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O FANTASMA | Um herói independente de presente, passado e futuro

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Um personagem mítico, apesar de independente, forte e respeitado

Força e honra galera. Devem ter percebido que diminuí a carga de posts nesses dias, bem a vida real tem me consumido tempo e por isso estou tendo que ficar fora, mas estou resolvendo e logo, logo, voltarei a carga. Hoje por exemplo estou confirmando uma das promessas que fiz e reconheço que até demorei pela importância do personagem. Mas fãs (no mundo todo, principalmente em terras tupiniquins), estou aqui e vamos cumprir a promessa que fiz, afinal algumas promessas (eu disse algumas) são realmente dívidas.

E este ilustre personagem tem história. Pra ser mais claro, foi criado no século passado e mesmo até hoje continua atual. Estou falando do Fantasma (Lee Falk, 1936, David Mc Kay Publications), o protetor da nação de Bangalla. Muito antes de Pantera Negra, e um século depois do mito Tarzan (o original data de 2 séculos atrás), a África ganhava mais um protetor. O personagem é tão importante que influenciou heróis como Batman, Motoqueiro Fantasma e até o Spawn (que vieram bem depois).

A caveira. Muito antes de Spawn e Motoqueiro Fantasma, o emblema místico que assustava os inimigos

A história mistura elementos de feitiçaria, crendice popular e a tal já conhecida devoção ao combate ao crime e a justiça. Quando piratas mataram o pai do marinheiro britânico Christopher Walker,  ele jurou ao crânio do assassino de seu pai que lutaria contra o mal, Christopher começou o legado do Fantasma que passaria de pai para filho. Apelidos para o Fantasma incluem “O espírito que anda” e “O Homem que não pode morrer”, ambos influenciados pela cultura vodu haitiana e magia negra africana. Na verdade o Fantasma é um herói que se vale da sua identidade secreta, ligação com as tribos de Bangalla (como acontece com o Tarzan), sua astúcia e o medo que as lendas sobre ele causam no povo. Seu legado é passado de pai para filho, de geração em geração (daí a crendice popular de que o herói seja imortal).

Apesar de ter pouca repercussão no Brasil, o Fantasma sempre foi figura carimbada nas bancas daqui. Sua versão mais famosa foi em 1950, pela editora RGE, e que durou décadas. Nos EUA o personagem sofreu o mal de ser independente, passando por várias versões e editoras (inclusive ganhando uma versão com tintas de ninguém menos que Alex Ross em The Last Phantom, publicada aqui pela Panini como O Último Fantasma) e continua oscilando, mas como diz o seu lema, o Fantasma nunca morre, graças aos seus apaixonados fãs.

A última aparição com Ryan Carnes no papel do vigilante roxo

Como seu legado, o personagem pode até não ser muito conhecido, mas suas versões para série e cinema, são de respeito. Depois de algumas aparições em seriados, o Fantasma ganhou um filme estrelado por Billy Zane em 1996. O filme tem boa produção e apesar de ser meio Sessão da Tarde, cumpre bem o seu propósito, apresentando até bem o herói. A atuação de Zane foi criticada, mas reconheço que ele diante das limitações do roteiro, até mandou bem. Melhor sorte teve a versão futurista animada (um clássico) criada por Peter Chung (AEon Flux), Phantom 2040 (que por aqui passou nas manhãs da TV Globo com o nome de O Fantasma). Com apenas 35 episódios a série figura até hoje entre as séries animadas cult da época, suas histórias variavam sobre o tema cyberpunk, falando sobre temas como liberdade, humanismo e aleatoriedade de crenças, tirania e militarismo (vou voltar a falar dessa série no futuro, só ela merece um post). Ou seja, mesmo hoje, pra lá de atual.

Pra terminar essa pequena resenha, digo que não somente um personagem da velha guarda, O Fantasma continua muito atual com seus tópicos que tratam de tráfico de pessoas, exploração do continente africano, ganância dos poderosos, pirataria e outros afins. Claro ainda sobrando espaço para aventura e romantismo. O personagem já se casou nos quadrinhos, e teve em suas últimas aparições uma vigilante do sexo feminino. Pra terminar a bagaça, faz parte de um grupo que influenciou a futura Liga da Justiça da DC Comics (Os Defensores da Terra, grupo que também conta com Flash Gordon, o mágico Mandrake e outros heróis mitológicos antigos, ganhando até uma bem sucedida versão animada que passou muito tempo no SBT) e que realmente vale a pena dar uma olhada.

A série animada que ganhou ótimos games para Mega e Snes

 

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O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

DC Comics

DC COMICS | Coleção Livro-brinquedo com a “Trindade” chega às livrarias brasileiras

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O livro-brinquedo tem o potencial de inserir a criança no universo da leitura antes mesmo da alfabetização por meio das linguagens verbal, visual e sensorial. Divertido e instigante, também pode estimular o pequeno leitor a ação por conta de jogos, recursos gráficos ou da leitura que pode ser guiada por um adulto ou não.

Neste recente lançamento da Editora Ciranda Cultural (para comprar e conferir o preço, clique aqui), Coleção Livro-brinquedo DC Comics, três títulos irão encantar crianças e adultos; Batman, O guardião de Gotham City; Super-Homem, O herói de Metrópolis e Mulher Maravilha, Eu sou a Mulher Maravilha.

Produzido com material resistente, cada livro da coleção acompanha quatro quebra-cabeças que convidam a criança para um desafio, e também para uma fantástica aventura com o seu super-herói favorito. A brincadeira começa desde a capa e a narrativa objetiva instiga a criança a explorar cada história desconstruindo e recriando cada cena.

A coleção Livro-brinquedo DC Comics além de possibilitar o contato inicial com a leitura também proporciona diversão, surpresas e desafios e aproxima o pequeno leitor com o universo das HQs.


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CAPUZ VERMELHO E OS FORA DA LEI | Redefinindo o conceito de equipe de ação

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Um “grupo” nada convencional.

 Nos últimos anos desconstruir as coisas tem sido uma temática em toda a produção artística, e isso inclui os quadrinhos, que atualmente estão passando por uma crise de identidade (não sabem se assumem o estilo nostálgico, se embarcam nos anos 90 Marvel/Image ou se entram nesse profundo realismo dos anos atuais) mas é bom ver quando um escritor tarimbado resolve observar a onda e ficar no meio termo, ou inteligentemente joga para os três lados, ou não.

Scott Lobdell é um exemplo disso. Puro produto da Marvel anos 90, pertencente a melhor geração de roteiristas e desenhistas dos últimos 40 anos, ajudou a criar um fenômeno chamado X-Men, um verdadeiro sucesso de vendas que dominou as Top 5 por mais de 20 anos (não estou falando da criação de Stan Lee, mas sim da galera que levou os mutantes pro topo e pode-se dizer que criou toda sua base de fãs), mesmo depois que nomes como Jim Lee, Todd McFarlane, Greg Capullo, Marc Silvestri e outros formaram a famigerada terceira força, a Image Comics.

Jason Todd. Um anti herói sem frescuras e com um passado sombrio.

Scott foi um dos que ficaram depois da debandada e segurou as pontas dos mutantes por anos, e repatriado agora pela principal concorrente, a DC Comics, continua fazendo o que o consagrou, bons argumentos e personagens consistentes, é o que temos em Capuz Vermelho e os Fora da Lei (DC/Novos 52, Scott Lobdell, 2012) que apresenta uma nova origem para um personagem que por ser querido do editor Dan Didio (em várias entrevistas já disse que era seu Robin favorito) voltou a vida em grande estilo, depois de figurar na saga Silêncio de Jeph Loeb e Jim Lee (talvez a melhor saga das atuais do morcego). E que foi o tiro antes de Jeph ir para a Marvel.

Cortando o papo político de empresas de quadrinhos e suas trocas, Lobdell graças a saga New 52 (que podem falar mal mas foi sim uma das melhores sacadas dos últimos anos) consegue dar um novo começo em tramas já esquecidas pelos fãs do sidekicks da DC (grupo composto pelo bat-family, pessoas ligadas ao homem de aço, arqueiro verde, Aquaman, enfim, os heróis principais) que hoje claramente sustentam a editora.

E aqui temos 3 deles. Bora começar pelo queridinho de Didio, Jason Todd, o Capuz Vermelho. Jason foi a grande novidade de Loeb em Silêncio (e depois na saga Além do Capuz Vermelho, um clássico que virou desenho da DC), mas Jason tinha um passado de assassino que precisava ser contado. Afinal quem pôs ele no Poço de Lázaro e qual sua ligação com a Liga das Sombras de Talia e Ra’s Al Ghul? Era algo que tinha que ser contado, e a DC resolveu buscar um campeão para contar essa história.

Arsenal, Estelar e Capuz, um trio explosivo.

Primeiramente Lobdell traz uma nova origem ou recomeço para a princesa guerreira de Tamaran, Koriander ou a Estelar (sim e alguns fãs não curtiram essa “virada adulta” da princesa) após sua nave ir parar em uma ilha paradisíaca no meio do nada após mais uma desventura espacial dela (e ela tem muitas), nesse meio tempo ela conhece Todd e se encanta com ele por que lembrava outro Robin, simples assim. Após um intercurso digno de uma sex symbol da editora estavam na estrada prontos pra salvar o terceiro membro da “equipe”, Arsenal ou Roy Harper, mais jovem e ex-membro dos Novos Titãs, que agora tem seu passado desenvolvido por cortesia de Lobdell. Junte a isso o traço eficiente de Kenneth Rocafort e está pronto o quadrinho mais interessante dos últimos anos.

As missões dos Fora da Lei giram claramente em torno de Todd. Como ficou clássico na série New 52 aqui o foco é o passado dos personagens, que aqui finalmente é contado. Mas Todd não tinha passado (fora ser um Robin), e isso poderia ser um empecilho. Lobdell resolve tudo numa tacada de sinuca, a la Esquadrão Suicida e cria algo que se torna sem bajulação, um clássico dos quadrinhos. Atenção pros spoilers. Todd foi salvo por Talia Al’Ghul que o levou a um castelo dimensional pra ser treinado como assassino, algo como o Nanda Parbat da Liga Sombria, aqui chamado Castelo de Al, espécie de defensores secretos da humanidade. Todd foi treinado por uma mestra encurvada (que lembra a Genkai de Yu Yu Hakusho, acreditem) chamada Ducra, que tem uma aluna chamada Essência (uma espécie de “ex eterna” de Todd), uma guerreira que usa a névoa, as trevas e um monte de outros poderes. Após descobrir que Ducra havia sido assassinada, Todd e sua galera resolvem ir atrás dos responsáveis, um grupo de horrores extra-dimensionais conhecidos como os Sem Título. E resolver tudo na base do sangue e na bala mesmo.

A partir daí como já é sabido, as interações começam para esse novo “grupo” e entra em ação o grande trunfo da editora, como sempre digo, a continuidade. Já disse isso, a DC consegue mesmo lançando um título grande por ano manter a ligação entre todos os argumentos dos seus escritores e isso pro leitor é uma maravilha. Com isso começam as interações do passado de Estelar (sim ela lembra de Dick) e suas ligações com o seu mundo, a zoeira que fizeram com a mente de Roy Harper, e recomendo por que passei a gostar do personagem Arsenal graças a forma como Lobdell conduz o argumento (com participações de um dos vilões mais humanos do Batman, o Crocodilo) e como em X-Men, Scott conduz a aventura de Roy e Kory de maneira muito humana e no estilo soap-opera que caracteriza os mutantes. Como Todd tem uma mente e passado zoados, o apoio dos amigos aqui se torna a tônica do quadrinho.

Ação sem frescura.

Com isso eu poria sem dúvidas Capuz Vermelho e os Fora da Lei como clássico moderno e suas primeiras 20 edições (até Morte da Família) como necessárias para o atual leitor de DC e seus sidekicks. A partir daí James Tynion IV assume a pena e prepara para a saga Mal Eterno, mas isso já seria assunto pra outro dia. Um último toque fica para os títulos das aventuras que são letras de bandas famosas como Guns N’Roses cuidadosamente zoados. Vale a pena conferir.


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O JUDOKA | Clássica HQ nacional é relançada pela AVEC Editora!

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(Foto – Divulgação)

Este mês, a AVEC editora revive um clássico dos quadrinhos nacionais com o lançamento de “O Judoka”, com arte de um dos mais consagrados artistas brasileiros, o Floriano Hermeto de Almeida Filho. Esta graphic novel antológica foi organizada e editada por Francisco Ucha, editor original do quadrinho. 

Em maio de 1970, a sétima aventura em quadrinhos do Judoka foi lançada pela Editora Brasil-América (Ebal). A história, intitulada “A Caçada”, era a primeira escrita e desenhada por um profissional desconhecido até então: Floriano Hermeto de Almeida Filho, que assinava como FHAF. Segundo Francisco:

“Ela causou um enorme frisson no mercado: Floriano Hermeto realizou mudanças importantes no personagem, dando mais consistência ao roteiro, além de fazer uma brilhante releitura da estrutura visual de suas histórias. Com o seu traço arrojado e inovador, que lembrava o estilo moderno de desenhistas internacionais como Jim Steranko, Guido Crepax e Enric Sió, ‘O Judoka’ alcançou um patamar jamais imaginado pela Ebal”.

Floriano era engenheiro civil sanitarista e trabalhava na construção do Metrô carioca nessa época. Mas queria fazer HQs no Brasil. De acordo com Francisco:

“Um emprego que lhe dava segurança econômica falou mais alto e ele produziu apenas cinco histórias em dois anos de atividades. Mesmo assim, seu traço inconfundível acabou entrando para a História dos quadrinhos nacionais como um dos melhores desenhistas e roteiristas do Brasil. E um grande influenciador para aqueles que queriam trilhar o caminho dos quadrinhos no Brasil.”

Sobre o livro

O jornalista Francisco Ucha editou e organizou o livro, fazendo uma homenagem a FHAF. Com suas 192 páginas, o novo lançamento da AVEC traz a republicação de suas cinco histórias clássicas que foram originalmente lançadas entre maio de 1970 e abril de 1972 e são verdadeiras obras primas.

Esta reedição de “O Judoka” também conta com extras: entrevista com o artista e roteirista original, um panorama histórico da época e aventuras inéditas que foram desenhadas por FHAF para a Ebal. São seis páginas com uma nova aventura do Judoka, duas páginas de Zorro (“The Lone Ranger”) e sete com uma aventura sobre cangaço apresentando um novo personagem: Tempestade.

Se você ama aventuras de super-heróis ou deseja conhecer um pouco mais sobre os clássicos da nona arte brasileira, “O Judoka” é o título perfeito para você. 

Mas vale a dica. Há uma tiragem limitadíssima de exemplares impressos.  E quando clássicos como estes são lançados, eles se esgotam instantemente. Se você deseja ter “O Judoka” na sua estante, clique imediatamente neste linke compre já o seu.

Para o lançamento de “O Judoka”, veja os eventos que estão sendo preparados:

LANÇAMENTO DO LIVRO

Data: 17 de novembro de 2018
Horário: 16 horas
Local: Blooks Livraria – Praia de Botafogo, 316, Rio de Janeiro

O JUDOKA, POR FHAF + BATE PAPO “O JUDOKA E A PRODUÇÃO DE QUADRINHOS NO BRASIL”

Data: 29 de novembro de 2018
Horário: 19 horas
Local: Auditório térreo + Foyer – Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado

Ficha Básica

ISBN 
978-85-5447-031-9

PREÇO
R$ 84,90

FORMATO

17×26 cm
192 páginas 
Papel: Polen soft 80g
Capa dura – 

CATEGORIA

Quadrinhos
Super-Herói
Autor Nacional

Autor: Francisco Ucha
Capa criada por Francisco Ucha e Toni Rodrigues
Desenho da capa por Toni Rodrigues sobre arte de Floriano Hermeto
Revisão de texto do jornalista Marcos Eduardo Massolini


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