo de Bruce é revelado, o sagaz Dick em homenagem a seus pais, resolve assumir o nome de Robin (um pássaro) e se unir a Batman em sua cruzada contra o crime. A parceria dura longos anos, no ínicio de grande afinidade e amizade, mas com o crescimento de Dick, a superproteção do morcego começa a sufocar essa amizade do início.

Isso leva a Dick, tomar uma grande decisão. Após ter a oportunidade (ainda como Robin) de integrar a primeira versão dos Titãs, ele é baleado pelo Coringa o que leva Bruce (que sempre temeu pela vida do pequeno parceiro) a afastá-lo. Claro, isso não parou Dick que resolveu finalmente se juntar aos Novos Titãs em Nova Iorque, o que desagradou Batman que via um risco à parceria. O que acabou acontecendo. Dick deixou Gotham e a Mansão Wayne e se juntou a seus novos companheiros, ganhando com isso novos amigos e um novo amor (afinal a ruiva Barbara Gordon, a Batgirl tinha sido sua companheira e amiga nos tempos de bat-caverna, mesmo depois de A Piada Mortal), a alienígena Koriander, a Estelar.

Mas Dick precisava de um novo nome, algo que significasse uma mudança, uma demonstração de crescimento. Após um tempo de refúgio pós problemas com Batman, Grayson tem uma conversa com Kal-El (Superman) que conta a ele a história do herói kryptoniano Asa Noturna, que injustiçado pelos seus, mesmo sendo preterido, se torna um protetor da justiça. Dick aceita o conselho do Super e assume a identidade (sendo também ajudado pela Organização Star a mando de Clark, mesmo nos dias atuais) do herói lendário de Krypton. Com isso as aventuras estelares (curtiram o trocadilho) do ex-garoto prodígio começam.

A partir daí Dick se torna como Asa, um dos maiores personagens da DC. Os Titãs passam por várias sagas importantes como a de Tamaran, Trigon (com a ascensão de Ravena) e a perseguição dos Gnus (uma das sagas mais dramáticas de todos os tempos, só essa saga vale um post), que culminaram no enfraquecimento da relação de Dick com Estelar e com os Titãs. Após uma tentativa de casamento desastrosa com Kory, que foi infectada por Ravena por uma semente maligna, Dick assumiu uma mudança de planos e retornou a Gotham (mesmo Bruce tendo omitido dele que o assassino de seus pais, o mafioso Tony Zucco estava vivo), nos intervalos da saga A Queda do Morcego.

Aliás Gotham é uma constante na vida do vigilante de Bludhaven, fazendo que ele retorne constantemente. Retornos que rolam por razões relacionadas, sejam as rusgas e chamados do Batman, o relacionamento pra lá de enrolado com Barbara, e claro os problemas causados por inimigos seus e principalmente de Bruce. Em New 52, após o Flashpoint onde Barry Allen muda totalmente o Universo DC, Dick ganha uma nova origem onde Bruce mais jovem se torna seu pai adotivo. Após os eventos de A Piada Mortal, ele deixa a cidade, retornando anos depois (em Batman R.I.P.), para se tornar o morcego. Com Damian Wayne como seu fiel escudeiro, eles repetem a dupla dinâmica dos anos 60 (saga fantástica do mago Morrison e Frank Quitely, também vale post) com direito a participação do Dr. Hurt e tudo o mais.

A era de ouro com os Titãs

A partir do retorno de Bruce, da punição dada por Darkseid em Crise Final (a Punição Ômega, que o fez vagar pelos planos), Dick resolveu que era momento de mudar de ares e trocando mais uma vez de uniforme (com o pássaro na cor vermelha) agora sobre a tutela de Kyle Higgins e Tom de Falco (Catwoman) viveu sua melhor fase, apesar de todos os problemas. Após um breve retorno do Circo Haly (que poderia ter sido extendido, uma das melhores entre sagas do herói), tudo se revelou uma farsa do Coringa que literalmente ceifou de vez o seu passado, eliminando e torturando as pessoas do circo. Pra piorar após as revelações feitas pela Corte das Corujas (sendo descendente de uma linhagem de aristocratas assassinos), Dick foi exposto pelo que sobrou da Luva Negra, o Sindicato do Crime de Gotham, tendo sua identidade exposta e arruinada. Após isso o herói recebeu uma proposta feita por Batman, que o levou a forjar sua morte, para investigar a organização Spyral (Grayson) como o Agente 37. Fase que durou por todo o resto de New 52.

Após os eventos de Rebirth, o herói retornou as cores clássicas (preto e azul) e ao seu uniforme anterior. Retornando aos Titãs, re-assume a liderança ao lado da Moça Maravilha (ou Tróia, como preferirem) Donna Troy. Em sua revista mensal continua a ter aventuras com qualquer personagem DC, seja com Batman, Superman, ou a Liga. E a revista, muito hypada nos últimos anos, é um grande sucesso.

Pra terminar eu vou falar um pouco sobre a personalidade do herói. Dick hoje é um herói independente (deveriam colocar até o seu símbolo, a ave azul ao invés do morcego na minha opinião), apesar de integrar o bat-team, junto com Jason Todd (o próximo a ganhar uma resenha por aqui), Dick hoje nada deve ao morcego (não é audácia a saga “Better than Batman”, de Rebirth).

Quanto ao seu comportamento afetivo, Grayson tem uma personalidade jovem, acertada, é um ninfômano convicto (o herói não perdoa uma, seja Bárbara, Kory ou até Harley e Hera, e se brincar cata até a Selina), sendo muito mais bem resolvido do que Bruce (pelo fato de não ter traumas). Brilhante técnico (transforma um apartamento na bat caverna), estrategista (do nível de Ciclope e Peter Parker, aliás são muitas semelhanças com o Homem Aranha, principalmente na atualidade), com uma memória eidética e acrobata muito acima da média.

Pra justificar os muitos fãs conseguidos ao longo dos anos, Dick ganhou várias homenagens e fan films feitos por fãs, e está chegando com sua série própria com Brenton Twhaites no papel de Robin, em Titãs do novo DCEU. Vários nomes são cogitados para o seu manto nos filmes mas ainda tudo que temos são especulações, embora o nome do ator nos cinemas esteja muito próximo de ser anunciado. 

 

 

 

 

 

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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DC COMICS | Coleção Livro-brinquedo com a “Trindade” chega às livrarias brasileiras

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O livro-brinquedo tem o potencial de inserir a criança no universo da leitura antes mesmo da alfabetização por meio das linguagens verbal, visual e sensorial. Divertido e instigante, também pode estimular o pequeno leitor a ação por conta de jogos, recursos gráficos ou da leitura que pode ser guiada por um adulto ou não.

Neste recente lançamento da Editora Ciranda Cultural (para comprar e conferir o preço, clique aqui), Coleção Livro-brinquedo DC Comics, três títulos irão encantar crianças e adultos; Batman, O guardião de Gotham City; Super-Homem, O herói de Metrópolis e Mulher Maravilha, Eu sou a Mulher Maravilha.

Produzido com material resistente, cada livro da coleção acompanha quatro quebra-cabeças que convidam a criança para um desafio, e também para uma fantástica aventura com o seu super-herói favorito. A brincadeira começa desde a capa e a narrativa objetiva instiga a criança a explorar cada história desconstruindo e recriando cada cena.

A coleção Livro-brinquedo DC Comics além de possibilitar o contato inicial com a leitura também proporciona diversão, surpresas e desafios e aproxima o pequeno leitor com o universo das HQs.


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CAPUZ VERMELHO E OS FORA DA LEI | Redefinindo o conceito de equipe de ação

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Um “grupo” nada convencional.

 Nos últimos anos desconstruir as coisas tem sido uma temática em toda a produção artística, e isso inclui os quadrinhos, que atualmente estão passando por uma crise de identidade (não sabem se assumem o estilo nostálgico, se embarcam nos anos 90 Marvel/Image ou se entram nesse profundo realismo dos anos atuais) mas é bom ver quando um escritor tarimbado resolve observar a onda e ficar no meio termo, ou inteligentemente joga para os três lados, ou não.

Scott Lobdell é um exemplo disso. Puro produto da Marvel anos 90, pertencente a melhor geração de roteiristas e desenhistas dos últimos 40 anos, ajudou a criar um fenômeno chamado X-Men, um verdadeiro sucesso de vendas que dominou as Top 5 por mais de 20 anos (não estou falando da criação de Stan Lee, mas sim da galera que levou os mutantes pro topo e pode-se dizer que criou toda sua base de fãs), mesmo depois que nomes como Jim Lee, Todd McFarlane, Greg Capullo, Marc Silvestri e outros formaram a famigerada terceira força, a Image Comics.

Jason Todd. Um anti herói sem frescuras e com um passado sombrio.

Scott foi um dos que ficaram depois da debandada e segurou as pontas dos mutantes por anos, e repatriado agora pela principal concorrente, a DC Comics, continua fazendo o que o consagrou, bons argumentos e personagens consistentes, é o que temos em Capuz Vermelho e os Fora da Lei (DC/Novos 52, Scott Lobdell, 2012) que apresenta uma nova origem para um personagem que por ser querido do editor Dan Didio (em várias entrevistas já disse que era seu Robin favorito) voltou a vida em grande estilo, depois de figurar na saga Silêncio de Jeph Loeb e Jim Lee (talvez a melhor saga das atuais do morcego). E que foi o tiro antes de Jeph ir para a Marvel.

Cortando o papo político de empresas de quadrinhos e suas trocas, Lobdell graças a saga New 52 (que podem falar mal mas foi sim uma das melhores sacadas dos últimos anos) consegue dar um novo começo em tramas já esquecidas pelos fãs do sidekicks da DC (grupo composto pelo bat-family, pessoas ligadas ao homem de aço, arqueiro verde, Aquaman, enfim, os heróis principais) que hoje claramente sustentam a editora.

E aqui temos 3 deles. Bora começar pelo queridinho de Didio, Jason Todd, o Capuz Vermelho. Jason foi a grande novidade de Loeb em Silêncio (e depois na saga Além do Capuz Vermelho, um clássico que virou desenho da DC), mas Jason tinha um passado de assassino que precisava ser contado. Afinal quem pôs ele no Poço de Lázaro e qual sua ligação com a Liga das Sombras de Talia e Ra’s Al Ghul? Era algo que tinha que ser contado, e a DC resolveu buscar um campeão para contar essa história.

Arsenal, Estelar e Capuz, um trio explosivo.

Primeiramente Lobdell traz uma nova origem ou recomeço para a princesa guerreira de Tamaran, Koriander ou a Estelar (sim e alguns fãs não curtiram essa “virada adulta” da princesa) após sua nave ir parar em uma ilha paradisíaca no meio do nada após mais uma desventura espacial dela (e ela tem muitas), nesse meio tempo ela conhece Todd e se encanta com ele por que lembrava outro Robin, simples assim. Após um intercurso digno de uma sex symbol da editora estavam na estrada prontos pra salvar o terceiro membro da “equipe”, Arsenal ou Roy Harper, mais jovem e ex-membro dos Novos Titãs, que agora tem seu passado desenvolvido por cortesia de Lobdell. Junte a isso o traço eficiente de Kenneth Rocafort e está pronto o quadrinho mais interessante dos últimos anos.

As missões dos Fora da Lei giram claramente em torno de Todd. Como ficou clássico na série New 52 aqui o foco é o passado dos personagens, que aqui finalmente é contado. Mas Todd não tinha passado (fora ser um Robin), e isso poderia ser um empecilho. Lobdell resolve tudo numa tacada de sinuca, a la Esquadrão Suicida e cria algo que se torna sem bajulação, um clássico dos quadrinhos. Atenção pros spoilers. Todd foi salvo por Talia Al’Ghul que o levou a um castelo dimensional pra ser treinado como assassino, algo como o Nanda Parbat da Liga Sombria, aqui chamado Castelo de Al, espécie de defensores secretos da humanidade. Todd foi treinado por uma mestra encurvada (que lembra a Genkai de Yu Yu Hakusho, acreditem) chamada Ducra, que tem uma aluna chamada Essência (uma espécie de “ex eterna” de Todd), uma guerreira que usa a névoa, as trevas e um monte de outros poderes. Após descobrir que Ducra havia sido assassinada, Todd e sua galera resolvem ir atrás dos responsáveis, um grupo de horrores extra-dimensionais conhecidos como os Sem Título. E resolver tudo na base do sangue e na bala mesmo.

A partir daí como já é sabido, as interações começam para esse novo “grupo” e entra em ação o grande trunfo da editora, como sempre digo, a continuidade. Já disse isso, a DC consegue mesmo lançando um título grande por ano manter a ligação entre todos os argumentos dos seus escritores e isso pro leitor é uma maravilha. Com isso começam as interações do passado de Estelar (sim ela lembra de Dick) e suas ligações com o seu mundo, a zoeira que fizeram com a mente de Roy Harper, e recomendo por que passei a gostar do personagem Arsenal graças a forma como Lobdell conduz o argumento (com participações de um dos vilões mais humanos do Batman, o Crocodilo) e como em X-Men, Scott conduz a aventura de Roy e Kory de maneira muito humana e no estilo soap-opera que caracteriza os mutantes. Como Todd tem uma mente e passado zoados, o apoio dos amigos aqui se torna a tônica do quadrinho.

Ação sem frescura.

Com isso eu poria sem dúvidas Capuz Vermelho e os Fora da Lei como clássico moderno e suas primeiras 20 edições (até Morte da Família) como necessárias para o atual leitor de DC e seus sidekicks. A partir daí James Tynion IV assume a pena e prepara para a saga Mal Eterno, mas isso já seria assunto pra outro dia. Um último toque fica para os títulos das aventuras que são letras de bandas famosas como Guns N’Roses cuidadosamente zoados. Vale a pena conferir.


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DC COMICS | Coleção apresenta o universo nerd para criançada com histórias do Batman, Superman e Mulher Maravilha!

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(Foto – Divulgação)

Nunca é cedo demais para apresentar o universo da leitura para as crianças. Os bebês, por exemplo, gostam de livros que estimulam a visão, a audição e o tato. A leitura, mesmo intermediada por um adulto, auxilia a criança no desenvolvimento da imaginação e a experimentar sensações e sentimentos de forma significativa.

Neste recente lançamento da Editora Ciranda Cultural, cada Box DC Comics apresenta seis minilivros com capa dura, feitos em material resistente e com ilustrações lindas e vibrantes. Indicada para crianças a partir de 2 anos, a coleção ainda estimula a participação dos pais nessa fase do desenvolvimento que é fundamental para novas descobertas e aprendizagens.

De forma divertida e lúdica, os pequenos irão conhecer o universo dos super-heróis, e ainda obter noções do que é certo e errado. Personagens como Batman e Superman, por exemplo, estão sempre prontos para ajudar quem precisa, e dão um show quando o assunto é a vitória do bem contra o mal. Adorados em todo o planeta, introduzir a criança no universo desses personagens é algo que pode ajudar no desenvolvimento do pequeno leitor como cidadão. Além das histórias cheias de aventura, cada box traz também um quebra-cabeça, capaz de incentivar a curiosidade e a coordenação motora dos jovens leitores. 

A Coleção Box DC Comics apresenta quatro títulos: DC Super Friends – Trabalhando em equipe, Superman – As histórias do homem de aço, Batman – Histórias de herói e Mulher Maravilha – Aventuras da super-heroína. Cada minilivro da coleção permite a criança manusear e a se envolver com as ilustrações, inspirando futuramente nas brincadeiras, jogos e também no desenhar.

Box DC Comics

Títulos: DC Super Friends – Trabalhando em equipe, Super-homem – As histórias do homem de aço, Batman – Histórias de herói e Mulher Maravilha – Aventuras da super-heroína

Preço: R$ 29,90 (cada)

Editora: Ciranda Cultural


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