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DC Comics

DOOMSDAY CLOCK | Começa o grande evento da DC para esse ano!

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A DC não brinca em serviço. Desde o crossover Crise nas Infinitas Terras ficou claro o poder da editora de mexer com seus heróis a seu bel prazer, e com isso criar sagas inesquecíveis. Junte a isso a coragem de angariar grandes artistas como Neil Gaiman, que criou Sandman e…Alan Moore. O mago inglês dos quadrinhos (e temperamental de carteirinha também) criou clássicos como A Piada Mortal, que deu a real extensão do Coringa; A Liga Extraordinária, que pega os mitos ingleses e os traz com nova roupagem e com uma ironia mortífera e claro a obra máxima dos quadrinhos em todos os tempos…Watchmen.

Watchmen, para quem ainda não teve o prazer de ler essa obra prima (e sugiro que o faça), é simplesmente a maior reflexão já feita sobre quadrinhos de todos os tempos. Inaugurou o conceito de Graphic Novel e quadrinho cult e até hoje é citada (principalmente depois do filme corajoso de Zack Snyder) como a maior referência em quadrinhos na história. Volta e meia (a dissabor do criador) a DC revisita esse universo (onde os heróis DC nunca existiram) com um prequel (mas sem o mestre) contando as origens de cada personagem como Silk Spectre, Rorschach, Night Owl, Comedian e outros.

Depois de muita briga na justiça sobre se devia ou não, finalmente a DC faz uso de seus personagens do universo mais adulto, e pela primeira vez põe os seus maiores heróis e vilões para se equiparar. Trata-se de Doomsday Clock, algo como Relógio do Juízo Final, que desta vez porá frente a frente Superman e Dr. Manhattan por exemplo. Doomsday Clock é uma continuação das atuais sagas DC, desde a bagunça de Flashpoint e Novos 52, até o amálgama de Rebirth, saga que meio que pôs um ritmo nos buracos da cronologia. Doomsday vem para fechar os pontos restantes, como a aparição de Manhattan no fim de Novos 52 e o que aconteceu realmente ao Superman, que no início de Rebirth não fechou realmente as pontas soltas da incursão ao passado.

Bom se você não leu Watchmen (SPOILERS A FRENTE) tudo começa na caneta de Geoff Johns, exatamente depois do fim da série. Tudo começa com Rorschach (sim, vivo) que vai a uma prisão no dia que todos na televisão diriam como Dia do Juízo, após a bomba nuclear de Adrian Veidt matar 4 MILHÕES DE PESSOAS em Nova York, no fim de Watchmen (o plano final de “paz” de Ozymandias, o super merchandising da série). Pra variar o mascarado vigilante está mais uma vez tentando salvar pessoas. No caso, um herói conhecido como Mímico, e a senhorita Manson, uma loira com poderes telecinéticos (meio Dominó isso). Nesse caminho ela faz várias suposições sobre a originalidade de Rorschach, que são rebatidas por ele, até que chegam em um dos esconderijos do Coruja e encontram o homem mais caçado do mundo, Veidt. Com sua afetação de sempre ele explica que precisa deles (dos últimos heróis do mundo) para tentar resolver as coisas, e que Manhattan teria de ser localizado. No fim o Superman tem um pesadelo com a morte de seus pais, e uma frase do “genial” Ozymandias fecha a primeira edição.

Nas contracapas mostradas no fim de Doomsday fica clara a idéia de que cada herói da DC será confrontado com sua contraparte do mundo de Watchmen, Veidt e Lex Luthor, Roschach e Batman, Superman e Manhattan, Coringa e Comediante e ai por diante, a saga promete…

Um encontro esperado…

Fiel a obra do mestre

O “Z” diz algo?

O mestre. O mago inglês dos quadrinhos

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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